Lula ao vivo no programa Luiz Carlos Martins | Fábio Campana

Lula ao vivo no programa Luiz Carlos Martins

O presidente Lula vai dar uma entrevista exclusiva à Rádio Banda B amanhã (12), assim que desembarcar em Curitiba, por volta das 9 horas. A entrevista, que será feita pelo deputado Luiz Carlos Martins, será durante o programa, por volta das 9h30. O Palácio do Planalto já incluiu o compromisso na agenda oficial do presidente.

Lula deve chegar ao aeroporto Afonso Pena , acompanhado do Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, além de outros ministros ainda não confirmados pelo Planalto.

Logo depois da entrevista à Banda B, o presidente segue para Araucária, na região metropolitana, onde irá visitar a Refinaria Getulio Vargas (Repar), da Petrobras. Em seguida, o presidente irá conhecer a fábrica da Positivo Informática, maior fabricante de computadores do Brasil, que fica na Cidade Industrial de Curitiba.

À tarde, o presidente segue para Londrina.


11 comentários

  1. Rodrigo Lunardon
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 16:33 hs

    Assassinaram o revisor…

  2. Marcos Pop
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 17:20 hs

    É a campanha já se polarizou no Paraná entre Beto, que terá Serra e aliados de centro e direita e Osmar com o caPTa, Lula, Dilma/Estela e MST e outros bichos da esquerdas radicais.
    No Paraná acho que não levam! O paranaense já derrotou Lula duas vezes no Estado e não será diferentre com a fraca candidata inventada.
    Requião ganhou mais por seus méritos do que por Lula. Massacrou Ormar Dias nos debates e tinha a máquina do governo estadual a seu favor.

  3. Dilema tucano
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 17:43 hs

    Por Emir Sader

    A definição do candidato e do seu vice não é o maior dos problemas que enfrenta a oposição no Brasil. Este problema aumenta de dimensão porque a oposição não definiu que plataforma pretende propor. Este elemento de fraqueza responde, em parte, pela queda reiterada do apoio a Serra nas pesquisas e pela subida de Dilma.

    A oposição frenética que a caracterizou na crise que logrou gerar no governo de 2005 terminou retornando como um bumerangue contra ela, porque acreditou que aquela era a via para derrotar o governo. A linha era “fazer sangrar o governo, até derrubá-lo”. A discussão então era se tentá-lo via impeachment ou pelas eleições presidenciais de 2006.

    A realidade concreta recolocou o problema em outros termos: as políticas sociais do governo garantiram sua legitimidade e deslocaram a oposição que, desnorteada, se dividiu entre seguir adiante com a linha de denuncismo e outra que, assimilando o prestígio do governo, afirma que manterá as políticas econômica e social do governo – alegando que teriam sido formuladas pelo governo FHC. No primeiro caso, se deram conta que não significa ganhar apoio popular – salvo de alguns setores da classe média, que já estão aderidos à oposição, incluídos nos 5% que rejeitam o governo -, no segundo, que representa aceitar elementos essenciais do governo atual, tendo dificuldade para diferenciar-se da candidata que representa centralmente a continuidade do governo atual.

    O que têm em comum os tucanos, o Dem, o PPS, as empresas privadas da mídia que fazem oposição cerrada ao governo, é o objetivo de tirar o PT do governo. FHC advertia a Aécio – tentando convencê-lo a jogar-se nessa difícil empreitada – de que correm o risco de ficar fora do governo por 16 anos, caso ganhe Dilma. Há a consciência de que será toda uma geração de políticos agora opositores que desapareciam da cena política – entre eles Serra, FHC, Tasso Jereissati.

