Alckmin dispara e reforça favoritismo tucano, diz Datafolha | Fábio Campana

Alckmin dispara e reforça favoritismo tucano, diz Datafolha

Na 1ª pesquisa do ano, ex-governador aparece com até 53% das intenções de voto

No melhor cenário para o tucano, Mercadante (PT) tem 13%, Russomano (PP), 10%, Feldmann (PV), 3%, e Ivan Valente (PSOL), 1%

De Fernando Canzian:

No primeiro levantamento do Datafolha em 2010 para avaliar as intenções de voto para o governo de São Paulo, o ex-governador tucano Geraldo Alckmin aparece disparado à frente de potenciais adversários nos cenários pesquisados.

No cenário mais favorável ao ex-governador, Alckmin tem 53% das intenções de voto, o que poderia lhe garantir uma vitória no primeiro turno.

A pesquisa alternou os nomes de Aloizio Mercadante e Eduardo Suplicy como candidatos do PT e incluiu ou não um candidato pelo PSB.

No cenário em que Alckmin aparece com 53%, Mercadante tem 13%, Celso Russomano (PP), 10%, Fabio Feldmann (PV), 3%, e Ivan Valente (PSOL), 1%. Votos em branco ou nulos somam 10%, e os indecisos, 9%. Nesse cenário não haveria candidato do PSB.

O quadro eleitoral no Estado de São Paulo ainda está bastante indefinido. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva gostaria que Ciro Gomes (PSB) desistisse de concorrer à Presidência da República e saísse candidato no Estado por uma coalizão que incluiria o PT (Mercadante ou Suplicy, portanto, não concorreriam).

Ciro afirma que não desistirá de concorrer à Presidência, e uma ala de seu partido em São Paulo gostaria que o empresário Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) saísse candidato pelo PSB.

Se Skaf entrar na disputa, quase nada mudaria para Alckmin ou para os demais líderes na corrida. As intenções de voto no tucano oscilariam de 53% para 52%. Mercadante e Russomano manteriam, respectivamente, 13% e 10%. Skaf possui, nesse cenário, 2%.

Se Ciro Gomes ficar de fora da disputa em São Paulo, o senador petista Eduardo Suplicy pretende concorrer com Mercadante pela vaga do partido. Segundo o Datafolha, Suplicy atrairia inclusive mais votos ao PT do que Mercadante.

Em cenário sem um candidato do PSB na disputa, Alckmin tem 49%, Suplicy aparece com 19% (ante os 13% de Mercadante) e Celso Russomano, com 10%. Praticamente não haveria mudança nas intenções de voto dos três líderes mesmo se Skaf disputar pelo PSB.

A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 25 e 26 de março e ouviu 2.001 eleitores no Estado de São Paulo. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


20 comentários

  1. ildo baldo
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 14:36 hs

    SÓ QUERO VER O ALKMIM NÂO TEM MAIS NADA PARA VENDER EM SÂO PAULO VAI SER LIVRE A ROBALHERA

  2. CAÇADOR DE PETISTAS
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 14:50 hs

    VAMOS FAZER UM CÁCULO FÁCIL, FÁCIL.

    Eis a grande verdade. Alckmin com 53% das intenções de voto em São Paulo, maior reduto eleitoral do Brasil e da mesma perfrmace se encontra Aécio Neves em Minas, segundo reduto eleitoral.

    Vocês acham que, quem voto em Alckim v ai deixar de votar em José Serra a Presidente em São Paulo?

    E Minas cmom é que fica? E no Paraná que o PT não angaria voto nem com reza?

    Como é que fica então dona Dilma?
    Onde a velhota vai arrumar votos no Sul, Sudeste e Minas?

    Vocês acham que somente com o Nordeste a velhota se elege?

    Adeus Petezada.
    JOSÉ SERRA PRESIDENTE

  3. Dalvo - SP
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:10 hs

    Onde o Data Folha está entrevistando as pessoas, na lua? Aqui em SP a realidade mostra, nua e crua, que o governo de Serra não é essa maravilha, pelo contrário, os “doutores” fracassam na educação, o superministro da saúde fracassa no sistema de saúde de SP.

