Serra cresceu dez pontos na Região Sul | Fábio Campana

Serra cresceu dez pontos na Região Sul

Apesar de ter crescido em todas as regiões, foi o Sul do Brasil que mais contribuiu para a variação positiva do candidato do PSDB. Serra ganhou dez pontos na região quando comparado com a pesquisa do mês
passado, e agora tem 48% das intenções de voto contra 20% de Dilma, que perdeu quatro pontos, de acordo com a Datafolha.

Também contribuiu para o crescimento do tucano a diminuição no número de indecisos (16% para 5%).

Nas outras regiões, Serra e Dilma variaram próximos à margem de erro da pesquisa. Excluindo-se o Sul, região do maior índice de intenção de voto de Serra, o tucano apresenta melhor desempenho no Sudeste,
onde tem 40%, e a petista tem 24%.

O Nordeste é a única região onde Dilma está na frente de Serra (35% a 25%).


47 comentários

  1. MUTUKA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 10:25 hs

    E depois dizem que no Sul é que há concentração de intelectuais.
    O resultado dessa pesquisa mostra exatamente o contrario.

  2. rst
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 10:36 hs

    A troco de que? Apareceu algo tão importante na região sul prá ele crescer tanto? Não me parece que a as falcatruas do Psdb no Sul ,Vide Yeda Crusius, Leonel Pavan, Betogate possam trazer votos para o Serra.

  3. Capitão Gancho
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 10:37 hs

    Exceto no Rio Grande do Sul, os catarinas e paranaenses sempre tiveram uma quedinha pelo peleguismo dos partidos mais conservadores e inrrustidos que só beneficiam alguns poucos amigos do “rei”.

  4. CAÇADOR DE PETISTAS
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 10:43 hs

    Isto vem acontecendo porque tanto o Sul quanto o Sudeste, as pessoas são mais esclarecidas e indepententes e não vivem dos favores do governo populista de Lula da Silva.

    outro fator é que José Serra tem um curriculo invejável na vida pública enquanto o currículo da candidata Dilma é um modelo de vida que não deve ser seguido.

    Ademais, vale a pena ler a matéria abaixo.

    Banco dos EUA vê Serra “mais preparado”
    Autor(es): MARCIO AITH
    Folha de S. Paulo – 08/01/2010

    Segundo relatório do JPMorgan, ministra Dilma deve fortalecer modelo de desenvolvimento baseado na intervenção

    Banco acha que estabilidade da economia está garantida seja qual for o resultado das eleições, mas vê diferenças entre os dois pré-candidatos

    A nove meses das eleições presidenciais, e antes mesmo da definição do quadro de candidatos, vices e respectivos programas de governo, o banco americano JPMorgan opinou que o governador de São Paulo, José Serra, é mais preparado do que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para lidar com os desafios econômicos “de longo prazo” do país.
    No documento, intitulado “Brazilian Election Countdown #3” (Contagem Regressiva para as Eleições Brasileiras #3), Serra é descrito como o candidato mais determinado a remover, “de uma vez por todas”, entraves fiscais que inibem o investimento público e impedem a redução mais acentuada das taxas de juros.

    Estado forte
    “Enquanto a diferença entre os dois candidatos possa não ser dramática no curto prazo, existe a impressão de que a oposição está mais determinada a promover, de uma vez por todas, uma agenda de longo prazo para solucionar os problemas fiscais”, diz o texto, distribuído a investidores.
    Não há clareza, no documento, quanto à natureza desses problemas fiscais. Existe apenas a menção de que Serra teria mais condições e vontade de promover a eficiência do sistema tributário, eliminando impostos contraproducentes.
    Enquanto Serra é descrito como o candidato que eliminaria ineficiências, a ministra Dilma é vista como tendo um viés mais intervencionista.
    “Há diferenças entre os candidatos”, diz a análise. “Nossa percepção é que, enquanto a candidata oficial irá provavelmente fortalecer um modelo de desenvolvimento baseado no Estado forte e na intervenção pública no setor privado, os problemas de longo prazo serão mais bem tratados pelo candidato de oposição José Serra.”
    O documento ressalva que, seja qual for o resultado das eleições, os pilares macroeconômicos estarão assegurados. A principal diferença entre os dois possíveis candidatos seria de visão com relação ao papel do Estado e às prioridades.

    Sem relevância
    “Agora que a fase de estabilização da economia acabou e o país parece estar entrando em uma fase de crescimento sólido, há muito em jogo com relação ao planejamento de longo prazo”, diz a análise do banco, assinada pela estrategista Emy Shayo e por Fábio Akira Hashizume, economista-chefe do JPMorgan no Brasil.
    Procurados, o Palácio do Planalto e a Casa Civil não quiseram se manifestar, assim como o Palácio dos Bandeirantes. Um assessor do governador Serra afirmou que a análise “não tem nenhuma relevância eleitoral”.
    À Folha, o economista Fábio Akira, um dos dois autores do documento, afirmou que o JPMorgan não pretendeu, com a análise, julgar a capacidade administrativa dos possíveis candidatos. “Não avaliamos pessoas, mas os dois períodos de governo, quase tão longevos: o petista, que completa sete anos, e o tucano, de oito anos.”

    Acorda Brasil.
    José Serra Presidente.

  5. Deu na BBC Jestão Tucana
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 10:50 hs

    FHC e os 40 apagões e o blecaute de verdade, agora a mídia tenta
    abafar o nome apagão que ficou na história chamando de apgão a greve,
    operação tartaruga e motim dos controladores militares….FHC e os
    mais de 40 apagões abafados pela mídia:

    – Apagão- SIVAM Logo no início da gestão de FHC, denúncias de
    corrupção e tráfico de influências no contrato de US$ 1,4 bilhão para
    a criação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) derrubaram um
    ministro e dois assessores presidenciais.
    O presidente dos EUA mandou seu assessor paraapoiar a candidatura de
    FHC e ganhou, de quebra, o Sivam, para uma empresa financiadora de sua
    campanha;
    Mas a CPI instalada no Congresso, após intensa pressão, foi esvaziada
    pelos aliados do governo e resultou apenas num relatório com
    informações requentadas ao MinistérioPúblico.

    2- Apagão- Pasta Rosa:Pouco depois, em agosto de 1995, eclodiu a crise
    dos bancos Econômico (BA), Mercantil (PE) e Comercial (SP). Através do
    Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer),
    FHC beneficiou com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico numa jogada
    política para favorecer o seu aliado ACM. A CPI instalada não durou
    cinco meses, justificou o “socorro” aos bancos quebrados e nem sequer
    averiguou o conteúdo de uma pasta rosa, que trazia o nome de 25
    deputados subornados pelo Econômico.

    3- Apagão- Precatórios: Em novembro de 1996 veio à tona a falcatrua no
    pagamento de títulos no Departamento de Estradas de Rodagem (Dner).
    Os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor destes precatórios
    para a quadrilha que comandava o esquema, resultando num prejuízo à
    União de quase R$ 3 bilhões. A sujeira resultou na extinção do órgão,
    mas os aliados de FHC impediram a criação da CPI para investigar o
    caso.

    4- Apagão- Compra de votos: Em 1997, gravações telefônicas colocaram
    sob forte suspeita a aprovação da emenda constitucional que permitiria
    a reeleição de FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos
    do PFL do Acre, teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do
    projeto do governo. Eles renunciaram ao mandato e foram expulsos do
    partido, mas o pedido de uma CPI foi bombardeado pelos governistas. O
    conluio entre a grade mídia privada e o governo
    de FHC impediu que houvesse CPI da compra de votos;

    5- Apagão- Desvalorização do real: Num nítido estelionato eleitoral, o
    governo promoveu a desvalorização do real no início de 1999. Para
    piorar, socorreu com R$ 1,6 bilhão os bancos Marka e FonteCidam –
    Apagão- ambos com vínculos com tucanos de alta plumagem. A proposta de
    criação de uma CPI tramitou durante dois anos na Câmara Federal e foi
    arquivada por pressão da bancada governista.

    6- Apagão- Privataria: Durante a privatização do sistema Telebrás,
    grampos no BNDES flagraram conversas entre Luis Carlos Mendonça de
    Barros, ministro das Comunicações, e André Lara Resende, dirigente do
    banco. Eles articulavam o apoio a Previ, caixa de previdência do Banco
    do Brasil, para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha
    como um dos donos o tucano Pérsio Árida. A negociata teve valor
    estimado de R$ 24 bilhões. Apesar do escândalo, FHC conseguiu evitar a
    instalação da CPI.

    7- Apagão- CPI da Corrupção: Em 2001, chafurdando na lama, o governo
    ainda bloqueou a abertura de uma CPI para apurar todas as denúncias
    contra a sua triste gestão.Foram arrolados 28 casos de corrupção na
    esfera federal, que depois se concentraram nas falcatruas da Sudam, da
    privatização do sistema Telebrás e no envolvimento do ex-ministro
    Eduardo Jorge. A imundície no ninho tucano novamente ficou impune.

    8- Apagão- Eduardo Jorge: Secretário-geral do presidente, Eduardo
    Jorge foi alvo de várias denúncias no reinado tucano: esquema de
    liberação de verbas no valor de R$ 169 milhões para o TRT-SP; montagem
    do caixa-dois para a reeleição de FHC; lobby para favorecer empresas
    de informática com contratos no valor de R$ 21,1 milhões só para a
    Montreal; e uso de recursos dos fundos de pensão no processo das
    privatizações. Nada foi apurado e hoje o sinistro aparece na mídia
    para criticar a “falta de ética” do governo Lula.