    O dilema não é fácil. A carta de assumir um projeto neoliberal duro e puro – como fez Alckmin no primeiro turno das eleições de 2006 – é ainda menos popular, com a crise econômica internacional, que ressaltou os riscos desse modelo e reiterou a necessidade de regulação dos mercados e de atuações anticíclicas por parte do Estado. Incorporar os programas do governo Lula é disputar com Dilma numa seara favorável a ela. Como já se disse, a infelicidade de Serra é que, quando o país queria mudar, pelo fracasso do governo FHC, apesar de tentar distanciar-se do governo a que pertenceu o tempo todo, ele representava a continuidade. Agora, que a opinião amplamente majoritária do país quer continuidade, ele teria que representar a mudança. Daí o jogo de palavras de tentar ser “pós-Lula” e não anti-Lula. Mas para que exista um pós, deveria estar esgotado o projeto encarnado pelo governo Lula que, ao que tudo indica, está longe dessa situação.

    Tendo nas mãos esse problema, Serra vacila em assumir sua candidatura, a oposição não explicita seu programa, revelando o poder hegemônico conquistado pelo projeto do governo. A capacidade de veto da oposição se esgotou, sem ter conseguido construir um projeto alternativo.

    Publicado no Blog do Emir Sader em 11/03/2010

  4. Marcos Pop
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 17:52 hs

    Pegunta pra ele deputado do PDT L. Carlos Martins sobre a notícia abaixo:
    11/03/2010 – 17h03
    Homicídio quadruplica na Venezuela com Chávez no poder, diz ONG.
    Porque que o crime e a droga tomou conta do Brasil depois que ele tomou posse há quase oito anos?
    Hoje não podemos mais sair de casa pois podemos ter nossas casas roubadas ou sermos assaltados pessoalmente, na rua.
    Pq o PT fracassou no cambate ao crime que se multiplicou muito no Brasil?

  5. OSSOBUCO
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 19:32 hs

    Pelo menos não está inaugurando maquete como uns e outros!

  6. OSSOBUCO
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 20:20 hs

    Não sei se o obtuso sabe que a segurança é atribuição do Estado!

  7. OSSOBUCO
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 20:26 hs

    Pois é, Poptuso, o Requião fracassou no estado e o Beto Lerner na cidade. Falharam nas ações locais. E tem apedeuta que quer botar a culpa no Lula, fazem piada de mau gosto e subestimam o povo. Adíos, modus operandis psdbista, aqui no PR também vão perder!

  8. Zeus
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 22:09 hs

    Ossobuco, esse tal de Marcos Bobo, digo Pop, se esquece que, infelizmente a nossa capital está (depois de BETO) entre as capitais mais violentas do país e em razão das drogas. Coincidentemente, é também uma das únicas capitais do país em que a guarda MUNICIPAL teve que entrar em greve para poder ser um pouquinho mais respeitada pelo poder público municipal. A segurança pública de uma cidade, também é de responsabilidade da guarda municipal, quando esta a tem.

  9. OSSOBUCO
    quinta-feira, 11 de março de 2010 – 23:08 hs

    É isso aí Zeus, pelo nível de argumentação, o poptchura deve ter uns 12 anos!

  10. Marcos Pop
    sexta-feira, 12 de março de 2010 – 11:02 hs

    Os cargos comissionados do kPTa que assinam Ossobuco e Zeus que se conformem que o governo deles está levando o Brasil ao caos na segurança e com a queima das reservas, logo logo estaremos igual a Venezuela do regime Russo/cubano/chavista que vcs querem adotar com o Dilmão. Se preparem que com Serra no governo vcs vão ter que trabalhar ou se encostar em algum sindicato ou no MST. A mamata…a teta…vai acabar. Os que estão com muito dinheiro nas meias e cuecas vão só gastar!

  11. OSSOBUCO
    sexta-feira, 12 de março de 2010 – 22:19 hs

    O Potuso, não sou cargo comissionado de ninguém, naõ dependo de político algum pra viver, graças a Deus.

    Agora vc deve ter sim um carguinho do Beto.

    E para de tomar alucinógenos, nosso regime é a democracia, não tem e nunca será igual a Cuba ou venezuela, será independente e verdadeiramente democrático enquanto o PSDB estiver longe do poder, porque o PSDB vende tudo, até a mãe, além de serem capachos dos americanos.

    Vc podi ir morar em Miami e deixar o Brasil para os brasileiros, ok!

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