Dilma indica Duda Mendonça a candidatos, afirma o Ig | Fábio Campana

Dilma indica Duda Mendonça a candidatos, afirma o Ig

De Andréia Sadi, para o Ig

Em busca do voto, os políticos usam várias armas, entre as quais, o apoio de um bom marqueteiro. Na corrida pelo contrato de campanha, os marqueteiros usam várias armas, entre as quais, o apoio de um bom político.

Por bom político entenda-se alguém influente o suficiente para influenciar um candidato no processo de contratação do marqueteiro. Nesta corrida, o publicitário Duda Mendonça conseguiu um apoio peso-pesado: a ministra Dilma Rousseff.

O iG apurou que Dilma indicou Duda a alguns candidatos ou pré-candidatos. Um dos que recebeu um chamado seu foi o senador Gim Argello (PTB-DF), tido como conselheiro da ministra. Gim marcou para esta semana uma conversa com Duda Mendonça, no Rio de Janeiro, para discutirem preços de projetos para a sua candidatura ao governo do Distrito Federal.

Ao senador, Dilma disse que “Duda é muito bom” e sugeriu sua contratação porque ele “é do ramo”. O senador já conversava com outro marqueteiro, a quem avisou que não poderá recusar o pedido da ministra. Dilma também indicou Duda para a atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB). Roseana e Duda Mendonça discutem neste momento a possibilidade de fechar um contrato para sua campanha de reeleição.

A equipe da filha do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) informou ao iG que ela ainda está avaliando os serviços do marqueteiro, mas nada foi fechado ainda. Outro que recebeu recado para considerar a contratação de Duda foi José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, de Mato Grosso do Sul, candidato a governador.

A ministra Dilma Rousseff queria o marqueteiro Duda Mendonça na sua campanha à Presidência, mas Lula defendia a contratação de João Santana, com quem o PT acabou fechando contrato. Numa tentativa de reverter a decisão do partido, Duda tentou convencer a ministra pelas beiradas. Mandou para a pré-candidata, no final do ano passado, jingles de sua autoria, que a encantaram, mas não foram suficientes para o presidente Lula voltar atrás. Um deles é um jogo de palavras com a música do cantor Zeca Pagodinho, intitulada “Deixa a vida me levar”. Na versão, quem leva não é a vida, mas Dilma. “Deixa a Dilma me levar” foi puxada pela senadora Ideli Salvatti, em Santa Catarina, durante comemoração do seu aniversário no IV Congresso Estadual do PT.

A disputa entre os dois marqueteiros foi acompanhada com interesse no meio político, pois colocava em cantos opostos dois ex-sócios. Durante dez anos, Santana e Duda atuaram juntos.


12 comentários

  1. Oi
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 10:56 hs

    E como o PT e seus “companheiros” ja sabem, o DUDA ACEITA DINHEIRO de CAIXA DOIS… É so mandar para as contas que ele tem em paraisos fiscais!!!!

    FORA DILMA GUERRILHEIRA – VAI PARA CUBA SUA COMUNISTA…

  2. Didi
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:05 hs

    O pagto. sera feito em paraiso fiscal ?

  3. Roy
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 11:36 hs

    Esse cara não está na cadeia por causa do mensalão do PT?

  4. jose
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 12:28 hs

    É só retribuição:

    PT pagou R$ 32 milhões a Duda Mendonça
    A informação é do Cláudio Humberto:

    Em depoimento à Justiça Federal na Bahia, no caso do mensalão, ainda inédito na imprensa, o publicitário Duda Mendonça revelou que entre 2001 e 2003 recebeu R$ 32,6 milhões do PT por sua atuação nas campanhas de Lula, em 2002, e de São Paulo e Rio de Janeiro. Do total pago pelo PT, R$ 10,4 milhões foram depositados em conta no Bank Boston, em Miami, “por exigência do empresário Marcos Valério”.

    Duda contou que “todos os recebimentos foram combinados e autorizados” pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares. Duda também afirmou à Justiça que “àquele momento, a imagem do PT não indicava possibilidade de existir pagamento com dinheiro escuso”. Sobre a grana depositada no exterior pelo PT, “era pegar ou largar” repetiu Duda Mendonça em seu depoimento à Justiça Federal.

