Alvaro cobra punição de responsáveis por escândalo da Bancoop | Fábio Campana

Alvaro cobra punição
de responsáveis por escândalo da Bancoop

O senador Alvaro Dias cobrou ontem providências para a responsabilização civil e criminal dos envolvidos no escândalo da Bancoop, denunciado por Veja no último fim de semana.

De acordo com a revista, João Vaccari Neto, que vai cuidar das finanças da campanha de Dilma Rousseff, “é apontado em inquérito como pivô de um esquema que desviou dezenas de milhões de reais e abasteceu o caixa dois da campanha de Lula em 2002”. O Ministério Público Estadual (MPE) decidiu pedir a quebra do sigilo bancário de Vaccari.

A Bancoop, cooperativa habitacional dos bancários de São Paulo, é acusada de não cumprir suas obrigações com os associados que tentaram adquirir casa própria por meio de seus planos. Um dos casos, do bancário aposentado Oscar Costa, foi lido da tribuna por Alvaro Dias. Quando tinha 43 anos, Oscar decidiu comprar seu primeiro imóvel pela Bancoop. Pagou todas as prestações e parcelas extras, mas hoje, com 52 anos e um diagnóstico de câncer de pulmão, ainda não recebeu o imóvel. O bancário aposentado disse ter perdido as esperanças.


23 comentários

  1. MUTUKA
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 12:05 hs

    Perucão

    Isso é materia requentada. de 2.007
    Pq vc não pediu punição antes?
    Só pq não era ano eleitoral?

  2. NOSTRADAMUS
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 12:09 hs

    O Professor Galdino já tinha detectado isto sábado passado! “Um bom Bancoop”.
    Valeu Galdino por incentivar os políticos a acompanhá-lo.

  3. Carlos
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 12:28 hs

    E o Álvaro não vai pedir investigação no governo do RS da governadora Ieda?
    E no governo de SP do Serra?
    E de Curitiba que anda abandonada pelo Prefeito?

  4. terça-feira, 9 de março de 2010 – 12:30 hs

    Desde 2007 que o desgoverno lula estava escondendo , mas esqueceram o rabo prá fora do tapete e alguém viu…e denúnciou na época. MAS lula e berzoíne prá variar desmentiram, PORÉM o MP entrou com ação contra o BANCOOP e agora surgiram as provas .

  5. CHICO 1
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 12:38 hs

    O que é claro para todos é que houve, com certeza, “desvio” de dinheiro que deveria ser usado para a construção de imóveis dos cooperados. Quem vai pagar o prejuízo das milhares de famílias prejudicadas pela má gestão de seu dinheiro? Querer reaver o que lhe foi ROUBADO é ser de direita, ser golpista? Ah, me poupem dessa ladainha!!! Estamos em 2010!!!

  6. NÃO VOTO EM VENDILHÃO.
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 13:14 hs

    O senador em vez de preocupar com o BANCOOP, que é dos bancários paulistas. Ele devia correr atraz dos mais de 500 milhões de reais que o governo que ele representa até hoje o PSDB, surrupiou do Fundo de Previdência dos Funcionários do Banestado, ou pensam que nós esqueçemos.

  7. Sempre ele
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 13:31 hs

    Alvaro Dias não perde uma oportunidade de aparecer. Claro, sem pre em cima do PT. Não ia perder mais essa.
    Se ele ao invés de perseguir o PT. tivesse cuidado da sua carreira politica no PR, cuidando das suas bases, seria ele o candidato ao governo e não Beto.
    Isso é coisa de politico velho, cheirando a mofô. Ninguém leva mais a sério.
    João Vaccari, não vai ser mais o tesoureiro da Dilma.
    Outra coisa, alguém já viu a folha corrida do José Carlos Blat.E, pqe essas denuncias só aparecem em época de eleições/2006/08/10/
    Isso não vai dar em nada. Um deputado do PT disse que se for confirmado que o Vaccari tirou dinheiro na boca do cxa, ele renuncia ao mandato de deputado.

  8. Divanir
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 13:40 hs

    E ainda tem idiotas que se defende acusando, vamos deixar de sermos hipócritas, se tiver que ser investigado, que seja tudo investigado, porém não vamos nos defender com acusação, não podemos sermos cegos, as maioria mete a mão, isto é coisa de gente pequena, bem ao estilo do PT.

  9. Laís
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 14:34 hs

    O escândalo Bancoop foi driado pelo MP paulista, oh que coincidência não?
    O promotor passou anos investigando e até hoje não indicou ninguém, dá pra acreditar? Ou é incompetente ou não há nada para apurar!

