A mudança de estilo entre Pessuti e Requião | Fábio Campana

A mudança de estilo entre Pessuti e Requião

De Josianne Ritz no Política em Debate no Bem Paraná

O discurso e comportamento de Orlando Pessuti (PMDB) na posse como novo governador do Estado foi de um contraste gritante com a performance de Roberto Requião no teatro Guaíra na véspera. Enquanto Requião repetiu a ladainha de ataques contra a mídia, Jaime Lerner, a Justiça, o pedágio e outros adversários reais e imaginários, Pessuti esbanjou afabilidade e simpatia, conquistando a platéia que por diversas vezes o interrompeu para aplaudi-lo de pé.

O clima, na cerimônia de posse na Assembleia Legislativa, era de indisfarçável alegria e até alívio diante dos novos tempos na administração estadual. Em lugar do ressentimento e da raiva alimentada por Requião nestes últimos pouco mais de três anos depois que ele quase perdeu a eleição para Osmar Dias, as cantorias e o sorriso aberto de Pessuti – um dos raros políticos paranaenses que parece não ter inimigos.

Outra diferença de Pessuti e Requião é que enquanto o segundo exibe com orgulho a arrogância e a prepotência de quem se acha uma espécie de “déspota esclarecido”, o novo governador a todo momento demonstrava a humildade e a simplicidade de quem veio da “roça” e venceu, apesar das dificuldades. E são exatamente essas características o grande trunfo de Pessuti para atrair a simpatia do eleitorado e mostrar que pode sim ser um candidato competitivo às eleições de outubro para o governo.

Chamou a atenção também o fato de que no discurso de posse de cinco páginas, Pessuti fez uma única menção direta a Requião. Para muitos, um sinal claro de que o novo governador está finalmente disposto a “sair da sombra” do antecessor, para imprimir sua própria marca na administração estadual.


25 comentários

  1. Malabarista
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 11:06 hs

    Pessuti possui inumeras qualidades, uma delas a de ser fiel aos amigos, à familia. Quem traí amigos, também traí o povo. Pessuti jamais traiu a quem quer que seja. Amigo dos amigos, companheiro dos companheiros. Graças a Deus, o Grande Arquiteto do Universo, chegou a hora do Paraná conhecer uma nova administração, a da Igualdade, Fraternidade e liberdade. Certamente, Pessuti governará em cima dessa tríade, com a luz de Deus que sempre lhe orientou em sua vida. Com atos de amor, de esperança e de credo na figura humana, jamais destruirá seu semelhante, ao inves, dará sempre oportunidade ao homem. Com musica a vida se completa, a esperança renasce, e a alma respira aliviada, sabendo que as epocas da tirania, do ódio, da ira,acabaram de terminar. Façamos uma grande corrente ´para que essa era nunca mais volte, nem no estado, nem na União e nem no senado. Viva a Liberdade com Orlando Pessuti.

  2. TUKU NARE
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 11:08 hs

    comntar o que, nao vou estragar a sabia persepçao da jornalista JOSEANNE.

  3. HAVENGAR
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 11:31 hs

    Malabarista, o compromisso de construir uma sociedade justa e perfeita, é um caminho a ser seguido por todos nós.Pessuti pode até não ser reeleito para governador, mas com certeza vai escrever uma boa pagina da história do Paraná, que será lembrada por muito tempo,um grande chefe de familia, pessoa humilde e solidária.

  4. Carlos Toledo
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 12:13 hs

    Não pelo fato de ele estar assumindo o Governodo Estado, mas Uma coisa eu posso dizer pois somos conterranios de região do municipio de Apucarana PR terra que ele nasceu.
    todas a vezes que tive oportunidade de falar com ele na assembléia, ealguns encontros no setor Rural, ele sempre foi gentil, humilde e muito franco aberto comigo, lembro me quando em Santo Antonio da Platina , pedi a ele que desse um apoio moral ao seu ex colega de assembléia nosso amigo Luiz Carlos Zuk de ponta Grossa, ele de pronto disse já estou junto a ele Toledo, o agradeci de coração por aquele grande gesto de humanidade pois nosso amigo Zukão passava por serios problemas de Saude em Ponta Grossa.