    9- Apagão- E apesar disto, FHC impediu qualquer apuração e sabotou
    todas as CPIs. Ele contou ainda com a ajuda do procurador-geral da
    República, Geraldo Brindeiro, que por isso foi batizado de
    “engavetador-geral”. Dos 626 inquéritos instalados até maio de 2001,
    242 foram engavetados e outros 217 foram arquivados. Estes envolviam
    194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e ex-ministros e em quatro o
    próprio FHC.Nada foi apurado, a mídia evitou o alarde e os tucanos
    ficaram intactos.Lula inclusive revelou há pouco que evitou reabrir
    tais investigações – Apagão- deve estar arrependido dessa bondade! (um
    grave erro, diga-se de passagem, porque acabou sendo conivente).

    10- Apagão- Vale do Rio Doce- Apagão- Nunca devemos nos esquecer que
    a Cia. Vale do Rio Doce foi vendida por R$ 3 bilhões de reais,
    financiados pelo BNDES, e hoje vale mais de 60 bilhões, de dólares.,
    sem investimento no período que justifique tal valorização. Ou seja o
    brasileiro foi roubado visto que este patrimônio do povo brasileiro
    foi entregue aos patrocinadores de FHC que apoiavam e sustentavam o
    tucanato.

    11- Apagão- RÃS do Barbalho – Apagão- O escândalo Jader Barbalho e a
    criação de Rãs de sua esposa, não teve CPI e ninguém devidamente
    punido. Mesmo após alguns escândalos de Jader ligados ao Banco da
    Amazônia, ele foi indicado para presidência do senado por duas vezes
    por FHC.

    12- Apagão- Os Milhões da Limus – Apagão- ROSEANA SARNEY DO PFL e
    apoiada por FHC DEU 6 DESCULPAS DIFERENTES PARA A ORIGEM DOS MILHÕES
    QUE ESTAVAM NO COFRE DA EMPRESA LUMUS ( DE SEU MARIDO JORGE MURAD),
    Investigaçõesa abafadas e NEM CPI ACONTECEU;

    13-FIRJAN- Apagão- o Tucanato isentou todas indústrias filiadas a
    Firjan, Estado do RJ, de devida investigação quanto a arrecadação de
    impostos federais. Sonegação correu solta. Nada de CPI.

    14- Apagão- EAS- Apagão- Para comprar a Eletropaulo, em abril de
    1998, a AES americana recebeu de FHC dois empréstimos do BNDES, que
    totalizam US$ 1,2 bilhão. Não pagou a dívida e também não ofereceu
    nada em garantia, a não ser as ações da própria Eletropaulo. O
    problema é que, depois de uma sucessão de erros de gestão que se
    somaram a uma política deliberada de remessas de dividendos para o
    exterior, os cofres da Eletropaulo secaram. A companhia deve R$ 5,5
    bilhões, metade com correção cambial, e, segundo a cotação das ações,
    vale apenas US$ 280 milhões. Ou seja: a reestatização pode deixar um
    rombo de US$ 1 bilhão para a União. Nada investigado.

    15-WOLRDCOM- Apagão- Esta empresa respondeu por fraude contábil e
    foi a falência nos EUA. Ela foi donatária da Embratel pelo doador FHC
    que entregou todo o Sistema Telebrás por míseros US$ 19 bilhões. A
    WorldCom não conseguiu Manter a Embratel e vendeu-a para o grupo
    Mexicano Telmex. Para se ter uma idéia do prejuízo da entrega das
    Teles, a estatal de teles da Nigéria foi vendida, 2 anos após a
    entrega da Telebrás, por US$ 31 bilhões para uma empresa alemã. O
    BNDES foi usado para empréstimo neste processo de privadoação das
    Teles. Todas CPIs foram abafadas pela maioria esmagadora que compunha
    o tal rolo compressor tucano-pefelista do congresso.

    16-Sudam/Sudene – Apagão- Foram extintas após escândalos de
    corrupção. Ninguém punido. Nenhum tostão retornou para ao erário.

    17- Apagão- Dívida pública – Apagão- FHC herdou de Itamar Franco uma
    dívida pública de apenas R$ 63.000.000,00. Esta dívida foi para R$
    895.000.000,00, em dezembro de 2002 e foi altamente dolarizada. FHC
    além de dolarizar a dívida pública multiplicou-a 14 vezes, aumentando-
    a, em 8 anos, 1320%, o que dá uma média de 165% por ano.
    A dívida pública em Março/2006, foi para em R$ 1.000.000.000,00,
    assim no governo de Lula, a dívida interna aumentou em apenas R$
    105.000.000,00, ou seja, em 3 anos e 3 meses, teve um aumento da
    ordem de 11,73%, o que dá uma média de 3,9% por ano. Lula ainda fez
    melhor, além de subir pouco a dívida, desdolarizou-a pois a parcela
    indexada ao dólar acarretava constante aumento da taxa de câmbio no
    vencimento do serviço desta dívida indexada na moeda americana. Por
    isso o dólar hoje está no patamar que deve. A mídia golpista nunca
    destacou esta diferença de aumento da dívida entre os governos de
    Lula e FHC.
    18- Apagão- PSDB e o Crime organizado – Apagão- O chefe do crime
    organizado no Mato Grosso, João Arcanjo Ribeiro, condenado a 37 anos
    de prisão por diversos crimes, entre eles vários assassinatos, afirmou
    que o senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT) o procurou em sua
    fazenda em 2002 para que ele financiasse a campanha do tucano ao
    governo do Estado. “O senhor Antero é um velho conhecido, esteve
    comigo, pessoalmente, na minha fazenda, São João da Cachoeira, com
    dois amigos, antes da eleição de 2002. Lógico que como candidato ele
    não poderia ir lá e pegar o dinheiro emprestado em seu próprio nome.
    Acertamos para ele procurar o Nilson Teixeira, o chefe da factoring
    Confiança”, afirmou Arcanjo. Para piorar ainda mais a situação do
    PSDB, a Justiça do Mato Grosso expediu, em abr/06, carta precatória
    para o Juízo da Comarca de Brasília com a finalidade de penhorar o
    Fundo Partidário do PSDB e de bens particulares de Antero Paes de
    Barros, do ex-governador Dante de Oliveira e do vice-presidente do
    partido no Mato Grosso para quitar uma dívida de R$ 1,69 milhão com a
    gráfica Genus da campanha de 1998.
    19- Apagão- FURNAS- Apagão- Dimas Toledo- Apagão- A lista de
    favorecidos com caixa 2 de Furnas feita em 2002 tem a maioria de
    tucanos e pefelistas, beneficiando acima de tudo as campanhas de
    Serra, Alckmin, Aécio Neves, ACM e Neto.

    20-BANESTADO- Apagão- Mais de US$ 60 bilhões evadidos do Brasil na
    era FHC via este banco. CPI para apurar a evasão via Banestado na era
    FHC foi abafada. Foi aberta investigação na era Lula. Porém o relator
    que era tucano arquivou o relatório.

    21-CONFISCO- Apagão- -Em 31/06/2002, o governo FHC através do Banco
    central promoveu um “confisco” nos moldes do governo Fernando Collor
    de Mello, ao mudar as regras dos FUNDOS DE RENDA FIXA, aplicação esta
    que é usada pela classe média como poupança já que a própria caderneta
    de poupança não cobre a inflação. Os rendimentos nestes fundos ficaram
    negativos com PERDAS SIGNIFICANTES para os pequenos poupadores. Os
    grandes poupadores sacaram o dinheiro com antecedência e o pequeno
    pagou a conta. Foi pior que o confisco Collor já que este dinheiro não
    será devolvido nem minguado e sim usado para rolar a imensa dívida
    pública que FHC multiplicou por 12 (era 62 bi em 1994 passou para mais
    de 700 bi em jun/2002). Lamentável a alta taxa dos juros e a decisão
    do Banco Central de encurtar o prazo de vencimento dos títulos
    públicos federais. Essa decisão foi um erro, medida unilateral, um
    confisco escancarado do poupador e aplicador, um calote. O FHC usou a
    oposição como bode expiatório, ao atribuir esta crise na economia
    (aumento acentuado do dólar, aumento acentuado do risco Brasil e queda
    acentuada na bolsa) decorrente deste confisco à falta de um projeto
    claro dos candidatos da oposição para manter a estabilidade. Muita
    cara de pau para um presidente escacaradamente confiscador do
    dinheiro público. Nada de CPI.

    22-CSN- Apagão- Em Jul/02, a privatizada (privadoada) CSN, maior
    siderúrgica da América Latina, foi desmascarada em relação a seu
    faturamento, apresentando uma dívida bruta de US$ 2,7 bilhões, quando
    da fusão com a anglo-holandesa Corus. Antes os governistas prolatavam
    que depois que foi privatizada (dada!), a CSN passou a dar lucros,
    pagar melhores salários e a pagar mais impostos. Demitiram e só
    geraram prejuízo e mais: não é era brasileira como prolatavam e tem
    sempre remessa de lucros para o exterior já que o objetivo da Corus
    (dona) é apenas ter matéria prima para produção do aço e obviamente
    reduzir investimentos. A CPI da privatização foi abafada.

    23-PROER- Apagão- FH e tucanato socorreu bancos privados e banqueiros
    corruptos (Proer) com US$ 25 bilhões do dinheiro público. O PROER,
    programa criado pelo FHC para salvar os Bancos falidos (NACIONAL,
    BAMERINDUS, ECONÔMICO) deu prejuízo da ordem de US$ 29 bilhões, em
    valores de hoje, aos cofres públicos. O governo conseguiu recuperar
    apenas 25% do que gastou. O PROER NÃO é um empréstimo, como a imprensa
    divulga (ONDE JÁ SE VIU EMPRESTAR DINHEIRO PARA MASSA FALIDA?) É
    dinheiro a fundo perdido mesmo, é dinheiro jogado fora e que não
    volta mais para o Tesouro Nacional, isto é, a sociedade brasileira,
    todos nós. FHC socorreu bancos que foram administrados
    fraudulentamente, premiando assim empresários corruptos. Foi um
    estímulo a corrupção. Ninguém está na cadeia. CPI abafada.