  10. CAÇADOR DE PETISTAS
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 14:38 hs

    ALGUEM TEM DÚVIDA?
    O PT ARROMBOU OS COFRES DO ESTADO DESDE 2003.
    FEZ CAMPANHA PRA ELEGER O DITADOR LULA DA SILVA DUAS VEZES COM DINHEIRO PÚBLICO E OUTROS QUADRILHEIROS DO PT/MST E TAMBÉM HÁ UM ANO VEM BANCANDO A CAMPANHA DA CANDIDATA dILMONA GUERRILHEIURA ÁS CUSTAS DOS COFRES PÚBLICOS.

    TODO MUNDO SABE, TODO MUNDO VÊ.

    MENOS O TRIBUNAL DE CONTAS E O TRIBUNAL ELEITORAL.

    QUE VERGONHA

    SE ESTIVESEMOS EM UM PAIS SÉRIO LULA JA TERIA SIDO AFASTADO DA PRESIDÊNCIA E DILMA JAMAIS SERIA CANDIDATA A QUALQUER CARGO PÚBLICO MAS, ESTAMOS NO BRASIL FAZER O QUE?

  11. justiceiro
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 15:03 hs

    Alvaro Dias é um homem que merece todo o respeito dos Paranaenses.
    Todavia. seu alvo deveria ser, antes de tudo, na criação de leis penais mais rígidas. Uma completa reformulação do Código Penal, do Código de Processo Penal e do Código de Processo Civil, buscando, inclusive, agilizar mais a Justiça. Se isso não fôr feito ficará uma clara impressão de que Alvaro Dias não tem interesse em acabar com todos esses desmandos e outros porque com ela se beneficia politicamente nas eleições como é o caso de Reiquião quando foi Senador.

  12. RST
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 15:39 hs

    Mídia
    9 de Março de 2010 – 11h11
    Altamiro Borges: Veja, Bancoop e panfletagem contra Dilma
    A famíglia Civita saiu excitada do evento do Instituto Millenium, que unificou a pauta da direita midiática para a sucessão presidencial. Na mesma semana do convescote, a Veja deu a manchete garrafal: “Caiu a casa do tesoureiro do PT”.

    Por Altamiro Borges, em seu blog
    Numa típica panfletagem, também espalhou cartazes enormes nas bancas anunciando sua “descoberta”. Prova cabal de manipulação, a revista não deu capa para o “mensalão do DEM”, mas para atingir a candidatura Dilma Rousseff ela promoverá “um extermínio midiático”, como antecipou o novo presidente do PT, José Eduardo Dutra.

    A reportagem parece uma peça acusatória de advogados fuleiros. Desrespeitando a Constituição, que prevê a “presunção de inocência”, a revista volta incorrer no crime da “presunção de culpa”. João Vaccari Neto, ex-dirigente da CUT, ex-diretor da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) e atual secretário de finanças do PT, é covardemente atacado, mas sequer foi ouvido. Sua foto na capa parece a de um criminoso. Na prática, a matéria não apresenta provas e apenas requenta velhas denúncias, que pipocam na mídia desde 2005 e já foram parar até no Wikipédia.

    Jornalismo antiético e eleitoreiro

    João Vaccari reagiu de imediato às agressões. Em nota, ele esclareceu: “1- Presidi a Bancoop de 2005 até a semana passada, quando me desliguei para assumir as minhas funções de secretário de Finanças e Planejamento do PT; 2- Nunca houve nenhum tipo de acusação contra mim e não respondo a nenhum processo, civil ou criminal; 3- Em relação à investigação da Bancoop, sempre nos colocamos à disposição das autoridades, agindo com total transparência; 4- Repudio o tipo de jornalismo antiético praticado por Veja, que diz ter passado seis meses ‘investigando’ o caso e em nenhum momento procurou ouvir a mim ou a Bancoop”.

    A atual direção da cooperativa também divulgou nota. “A Bancoop não foi ouvida em momento algum pelos jornalistas responsáveis pela matéria da revista Veja, em clara violação ao princípio elementar da ética jornalística; a matéria tem nítida finalidade política, já que ela não agrega nenhuma novidade às acusações efetuadas no passado e devidamente rebatidas pela Bancoop”. A nota presta esclarecimentos sobre os processos movidos contra a cooperativa, que até hoje não resultaram em medidas judiciais, e relata os empreendimentos imobiliários da cooperativa.