    A folha deveria ter mais respeito com seus leitores. (Há muito tempo não me incluo nessa categoria porque gosto de infomação sadia, real, e não de mentiras: portanto, não leio a folha).

    Qual o crédito que esse jornal pode ter depois de 7 anos e tres meses bombardeando o governo Lula e mentindo a favor de Serra?

  4. Luis José Ariosto Pereira - SP
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:11 hs

    55%???? eh sinal de que 45% da população nao apoia-lhe, isso em Sampa, onde o PSDB-DEM tem curral eleitoral, então imagina no resto do país ok

  5. Lucas Jerzy Portela
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:15 hs

    55% de aprovação, num governo cheio de propaganda e praticamente sem oposição, é baixo.

    J. Wagner, na Bahia, quase sem fazer propaganda, com toda a imprensa contra, e sem nenhum culto de personalidade, raia os 70% ou mais…

  6. PESQUISA DA OPUS DEI
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:28 hs

    ALCKMIN – 90%
    RUSSOMANO – 10%
    MERCADANTE – 1%
    CIRO – 1%

    TOTAL – 102%

    Beleza de metodologia que já começou a ser adotada pela Datafolha e Ibope

  7. Capitão Gancho
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:31 hs

    — Sim, verme, tu vives. Não receies perder esse andrajo que é teu orgulho; provarás ainda, por algumas horas, o pão da dor e o vinho da miséria. Vives: agora mesmo que ensandeceste, vives; e se a tua consciência reouver um instante de sagacidade, tu dirás que queres viver.

  8. JESTÃO TUCANA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:40 hs

    05/05/2002 – 10h11
    Entenda o caso da privatização da Vale do Rio Doce
    da Folha Online

    Veja, a seguir, os principais fatos que envolvem a suposta cobrança de propina durante a privatização da Companhia Vale do Rio Doce:

    Acusação

    O economista Ricardo Sérgio é acusado de cobrar comissão para ajudar a montar o consórcio que comprou a Companhia Vale do Rio Doce, em 1997. A acusação é feita por Benjamin Steinbruch, que liderou a compra da Vale e se tornou presidente de seu conselho de administração.

    Queixa

    Após ter arrematado a Vale, Steinbruch, segundo reportagem da revista ?Veja?, teria se queixado em 1998 ao então ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros (Comunicações) e ao ministro Paulo Renato de Souza (Educação) sobre o comportamento de Ricardo Sérgio.

    Valor

    Segundo Mendonça de Barros, Steinbruch relatou que o valor pedido por Ricardo Sérgio era de 15 milhões de dólares ou reais. De acordo com o ministro Paulo Renato, seriam R$ 15 milhões.

    O presidente

    Mendonça de Barros diz ter informado o presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o caso. FHC teria dito não saber nada sobre o assunto e teria recomendado ao ministro a não se envolver no assunto.

    05/05/2002 – 10h23
    Saiba os bastidores da privatização da Vale do Rio Doce
    Veja como aconteceu a privatização da Companhia Vale do Rio Doce, em 1997:

    Privatização

    A CVRD (Companhia Vale do Rio Doce) foi privatizada em 6 de maio de 1997. O consórcio Brasil, liderado pela Companhia Siderúrgica Nacional, de Benjamin Steinbruch, adquiriu o controle acionário da Vale por R$ 3.338.178.240.

    A surpresa

    O resultado do leilão causou surpresa. O consórcio favorito era o Valecom, liderado pelo Grupo Votorantim, de Antônio Ermírio de Moraes, que contava com a participação da Anglo American, do Centrus (fundo de pensão do BC), do Sistel (fundo de pensão da Telebrás), da Caemi-Mitsui e da Japão-Brasil Participação (formado por 12 corporações).

    Intervenção

    Para fazer frente ao Valecom, o governo FHC interveio no processo, impedindo que os demais fundos de pensão de estatais aderissem ao consórcio de Antônio Ermírio e optassem pelo consórcio de Steinbruch, que ficou assim:

    CSN, Previ (fundo de pensão do BB), Petros (fundo de pensão da Petrobrás), Funcef (fundo de pensão da CEF), Funcesp (fundo de pensão dos empregados da Cesp), Opportunity e Nations Bank (fundo).