    24-GLOBO- Apagão- FHC no apagar da luzes assinou projeto visando
    liberar mais de US$ 1 bilhão via BNDES para salvar a falida Globo-
    cabo. O escândalo de FHC com a jornalista da Globo foi então abafado.
    Lula “descanetou” este empréstimo de FHC.

    25-ENCOL- Apagão- O presidente do Banco do Brasil na era FHC, Paulo
    César Ximenes, juntamente com seis ex-diretores dessa instituição
    foramacusados de gestão temerária devido a irregularidades em
    empréstimos feitos à falida construtora Encol entre 1994 e 1995. Nada
    investigado.

    26- Apagão- Caixa 2 de Serra Caixa das campanhas de José Serra
    (1990 a 1996) e de Fernando Henrique (1994 e 1998), há envolvimento
    destes em denúncias que vão desde pequenos problemas com a Receita
    Federal até a suposta cobrança de uma propina de R$ 15 milhões do
    empresário Benjamin Steinbruch, para favorecê-lo no leilão da Vale e
    prejudicar os fundos de pensão dos funcionários de estatais. O
    empresário teria dito, à época, que estava convencido de que Ricardo
    Sérgio falava em nome do PSDB e decidiu pagar a propina.

    27- Apagão- FHC e Editora Abril (revista Veja) O Grupo Civita, na
    Argentina, levou um pé na bunda quando tentou adquirir um grupo de
    mídia argentino em estado falimentar. A mídia Argentina colocou para
    o público todas as maracutaias e corrupção com o governo FHC
    envolvendo a editora Abril e narrou toda sua podre história. Os
    Civitas voltaram para casa com o rabo entre as pernas. Os vínculos
    sorrateiros da “Veja” com o ex-presidente FHC, deram – Apagão- na
    única resenha da imprensa – Apagão- capa do seu livro, apresentada por
    um escriba de plantão;
    No Acordo entre tucanos e Editora Abril, Civita teria como incumbência
    fomentar uma ação nacional por meio da revista Veja. Civita e FHC
    mantêm antiga amizade. O grupo do
    ex-presidente ajudou a criar o modelo de ideologia que é propagada
    pela revista, uma colorida e didática cartilha neoliberal. Civita é
    conhecido por sua língua afiada e descontrolada. Certa vez, numa
    reunião com executivos do grupo, chamou Pelé de “negrinho do
    pastoreio”. Em outra ocasião, disse que a ex-ministra Erundina era
    “uma gabirua que fedia a merda”. As histórias de Veja misturam
    roteiros de filmes sobre a Máfia com bizarrias hard-core. Durante
    muitos anos, o feitor de Civita em Veja foi o truculento Eduardo
    Oinegue Faro, uma espécie de Jason Blair brasileiro, capaz de “fazer
    (ou inventar) qualquer negócio”, seja para vender revista ou para
    destruir uma personalidade pública. Exagerado em suas doses, Oinegue
    foi transferido para a revista Exame. Há poucos meses, o “padrinho
    Civita” sofreu ao saber que seu pupilo o estava roubando, exatamente
    conforme nos roteiros dos filmes sobre a Cosa Nostra. Oinegue Faro
    estava embolsando mais de um milhão de Reais em negócios
    inescrupulosos com um lobista. Triste fim para uma história de
    confiança na “famiglia”.

    28- Apagão- GASODUTO BRASIL-BOLÍVIA- Apagão- Quando Fernando Henrique
    Cardoso convenceu Itamar Franco a construir o gasoduto Bolívia-Brasil,
    o corpo técnico da Petrobrás alertou que seria uma medida
    antieconômica para o País. Ao levar adiante o projeto, FHC voltou a
    não ouvir os técnicos da Petrobrás e demitiu o então diretor da
    Petrobrás José M. Sobrinho por ele ser opor ao projeto. Tudo para
    atender às multinacionais Enron, British Gas, Total e Amoco,
    interessadas no mercado consumidor brasileiro. Além do gasoduto, a
    Petrobrás foi instada a firmar um contrato com uma cláusula leonina
    chamada “take or pay”, no qual a empresa brasileira comprava volume de
    gás acima do consumo do nosso país, bancou o risco cambial e, ainda,
    teve que adquirir termelétricas. Até hoje, a Petrobrás tem prejuízo
    com esta subserviência às multinacionais. Só na Usina Barbosa Lima
    Sobrinho, a empresa paga US$ 25 milhões por mês, mesmo que não opere,
    para resolver o pepino deixado por Fernando Henrique. A Petrobrás teve
    que adquirir estas termelétricas mercantis para que o prejuízo não
    fosse maior, porque era obrigada a pagar um “mensalão” a empresas como
    Enron, El Paso e ao Eike Batista.

    Ainda tem, envolvendo dinheiro público, e não investigado:

    29- Apagão- FHC e FSP – O Grupo folha pendurou descaradamente nas
    privadoações das Teles por FHC

    30- Apagão- FHC e JB – O controlador do JB, O Grupo Terra espanhol
    pendurou nas privadoações de FHC.

    31-FHC assinou o hipócrita tratado de não proliferação Nuclear.
    Correu grana por fora para FHC submeter tão facilmente a este
    hipócrita tratado, submetendo aos mandos e desmandos do G-7.

    32-FHC e Correios _ 40 milhões fraudados em licitações (apurados na
    CPI dos correios da era Lula!)

    33-FHC e não investigação fiscal dos associcados da Firjan.

    34-FHC e seu escritório – Apagão- FHC não conseguiu nenhum cargo
    internacional – Apagão- como era seu sonho – Apagão- e tem que se
    contentar com o luxuoso escritório no Vale do Anhangabaú, montado por
    grandes empresários paulistas, em agradecimento pelo que lucraram
    durante seu governo;

    35-FHC e Alca – Apagão- FHC fez de tudo para liberalizar o Brasil já
    falido por ele querendo aderir ao plano ALCA de apropriação dos
    latinos pelos americanos. Clinton que já havia apropriado do petróleo
    mexicano “convenceu” o deslumbrado FHC. Sorte que FH não conseguiu
    fazer o sucessor. Investigações abafadas.

    36-FHC e viagens- Apagão- Sem retorno algum para o Brasil. Só
    entreguismo e destruição.

    37-FHC e o valerioduto do tucanato em MG – Este escândalo foi abafado
    por FHC e pelos tucanos-pefelistas em todas as CPIs instauradas na
    era Lula.

    38-FHC e Fiesp – FIESP sempre conseguiu o que quis na era FHC em
    matéria de remessas, empréstimos, evasões, benesses, etc. Patrocinou o
    tucanato e o quer de volta.

    39-FHC e Petrobrax FHC fatiou a Petrobras também tentou a mudança de
    nome da empresa, visando sua entrega. O Povo não engoliu.

    40-FHC e APAGÃO No governo FHC, o país não investiu em geração e
    distribuição de energia, o que desestimulou e dificultou a instalação
    de industrias, causou racionamentos, apagões; recessão, etc. Nada
    investigado.

    41- Apagão- FHC e sumiço do dinheiro das privadoações Mais de US$ 60
    Bilhões, o povo não viu a cor deste dinheiro.

    42- Apagão- FHC e o sumiço das reservas – Apagão- Mais de US$ 60
    Bilhões. Ninguém viu a cor do dinheiro.

    43- Apagão- FHC e a Amazônia – Apagão- No apagar das luzes do seu
    mandato FHC criou projeto de lei para entrega de milhões de km2 da
    Amazônia para falsas ONG’s internacionais, por 60 anos renováveis, o
    que foi repudiado e arquivado pelo congresso na gestão de LULA, o
    sucessor.

    44- Apagão- FHC e o foro privilegiado – Apagão- Pediu aos comparas e
    Criou a lei do foro privilegiado para os políticos inativos que
    desempenharam ilegalmente suas funções, assim o próprio FH pôde se
    safar de uma enxurrada de ações contra seu desempenho medíocre,
    suspeito, “falidor” , ” apátrida”, xenófilo, incompetente,
    subserviente, entreguista, corrupto e miserável.

    45 -FHC e a lei da Mordaça (lei 65/1999), no apagar das luzes do seu
    mandato (dez/02). Esta lei beira a agressão e é uma iniciativa que
    lembra a época do totalitarismo. FHC enviou esta lei de de sua
    autoria para o Congresso em 1997. Os dois pontos mais questionados
    por amplos setores da sociedade e que demonstram o pânico de FH em
    ter que enfrentar a Justiça, justamente por tem muita culpa no
    cartório, estão: uma alínea que seria acrescentada no artigo 3º da
    lei nº 4.898, de 1965 – Apagão- proibindo que procuradores da
    República, promotores de Justiça, delegados de polícia, juízes e
    outras autoridades divulguem fatos ou informações sobre crimes
    cometidos por agentes públicos e a alteração do parágrafo 5º do
    artigo 17 da nº 8.429, de 2 de junho de 1992, tenta passar a
    prerrogativa de foro privilegiado em razão de exercício de função
    pública.

    46- Apagão- FHC e etc, etc, etc…que destruiu o Brasil 80 anos em 8.,
    nada investigado, tudo abafado, inclusive pela mídia golpista. Porém
    o melhor presidente pós JK, Lula, é investigado como nenhum outro na
    história pelos invejosos e golpistas tucanos-pefelistas.

  6. jose
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 10:57 hs

    Mutuka, vc está enganado, os “intelequituais” votam no lula…por aqui é assim: quem trabalha vota em qualquer um, menos no pt…

    O pt vem minguando e todo mundo já percebeu há muito tempo que o pt é só mais um partidinho igualzinho aos outros e em muitos casos é bem pior, que o digam Londrina, Ponta Grossa e tantas outras cidades que tiveram o pt no comando…

  7. OSSOBUCO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:10 hs

    Estado fraco é bom pra tucanalha!