    O promotor Blat sob suspeita

    As explicações do novo secretário de finanças do PT e da diretoria da Bancoop não mereceram espaço na revista. A Veja preferiu dar ouvidos ao sinistro promotor José Carlos Blat, que afirma de forma leviana: “A Bancoop é hoje uma organização criminosa cuja função principal é captar recursos para o caixa dois do PT e que ajudou a financiar a campanha de Lula à Presidência em 2002”. Na busca de holofotes, ele não comprova o que afirma e exacerba nas suas funções legais.

    Para desgastar Dilma Rousseff, a revista até arquivou antigas denúncias contra o promotor. Blat respondeu a processo no Ministério Público, acusado de tentar se livrar de multas do Detran e de proteger corruptos do Grupo de Ação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Em 2004, ele inclusive foi afastado de suas funções no Gaeco. Na ocasião, a própria Corregedoria do Ministério Público afirmou ter encontrado vários indícios de crimes graves contra Blat.

    Pretensões políticas e jogo sujo

    A principal fonte da Veja foi acusada de proteger o contrabandista chinês Law Kin Chong. Em 2002, quando atuou na força-tarefa antipirataria, ele teria focado as investigações nos pequenos contrabandistas, livrando o chefe da máfia. Uma advogada do contrabandista visitava Blat periodicamente no Gaeco.

    A Corregedoria descobriu ainda que Blat morou num apartamento de Alfredo Parisi, que já foi condenado por bancar o jogo do bicho. Antes de se tornar promotor, ele foi sócio do filho de Ivo Noal, outro banqueiro do bicho, numa loja de conveniência.

    Sobre Blat ainda pesam as seguintes suspeitas: usar veículos e pessoal do Gaeco para interesses pessoais; negociar com um delegado a liberação de seu pai, que teria sido preso em flagrante por armazenar bens roubados; abuso de autoridade, truculência e suspeita de enriquecimento ilícito. Os bens do promotor também entraram na mira da Corregedoria. Segundo os depoimentos, Blat comprou numa só tacada dois carros importados e blindados. A Justiça de São Paulo arquivou várias destas denúncias, mas as suspeitas ainda recaem sobre o “inimigo público do PT”.

    Como se nota, o promotor é uma figura muito estranha. Numa recente entrevista à revista Veja, ele revelou seus próximos passos, que confirmam suas aspirações políticas. “Eu me desiludi com o Ministério Público. Estou pensando em me candidatar a deputado”. Apesar das suspeitas que pesam sobre Blat, a revista deu destaque às suas insinuações contra o secretário do PT, mas sem ouvir o acusado. Pura covardia! A manipulação faz parte do jogo sujo para a batalha sucessória.

  13. OSSOBUCO
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 15:56 hs

    Josias de Souza, da linha de frente da campanha Serra 2010, inventa o “escândalo do Bancoop”. Escreve ele:

    “Abalroado pelo escândalo da Bancoop, João Vaccari Neto, o tesoureiro do PT, será mantido à distância das arcas da campanha de Dilma Rousseff.”

    Na verdade, ele deveria escrever “o escândalo da revista Veja” ou “o escândalo do Promotor Blat“. Porque é isso que é.

    Um promotor ultra-problemático, investigado pela Corregedoria do Ministério Público, diz que há indícios e provas de desvio de dinheiro e enriquecimento ilícito. Quantos casos se conhece de processos do MP que deram como resultado não produzir prova aceita pela Justiça?

  14. Laís
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 16:39 hs

    Esse é o promotor de Justiça José Carlos Blat do caso Bancoop

    O promotor de Justiça José Carlos Blat já respondeu processo no MP-SP (Ministério Público de São Paulo) Ele era acusado de tentar se livrar de multas do Detran e de tentar beneficiar investigados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado).O promotor foi afastado das funções que exercia no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de São Paulo

    E disse o Zé Agusto “Há um promotor do Ministério Público de São Paulo, José Carlos Blat, que faz uma investigação, e diz que há indícios de que a Bancoop desviou recursos para empresas ligadas a alguns dirigentes, “que repassaram os valores para campanhas do PT” (sem provar ainda). O promotor abriu o inquérito criminal em 2007″

    Quem é promotor de Justiça de São Paulo José Carlos Blat que pediu à Justiça nesta sexta-feira (5) a quebra do sigilo bancário do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e o bloqueio das contas da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop)…..Vamos conhece-lo?