    Opportunity

    O Banco Opportunity, o mesmo que Ricardo Sérgio favoreceu em 1998 no leilão do Sistema Telebrás, criou o Sweet River Fund (Fundo Rio Doce) para atrair cotistas no exterior.

    Ermírio chegou a se reunir com FHC para reclamar da concentração de fundos no Consórcio Brasil e pediu uma participação mais equilibrada. Apesar disso, o Consórcio Brasil acabou ficando com a maioria dos fundos.

    E para concluir: quem é o ?operador? dos tucanos e de Daniel Dantas

    05/05/2002 – 13h15
    Saiba mais sobre Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil
    da Folha Online
    e da Folha de S.Paulo

    O ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira teria cobrado do empresário Benjamin Steinbruch, que liderou a compra da Companhia Vale do Rio Doce, R$ 15 milhões para organizar o consórcio vencedor da privatização, segundo reportagem da ?Veja?. O ex-diretor nega as acusações.

    Veja, a seguir, as principais ligações de Ricardo Sérgio com o caso Vale e com políticos:

    Pré-história

    Ricardo Sérgio de Oliveira, formado em economia pela PUC-SP e pós-graduado pela Fundação Getúlio Vargas, tornou-se em 1989 sócio da corretora de ações RMC S/A Sociedade Corretora.

    Em 1994, Ricardo Sérgio trabalhou informalmente como arrecadador de fundos para a campanha de José Serra (PSDB-SP) ao Senado, embora não aparecesse como tesoureiro.

    Início no BB

    Em 1995, foi indicado pelo ministro Clóvis Carvalho (Casa Civil), com endosso de Serra, para ocupar a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil.

    As privatizações

    Ricardo Sérgio desempenhou um papel decisivo no processo de privatização das estatais no governo FHC, influindo na atuação da Previ, fundo de pensão dos funcionários do BB.

    A Previ fez parte do Consórcio Brasil, que arrematou a Vale do Rio Doce em 1997, e do Consórcio Telemar, que adquiriu a Tele Norte Leste em 1998.

    Crise

    Em 8 de novembro de 1998, foram divulgadas gravações clandestinas de telefonemas na sede do BNDES entre autoridades do governo sobre o leilão da Telebrás, em 29 de julho de 1998.

    As fitas indicam o interesse do ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e do presidente do BNDES, André Lara Resende, para que o Opportunity vencesse um dos leilões.

    Nas conversas, o próprio presidente Fernando Henrique Cardoso permitiu que seu nome fosse usado para pressionar a Previ a entrar no consórcio liderado pelo Banco Opportunity.

    Em uma conversa com Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio revela que deu uma carta de fiança para o Opportunity, assegurando sua participação no leilão da Tele Norte Leste.

    Saída do BB

    O escândalo da privatização das teles leva Ricardo Sérgio a deixar o cargo de diretor do BB em novembro de 1998.

  9. JOTALHAO
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 15:48 hs

    ESTE É O FAMOSO PENTEADO “COMBOVER”.

  10. MUTUKA
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:02 hs

    Eta povinho que gosta de viver em baixo d’agua !

  11. rst
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:16 hs

    A leitura do Datafolha, pela Folha, e a leitura da Folha
    domingo, 28 março, 2010 às 8:18

    Jurando que não falo mais de pesquisa hoje, acho interessante destacar alguns trechos da análise que a Folha de S. Paulo faz hoje do cruzamento entre a popularidade (recorde) de Lula e as intenções de voto em José Serra e Dilma Roussef, sob o título “Serra e Dilma empatam na base lulista”, que ainda está restrita a assinantes.

    A meu ver, a informação mais importante para começar a análise está no último parágrafo:

    “Um fato a contribuir para Dilma estar agora estacionada na pesquisa é que só 58% dos eleitores sabem que ela é a candidata de Lula; 5% acham que o atual presidente apoia Serra. Esses percentuais pouco se alteraram de dezembro para cá”.