  8. Caçador de Oligofrênicos
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:12 hs

    Gilson Caroni: Mídia e o eterno retorno do discurso golpista

    por Gilson Caroni Filho, em Carta Maior

    As recentes críticas do presidente da República à mídia brasileira devem ser lidas à luz de um recorte deontológico preciso. Se um dos compromissos fundamentais do jornalismo é a preservação da memória, a imprensa nativa tem, ao longo das últimas décadas, empregado uma estrutura discursiva recorrente para produzir esquecimento. A preocupação de Lula com o hipotético estudante que, daqui a trinta anos, se debruçará sobre mentiras quando folhear o noticiário dos grandes jornais, não só tem fundamento como deveria preocupar os historiadores. Afinal, qual será o valor dos nossos periódicos como fontes primárias de consulta? Em princípio, nenhum. Salvo se a pesquisa for sobre o discurso noticioso e os interesses mais retrógados

    Ao tentar colar o rótulo de “estatistas” nas propostas estratégicas do governo, e apresentar o Partido dos Trabalhadores e a ministra Dilma Roussef como defensores de um “Estado-empresário” a mídia corporativa dá um passo a mais na escala do ridículo. Quer fazer crer que não acabou a era da ligeireza econômica, da irresponsabilidade estatal ante a economia, do infausto percurso da razão financista.

    Fazendo tábua rasa das conseqüências do mercado desregulado, oculta o que marcou o governo de Fernando Henrique Cardoso: baixa produtividade e alta especulação, baixo consumo e elevadas taxas de desemprego, pobreza generalizada e riqueza concentrada. Prescreve como futuro promissor um passado fracassado. Esse é o eterno retorno dos editorialistas e articulistas de programa. Um feitiço no tempo que atualiza propostas desconectadas do contexto de origem.

    Vejam a semelhança dos arrazoados. Tal como nos planos dos estrategistas do modelo de desenvolvimento implantado no país com o golpe de 1964, sem a propensão “estatizante” do governo Jango, o Brasil progrediria nos moldes do capitalismo mais antigo. Livres da intervenção do Estado na economia, da” permissão à desordem pelos “comandos de greve”- e pela” infiltração comunista”- voaríamos em céu de brigadeiro. O desenvolvimento, pregavam os editoriais escritos há 46 anos, seria ininterrupto, para todo o sempre, sem qualquer risco de fracasso. Note-se que a peroração golpista se assentava nos mesmos pilares dos textos de hoje: denúncias de corrupção, aparelhamento do Estado e criminalização dos movimentos sociais com o manifesto propósito de estabelecer uma ordem pretoriana no mundo do trabalho.

    O enfraquecimento prematuro ou tardio de setores da classe dominante – com a conseqüente a crise de hegemonia política – tornava decisiva a luta pelo controle do Estado. Sob as bênçãos da maioria dos jornalões, a classe média, conduzida pelos políticos mais reacionários, pela TFP e pelas Ligas Católicas de direita, foi às ruas participar de “Marchas da família com Deus pela Liberdade”.

    Os resultados práticos do regime militar não demoraram a surgir: a entrada de poupança externa foi inexpressiva; não se criou indústria nacional e autônoma nenhuma; o financiamento interno serviu para o desenvolvimento das indústrias basicamente estrangeiras de automóveis e eletrodomésticos que formavam o setor dinâmico da economia brasileira, puxando o comércio, serviços e indústrias locais também vinculados a esse pólo. Ao fim, o paraíso prometido foi uma quimera cara, com uma dívida externa estimada em 12 bilhões de dólares.

    Ainda assim não faltam nostálgicos,muitos alojados na ANJ e Abert, a proclamar que “vivemos um momento grave, com investidas de inimigos da liberdade de imprensa, propostas que ferem o sentimento religioso do povo brasileiro”, sem falar das hostilidades aos nossos mais tradicionais aliados, com gestos generosos a caudilhos.

    Falam de cercos fiscais, regulatórios e ambientais à iniciativa privada, e lamentam não haver substitutos para Oscar Correa, Silvio Heck, Odilo Denis e outros notórios golpistas. Tal como os grandes jornais que tiveram as tiragens reduzidas, as viúvas do “milagre” de Roberto Campos, Delfim Neto, Ernane Galveas e Mário Henrique Simonsen não se dão conta que não falam para quase ninguém. A reduzida base social não lhes permite margem de manobra mais ampla.

    Se para a população ficou claro que o país precisa crescer distribuindo, e, para isso, cabe ao Estado criar políticas capazes de desconcentrar a renda, os editoriais do Globo, Estadão e Folha são escritos para quem? Longe de ser apenas uma questão ética, a questão social também é econômica. E o confronto com a mídia uma questão decisiva para que não tenhamos um arremedo de democracia.

    Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil

  9. Oi
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:18 hs

    DEU NA BBC ?? É mesmo?? Kd a fonte para podermos verificar a veracidade do que foi escrito aki?

  10. Oi
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:20 hs

    No SUL Guerrilheira – Comunista nao tem vez!!!

  11. alessandro nascimento
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:25 hs

    Esse Mutuka é patético. O resultado da pesquisa mostra exatamente que o povo do sul é esclarecido. Quem viu o Fantástico ontem? Mostrou que uma capital nordestina tem o pior atendimento ao deficiente físico cadeirante no transporte coletivo. Os poucos nibus que existem adaptados pra cadeirantes ainda o sistema não funciona. O melhor exemplo está no sul, na capital gaúcha, onde o cidadão, de fato, é respeitado no seu direito de ir e vir. Certamente o cadeirante do nordeste recebe bolsa, mas não consegue embarcar no ônibus. O respeito a dignididade do cidadão é marcante no sul, porque a população é mais crítica. Sendo mais crítica, é bem informada, produz mais, não fica dependendo de programas sociais. Se o Brasil quer melhorar, quer ficar igual ao sul, o povo do nordeste e do norte que aprendam a votar. Para isso, é só consultar o resultado das pesquisas no sul.

  12. jose
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:31 hs

    Ao “jestão tucana”

    1. Aprenda escrever ou copie direito, gestão é com “G” !!!!

    2. A ANEEL acaba de emitir um multa por conta do apagão do anos passado.

    3. O que aconteceu com os indiciados pelo mensalão do pt?

    4. E o caso do Prefeito Celso Daniel? Porque nem no site do pt aparece alguma notícia?

    5. E quantos mais morrerão em Cuba até que o pt mude de opinião a pare de apoiar ditaduras?

    6. E quantos serão sequestrados e mortos por conta de ações de terroristas e narcoguerrilheiros das FARC e do ETA, apoiados e aplaudidos pelo pt?

    7. E por fim: quand vcs vão para de achar que somos imbecis que precisam ser tutelados pelo Estado? Ah, não sabe do que se trata? Respondo: o tal do PNDH III, um modelo de mordaça e de ditadura com tutela total do Estado sobre todos nós!!!

    E vc continua achando que sabe alguma coisa…

    FHC já foi e em breve lula irá e com ele levará esta piada que se chama dilma, ou stela ou…

  13. Capitão Gancho
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:31 hs

    Parece que nós estamos mais preparados, caçadorzinho PELEGO!

  14. Dagmar Servia
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:33 hs

    Onde o Bolsa miséria impera, onde o índice de analfabetismo é altíssimo, é lógico que a Dilma Terrorista Roussef vai ter guarida, no Sul a coisa fica um pouco mais difícil.

  15. Chaves
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:40 hs

    Se isto acontecer os otários do sul, vão eleger um governante paulista que não dá a mínima para a região.
    Parabéns sulistas,continuem trabalhando pelo Brasil.

  16. segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:44 hs

    No Sul está o Povo Trabalhador, que não precisa de boquinha.
    No Sul o Pt não se cria, por ser uma bando de vagabundos e enganadores.

  17. Caçador de Oligofrênicos
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:54 hs

    Quando que o Paulistano vai aprender a votar???

    Veja algumas das CPIs sobre corrupção do PSDB engavetadas em São Paulo

    Depois de engavetar 83 pedidos de CPI para investigar falcatruas do PSDB em São Paulo, a tropa de choque tucana na Assembléia Legislativa do Estado, comandada pelo governador José Serra, aprovou nesta terça-feira (9) a instalação de uma comissão contra o PT, que tem por base as denúncias vazias e requentadas publicadas por Veja na edição desta semana.

    Dos 83 engavetamentos, 70 aconteceram na gestão Geraldo Alckmin, e 13 no atual governo. Sob Serra, os pedidos de investigação não obtiveram sequer o número de assinaturas necessárias para que as CPIs fossem protocoladas. Veja quais são:

    1. CPI Máfia caça níqueis – PSDB não combate corrupção policial

    2. CPI Estatísticas criminais – Governo tucano omite dados da violência no Estado

    3. CPI Baixo desempenho escolar – Progressão continuada derruba qualidade da educação em São Paulo

    4. CPI Cartões corporativos – Governo Serra gastou R$ 108 milhões e patrocinou gastos com casas noturnas

    5. CPI Ongs no Governo Alckmin – 60 contratos sem licitação e prejuízo de R$ 80 milhões

    6. CPI das Rodovias – privatizações tucanas geram os pedágios mais caros do país

    7. CPI dos Imóveis do Estado – São Paulo tem 30 mil imóveis abandonados pelo governo tucano

    8. CPI do Ipesp – Onde está o dinheiro sacado da folha de pagamento do funcionalismo?

    9. CPI da Fraude na licitação do Metrô – Superfaturamento e desvio de R$ 1, 8 milhão em três licitações realizadas pela empresa.

    10. CPI da Segurança – Segurança particular para ex-mulher e filha do Secretário Adjunto no Guarujá

    11. CPI do DETRAN – Esquema de falsificação e venda de carteira de habilitação

    12. CPI da ALSTOM – Denúncia de irregularidades de contratos com o Governo do Estado

    13. CPI Corrupção na Polícia Civil – Denúncias de esquema de corrupção na Polícia Civil de São Paulo com envolvimento do ex-secretário adjunto da secretária de Segurança Pública, Lauro Malheiros Filho.