    Desejo do fundo do coração muito sucesso ao Governador Orlando Pessutti

  5. Allan Richa
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 12:56 hs

    Nao tem inimigos no interior do paraná ninguem gosta dele.
    os que gostam sao soh o seu ”grupinho” o povo em geral odeia pessutao.
    Pergunte pra quem quiser do interior .
    eh o segundo mandato dele como vice governador olhem as pesquisas de opiniao publica e chegue a sua conclusao.

    grande abraço

  6. NILSO ROMEU SGUAREZI
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 13:17 hs

    No exercício de 3 mandatos como Dep.Estadual,quando fui Líder do PMDB, vale dizer da oposição por ser bipartidarismo, tive permanente colaboração e companheirismo de ORLANDO PESSUTI, como colega de Bancada e um dos Vice-Lideres.
    Mas o conheço dos dois desde os tempos de estudande, quando fui Presidente do Centro Acadêmico Hugo Simas, na Faculdade de Direito da UFPR e Pessuti era Presidente da Casa do Estudante e já estávamos na rua combatendo a ditadura.

    PARA FALAR SOBRE OS ESTILOS DE GOVERNO, posso dizer que os conheço bem, pela observação para e passo que tive que ter com os dois nos últimos 45 anos.

    Como Pessuti vim do interior, o que nos valia na época ser considerados provincianos e com dificuldades para nos mantermos na capital, diferente dos que aqui moravam e não tinham problemas financeiros como Roberto Requião de Mello e Silva (filho de família rica e influente na capital) os quais não dependiam dos restaurantes de estudantes como nós, para aqui sobreviver e estudar.
    Na Faculdade de direto da UFPR, fui colega de turma de Requião e na convenção do PAR – Partido Acadêmico Renovador, por apenas um voto – disputando contra Requião, fui indicado e eleito Presidente do Centro Acadêmico Hugo Simas, que na época, por ter sede própria e não depender da Universidade como os demais, virou o quartel general da juventude estudantil, que lá se reunia e articulava suas ações de mobilização em passeatas e pacifico e idealístico combate contra ditadura militar.
    Mas esta vitória, custou-me caro, porque daí em diante sempre tive a famosa metralhadora giratória do ex-governador e de forma permanentemente virada na minha direção.
    Por exemplo, em 1984, como Líder do governo Richa, para ganhar a indicação na bancada do PMDB, tive que livrar-me e vencer mais uma vez pelo voto a sistemática e permanente articulação de oposição e boicote dentro da própria bancada que diuturnamente o grupo requianista me fustigava.

    Mas eleito presidente da Assembléia, como homem de partido, tive o desprendimento de ajudar Requião a eleger-se prefeito da Capital.

    Ninguém mais e melhor que o responsável deste blog, minha testemunha ocular, então jornalista Fábio Campanha, militante da oposição, para saber disso, pois no dia da convenção que indicou Requião candidato do partido à primeira eleição direta da capital, pessoalmente entreguei em suas mãos a chave do meu escritório parlamentar, aluguel e manutenção as minhas custas, para que ali fosse, como de fato foi montado o escritório de inteligência daquela vitoriosa campanha peemedebista.

    Foi como líder do Governo, ao lado de José Richa, Pessuti e todos os peemedebistas do Paraná que participamos intensamente, não só na mobilização da bancada peemedebista quando trouxemos à capital as lideranças das centenas de municípios, para vir ajudar na eleição do partido na capital, porquanto só teve eleição em Curitiba e área de fronteira, mas tambem quando Richa se licenciou do governo e fomos as ruas e bairros da cidade e terminais de transporte, pedir votos ao povo para eleger Requião prefeito de Curitba.