    Como assim, “um fato a contribuir”? Jesus Cristo, será que não enxergam o óbvio, que Dilma é candidata porque é candidata do Lula? Sem nenhum demérito para ela – ao contrário, é um elogio, porque mostra que sua escolha se deu pelo valor pessoal e ideológico, não por razões eleitoralistas – qualquer pessoa sabe que Dilma Roussef, por si só, não seria uma candidata a presidente…

    Bom, partido do princípio – que está no final da matéria… – dá para entender os percentuais mencionados no cruzamento entre avaliação do Governo e intenção de voto.

    Entre os que aprovam o Governo Lula (76% da população dão-lhe classificação ótimo ou bom), Dilma tem um terço das intenções de voto, um por cento a mais que Serra, que tem 32%. Algém pode achar que isso se sustenta? Algum analista sério acha que – não tendo Dilma uma imensa rejeição pessoal, como o próprio Datafolha registra – pode acreditar que à medida em que a campanha comece e nós não estejamos mais sujeitos a esta coisa ridícula de que o presidente não possa dizer quem é sua candidata em público, os números poderiam permanecer estes?

    Claro que, quando falo deste ridículo não estou defendendo o uso da máquina, mas o direito – e até o dever – de o Presidente da República poder expressar suas posições e opções político-eleitorais. Ou alguém acha “democrático” que quase 60% da população não saiba quem é a candidata de Lula? Democracia é isso, manter o povão desinformado até começar o mês e meio do “reino da fantasia” dos programas eleitorais?

    Desinformação não é exatamente isso, o não-saber?

    Desculpem a forma dura de falar, mas as elites sabem bem direitinho quem é quem. Esta “pasteurização” da política, este moralismo troncho de quem sempre usou o poder de Estado, da mídia e do dinheiro para ganhar eleição é coisa da direita. Eles adoram o “politicamente correto”, que não machuca, não fere, não arranha o status quo.

    Eles se apresentam como os “campeões da liberdade de informação”, desde que a informação seja a deles, claro.

    E o que diz mais a Folha? Diz que entre os que consideram o governo “regular”, que são 20% da população, e entre os 4% que o acham “ruim ou péssimo”, Serra tem 51 e 48%, reespectivamente.

    Portanto, reparem, Serra só tem a metade dos que se sentem oposição a Lula. E não tem desconhecimento de que ele seja de oposição, não, tanto que jogaram o ex-presidente Fernando Henrique para escanteio justamente por essa “inconveniente” mania dele que querer mostrar que é oposição ao atual presidente.

    O tucanato tem um jogo claro: manter a população desinformada. Não quer que o povão saiba quem é situação e quem é oposição.

    Para a nossa sorte, isto é impossível. O país não é mais um lugar onde só os jornais e a Globo falam e as pesquisas eleitorais são anunciadas quase que como boletins oficiais da Justiça Eleitoral.

    Os caciques eleitorais do PT que andam pelos jornais dizendo que este Datafolha “foi bom para acabar com o clima de já ganhou” estão, me perdoem a franqueza, dando uma daqueles jogadores de futebol que ficam dizendo que “o adversário tem uma grande equipe, vamos respeitar o time deles e lutar por um bom resultado”.

    Já imaginaram se as torcidas agissem assim?

    Para a esquerda meus amigos, eleição se ganha com paixão. A frieza só interessa ao conservadorismo. Ou vocês não repararam como Serra em geral é lacônico, comportado, “certinho”… Mas a vaidade de alguns da esquerda em aparecer como “intelectuais” que analisam friamente e produzem declarações mais frias ainda, os leva a fazer, assim, o jogo da direita.

    Duvido que Lula, traquejado como é, entre nesse jogo. Faz meses que eu falei aqui: o “paz e amor já era”. Esta, ainda bem, não vai ser uma eleição de marqueteiros.

  12. Tucanos tremei
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:19 hs

    Lula é campeão em aprovação popular
    Publicado em 29-Mar-2010
    ImageUm processo já em curso há vários meses teve sequência nesse fim de semana: mais uma pesquisa, agora a do Datafolha, mostra que a população continua a atribuir índices de aprovação cada vez maiores à administração do presidente Lula. A nove meses de deixar o cargo, o presidente atingiu a melhor avaliação desde que assumiu o posto em janeiro de 2003, com nada menos que 76% dos brasileiros apoiando seu governo considerando-o ótimo ou bom. Conforme registra o Datafolha, o resultado é um recorde batido por um presidente da República desde 1990 quando o instituto começou esse tipo de aferição, um índice jamais alcançado pelos outros três presidentes do período – Fernando Collor de Mello, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.