    Fonte: Ecolinks

  18. LUIS GRINGO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:57 hs

    O Domingo Espetacular exibiu ontem reportagem de Afonso Mônaco que mostra como José Serra é empregado da Globo.

    Igualzinho ao mestre Fernando Henrique, outro “operário padrão” do Roberto Marinho.

    A Globo invadiu um terreno do Governo do Estado ao lado de sua sede em São Paulo.

    Invadiu, gradeou, construiu uma pista de corrida para os funcionários e impediu a entrada de “estranhos ao serviço”.

    A TV Record denunciou.

    Aí, a Globo e o José Serra, operário padrão, montaram a trampa.

    Criaram uma escola técnica para formar profissionais de televisão (para trabalhar na Globo).

    Sabe qual é o nome da escola, amigo navegante ?

    “Roberto Marinho”.

    E, com isso, “legalizaram” a invasão: “toma que o terreno é meu”, disse um blog que a Record citou.

    Já se sabe que o Zé Alagão defende invasores

    Invasor rico é tratado a pão de ló pelos tucanos.

  19. NO PARANÁ
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:58 hs

    SERRA 45
    BETO 45
    ROSSONI 4545
    GAUDINO 45.021
    GUSTAVO 456

  20. cejota
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:58 hs

    No sul, o povo usa o jornal para ler e não para limpar a bunda.

  21. VAMOS SERRAR O PT!
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 12:26 hs

    TÁ NA HORA DO PT DEIXAR DE SUBSTIMAR A INTELIGÊNCIA DOS ELEITORES.NÃO É PARA TODOS OS BRASILEIROS QUE A BOLSA FAMÍLIA É UM CALA BOCA.

    FALAR DO FHC NESTE MOMENTO E NÃO FALAR DAS FALCATRUAS E SUJEIRAS DO GOVERNO DO PT É CASO DE POLÍICIA. ISSO SE NÃO HOUVESSE ESQUEMÃO DO PT.

    ENRIQUECIMENTO SÚBITO (FILHO DO LULA ETC)
    MANIPULAÇAO DE INFORMAÇÃO
    FAVORECIMENTO DE “ONGS” LIGADAS AO MST
    DÓLAR NA CUECA
    CAMPANHAS ELEITORAIS MILIONÁRIAS – O PT É O PARTIDO DOS POBRES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    E POR AÍ VAI…………………
    DINHEIRO DE CUBA

  22. Jose Carlos
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 12:29 hs

    Os petistas se denunciam quando escrevem, pois, sempre cometem erros crassos de português… “jestão” é o máximo da ignorância… talvez seja o professor Lula…

  23. GESTÃO TUCANA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 12:39 hs

    Tanta informação sobre a gestão tucana…
    Será que o moço NÃO sabe nada a respeito da administração do PT, DAS FALCATRUAS, ROUBOS E ESQUEMAS?
    Só porque o Lula é demagogo com o povão, não significa que o governo dele é HONESTO!
    Alguns são iludidos com o homem do povo… mas nem todos estão cegos.
    Vc que é detentor de informações tão precisas, poderia expor um “pouquinho” do VERDADEIRO governo do PT.
    AGUARDAMOS!!!!!

  24. Osmar Santos
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 13:04 hs

    Subiu??? Ou o data da folha subiu????
    Menos Fábio… menos…

  25. Alemão
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 13:09 hs

    O amigo ai de cima poderia indicar quais são essas investigações sobre o alilula babá?Pelo que sabemos, o rolo compressor do governo não deixa passar nada que possa atingir o ignorante mor do planalto ou seus quadrilheiros.

  26. Raquel
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 13:35 hs

    Viva o Sul!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  27. MUTUKA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 14:07 hs

    Jose, Alessandro Nascimento e demais Tucanalhas da Elite.

    Vcs assistiram a Record ontem? Ou são filhotes da Globo?
    Além do povo de SP viver como Peixe, sempre no alagado, o tal Governador Serra NÃO conseguiu explicar sobre o terreno do Estado que está em poder da Globo a 11 anos. E ainda foi mal educado com o reporte. Área Pública cercada e de uso exclusivo da Globo.
    Esses são os intelectuais que desprezam o povo humilde, e publicam só o que é de interesse das Elites.
    Como diz minha Avó, se um gatinho fizer xixi, São Paulo estará alagada. E está nas mãos do tucanalhas a tempos.
    Viva o FMI para vcs.

  28. henry
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 14:12 hs

    NORDESTE??? TÁ JUSTIFICADO, É ONDE TEM O MAIOR PERCENTUAL DE ANALFABETOS E DE DEPENDENTES DAS Bolsas Isso e Bolsas Aquilo.

  29. afonso martins
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 14:17 hs

    De parabéns o comentário do Alessandro Nascimento. Essa pesquisa deveria servir de parâmetro para o povo do nordeste. Olhando a preferência do sul, eles deveriam entender porque aqui somos mais desenvolvidos que lá em todas as esferas: produção, educação, tecnologia. Se os nordestinos vêm pra São Paulo e Minas pra trabalhar, onde o Serra e o Aécio governam, é porque nos seus estados predomina a falta de emprego e miséria. Mais senso crítico gente!

  30. JESTÃO TUCANA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 14:35 hs

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/10/071004_fhchardtalk1.shtml

  31. ESTOU SERRANDO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:06 hs

    Não são poucos os políticos que enriquecem ilicitamente, graças aos governos corruptos…
    No governo do PT, começa pelo filho do Lula e por aí vai!!!!

  32. JESTÃO TUCANA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:21 hs

    É jestão com “jota” mesmo, José, porque de gestão não tem nada, a jestão tucana é mentira, é horrível, é abominável!

  33. JESTÃO TUCANA Vale 1
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:22 hs

    A atuação do Presidente FHC na privatização da CVRD

    Roberto Monteiro de Oliveira – ASMIR / PR

    1.ANTECEDENTES:

    1.1. Iniciativas do Sr. FHC antes da desestatização da Cia Vale do Rio Doce:

    Já eleito Presidente da República, mas antes mesmo de sua posse, o senhor FHC viajou à Europa onde se entrevistou em Londres com o Barão de Rothschild, iniciativa que o jornalista Hélio Fernandes concluiu – post factum – que ele já estaria então fazendo ligações preliminares com vistas àprivatização da Companhia Vale do Rio Doce. (1) (in Tribuna da Imprensa – 09/05/97) (não textuais). O que trataram, ninguém soube.

    Mas o que se sabe é que o Grupo Rothschild controla o preço dos metais no mundo (por intermédio da RTZ Mineração, da Anglo American, da Bolsa de Metais de Londres, e por meio do controle do mercado de derivativos). (ídem, ibídem)

    Poucos meses depois, – segundo publicou várias vezes a imprensa alternativa, sem desmentido ou reação do governo – o Presidente FHC, durante a sua viagem oficial à África do Sul, concedeu uma audiência privada ao cidadão norte-americanoSr. Nicholas Oppenheimer, sócio controlador da Anglo American, empresa integrante do Grupo Rothschild e, também, uma das interessadas na compra da CVRD. (1)(ídem, ibidem)

    E, no dia 10 defevereiro de 1997, o Sr. Robert Wilson, presidente do grupo RTZ, grande trading de minérios integrante do Grupo Rothschild, também foi recebido pessoalmente pelo Presidente FHC em Londres, para tratar de assunto atinentes à privatização da VALE, (1) (ídem, ídem, ibídem), embora a RTZ não tenha aparecido ostensivamente como interessada na compra da VALE.

    Estes encontros diretos  e, por isso, insólitos – do próprio Presidente FHC com o líder do Grupo Rothschild e com os principais dirigentes de duas grandes empresas ligadas ao mesmo Grupo anglo-norteamericano, o primeiro dos contatos precedendo de muito a desestatização da CVRD, indica (no mínimo) uma inusitada preocupação do Sr. FHC em interessar essas mega-empresas no processo de privatização da maior mineradora brasileira e segunda no ranking da produção de minérios de ferro no mundo.

    Porque não fez o mesmo com outras mega-empresas do setor ?

    Note-se outrossim que, por ocasião do primeiro encontro, a CVRD nem mesmo ainda estava incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND), o que só aconteceu pelo Decreto n.º 1.510, promulgado pelo próprio Presidente FHC em 01.06.95.

    1.2. Fatos e atos ilícitos ocorridos antes da “desestatização” da CVRD:

    a. A contratação da Merril Lynch :

    Os citados contatos diretos realizados pelo próprio Presidente FHC  o que é uma iniciativa bastante inusitada para ser executada pessoalmente por um Presidente da República — vieram lançar a posteriori uma fundada suspeita quanto à contratação em 16/01/96, pelo BNDES, órgão gestor do Programa Nacional de Desestatização (PND), da empresa norte-americana Merrill Lynch para liderar o consórcio das empresas que participariam da avaliação da CVRD, do desenho do EDITAL do leilão e da fixação do preço mínimo das ações ordinárias que seriam postas à venda.

    O “inconveniente” dessa contratação foi confirmado ao se ter descoberto – posteriormente – que a Merril Lynch já estava indiretamente ligada ao Grupo Rothschild, por ter adquirido em novembro de 1995, (ANTES portanto de ter sido contratada), 51% das ações da Corretora Smith Borkun Hare Ltd. (SBH) principal corretora das ações da Anglo American, (2)(Carta n.º 010 – 97/ COPPE/UFRJ de 05 de março de 1997 – do COPPE ao Dep. Fed. Miro Teixeira – e Nota Técnica do GAT de 21 de março de 1997 ), ( verbis):

    * “… em novembro de 1995, a corretora Merril Lynch, comprou 51% das ações da CorretoraSmith Borkun Hare Ltd. (SBH), sediada em Johannesburg, capital da África do Sul; em fevereiro comprou as ações remanescentes, tornando-se a única proprietária da empresa.”