  5. jose
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 12:33 hs

    11/08/2005 – 15h33

    Duda Mendonça confirma ter recebido do PT dinheiro de caixa 2 via Marcos Valério

    O publicitário Duda Mendonça, marqueteiro da campanha do PT na eleição presidencial de 2002, depôs nesta terça-feira na CPI dos Correios, que investiga as denúncias sobre a existência de um esquema em que parlamentares da base do governo receberiam uma “mesada” em troca de apoio.

    O depoimento não estava previsto. Duda havia feito outro depoimento à Polícia Federal, confirmando que recebera via Marcos Valério, em uma conta nas Bahamas, dinheiro fruto de pagamento a serviços prestados na campanha do PT.

    Pouco depois que começou a sessão em sua sócia, Zilmar Fernandes, Duda chegou à CPI e começou a depor.

  6. LEONEL TUCUNARÉ
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 14:24 hs

    Chegou a hora reunir a quadrilha que estava dispersada.

  7. JESTÃO TUCANA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:38 hs

    Saiba os bastidores da privatização da Vale do Rio Doce
    Veja como aconteceu a privatização da Companhia Vale do Rio Doce, em 1997:

    Privatização

    A CVRD (Companhia Vale do Rio Doce) foi privatizada em 6 de maio de 1997. O consórcio Brasil, liderado pela Companhia Siderúrgica Nacional, de Benjamin Steinbruch, adquiriu o controle acionário da Vale por R$ 3.338.178.240.

    A surpresa

    O resultado do leilão causou surpresa. O consórcio favorito era o Valecom, liderado pelo Grupo Votorantim, de Antônio Ermírio de Moraes, que contava com a participação da Anglo American, do Centrus (fundo de pensão do BC), do Sistel (fundo de pensão da Telebrás), da Caemi-Mitsui e da Japão-Brasil Participação (formado por 12 corporações).

    Intervenção

    Para fazer frente ao Valecom, o governo FHC interveio no processo, impedindo que os demais fundos de pensão de estatais aderissem ao consórcio de Antônio Ermírio e optassem pelo consórcio de Steinbruch, que ficou assim:

    CSN, Previ (fundo de pensão do BB), Petros (fundo de pensão da Petrobrás), Funcef (fundo de pensão da CEF), Funcesp (fundo de pensão dos empregados da Cesp), Opportunity e Nations Bank (fundo).

    Opportunity

    O Banco Opportunity, o mesmo que Ricardo Sérgio favoreceu em 1998 no leilão do Sistema Telebrás, criou o Sweet River Fund (Fundo Rio Doce) para atrair cotistas no exterior.

    Ermírio chegou a se reunir com FHC para reclamar da concentração de fundos no Consórcio Brasil e pediu uma participação mais equilibrada. Apesar disso, o Consórcio Brasil acabou ficando com a maioria dos fundos.

    E para concluir: quem é o ?operador? dos tucanos e de Daniel Dantas

    Saiba mais sobre Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil
    da Folha Online
    e da Folha de S.Paulo

    O ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira teria cobrado do empresário Benjamin Steinbruch, que liderou a compra da Companhia Vale do Rio Doce, R$ 15 milhões para organizar o consórcio vencedor da privatização, segundo reportagem da ?Veja?. O ex-diretor nega as acusações.

    Veja, a seguir, as principais ligações de Ricardo Sérgio com o caso Vale e com políticos:

    Pré-história

    Ricardo Sérgio de Oliveira, formado em economia pela PUC-SP e pós-graduado pela Fundação Getúlio Vargas, tornou-se em 1989 sócio da corretora de ações RMC S/A Sociedade Corretora.

    Em 1994, Ricardo Sérgio trabalhou informalmente como arrecadador de fundos para a campanha de José Serra (PSDB-SP) ao Senado, embora não aparecesse como tesoureiro.

    Início no BB

    Em 1995, foi indicado pelo ministro Clóvis Carvalho (Casa Civil), com endosso de Serra, para ocupar a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil.