    Image
    Fonte: Datafolha

    Um processo já em curso há vários meses teve sequência nesse fim de semana: mais uma pesquisa, agora a do Datafolha, mostra que a população continua a atribuir índices de aprovação cada vez maiores à administração do presidente Lula. A nove meses de deixar o cargo, o presidente atingiu a melhor avaliação desde que assumiu o posto em janeiro de 2003, com nada menos que 76% dos brasileiros apoiando seu governo considerando-o ótimo ou bom.

    Conforme registra o Datafolha, o resultado é um recorde batido por um presidente da República desde 1990 quando o instituto começou esse tipo de aferição, um índice jamais alcançado pelos outros três presidentes do período – Fernando Collor de Mello, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.

    O presidente Lula pode estar se convertendo, assim, no chefe de governo mais popular da história brasileira, equiparando-se a Juscelino Kubitschek, o presidente mais popular do país, que deixou o Palácio do Planalto consagrado, mas numa época em que não haviam registros mais precisos desse tipo de aferição.

    Inegavelmente os índices de apoio obtidos pelo presidente Lula e de aprovação da população a seu governo encerram um grande potencial de transferência de votos para a candidata à sua sucessão, Dilma Rousseff. Pelo mesmo Datafolha ela atingiu um patamar em que 87% da população a conhecem, mas 53% ainda não sabem que ela é a candidata do presidente Lula, números que evidenciam as possibilidades de crescimento que a candidata petista tematé a eleição de outubro (leia mais ).

  13. Tucanos tremei
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:21 hs

    Nunca antes na História deste país se investiu tanto
    Governo lança PAC 2 para investir R$ 1,59 trilhão

  14. Tucanos tremei
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:23 hs

    PAC 2 tem plano de investimentos de R$ 1,59 trilhão

    A segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) tem previsão de investimentos de R$ 958,9 bilhões, no período 2011-2014. Para os anos pós-2014, a estimativa de investimentos é de R$ 631,6 bilhões. Os dois períodos somados alcançam um montante de R$ 1,59 trilhão.

    O PAC 2 inclui novos projetos com investimentos para o período 2011-2014 e pós-2014 e incorpora ações com etapas iniciadas no primeiro PAC e que tinham originalmente cronogramas de execução previstos para depois de 2010.

    Os focos de atuação do PAC 2 permanecem os mesmos – Logística, Energia e Social-Urbano -, mas para favorecer o acompanhamento e o controle social decidiu-se desdobrá-los em seis grupos: Cidade Melhor, Comunidade Cidadã, Minha Casa, Minha Vida, Água e Luz para Todos, Energia e Transportes.

    Cada grupo conta com uma estimativa de recursos. Os grupos Transportes e Energia apresentam uma seleção preliminar de projetos. Os demais grupos, assim como foi feito no PAC, terão sua seleção de projetos feita entre abril e junho, a partir de diálogo com Estados e Municípios.

    O Legado do PAC

    O PAC é um programa estratégico de investimentos, que combina medidas de gestão e obras de infraestrutura. A primeira edição do Programa, lançada em janeiro de 2007, previa investimentos de R$ 503,9 bilhões até 2010. Este valor foi, posteriormente, ampliado para R$ 638 bilhões.

    De acordo com o último relatório divulgado pelo comitê-gestor do PAC, o valor investido até dezembro de 2009 foi de R$ 403,8 bilhões, correspondendo a 63,3% do total.

    As ações concluídas nos primeiros três anos totalizam R$ 256,9 bilhões, ou 40,3% do montante.

    Um dos principais resultados do Programa foi ter elevado a taxa de investimento em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), de 16,4%, em 2006, para 18,7%, em 2009.

    Os investimentos do Governo Federal (OGU e Estatais) também aumentaram sua participação no PIB, de 1,6% para 2,9%, no mesmo período.