    * “A SBH vem a ser a ‘stock broker’ da Anglo American, empresa interessada na compra da CVRD …”

    * “Ao passar a operar desde novembro de 1995 através da SBH, com grandes volumes de ações da Anglo American, … a Merril Lynch… passou a estar presente nas duas pontas da operação, em claro desrespeito ao contrato assinado com o BNDES e a legislação brasileira em vigor.”

    E, entre as empresas avaliadoras da CVRD, figurou também a empresa norte-americana Salomon Brothers que é, segundo afirmou o jornalista Hélio Fernandes, o braço financeiro da CIA (1) (ídem, ídem, ibídem) e, no Brasil, esteve associada ao Banco Bradesco, este também interessado na “privatização” da VALE….(1) (ídem, ibídem)

    Como acertadamente ressaltou o Jorn. Hélio Fernandes, “Tudo e todos interligado”.

  34. JESTÃO TUCANA Vale 2
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:23 hs

    2. O LEILÃO DA CVRD :

    Em sua campanha eleitoral para o 1º mandato, o Sr. FHC escondeu velhacamente o seu “programa” de privatizações das grandes Estatais (como a VALE, Furnas, B. Brasil, Banespa, etc.), caso contrário talvez não viesse a ser eleito, pois a iniciativa de levar a lei1ão a VALE, indignou amplos setores da sociedade e provocou fortes protestos populares. O leilão foi atrasado por inúmeras Ações Populares e só não foi inviabilizado pela Justiça Federal porque o Poder Executivo invadiu despudoradamente a autonomia do Judiciário pedindo/ ou pressionando/ ou influenciando, principalmente a Tribunais Federais de 2 ª instância e ao STJ, que cassaram liminares sem nem mesmo terem tempo de as examinar prudentemente, pois na 1ª instância inúmeros juizes haviam suspendido o leilão da VALE por terem reconhecido a razoabilidade dos pedidos e o periculum in mora em muitas das Ações Populares.

    O desenlace desse processo de “desestatização” da CVRD é público e notório pois que, em maio/97, o Presidente FHC ignorando obstinadamente as mais amplas resistências da sociedade organizada e da opinião pública, e desprezando os insistentes apelos das mais significativas lideranças políticas e sociais do País, conseguiu realizar – em verdade diligenciou isso também pessoalmente – a “desestatização” da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), empresa de mineração cuja presença na Amazônia por mais de 30 anos, como órgão do Estado Brasileiro, vinha sendo inegavelmente muito relevante para materializar a presença do governo federal em remotos rincões daquela área, e por atender ao nosso objetivo estratégico de consolidar a ocupação e o domínio do Poder Central sobre aquela imensa e rica região.

    Assim, mediante o 1º Leilão de 06/05/97, foi consumada com sucesso a longa e especial diligência do próprio Presidente FHC para que fosse alienada para entes privados a CVRD e, confirmando uma previsão antecipada do Jornalista Hélio Fernandes – o foi para uma corporação liderada pelo Sr. Benjamim Steinbruch, patrão do Sr. Paulo Henrique, filho do Presidente  transferindo o Estado Brasileiro para um ente bi-nacional importante parcela do poder de decidir sobre O QUE produzir, QUANTO produzir, QUANDO produzir, COMO produzir e a QUEM vender os valiosíssimos minérios cujos direitos de pesquisa e/ou lavra a estatal já detinha.

    É possível admitir que o culto Presidente FHC, não sabia avaliar o enorme valor geopolítico e geo-econômico dessas decisões, principalmente as incidentes sobre a produção dos metais escassos, raros, preciosos ou estratégicos ?

    a. Beneficiamento de um determinado Grupo concorrente ao leilão:

    1) Análise do Edital:

    Como se pode deduzir facilmente da sua análise, o Edital do 1º Leilão foi redigido com a intenção CLARAMENTE explícita de transferir, logo após a sua liquidação, o controle administrativo de TODA a “holding” e de suas 51 controladas/coligadas para a Sociedade de Propósitos Específicos (SPE) vencedora do leilão.

    É relevante ressaltar também que, desde a publicação do Edital, era fácil prognosticar que as empresas com as quais os Fundos de Pensão das estatais (que já detinham 15% do capital votante) se associassem, teriam grande chance para conquistar o controle acionário da “holding”, dada a exigência imposta pelo Edital aos compradores de se organizarem obrigatoriamente em uma SPE, e conhecido o interesse dos Fundos das Estatais de concorrerem ao Leilão.

    Realizado o leilão, antes de se considerar regular essa “venda” lesiva ao patrimônio público, é importante  é até mesmo indispensável à moralidade administrativa – investigar-se a atuação do BNDES e de outras autoridades do Governo Federal, ao longo de todas as negociações para a formação dos Consórcios que concorreram ao 1º Leilão, pois que o papel de fiel da balança nesse jogo de interesses foi indiscutivelmente desempenhado pelos grandes Fundos de Pensão Brasileiros e já se sabia na época  por notícias da imprensa – que sobre as decisões das Diretorias dos principais Fundos de apoiarem (ou não) as SPE, os respectivos Ministérios tiveram interferência direta.

    Por que não o fizeram para beneficiar o Estado Brasileiro, mas sim ao Consórcio Brasil – a VALEPAR ?

    Além disso, por que o Ministério Público Federal não tomou nenhuma medida para apurar uma denúncia do jornalista Hélio Fernandes feita dias ANTES do leilão de que seria vencedor o Consórcio do Sr. Benjamim Steinbruch, patrão de um dos filhos do Presidente FHC ?

    Ou, se existiam dados que desmentiam a denúncia, por que não foi processado o caluniador ?

    2)O controle acionário imediatamente após o 1º leilão :

    Em 06/05/1997 o Consórcio Brasil (VALEPAR), liderado pela Companhia Siderúrgica Nacional – CSN, “venceu” o leilão das ações ordinárias da Companhia Vale do Rio Doce, realizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Este grupo arrematou 41,73% das ações ordinárias colocadas em leilão (104.318.070) do Governo Federal por US$ 3,338 bilhões.

    Isso deixaria o Tesouro Nacional ainda com 85.589.894 de ações ordinárias, o que representaria ainda 34,24 % do capital votante.

    A primeira pergunta que se impõe é: SE O BNDES AFIRMA OFICIALMENTE QUE O TESOURO NACIONAL VENDEU NO LEILÃO APENAS 41,73% DAS SUAS AÇÕES ORDINÁRIAS, COMO A VALEPAR PASSOU A DETER 52, 2 % DESSAS AÇÕES ?

    Nós mesmos respondemos.

    De acordo com a Lei das Sociedades Anônimas, imediatamente após a liquidação do 1º Leilão, a(s) empresa(s) que detivesse(m) a maioria das ações ordinárias, teria(m) conquistado o controle acionário sobre a “holding”, o que lhes daria o direito de exercer(em) DESDE LOGO, a direção, a administração e o controle sobre TODO O GRANDE SISTEMA da CVRD e, ipso facto, sobre TODOS os 6 (seis) grandes Subsistemas de produção.

    Eis como o Consórcio Brasil, VALEPAR, organizado com os novos acionistas (INCLUSIVE OS ESTATAIS E PARAESTATAIS) em uma SPE, passou a deter 52,2% das ações ordinárias:
    CVRD % CAPITAL
    VOTANTE VALEPAR % CAPITAL VOTANTE
    Tesouro Nacional 15,9 % CSN Steel Corporation 25,0 %
    BNDES 15,9 % Litel Participações S.A. 39,0 %
    Fundos de Pensão 5,0 % Eletron S. A. 17,0 %
    BNDESPar/FPS 5,0 % Sweet River Invest.Ltd. 9,0 %
    Invest Vale 4,0 % BNDESPar 9,0 %
    Outros 2,0 % InvestVale 1,0 %
    VALEPAR (SPE) 52,2 %
    Total 100,0 % Total 100,0 %

    Fonte: BNDES – (Carta SD – 011/97, de 10/06/97, da Chefe da Secretaria Geral de Apoio à Desestatização, Mariane Sardemberg Sussekind, à Advogada Clair da Flora Martins, do “Movimento Reage Brasil”)

    3)O controle acionário dentro da SPE — VALEPAR :

    – A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) = passou a deter 25 % do capital votante da VALEPAR;

    – A Eletron (= Opportunity Bank) (do ex Presidente do BACEN, Pérsio Arida) = 17% da VALEPAR;

    – A Sweet River Invest. Ltd. (um fundo ‘off shore’) = (do Nations Bank + George Soros + Banco Liberal) = 9% da VALEPAR;

    Ou seja, os “entes privados” (CSN+Eletron+Sweet River) = 51% das AON dentro da VALEPAR

    – A Litel Participações S.A. = (integrada pelos Fundos de Pensão Previ, Petros, Funcef, Funcesp) que entraram com parte da ações ordinárias que já detinham antes do leilão, e que aportaram ainda mais R$ 834,5 milhões de novos recursos (GM – 9 de maio de 1997); passaram a ter 39 % do capital votante da VALEPAR;

    – O BNDESPar – (BNDES Participações) = 9% da VALEPAR

    Ou seja, os entes estatais e para-estatais detinham 48 % das AON da VALEPAR; e

    – O InvestVale – (funcionários da VALE) = 1% da VALEPAR.

    E, se esses números são verdadeiros, podemos afirmar que:

    4) Imediatamente após o Leilão :

    LOGO APÓS O 1º LEILÃO, DE ACORDO COM OS DADOS FORNECIDOS OFICIALMENTE PELO BNDES, a União (Tesouro + BNDES + para-estatais) ainda poderia, se quisesse, dominar amplamente o capital votante. A saber :

    Tesouro Nacional (15,9 %) + BNDES (15,9%) + Fundos de Pensão (que não aderiram à VALEPAR) (5%) + BNDESPar/FPS (5%) = 41,8 % ,ou seja, 41,8% das AON da VALE privatizada.

