16 milhões de "duas caras" | Fábio Campana

16 milhões de
“duas caras”

A Agência Estado faz a análise da pesquisa IBOPE e conclui que o país tem 16 milhões de eleitores “duas caras”.

A mais recente pesquisa sobre a sucessão presidencial revela que cerca de 12,5% dos eleitores se apresentam com “duas caras” ao manifestar a intenção de voto.

Eles são os que querem eleger a pessoa apoiada pelo presidente Lula, mas citam José Serra como seu candidato favorito. Ou os que preferem alguém da oposição, mas se dizem inclinados a votar na petista Dilma Rousseff.


8 comentários

  1. Borduna
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 11:46 hs

    Mais respeito com o eleitor. Não são duas caras, são indecisos.kkkkkkkkkkkkkkk

  2. Capitão Gancho
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 11:53 hs

    Isso é papinho de gente que está começando a ver que a maré está subindo e tem muita água que arrisca subir a serra e afogar mais gente do que se pensava.

    Lá na terra do nunca o Peter Pan chama esse tipo de matéria de desespero. A Wandy chama de suspiro do morto>

    E a maré está subindo…

  3. Osmar Santos
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 13:21 hs

    Que ridículo…. Só se fôssemos imbecis para acreditar nesse tipo de informação. São pessoas que não sabem que a candidata de Lula é Dilma. É ignorância, estúpido….

  4. Silvano Andrade
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 13:44 hs

    ibope

    Não se deve dar crédito a este instituto comandado por cartola carioca…

    Não trocando galho por bugalhos: como a cariocada é ganaciosa, não querem dividir de jeito nenhum o bolo do petróleo…

    tem uma cidadezinha chamada macaé que recebe uma bolada anual, e não se vê grande obras naquele buraco…pra onde vai esta grana toda…um pouco com certeza foi pro bolso dos garotinhos, mais especificamente antony e rosinha.

  5. Fora BORDUNA!!!!!
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 13:44 hs

    Mais um comentario sem utilidade do BORDUNA….Escreva quando tiver alguma coisa interessante para escrever…

    Escrever por escrever nao dá nehh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  6. O Marca
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 14:17 hs

    Acredito nisso. Grande parte desses “duas caras” encontram-se no jurídico da URBS, dizem…

  7. Divanir
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 18:23 hs

    Eu acredito nisso, pois tem pessoas que não conseguem ser honesto consigo mesmo, aplaude cada político que vê, fala mal do deputado, mas pela frente fica puxando o saco, isto é o caso dos líderes de bairros, que puxam o saco de quem aparece com mentiras, pois a maioria dos líderes de bairros tem vontade de um dia ser vereador de seus município, mas na realidade nenhum está pensando no povo e sim em seu bolso. É aquele caso, se aparece o Dep A, diz que vota nele, se aparece o Dep B fala que é nele que vota. Já participei de audiências públicas e o que cansei de ser foi pura hipocresia.

  8. O que a midia não mostra
    segunda-feira, 22 de março de 2010 – 22:31 hs

    José Serra foi o carrasco do RJ, MG, PR e ES, na constituinte

    Recentemente os estados, sobretudo do Nordeste, defenderam uma reforma tributária, com melhor divisão do ICMS (imposto estadual), para que uma maior parte fosse cobrada no estado onde o consumidor compra. José Serra (PSDB/SP) foi contra. São Paulo é o estado mais industrializado, e um morador do Nordeste que compra um carro fabricado em São Paulo, paga o ICMS para os cofres paulistas.

    Todas as mercadorias produzidas no Brasil pagam ICMS no estado onde são produzidas, ou melhor, quase todas. Eletricidade e petróleo, diferem das demais, e pagam onde são consumidas.

    São Paulo é o maior consumidor de eletricidade e petróleo produzidos em outros estados. Por isso, o então deputado José Serra (PSDB/SP) mexeu seus pauzinhos durante a constituinte de 1988, para tratar estas duas mercadorias diferentes de todas as outras.

    Na prática, Serra saqueou o ICMS sobre o petróleo do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, e saqueou o ICMS sobre a energia elétrica consumida em São Paulo, e produzida no Paraná, em Itaipu, e em Minas Gerais, nas diversas hidrelétricas do Rio Grande e do Rio Paranaíba (MG).

    Serra foi o relator da comissão que reformulou o sistema tributário, e produziu esse “Frankstein”, atendendo ao lobby da FIESP e do poder político paulista, criando regras onde São Paulo sempre ganha e os demais estados sempre perdem.

    Para compensar essa perda do ICMS, os estados produtores de petróleo, passaram a ter direito a uma parcela maior dos royalties, a título de compensação.

    A emenda Ibsen Pinheiro, produz uma distorção ao promover uma reforma tributária, retirando os royalties a mais do petróleo para estados produtores, sem repor o recolhimento do ICMS nos estados produtores.

    Todos defendemos que a riqueza nacional seja bem distribuída entre todos os brasileiros, e a riqueza do pré-sal deve contemplar a todos por igual, sem privilegiar apenas alguns, sem concentrar renda, justamente nas mãos dos estados mais ricos do Brasil. Mas não faz o menor sentido o Rio, o Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná transferirem renda justamente para São Paulo, o estado mais rico e mais industrializado do Brasil.

    Certamente a emenda Ibsen sofrerá modificações, corrigindo distorções que quebraria o estado do Rio de Janeiro, da noite para o dia. Mas a médio prazo, uma melhor justiça tributária entre os estados, continua se fazendo necessária. São Paulo merece seu quinhão, proporcional ao tamanho do estado e da maior população de brasileiros que nele vive, mas não pode avançar no quinhão dos demais estados, como José Serra fez na constituinte.

    Enviar por e-mail: Por: Zé Augusto .

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