    As privatizações

    Ricardo Sérgio desempenhou um papel decisivo no processo de privatização das estatais no governo FHC, influindo na atuação da Previ, fundo de pensão dos funcionários do BB.

    A Previ fez parte do Consórcio Brasil, que arrematou a Vale do Rio Doce em 1997, e do Consórcio Telemar, que adquiriu a Tele Norte Leste em 1998.

    Crise

    Em 8 de novembro de 1998, foram divulgadas gravações clandestinas de telefonemas na sede do BNDES entre autoridades do governo sobre o leilão da Telebrás, em 29 de julho de 1998.

    As fitas indicam o interesse do ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e do presidente do BNDES, André Lara Resende, para que o Opportunity vencesse um dos leilões.

    Nas conversas, o próprio presidente Fernando Henrique Cardoso permitiu que seu nome fosse usado para pressionar a Previ a entrar no consórcio liderado pelo Banco Opportunity.

    Em uma conversa com Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio revela que deu uma carta de fiança para o Opportunity, assegurando sua participação no leilão da Tele Norte Leste.

    Saída do BB

    O escândalo da privatização das teles leva Ricardo Sérgio a deixar o cargo de diretor do BB em novembro de 1998.

  8. Laís
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 16:10 hs

    Para desmascarar a hipocrisia ( do blog O Látego)

    Há quem diga que eu sou muito severo com os tucanos e com o papa. Ou que eu pego demais nos pés deles, às vezes até injustamente. Ora, ocorre que da mesma forma que eu não hesito em lançar chicotadas vocabulares no santo lombo sempre que eu perscruto os pés de bode por baixo da batina de Sua Santidade, não posso me furtar a desmascarar a farsa de um partido enormemente corrupto e incompetente, quando no poder, mas cujos membros e lideranças persistem a exibir-se como o creme da eficiência administrativa e da seriedade política ao mesmo tempo em que berram a todo instante um discurso pseudomoralista de intensas afetações udenistas. Tudo com o apoio despudorado dos acólitos da grande imprensa. Como essa turba agora deu pra torcer contra o país e anunciar diuturnamente a iminente e sempre adiada chegada do grosso da crise ao país, resolvi, aqui, de látego em punho, relembrar algumas gemas do genuíno currículo pessedebista. Os fatos:

    Muita gente não lembra ou faz questão de esquecer que FHC, em seu primeiro mandato e ao contrário do que muitos apregoam, adotou uma política fiscal irresponsável, mantendo o real artificialmente valorizado ao mesmo tempo em que aumentava enormemente os gastos públicos e a carga tributária. Enquanto isso, a excelsa iniciativa privada comprava estatais com dinheiro público emprestado do BNDES a juros baixos. Tudo com intenções “reeleitoreiras”. Deu no que deu. O país quebrou em 1998 e, para salvar a reeleição do príncipe, o FMI compareceu com US$ 41,5 bilhões divididos em parcelas. Será que algum leitor lembra aquela patética e vergonhosa entrevista coletiva, em Brasília e em fevereiro de 1999, quando o então diretor do fundo, Stanley Fischer, literalmente ditou as regras, em inglês, que o governo brasileiro deveria seguir para receber o restante de grana? Pedro Malan, sentado ao lado, calado estava e calado ficou. Assim como a maior parte da mídia.

    Daí então, os “competentes” gerentes tucanos seguiram privatizando, desregulamentando, cortando gastos, fazendo rigorosamente tudo de acordo com os paradigmas do mais genuíno wishful thinking. Resolveram o problema? Claro que não! Em agosto de 2002 quebramos novamente e só não viramos uma Argentina porque veio de novo o FMI, desta vez com US$ 30 bilhões e outro catecismo prontamente apresentado a um por um dos candidatos a presidente no pleito daquele ano. Não era o caso de se louvar a generosidade do fundo com um país tão contumaz. Na verdade, tal desvelo devia-se unicamente ao enorme prejuízo já tomado pelos bancos americanos com a crise argentina. Sorte nossa e azar dos “hermanos” com os quais o FMI não teve o menor recato em levar ao pé da letra aquela história de relações carnais.