    Somadas às AON da Litel (Previ, Petros, Funcesp, Funcef) (39% de 52% = 20,28%) do total de AON da VALE privatizada, somariam :

    – TOTAL das AON da VALE privatizada em poder de entes que dependiam de decisões do Estado Brasileiro = 62,08 % (se forem corretos os dados informados pelo BNDES, ao movimento “Reage Brasil”).

    E os entes privados da VALEPAR (CSN + Sweet River + Eletron + InvestVale ) passaram a deter em Ações ON da nova VALE : somente 26,6 % de todo o capital votante da empresa VALE privatizada.

    Perguntas que não podem ser deixadas sem resposta:

    1 ª Pergunta:

    SE OS ENTES ESTATAIS (TESOURO NACIONAL + BNDES + BNDESPar) SOMADOS AOS PARAESTATAIS DOMINADOS PELAS ESTATAIS (BB, CEF, CESP e PETROBRÁS) DO ESTADO BRASILEIRO (+ os Fundos de Pensão das Estatais que não aderiram à VALEPAR) ERAM AINDA DETENTORES DE 62,08 % DO TOTAL DO CAPITAL VOTANTE DA NOVA VALE – LOGO DEPOIS DO 1º LEILÃO  QUAL A JUSTIFICATIVA DO GESTOR DO PND, O BNDES, PARA EXPLICAR COMO E PORQUE PERMITIU QUE O CONTROLE E A ADMINISTRAÇÃO DA NOVA VALE FOSSEM TRANSFERIDOS PARA O GRUPO PRIVADO (CSN + SWEET RIVER + ELETRON) QUE DETINHA SOMENTE 26,6 % DO TOTAL GERAL DO CAPITAL VOTANTE da VALE privatizada ?

    2ª Pergunta:

    E SE A LITEL PARTICIPAÇÕES S.A. DETINHA 39 % DO CAPITAL VOTANTE DA VALEPAR, POR QUE ELA NEM MESMO TENTOU ASSUMIR O CONTROLE E A ADMINISTRAÇÃO DA VALE ? E POR QUE A LITEL NÃO SE COMPÔS COM A BNDESPar (e talvez com a InvestVale) PARA CONSEGUIR ESSE CONTROLE E A ADMINISTRAÇÃO DA VALE ? QUEM DECIDIU QUE A LITEL DEVIA ABDICAR GENEROSAMENTE DESSE SEU DIREITO LEGAL ?

    5) Conclusões sobre o controle acionário da VALE :

    – Esse cenário, que foi montado pelo BNDES e pelas Consultoras, obviamente pode ser definido como muito suspeito e lesivo aos interesses do Estado Brasileiro – NO MÍNIMO PORQUE PERMITIU QUE A SPE VENCEDORA PAGASSE MUITO MENOS DO QUE TERIA QUE PAGAR PARA CONQUISTAR O CONTROLE ACIONÁRIO SOBRE A CVRD – e a transferência só se consumou porque, COMO DESEJADO pelo BNDES, Gestor do PND, alguns dos maiores Fundos de Pensão Brasileiros (que já detinham 15 % dos votos antes do Leilão) – “resolveram” aderir MAJORITARIAMENTE à VALEPAR.

    A grande imprensa afirmou que eles foram orientados a fazê-lo por autoridades dos Ministérios correspondentes, cujas estatais são as Entidades Mantenedoras das suas Empresas de Previdências Fechadas, e administradoras de fato dos seus Fundos de Pensão.

    Esta suposição, além de muito lógica, é muitíssimo provável.

    Reforça essa suposição o fato de que os Fundos que aderiram à VALEPAR, AINDA TIVERAM QUE APORTAR MAIS DE R$ 800 milhões de recursos novos para integrar este consórcio….. exigência que não era feita pela outra SPE, a VALECOM.

    6) Violando até mesmo regras administrativas para beneficiar a VALEPAR :

    Ninguém ignora que o credenciamento obrigatório das SPE candidatas ao leilão – como em qualquer outro processo de licitação – tem prazo marcado com hora e dias fatais.

    Nas condições fixadas para o Leilão da VALE, o limite do credenciamento era às 16:00 horas de 22/04/97. Ora, acontece que o Sr. Benjamim Steinbruch, não conseguiu inscrever a sua SPE dentro desse prazo fatal.

    Mas “por ordem ou autorização emitida pelo Planalto”,(jorn. Jânio de Freitas – FSP – 29/04/97) a regra fixada tornou-se volátil: o prazo foi ampliado para as 18 horas e 30 minutos. Mas, nem assim Steinbruch conseguiu apresentar a documentação de seu Consórcio. “E mais uma hora, estaria bem ? Sem problemas: condições oficiais no lixo, o prazo foi para as 19h e 30 minutos.”

    Segundo o jornalista”… o comportamento do Planalto e do BNDES configurou um favorecimento inaceitável pela legislação brasileira.”

    Por mera coincidência esse favorecimento ilegal beneficiou o Consórcio VALEPAR, do patrão do filho do Sr. FHC … o SR. Benjamim Steinbruch.

    7) Desobedecendo a uma Liminar do STF:

    Em 19 de abril de 1997 – por conseguinte menos de um mês antes do leilão de 06/05/1997  o MM. Ministro Marco Aurélio do Supremo Tribunal Federal concedeu uma Liminar a requerimento de deputados da Oposição, reconhecendo que a gleba de 411.948,87 hectares do Projeto Carajás, estava com a posse irregular por falta da obediência de uma exigência constitucional (aprovação, pelo Congresso Nacional, de alienação ou concessão a qualquer título, de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares – na forma do Art. 49, XVII  CF/88) o que condicionaria que essa gleba fosse regularizada antes do leilão, ou fosse excluída do mesmo.

  35. JESTÃO TUCANA Vale 3
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:24 hs

    3. AENTREGADOSSEGREDOSDADOCEGEO :

    * Mas, o mais grave nessa “privatização”, é que foi incluída entre as Controladas da CVRD a serem “desestatizadas”, a DOCEGEO, detentora de valiosíssimos produtos intangíveis, ou “untradeables”, representados porum vasto conhecimento e uma longa experiência em termos de INFORMAÇÕES GEOLÓGICAS; de estudos e descobertas sobre sítios metalogenéticos promissores; sobre depósitos conhecidos, mas ainda não medidos; sobre vastíssimas áreas a ela já concedidas para a pesquisa e prospecção; sobre o uso de tecnologias especiais apropriadas à área amazônica; de metodologias de cálculos já sancionados pela verificação no terreno; além dos seus vastos arquivos técnicos com os levantamentos – erros e acertos – acumulados em mais de 30 anos de pesquisas em todo o território nacional, com particular ênfase na Amazônia.

    Atento a isso, em sábia sentença liminar concedida antes do Leilão, o Juiz Dr. Baptista Gonçalves da 6ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo, Capital, decretou a suspensão do Leilão das Ações Ordinárias da CVRD, até o julgamento do mérito da Ação Popular que lhe solicitara fosse sustada a venda, justificando sabiamente que a desestatização da CVRD, transferiria a terceiros o direito de exploração de recursos minerais “ainda nem descobertos e, portanto, cujo valor é desconhecido.” Com isto, “frauda-se o sentido da exigência de prévia avaliação do bem a ser vendido, pois se aliena, pelo valor da avaliação, mais do que aquilo que foi avaliado e cujo montante sequer se sabe qual é.” Para o digno Juiz Dr. Baptista Gonçalves, a venda da CVRD “antes da decisão final do mérito da Ação Popular, traria graves, incalculáveis e irreversíveis prejuízos ao Patrimônio Publico.”(19)

    Em decorrência, o”vasto conhecimento” e a”longa experiência em termos de INFORMAÇÕES GEOLÓGICAS, de estudos e descobertas sobre sítios metalogenéticos promissores, etc.”, permaneciam MESMO DEPOIS DO LEILÃO – de fato e de direito – “bens da União”, por mandado constitucional, exatamente por estarem ainda no subsolo brasileiro e porque o correspondente Decreto de Lavra ainda não HAVIA SIDO promulgado pelo Presidente da República.

    Mas, como a CVRD detinha 99,99 % do controle acionário da DOCEGEO, todo esse imenso acervo em CONHECIMENTOS TÉCNICOS cujo valor real seria de fato INCALCULÁVEL por se referir a ocorrências minerais ainda “em ser” e que, portanto, de fato não pertenciam na data do Leilão legitimamente à CVRD e sim à União, por exigência do Art. 20, IX da CF, foi TODO ele integralmente transferido para a VALEPAR que “comprou” (e por preço vil) a maioria das ações ordinárias que foram colocadas à venda já no 1º Leilão.

    Assim, com o obstinado empenho pessoal do Presidente FHC, subtraiu-se do Estado Brasileiro algo que não se poderia vender por preço nenhum – os SEGREDOS MINERALÓGICOS DA DOCEGEO  com ênfase sobre as riquezas do subsolo da Amazônia. Hoje esses segredos são da VALEPAR, e não pertencem mais ao Estado Brasileiro.

    É inadmissível acreditar que o culto Presidente FHC, na ocasião, não tinha consciência de quão IRREPARÁVEL seria a perda da enorme vantagem estratégica que esses conhecimentos representavam, e cujo usufruto seria de vital importância para a grandeza e o futuro do Brasil !

    Também é impossível admitir que a Assessoria do Presidente não o tenha alertado de que a entrega a entes, no mínimo bi-nacionais (hoje sabemos que majoritariamente estrangeiros), dos segredos técnicos, geológicos, minerais e mineralógicos da DOCEGEO, que  por sua natureza – deveriam ser obrigatoriamente classificados com alto grau de sigilo (no mínimo SECRETOS), por exigência da Lei de Segurança Nacional (LSN) e do Regulamento para Salvaguarda dos Assuntos Sigilosos, poderia configurar um crime previsto no caput e no Inciso IV, do § único do Art. 13 da Lei n.º 7.170/83(LSN).