    Era tanta gente do interior trabalhando e fazendo boca de urna na capital, que até surgiram os comentários de que PMDB, trouxe gente do interior para votar na capital, hipótese impossivel de ter ocorrido, mas sim resultado de um verdadeiro mutirão do interior junto aos milhares de eleitores que aqui ja residiam fruto ao exodo rural que inchou a região metropolitana.

    Depois da Constituinte, voluntariamente desisti da política, desmotivado pelos rumos que o Presidencialismo tomou, embora de fato nunca tenha me afastado de ajudar os políticos que na minha visão mereciam e merecem continuar.

    Mesmo sem mandato eletivo e voltando à minha advocacia, em 92, quando Requião, como agora, deixou o governo para se candidatar ao senado e seu Vice Mario Pereira ao assumir se deparou com a denuncia do escândalo das chamadas “diárias frias” esquema de corrupção e desvio de dinheiro para fazer o “caixa dois da pré-campanha” e infestar o correio com correspondências apócrifas contra opositores, como Zé Eduardo do então Bamerindus e Rafael Grega ex-prefeito da capital e jornalistas independentes como Jose Geraldo Massa, uma das muitas vitimas das vilanias requianistas, foi obrigado a determinar uma apuração o que lhe valeu a ira de Requião.

    Honrosamente fui contratado como advogado de Hélio Duque, que tinha disputado a eleição ao senado com Requião, como candidato do PSDB e num debate público lhe carimbou o apelido de “Napoleon de Hospicio”, resultando daí uma serie de acusações recíprocas que se transformaram em ações judiciais.

    Numa destas ações de Investigação Judicial Eleitoral, por abuso de poder e dos meios de comunicação, em fui o advogado autor, se conseguiu cassar o mandato de então Senador Requião, aqui no TRE, mas livrou-se da perda do mandato porque na época o entendimento jurisprudencial do TSE, era de que os abusos teriam que ter sido cometidos durante a campanha e não antes dela, mesmo que fossem inquestionáveis terem ocorridos e cometidos tais abusos ante a farta prova, tanto que ainda esta para ser julgada Ação Civil de Improbidade Administrativa pelos fatos daquelas diárias frias em que Requião é um dos réus, mais tarde proposta pelo Ministério Público.

    Fui também o advogado que derrubou a convenção do PSDB que indicou Hermas Brandão para ser vice de Requião.

    Pelos bastidores fiquei inteirado par e passo dos fatos, daí saber a dimensão do sacrifício e risco que Pessuti assumiu na época, como confessou no discurso de posse, para deixar a vaga já assegurada das mordomias e aposentadoria confortável do Tribunal de Contas, para ir socorrer, na undécima hora, o companheiro Requião, – cuja apertada vitória Requião, nunca soube dar os méritos ao Pessutão, mas todos sabem só foi obtida nos pequenos municípios – exatamente onde o prestigio do Pessutão – como homem do interior é inquestionável e hoje lhe asseguram peso para tentar a reeleição.

    Vale ainda lembrar, que Pessuti como presidente da Assembléia Legislativa, foi o último que a manteve a Casa no padrão, pois que os atuais escândalos revelados, começam exatamente depois da sua gestão.

    Toda esta digressão para mostrar que conheço como poucos e na intimidade os estilos de Pessuti – um democrata, humilde, solidário e sincero. ao invez de Requião um déspota, fanfarrão e autoritário.

    O próprio ato da posse, pela emoção, espontaneidade, naturalidade e sinceridade com que o jovem Pessutão abriu seu coração, por si só, como primeiro ato de governo, já mostrou a distancia abissal dos estilos que ficarão registrados.

    Em síntese:

    PESSUTÃO O MENINÃO

    REIquião O TURRÃO

  7. Gilmar Silva
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 14:59 hs

    Quem conhece o Governador Pessuti sabe do carisma, da humildade e da capacidade dele. Estamos juntos por esses nove meses e por mais 4 anos, é difícil mas não impossível, só com trabalho e perseverança conseguimos atingir os nossos objetivos, ninguém esta eleito antes da hora, vamos a luta.