    Em 1998, o promotor José Carlos Blat entrou para o Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do qual foi afastado em 2004, em circunstâncias confusas. A Corregedoria o investigava por uma tentativa de livrar-se de multas no Detran e por um episódio estranho em que um carro oficial do Gaeco foi apreendido fora da cidade de São Paulo – com um criminoso ao volante. No fim de 2004, a Corregedoria do Ministério Público decidiu levar essas investigações a fundo.A Corregedoria disse ter encontrado indícios de crimes mais graves contra o promotor…As primeiras investigações contra Blat colocaram em xeque suas ações contra desmanches de veículos roubados. Promotores afirmaram que uma seguradora de veículos indicava quais locais deveriam ser invadidos e quem deveria ser preso

    Blat também foi acusado de proteger o contrabandista chinês Law Kin Chong, preso em São Paulo. Em 2002, quando participou de uma força-tarefa antipirataria, ele teria dirigido o foco da investigação somente contra os pequenos contrabandistas, deixando Law livre para atuar. Uma advogada que trabalhava para o contrabandista visitava Blat periodicamente no Gaeco.

    As investigações descobriram ainda que Blat mora num apartamento de Alfredo Parisi, que já foi condenado por bancar o jogo do bicho. Blat admite que, antes de se tornar promotor, foi sócio do filho de Ivo Noal, outro banqueiro do bicho, numa loja de conveniência

    Sobre Blat pesam também as seguintes suspeitas: usar veículos e pessoal do Gaeco para interesses pessoais, negociar com um delegado a liberação de seu pai, que teria sido preso em flagrante por armazenar bens roubados, abuso de autoridade, truculência e suspeita de enriquecimento ilícito.
    Os bens do promotor também entraram na mira da Corregedoria. Segundo os depoimentos, Blat comprou de uma só tacada dois carros importados e blindados.

    Investigações mais profundas seriam necessárias para comprovar os crimes. Porém, em vez de promover quebras de sigilo para esclarecer por completo as suspeitas, o atual procurador-geral de Justiça, Rodrigo Pinho, recomendou o arquivamento de tudo.

    O procurador de Justiça Antonio Ferreira Pinto, que atuou nas investigações sobre Blat, se diz indignado com o pedido de arquivamento dos processos contra promotor de Justiça José Carlos Blat. Disse o procurador de Justiça: ….”No entanto, por muito menos, políticos e empresários são duramente investigados pelo Ministério Público paulista – é o caso do ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Enquanto seu destino no Ministério Público não é definido, Blat já traça outros planos. Disse a VEJA: “Eu me desiludi com o Ministério Público. Estou pensando em me candidatar a deputado federal”.

  15. jose
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 17:28 hs

    rst, ossobuco e laís: se as denúncias são falsas, porquê a preocupação?

    Deixa investigar, aliás, todos os que fazem ou fizeram parte da Bancopp deveríam:

    – abrir o sigilo bancário seu e de seus familiares;

    – Abrir suas declarações de IR;

    – Informar quais Empresas estão em seu nome ou de seus familiares.

    Se o procurador estiver errado, processem-no, como foi feito com aquele procurador que sumiu, o luis francisco; que aliás foi condenado por apresentar denúncias falsas quando estava a serviço do pt….

  16. OSSOBUCO
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 18:17 hs

    Quem disse que estou preocupado, nem um pouquinho, só estou esclarecendo algumas coisinhas. Tem mais é que investigar, só que o promotor não conseguiu provar nada até agora. Interessante qu é o MP paulista o autor das denúncias.

  17. piruquento
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 18:50 hs

    Bem que o nosso sempre senador e ex pré-candidato tucano ao governo do estado poderia pedir uma rigorosa apuração dos desvios da governadora IEDA “Requião de saias” CRUSIUS… Seja firme, Senador!!!

  18. invejoso
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 19:28 hs

    Coitado do Alvaro Dias. Não se enxerga mesmo. Acha que está podendo.
    Nem o PSDB quer saber dele. Vê se alguém cogita dele ser ao menos vice do Serra?
    Ele é o cara mais invejoso que tem , tem inveja do Lula, tem inveja do Beto.
    Felizmente que ele nõ vai apoiar o Beto,pé frio como ele é, o Beto ia acabar perdendo.
    Vai apoiar o irmão, Se ele for tão competente na campanha do irmão como tem sido nas CPIs que faz. o Beto nem precisa fazer campanha.. Vai ganhar sem sair de casa.