    Também esta robusta hipótese de crime contra a LSN, cuja responsabilidade (direta ou indireta) é do Sr. FHC, deve ser apurada na forma do Art. 30 da lei específica.

  36. JESTÃO TUCANA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:24 hs

    E depois querem que a gestão tucana seja com G, nem aqui nem na China.

  37. OSSOBUCO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:46 hs

    No primeiro mandato FHC conseguiu a aprovação da emenda constitucional que criou a reeleição para cargos executivos.

    O governo de Fernando Henrique Cardoso foi marcado pela privatização de empresas estatais, como: Embraer, Telebrás, Vale do Rio Doce e outras estatais.

    Além da privatização, seu governo também houve diversas denúncias de corrupção, como: a compra de parlamentares para aprovação da emenda constitucional que autorizava a reeleição e também o favorecimento de alguns grupos financeiros na aquisição de algumas estatais.

    No início do segundo mandato de FHC, em 1.999 houve uma forte desvalorização do real, devido a crises financeiras internacionais (Rússia, México e Ásia) que levou o Brasil a maior crise financeira da história, além de aumentar os juros reais e aumentar a dívida interna brasileira.

  38. OSSOBUCO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:51 hs

    Só para contribuir:

    Publicado no Brasil de Fato, 8 a 14 de novembro de 2007;
    em A Nova Democracia, novembro/dezembro 2007

    VALE DO RIO DOCE

    Adriano Benayon*

    Anular a “privatização” da Vale do Rio Doce (CVRD) não é apenas indispensável à segurança nacional. Exige-o a honra do País, pois estão cientes da vergonha que é essa alienação todos que a examinaram sem vendas nos olhos postas por egoísmo, ignorância ou submissão ideológica.

    A negociata causou lesões impressionantes ao patrimônio nacional e ao Direito. Mas políticos repetem desculpas desinformadas ou desonestas deste tipo: 1) houve leilão, e o maior lance ganhou; 2) o contrato tem de ser respeitado; 3) o questionamento afasta investimentos estrangeiros.

    Na “ordem” financeira mundial há hierarquia, e o leilão foi de cartas marcadas. Levaria a CVRD quem “atraísse” os fundos de pensão das estatais, através do Executivo federal e da corrupção. José Pio Borges foi do BNDES para o Nations Bank e depois Bank of America, que chegou a ter 20% da VALEPAR.

    Conforme aponta Magno Mello, um dos escândalos marcantes da história da PREVI foi o investimento na privatização Vale Rio Doce, “quando a PREVI era gerida por uma diretoria meio petista e meio tucana.”

    Os fundos de pensão (39,3%) e o INVESVALE dos funcionários da CRVD (4,5%) entraram com 44% na VALEPAR, a controladora da CVRD comandada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que Steinbruch “ganhara” de FHC, sendo empregador do filho deste. A CSN pôs 25%: 10% vindos do exterior e 15% emprestados pelo BRADESCO.

    Do consórcio fizeram parte, além da CSN: Opportunity (Citibank) com 17%; Nations Bank, então 4º maior banco dos EUA, com 9%. Outro consórcio (Votorantim e Anglo-American) desistiu.

    Não foram pagos pelo controle da VALE sequer os R$ 3,338 bilhões do lance ganhador: a) a União aceitou, pelo valor de face, títulos comprados no mercado por menos de 10% desse valor; b) o lance mínimo era R$ 2,765 bilhões, e o ágio de 20% (R$ 573 milhões), compensável por créditos fiscais; c) o BNDES financiou parte da operação com juros preferenciais e adquiriu 2,1% do capital votante.

    A União mantinha 34,3% do capital da CVRD, mas o objetivo era alienar o controle de qualquer jeito. Em 2001, por ordem de FHC, o Tesouro torrou, na bolsa de Nova York, 31,17% de suas ações ordinárias com direito a voto e a eleger dois membros do conselho de administração.
    O patrimônio arrebatado ao País vale 3 trilhões de reais (1.000 vezes a quantia do leilão) ou grandes múltiplos disso, considerando as reservas de metais preciosos e estratégicos, muitos deles exploráveis por mais de 400 anos, pois é impossível projetar o preço dessas riquezas sequer para um mês. Que dizer de 5.000 meses?

  39. jose
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:09 hs

    mutuka, esta record não é a mesma do “bispo” edir que desviou milhões para fora do País e está sendo processado nos EUA pelo mesmo motivo?

    Vi a reportagem sim, me chamou atenção um detalhe: havia uma placa que dizia claramente que o dono era o DER SP e que o local era mantido pela Globo, aliás não era uma praça como a reportagem tentou “vender”, nada foi construído lá e inclusive a manutenção estava em ordem.

    Não sei se vc sabe, mas isto é permitido, acontece por exemplo, com as linhas de transmissão de energia, que caso façam divisa com seu terreno podem ser cercadas e mantidas por vc. Só não pode construir, o que a Globo também não fez.

    Fraquinha a matéria, jornalismo típico dos comprados como o PHA e o Nassif..a Globo não é nenhuma santa, mas este tipo de matéria não produzem nenhum efeito a não ser a gritaria de uns e outros…

    E ao contrário de vc, não tenho medo de perder carguinho e como parte do que vc chama de “elite”, trabalho desde os 12 anos, estudei em escolas públicas e me esforcei bastante para ter o pouco que tenho, ou seja, se sou “elite” o que dizer de um cara que trabalhou pouquíssimo, viveu de favores muito tempo e despreza quem estuda e trabalha? Este é o seu presidente…

    Sem contar os “apoios” de sarney, collor, renan…os “progressistas”…

    E pra finalizar: os “intelequituais” são em sua maioria petistas…basta ser um pouco esclarecido para ver tudo o que de ruim o sr. lula está deixando, dívida pública explodindo é uma delas…

    Sobre os alagamentos em SP, pergunto a vc: o que a Marta e a Erundina fizeram para melhorar isto? Nada!!!

    Vcs não conseguem nem dizer onde foi parar o dinheiro dos pobres que acreditaram em vcs na bancoop!!!!

  40. rst
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:14 hs

    Momento poético
    D’Óleo do Diabo
    Soneto da fraude
    Amigos, fiz um sonetinho, uma paródia do Soneto da Separação, do Vinícius.

    De repente da queda fez-se a alta,
    Misteriosa, estranha como a bruma,
    E das bocas tristes, um sorriso.
    Uma esperança chocha se alevanta.

    De repente a pesquisa trouxe a nova,
    Que da Folha desfez o último crédito.
    Se a ficha falsa foi seu mérito,
    Agora nada mais já nos espanta.

    De repente, não mais que de repente
    Fez-se alegre quem estava triste,
    E campeão quem estava decadente.

    Ninguém ainda quer ser o vice;
    Mas com o Datafolha a seu lado,
    Agora sim o Serra vai em frente.

    Miguel do Rosário

  41. fala sério
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 18:49 hs

    os petistas usam as enchentes como desaprovação de Serra, mas esquecem que no rio apoiado pelo pt morrem muito mais pessoas pelas mesmas chuvas, outros estados tambêm estão em estado de calamidade por causa das mesmas torrenciais chuvas que afetaram até meu Paraná e causaram mortes por aqui tambêm, então mudem o estilo de farpas pois não é só um mal dos paulistas, mas é um mal de todos no mundo pelos inconsequentes desmatamentos e etc. Mas tentar fazer uma assassina em potencial e que nunca sequer teve capacidade de se eleger a nada como uma “boa moça”, ai duvido que vocês mesmo petistas acreditem, aqui no sul o Lula não foi bem votado em nenhuma eleição o que mostra que mesmo sem “PESQUISAS” somos um povo que sabe decidir sem precisar de esmolas.

  42. SOVIET FORA DO TEMPO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 19:08 hs

    MUTUKA
    ESSE DISCURSO CONTRA AS “ELITES” TÁ ULTRAPASSADO… CAIU JUNTO COM O MURO DE BERLIM.

    QUEM FAZ PARTE DAS ELITES, HOJE, NO BRASIL?????
    QUEM DETÉM DINHEIRO E PODER?????????????
    QUEM SACRIFICA A CLASSE QUE PAGA IMPOSTOS E MANTÉM OS PROGRAMAS DE ASSISTENCIALISMO????????

    VÊ SE ACHA ARGUMENTOS MAIS INTELIGENTES…
    DISPENSAMOS OS INTELECTUAIS, POIS NORMALMENTE SE ALINHAM COM A “ESQUERDA FESTIVA”!

  43. LEONEL TUCUNARÉ
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 19:29 hs

    O Serra subiu nas pesquisas no sul do Brasil, porque o Sul conhece a Dilma.

  44. OSSOBUCO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 22:24 hs

    José insiste na Bancoop do promotorzinho playboy do Serra amigo de bicehiros, é josé, vc tá bem informado!

  45. Laís
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 22:27 hs

    Tucanos paulistas são os piores políticos do Brasil, são os mais deletérios para a nação, roubam sem perdão, mentem pra caramba, vendem patrimõnio público pros amigos, os reaças enganam os trouxas que trabalham e leem a Veja. Depois dizem que sabem votar, não é a toa que são conhecidos como CURITIBOCAS!

  46. junior
    terça-feira, 30 de março de 2010 – 12:58 hs

    vamos mandar DILMA dez esses vagabundos que mandaram por 500 anos no brasil pra cadeia , fora psdb, fora dem fora campana

  47. terça-feira, 30 de março de 2010 – 16:18 hs

    heheh..vamos mandar DILMA vez essa ptzada hipócrita pra bem longe do Brasil…Pt, quem conhece não vota….

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*