    O PAC contribuiu, ainda, para a geração novos postos de trabalho formal. Entre janeiro de 2007 e fevereiro de 2010 foram criados de 5,67 milhões de empregos. Em alguns setores envolvidos nas obras do Programa, a média de empregos criados é cinco ou seis vezes maior que a média geral.

    De 2007 a 2009, as desonerações tributárias oriundas de medidas do PAC alcançaram R$ 42 bilhões, com previsão de mais R$ 24,1 bilhões para 2010.

    Junto com a recuperação da capacidade de planejar e investir, o PAC firmou uma sólida parceria do setor público com o setor privado e revigorou o pacto federativo, promovendo um trabalho harmônico e integrado entre as esferas da Federação.

    PAC 2 – EIXOS, ÁREAS, METAS E INVESTIMENTOS PREVISTOS

    PAC – Cidade Melhor
    Áreas – Saneamento, Prevenção em Áreas de Risco, Mobilidade Urbana e Pavimentação.
    Meta – Enfrentar os principais desafios das grandes aglomerações urbanas, propiciando melhor qualidade de vida.
    Investimento previsto – R$ 57,1 bilhões (2011-2014).

    PAC – Comunidade Cidadã
    Áreas – Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e Unidades Básicas de Saúde, Creches e Pré-escolas, Quadras esportivas nas escolas, Praças do PAC e Postos de Polícia Comunitária.
    Meta – Presença do Estado nos bairros populares – aumentando a cobertura de serviços.
    Investimento previsto – R$ 23 bilhões (2011-2014)

    PAC – Minha Casa, Minha Vida
    Áreas – Minha Casa, Minha Vida, Financiamento SBPE, Urbanização de Assentamentos Precários.
    Meta – Redução do déficit habitacional, dinamizando o setor de construção civil e gerando trabalho e renda.
    Investimento previsto – R$ 278,2 bilhões (2011-2014)

    PAC – Água e Luz Para Todos
    Áreas – Luz Para Todos, Água em Áreas Urbanas e Recursos Hídricos.
    Meta – Universalização do acesso à água e à energia elétrica.
    Investimento previsto – R$ 30,6 bilhões (2011-2014)

    PAC – Transportes
    Áreas – Rodovias, Ferrovias, Portos, Hidrovias, Aeroportos, Equipamentos para estradas vicinais.
    Meta – Consolidar e ampliar a rede logística, interligando os diversos modais, garantindo qualidade e segurança.
    Investimento previsto – R$ 104,5 bilhões (2011-2014) e R$ 4,5 bilhões (pós-2014).

    PAC – Energia
    Áreas – Geração e Transmissão de Energia Elétrica, Petróleo e Gás Natural, Indústria Naval, Combustíveis Renováveis, Eficiência Energética, Pesquisa Mineral.
    Meta – Garantir a segurança do suprimento a partir de uma matriz energética baseada em fontes renováveis e limpas; Desenvolver as descobertas no Pré-Sal, ampliando a produção.
    Investimento previsto – R$ 465,5 bilhões (2011-2014) e R$ 627,1 (pós-2014).

    Enviar por e-mail: Por: Zé Augusto

  15. Tucanos tremei
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:27 hs

    O chuchu já apanhou do Lula, agora quem vai apanhar da Dilma é seu patrão. E apanhar de mulher é ruim hein.