    Nas relações externas, uma política de rococós e rapapés totalmente fútil e inútil, exceto para FHC pavonear-se enquanto colecionava títulos de Doutor Honoris Causa em universidades estrangeiras.

    Quanto à corrupção, lembremos que Marcos Valério deu início à sua solerte atuação nos bastidores do governo tucano. Além disso, ao longo daquela octaetéride, a Polícia Federal foi mantida manietada e submetida a um jejum de verbas. Foi, ainda, o período de esplendor de Daniel Dantas, o corruptor-geral do país, cujo HD pode tornar imprescindível uma nova proclamação da república. E tem mais: em 2002, FHC, por motivos políticos (afinal de contas a candidata a vice de Serra era a capixaba Rita Camata) bloqueou a intervenção federal no governo do Espírito Santo, recomendada por unanimidade pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) para o combate eficaz ao crime organizado incrustado em todos os níveis de poder daquele estado. Tal atitude, digna de processo penal, levou à renúncia do então Ministro da Justiça, Miguel Reale Jr. O foro privilegiado foi outra invenção dos laboratórios tucanos para impedir que qualquer membro do governo FHC, incluindo o próprio, pudesse ser constrangido a responder processo diante de qualquer promotorzinho ou juizinho mais insolente de algum estado da federação. Por isso também um dos atos mais desastrosos do governo fernandista: a indicação do sinistro Gilmar Mendes para as bancas do Supremo Tribunal Federal.

    A culpa pelo caos aéreo foi inteiramente jogada nas costas do governo Lula quando, na realidade, foi a conseqüência mais solar da desregulamentação do setor empreendida por FHC e seus comparsas para a pândega das companhias aéreas que passaram a vender passagens e a proliferar vôos sem o devido aperfeiçoamento da infra-estrutura. A mesma desregulamentação indicada nos códices do Consenso de Washington e que está na raiz mais profunda do atual pânico financeiro mundial.

    Enfim, tal é o rol de malfeitorias tucanas que não consigo reprimir os engulhos na alma quando, por exemplo, escuto Arnaldo Jabor (o ex-cineasta que deixou de dirigir filmes justamente depois que o governo Collor secou a fonte de verbas estatais da Embrafilme) bajular FHC e a sua corriola enquanto atribui os bons resultados da política econômica do governo Lula a uma suposta herança benigna legada por FHC. Pois sim. O mesmo FHC cujo governo foi um dos piores já sofridos por esta nação desde que Tomé de Souza desembarcou na Bahia em 1549 e que consegue ser ainda pior como ex-presidente.

  9. Don Quixote
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:03 hs

    ANTES DESSE MALANDRO ASSUMIR ESTA FUNÇÃO, A DILMA, SE FOR ÉTICA, DEVE EXIGIR QUE ELE DEVOLVA OS MILHÕES E MILHÕES DO CAIXA DOIS DO PT QUE ELE DECLARAOU QUE MANDOU PARA O EXTERIOR.

    A DILMA, SE FOR POR ESSE CAMINHO E SE FOR ASSIM A MADAME DILMA, ESTÁ COMEÇANDO MUITO MAL SUA CAMPANHA. NA PRÓXIMA PESQUISA VAI CAIR MAIS AINDA.

    Ó DILMA, A ÉTICA DO PDT E DO PT, FOI PARA OS FOGO DOS INFERNO ?

    SERÁ QUE A DILMA VAI ENQUADRILHAR O PT ? DE NOVO ?

  10. essa foi uma sacada boa
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 18:40 hs

    para LEONEL, gostei dessa tirada sua, vou registrala nas muitas que tenho, chegou a hora de reunir a quadrilha foi muito boa mesmo.

  11. ze verdade
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 19:07 hs

    Duda o pior e que ele so fecha e recebe que cordenar mesmo fica pra corja de baianos dele ……que SAO MUITO RUINS ….

  12. ze verdade
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 19:09 hs

    e so pedir pro vanhoni comentar o que fez com ele perdeu uma campanha que vinha otima e acabou com o vanhoni.alem de perder saiu mal da campanha.

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