  19. Vigilante do Portão
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 20:15 hs

    Falou bem, José.
    Notem que a “thurma” não contestou o Fato, procurou denegrir a revista e o Promotor.
    Quer maior sinal de culpa. Aprende-se isso nos primeiros meses das lides no Tribunal do Juri:
    uando as acusações forem irrefutáveis, tente desqualificar o denunciante e as testemunhas. KKK

    Vou repetir a perguntinha simples:

    Cadê o dinheiro das casas? Os mutuários PAGARAM e NÃO RECEBERAM as CASAS.
    QUEM FICOU COM DINHERIO DOS MUTUÁRIOS?

    a) A Revista Veja, e agora quer incriminar os INOCENTES do PT;
    b) o Promotor, apenas para poder denunciar o tesoureiro do PT

  20. jose
    terça-feira, 9 de março de 2010 – 22:37 hs

    Ossobuco: o MP “paulista”, é do mesmo naipe daquele juiz que “cassou” o kassab e naquele caso vc aplaudiu. Este é o problema: vc é torcedor e não consegue enxergar nada além do que te mandam ver.

    Esta é a diferença entre ser ou não petista: não somos tutelados!!!

    Vc não esclareceu nada, aliás, o pt não esclareceu nada, nem no caso do mensalão, nem nos dólares na cueca, nem dos pagamentos das contas pessoais do sr lula pelo sr. okamoto, nem de onde veio o dinheiro dos aloprados e tantos outros escândalos.

    O que vc tentou foi desqualificar uma denúncia séria, que está em andamento.

    Basta que a Bancoop responda uma pergunta básica: onde foi parar o dinheiro?

    Mas não se preocupe: tem muito mais para vc defender, pode começar pelo sarney….

  21. OSSOBUCO
    quarta-feira, 10 de março de 2010 – 9:33 hs

    José, vc só lê o que te interessa, eu escrevi com TODAS AS LETRAS, “tem mais é que investigar”, agora é preciso analisar o contexto pra ver se a denúncia é séria mesmo!

    Você vai ler o que eu escrevi agora ou vai continuar distorcendo!

  22. Laertes
    quarta-feira, 10 de março de 2010 – 9:40 hs

    Prezado José,

    O PT irá acionar judicialmente o jornal o Estado de S.Paulo, pelo editorial desta terça, e a revista Veja, pela matéria que começou a circular no último sábado.

    Também representará no Conselho Nacional do Ministério Público contra o promotor José Carlos Blat, fonte primária de onde brotam as mentiras, as ilações, as acusações sem prova e o evidente interesse em usar a imprensa para se promover às custas de acusações desprovidas de qualquer base jurídica ou factual.

    Não sou petista como muitos aqui também não devem ser,mas sou,como muitos aqui também devem ser, um brasileiro que quer ver o nosso País crescer,acabar com as desigualdades sociais e deixar de ser capacho de interesses mesquinhos de empresários e políticos que só enxergam o seus próprios umbigos.Retroagir? Jamais.

    Enquanto MILHÕES DE BRASILEIROS VIVIVAM NA MISÉRIA, estes senhores NADA VIAM, NADA OUVIAM e o pior NADA FALAVAM.
    Enquanto MILHÕES de brasileiros eram saqueados em negocios expúrios favorecendo poucos, estes senhores NADA VIAM, NADA OUVIAM e o pior NADA FALAVAM.
    Sintomático ouvir o que estes senhores estão falando!
    Soa demagógico, oportunista…

  23. bancoop
    sábado, 8 de janeiro de 2011 – 23:12 hs

    Caso Bancoop: Justiça quebra sigilo de tesoureiro do PT

    Publicada em 28/10/2010 às 18h12m

    SÃO PAULO – A Justiça acolheu nesta quinta-feira a denúncia contra o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, e de outros cinco nomes envolvidos em caso de suposto desvio de dinheiro da Bancoop, a cooperativa imobiliária ligada ao Sindicato dos Bancários. Ex-diretor da entidade, Vaccari e Ana Maria Ernica, atual diretora da Bancoop, terão seus sigilos bancários e fiscais quebrados pela Justiça. Além de responder por estelionato, formação de quadrilha ou bando e falsidade ideológica, os dois também responderão a processo por lavagem de dinheiro. A juíza Patrícia Inigo Funes e Silva, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, não autorizou, no entanto, o bloqueio de bens dos acusados, conforme o pedido do promotor do Ministério Público José Carlos Blat. O caso vai correr em segredo de Justiça, de acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo.

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