  8. Wilson
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 15:11 hs

    O discurso bipolar raivoso do Requião é o que deu a tônica ao evento, pois como sempre o do Pessuti foi mal estruturado e fraco, assim não passando do mero saudosismo insosso.

  9. Dalton
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 15:23 hs

    Pra completar a festa e agradar toda a população paranaense so falra defenestrar o Delazari.

  10. Calunga
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 17:02 hs

    Se o Pessuti quiser mostrar que será um bom governador, tanto nesse mandato tampão, como em uma possível eleição, deve urgentemente trocar o secretário de segurança pública.

  11. MOREIRA
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 18:22 hs

    A JORNALISTA DECODIFICOU O CERIMONIAL.
    EXATAMENTE COMO OCORRIDO.
    O PESSUTI É DE FATO DIFERENTE DE REQUIÃO.
    ESPERAMOS QUE ELE CONTINUE O GOVERNO COMO PLANEJADO PELO PMDB, POREM DESCONTINUE AS PRATICAS ABUSIVAS DO SENHOR ROBERTO REQUIAO.
    SALVE!!! VIVAS!!!!!!!!!!!

  12. Capão da Imbuía Ctba
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 18:39 hs

    Quem vem lá… é o Pessutão…então passe….Passe adiante essa alegria….esta vontade de mudar o nosso Estado, porém, a mudança tem que ser com gente nova mas para istoi tem que se livrar da herança e do passivo deixado pelo antecessor, limpem o limpem o Paraná, chega dos mesmos….se lembrem que no passado o Reiquião brecava no senado o progresso do Paraná, vários projetos que ele foi relator segurou na gaveta por inveja do Lerner. Portanto, vamos deletá-lo nas urnas. O Betinho abandonou Curitiba no meio da viagem…..tbém deve ser deletado.

  13. Decio
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 19:14 hs

    Tira o Delazari. Dai vai ficar 10 governador Pessuti,

  14. sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 19:14 hs

    Penso e tenho certeza que oPessutti, é um dos políticos guardião da moral e dos bons costumes e é um remanescente da forma ética e respeitosa de se fazer política neste País.Acrdito que o povo paranaense, saberá avaliar e eleger o Pessutti para que ele possa mostrar uma forma nova de Gestão Pública, principalmente pela forma humilde e coerente de lidar com as Pessoas. De fato peço a todos os Paranaenses que dê esta oportunidade ao Pessutti de começar um Governo novo e ajudem a divulgar seu nome e veremos que estamos no caminho certo.Aos servidores públicos, não esqueçamos da forma de gestão anteriores, onde a venda do patrimônio público fez parte da principal forma de grenciamento público. Eu como pré candidadto a Dep. Estadual pelo PMDB, estou torcendo e trabalhando para que o Pessutti seja vitorioso.

  15. Centro
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 19:17 hs

    Seria um ótimo vice do Beto.
    Mas já que não vai acontecer que os dois se respeitem na campanha.
    O Osmar com o PT vai cair naquela famosa ladainha de sujar reputações alheias, como a Gleise tentou na campanha passada e não colou.

  16. Chuck Norris
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 19:30 hs

    Pergunta que não quer calar: Quando o “Roberto Carlos” vai deixar a SESP???