  16. Esses tucanos.
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:27 hs

    gunda-feira, 29 de março de 2010
    DEVAGAR COM O ANDOR

    Pesquisa eleitoral sem programa eleitoral, sem o candidato na telinha ou nas ruas, olho no olho com o eleitor, mostrando o que vai fazer, o que vai realizar se for eleito ou o que fez, não indica intenção de voto. O eleitor só vai depositar seu voto na urna se o candidato convencê-lo de que vai fazer mais e melhor. O eleitor vai analisar os prós e os contras do candidato, o que ele já fez, quem o está apoiando. O DEM é o partido mais corrupto do Brasil. Segundo o TSE, é o partido que mais tem políticos cassados por corrupção – como o Arruda, que seria o escolhido para ser vice do Serra se não estivesse preso por corrupção. O DEM não está apoiando o Serra pelos belos olhos dele. Está apoiando o Serra para ganhar cargos, ministérios, a vice-presidência, para voltar ao poder. No apagão na era FHC, o ministro de Minas e Energia era do DEM ex-PFL, o José Jorge. A economia da era FHC foi um desastre e levou o país a falência. São esses mesmo da era FHC, adeptos do neoliberalismo do PSDB, que serão novamente ministros do Serra.
    O novo presidente vai dar continuidade a um governo que tem mais 80% de aprovação do povo ou vai fazer um “choque de gestão” na política econômica e acabar com os programas sociais, com o programa de aceleração do crescimento, o PAC, como disse Sergio Guerra, presidente do PSDB? O novo governo vai investir na Petrobras ou vai querer privatizá-la, eterno sonho do passado? O PROUNI será mantido, beneficiando milhões de alunos carentes, ou, como deseja o DEM, que apóia o candidato Serra, será extinto? O DEM não pode negar essa intenção porque entrou com ação no STF contra o PROUNI. Políticos do DEM e do PSDB acham o Bolsa Família um programa desnecessário, chamam de “bolsa esmola” o maior programa de transferência de renda já realizado, que erradicou da pobreza extrema milhões de brasileiros. O eleitor só vai poder fazer uma avaliação correta e escolher seu candidato, quando eles mostrarem os seus projetos de governo, seus planos de governo, os nomes para compor seu governo. O eleitor vai escolher seu candidato após os debates políticos promovidos pelos meios de comunicação, ao vivo, em que os candidatos vão expor seus pensamentos, seus projetos, seus planos para o futuro do país.

    Os jornalões, os neoliberais, a direita burra, estão fazendo campanha eleitoral a todo vapor. Vão jogar sujo e pesado contra o governo Lula, contra a ministra Dilma. Tivemos como amostra uma ficha falsa do Dops nas páginas da Folha de São Paulo. Tudo isso faz parte dos projetos do tal Instituto Millenium para a volta ao poder da direita burra e carcomida, neoliberal, que quebrou o Brasil três vezes na era FHC.

    Para terem uma idéia, vejam quem faz parte do tal Instituto: Civita, da editora Abril, os Marinho, da Globo, o Armínio Fraga, ex-Presidente do Banco Central do Brasil da era FHC, Gustavo Marini, sócio-fundador da Turim Family Office e diretor ¬ executivo do Banco Santander do Brasil. Antonio Carlos Pereira, editor de opinião do Jornal Estado de São Paulo. Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau. Essa é uma pequena amostra dos milionários da mídia, empresários e banqueiros, investindo alto na eleição do Serra.

    Na verdade, eles estão investindo contra a grande maioria do povo brasileiro que foi muito beneficiado pelo governo Lula. Os pobres, os negros, o trabalhador. Muita atenção, pois vamos ter uma campanha eleitoral de baixo nível por parte da mídia, dos jornalões, como nunca antes se viu no Brasil. Vamos ter pesquisas manipuladas, notícias falsas, ilações e distorções perversas das ações do governo Lula.
    Jussara Seixas

  17. Calunga
    segunda-feira, 29 de março de 2010 – 17:40 hs

    O PT em São Paulo não ganha nem pra síndico da rodoviária. Se o Mercadante está esperando um ministério da tal de Dilma, pode tirar o cavalo da chuva.

  18. votei em Lula não voto na Dilm
    terça-feira, 30 de março de 2010 – 8:08 hs

    Pelo andar da carruagem Dilma está perto do seu teto. Não ganha a eleição!

  19. Laís
    terça-feira, 30 de março de 2010 – 10:09 hs

    Votei em Lula e voto em Dilma!

  20. JESTÃO TUCANA
    terça-feira, 30 de março de 2010 – 10:26 hs

    Por Ricardo Ruiz – SP

    É lamentável que São Paulo esteja em mãos tucanas hà tanto tempo… O estado ruiu, os investimentos migraram para outros estados, a segurança virou refém do PCC, as privatizações não deram certo, a educação ACABOU!!!
    Está mais que na hora de dar um basta nisso tudo e eleger um governador que não seja tucano ou atrelado à eles…; e pensar que o geraldinho da opus dei está louco prá voltar!!! Deus nos livre deles!!!

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