  17. Luis Adolfo Kutax - Contenda
    sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 22:08 hs

    Um pouco da história de Pessuti traduz a pessoa que ele é: bom amigo, bom pai de família com fortes convicções éticas e religiosas, e não esquece um amigo..
    Por que acredito no Pessuti? Eis um pouco de sua vida nas mençôes do saudoso Novicki e de tantos outros que conheço:
    Na pequena casa de madeira com chão de terra batida, fogão de lenha e chaminé, o abrigo da família; e, do trabalho penoso na lavoura e criação de algumas cabeças de gado, conseguidas com muito suor e sacrifício, o pai (Natal) e a mãe (Idalina) deram o sustento aos filhos.
    A luta começava cedo, havia a lenha para cortar, o milho a ser debulhado e as “criações” a serem tratadas, rotinas estas bem conhecidas para quem vive e trabalha na roça. Ainda menino, Orlando, grande e forte, se acostumou ao uso de ferramentas como a enxada, foice, facão, e a ajudar o pai a encilhar o cavalo para ir a cidade buscar mantimentos que o sitio não produzia.
    Cresceu formando seu caráter no exemplo de sua família e tantos outros que buscavam prosperidade para plantar, criar alguns animais, ou mesmo, continuar sonhando em ter um pedacinho de terra, e devido à pobreza em que viviam trabalhando descalços sujavam seus pés na terra vermelha e gosmenta da roça, e daí o orgulho de ser chamado de “pé vermelho”.
    Quem foi criado aprendendo, por ensinamentos práticos de seu pai, a curar animais, viajando no lombo de cavalo ou em antigos carroções por quilômetros e quilômetros, ou mesmo pisando o gelo das geadas, não podia reclamar de qualquer coisa que o destino, por mais duro que fosse se apresentasse.
    Com a vizinhança as relações de amizade e a vivência comunitária se fortificavam principalmente nas missas dos domingos, ou durante a semana quando se reuniam de casa em casa para rezar o terço ou praticar o ritual das novenas. Neste ambiente de princípios cristãos, a mãe pertencente à congregação Sagrado Coração de Jesus e o pai congregado mariano criaram Orlando, seu irmão e irmãs.
    Assim é parte da história de Orlando Pessuti, vice-governador do Paraná, filho de uma família de humildes agricultores, sendo exemplo, ora para o pequeno agricultor, ora para o trabalhador rural, ora para tantos outros que, independente do local ou região em que vivem, ou do tipo de trabalho que desenvolvem, sonham e buscam conhecer suas potencialidades e colocá-las em prática, e por isso acredito no Pessuti…

  18. alberto
    sábado, 3 de abril de 2010 – 4:30 hs

    Orlando Pessuti é trabalhador, é humilde e é sincero. Chegou aonde está por seus próprios méritos, fez política dese antes de ser presidente da CEU, não pensando em ser político mas em busca de condições melhores para os colegas, para a região, para o Estado. Não é filho de pai político e nem genro de família rica, não foi “bom mocinho” e nem foi ungido aos cargos que obteve pelo passado de outros ou para buscar suprir as necessidades de grupos.
    Pessuti é honesto, sincero e trabalhador e não se compara com o playboy filho de político, irmão de cartorário e genro de família rica. Talvez Pessuti se compare sim a José Richa que, assim como ele, era de origem humilde, foi presidente da CEU, comeu o pó vermelho fazendo campanha sem dinheiro. E nunca foi playboy.

  19. TUCANO SOFREDOR
    sábado, 3 de abril de 2010 – 10:49 hs

    Quando o Beto disse que O Nelson Justus ou o Alexandre Curi, poderiam ser bons nomes para vice, começou a perder meu voto. Agora em Foz do Iguaçu, parece ter voltado atrás e estar “pensando”….
    Pessutão, decida logo meu voto, please emita sinais concretos de que vai realmente diferenciar-se do Requião naqueles pontos onde houve fracasso total.

    Precisas dar um sinal urgente desta mudança na SEGURANÇA PÚBLICA, com mudança total, quer do Secretário e sua cupula como das politicas adotadas.

    Determine o imediato entrosamento entre Policia Militar e Civil, exija dos teus subordinados que atuem integrados com as Guardas Urbanas, especialmente aqui em Curitiba e convoque a população para participar dos Conselhos de Segurança, assegurando que daqui pra-frente o POVO SERÁ NÃO APENAS CHAMADO, MAS OUVIDO E PARTICIPANTE DAS ESTRATÉGIAS DE MELHOR E MAIOR SEGURANÇA PUBLICA.

    Abra concurso para a Policia Civil e ouça os praças e soldados.

    Comece pela segurança e tua reeleição começa acontecer, senão vais ter apenas o onus dos erros do Requião, que em matéria de segurança foi um fracasso total.

  20. Polêmico
    sábado, 3 de abril de 2010 – 10:52 hs

    Enquanto o Pesuti é humilde e do povão o Beto e o Osmar andam de nariz empinado se achando os tal.
    E aqui no interior é diferente do que o Allan Richa disse, o povo do interior é Pesuti pois o Pesuti é povão e defende o povo trabalhador enquanto o Osmar e o PSDB trabalham contra o Povo defendendo os grupos dos magnatas e poderosos, defendes os Latifundiários, as Consessionárias dos pedágios, tanto é que as Rodovias foram pedagiadas (entregue para Grupos) pelo PSDB e pelo grupo do Lerner e com voto favoravel do então deputado estadual Beto Richa.
    Fora Beto.
    Fora PSDB.
    Fora Osmar.
    E junto com Beto, PSDB e Osmar fora a turma do Lerner.
    Pesuti Governador. O candidato do Povo do Paraná.

  21. PMDB indignado
    sábado, 3 de abril de 2010 – 11:11 hs

    Cuidado Pessuti!

    Nada como estar no poder, pois os elogios, não tão sinceros e antes não tão habituais, estouram como milho de pipoca na panela de ferro aquecida no fogão a lenha. Tudo tão bucólico e previsível como roubar laranja, manga e goiaba no sítio do vizinho e levar um corridão do cão de guarda!

  22. Nilton Ribeiro
    sábado, 3 de abril de 2010 – 16:03 hs

    Que bom ver o Paraná saindo de um período de trevas, covardia e injustiças promovidas por Requião! Pessuti é pessoa boa e capaz! Boa Sorte Orlando Pessuti e que Deus o abençoe nesses meses que virão!

  23. Parreiras Rodrigues
    sábado, 3 de abril de 2010 – 16:38 hs

    Nilso Sguarezi: Onde assino?

  24. Dante Bonin
    domingo, 4 de abril de 2010 – 0:04 hs

    Conheço o Pessuti de Ivaiporã, onde como jornalista da Emater Paraná passei a ele, como médico veterinário, informações sobre como fazer um bom programa de rádio rural na Rádio Ubá.
    Depois de fazer um programa de sucesso e ser conhecido em toda a região, quando diretores da Rádio Ubá descobriram que ele seria candidato a deputado estadual pelo PMDB em 2.002, tiraram ele do Programa. Mas já era tarde. Ele já estava conhecido em toda a região, de Borrazópolis a Grandes Rios, de Jardim Alegre a São João do Ivai, de São Pedro do Ivai a Manoel Ribas, de Faxinal a tantos outros municípios da região.
    Agora, como governador do Paraná, espero que faça um grande governo, apesar do tempo curto.
    Aqui em SC, Luiz Henrique da Silveira começou sua eleição, em 2.002 com 8 por cento dos votos, enquando seu adversário, Esperidião Amin ostentava 75 por cento. E Luiz Henrique acabou vencendo a eleição.
    Acho que o mesmo poderá ocorrer no Paraná, onde o PMDB tem uma base de militância invejável.
    Muito trabalho, muita humildade mas, também, muita sabedoria para interpretar as vozes que chegam de todos os homens e mulheres de todos os recantos do Paraná.
    Sucesso Pessuti. E muita sorte nesta jornada.
    Dante Bonin

  25. Luis Adolfo Kutax - Contenda
    domingo, 4 de abril de 2010 – 19:58 hs

    QUANDO SE TRATA DE UMA MENÇÃO DO NILSO ROMEU SGUAREZI, QUE TIVE A OPORTUNIDADE DE CONHECER E TER CONTATOS EM 1989 A 1992, RECONHEÇO O RESPEITO E RESPALDO QUE TAIS PALAVRAS CARREGAM. É ISTO AÍ NILSO ROMEU SGUAREZI…

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