"Na política, tudo é reversível", diz Richa | Fábio Campana

“Na política, tudo é reversível”, diz Richa

Em entrevista ao Portal IG

O prefeito de Curitiba, Beto Richa, 44, deixará o cargo em 31 de março para concorrer ao governo do Paraná pelo PSDB. A definição de seu nome como candidato foi antecipada pelo diretório estadual, uma situação que contrasta com a vivida pelo seu partido em âmbito nacional, onde José Serra, governador de São Paulo, adia o anúncio de que será postulante à Presidência da República.

Prefeito mais bem avaliado entre nove capitais brasileiras, segundo o instituto de pesquisa Datafolha, Richa acha que as situações do PSDB estadual e nacional são incomparáveis e frutos de estratégias diferentes, embora deixe claro que colocar seu nome na rua evitou especulações e apressou as conversas sobre o arco de alianças que tentará construir para sua campanha.

Ainda assim, ele defende a estratégia tucana nacional, diz que era natural o crescimento da ministra Dilma Rousseff nas pesquisas, seja pela exposição que teve seja porque “o caminho natural de quem está embaixo” é subir, mas acredita que ainda há tempo de recuperar o terreno perdido.

“Temos tempo de sobra para estabelecer a campanha”. Para ele, a disputa deste ano deverá olhar para frente e fugir da armadilha de comparações de gestões. “Temos que comparar os candidatos.”

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iG: O PSDB vive a angústia de ainda não ter candidato oficialmente anunciado. Enquanto isso, antecipou seu nome como pré-candidato ao governo no Paraná. O senhor, inclusive, já anunciou que deixa a Prefeitura no final do mês para concorrer ao cargo. O partido vive tempos diferentes? Por que para o Estado foi importante a pressa e nacionalmente é importante manter a postura de não anunciar o nome do Serra como candidato?
Beto Richa: São estratégias diferentes. Serra tem esta estratégia porque acredita que, se colocasse seu nome de maneira antecipada, poderia causar alguma indisposição na administração. Já no Paraná, o partido estava muito pressionado a dizer se teria candidatura própria. A cobrança partia de partidos com potencial de serem aliados. O diretório entendeu que era o momento de dar um indicativo pela candidatura própria, até porque um dos caminhos que se discutia era a possibilidade de apoio a Osmar Dias (PDT). Mas os filiados deram um indicativo claro de que era necessário antecipar o nome, deixar evidente a postura da candidatura própria. Foi uma opção, uma estratégia.

iG: Os senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) cobraram publicamente que o governador José Serra (PSDB-SP) por adiar o anúncio de sua candidatura à Presidência, alegando que a indefinição prejudica o partido e o projeto eleitoral. O senhor é partidário dessas críticas?
Beto Richa: Eu respeito a estratégia adotada pelo governador José Serra de não querer antecipar a disputa eleitoral. O fato de a Dilma (Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência) crescer nas pesquisas eleitorais criou a dúvida sobre se estaríamos adotando o caminho errado. Mas eu não tinha dúvida nenhuma de que ela iria crescer, ainda mais com a exposição exagerada que teve na mídia. Candidato que está embaixo não tem outro caminho senão crescer. Por outro lado, nosso candidato praticamente não falou sobre eleição. A partir da oficialização de sua candidatura, Dilma terá com quem disputar e não tenho dúvida de que a diferença entre os dois ficará evidente e expressa nos institutos de pesquisa. Temos tempo de sobra para estabelecer a campanha. E não tenho dúvidas de que Serra é o melhor candidato, o mais bem preparado, com as propostas mais consistentes para mostrar ao eleitor.

iG: A antecipação de sua candidatura no Paraná criou um ruído em relação ao antigo aliado Osmar Dias (PDT), que pode se lançar candidato tendo o apoio do irmão, o senador Álvaro Dias, que é do seu partido, o PSDB. O senhor acha que essa situação ainda é reversível ou a situação está posta e a disputa política é inevitável?
Beto Richa: Na política, tudo é reversível. Porque ainda existem boa vontade, amizade, consideração, lealdade, respeito, liderança. Nosso tempo é diferente. Eu precisava sair do cargo. Agora, podemos nos dedicar a montar um arco amplo de alianças e ainda tenho esperanças de que possamos conversar.

iG: Com quem o senhor vai caminhar nesta disputa?
Beto Richa: Ainda é cedo para falar, mas posso dizer que estamos bastante otimistas com as conversas que já estão acontecendo. Temos a possibilidade de formar um amplo leque de aliados, reproduzindo os partidos que nos apoiaram na reeleição para a Prefeitura de Curitiba, incluindo aí setores importantes do PMDB.

iG: No roteiro do PSDB, está escrito que não só o senhor ganha a eleição no Estado, como será um puxador de votos para a candidatura presidencial. Esta vantagem em Estados no Sul e no Sudeste é vista como determinante para o projeto de vitória nacional. Qual é uma meta factível de diferença de votos no Estado? Como conquistá-la?
Beto Richa: Não vou me comprometer com um número certo, mas obviamente queremos abrir a maior vantagem possível no Estado. Vamos trabalhar com toda força, intensidade, ser um companheiro leal ao candidato José Serra. Acredito muito nos ideários deste partido, que meu pai (José Richa, ex-governador e ex-senador pelo Paraná, morto em 2003 aos 69 anos) ajudou a fundar. Eu acredito em nossas diretrizes e conheço o José Serra, um dos políticos mais preparados do país, que atuou com destaque em todos os cargos públicos que ocupou.

iG: Qual o discurso que o senhor acha que o PSDB deve adotar nacionalmente para enfrentar uma candidatura apoiada maciçamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem elevados índices de popularidade?
Beto Richa: Acho que não precisamos comparar governos. Devemos lembrar que o primeiro passo foi dado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), o segundo pelo presidente Lula e Serra significa o terceiro passo. Ele é o candidato mais preparado para liderar os grandes avanços que o país está preparado para vivenciar. Temos que olhar para frente e não ficar comparando com este ou com aquele. Temos que levar a disputa exclusivamente para os candidatos Serra e Dilma. Quem é o mais preparado, quem é o mais confiável.

iG: Pesquisas apontam o senhor como o prefeito com maior popularidade nas capitais brasileiras. Quais os fatores que o senhor acha que são diferenciais para atingir este grau de popularidade, na casa de 70%? Como replicar isso, dadas as diferenças de proporção, para uma eventual administração estadual?
Beto Richa: Estive nesta semana com o vice-prefeito de Belo Horizonte (Roberto Carvalho, do PT) e ele me fez a mesma pergunta, o que há de tão diferente para que uma avaliação popular tão expressiva. A verdade é que não fiz nada de diferente, apenas o que a consciência mandou. Não ergui nenhuma obra faraônica, que seja lembrada pela sua plasticidade. Criamos um grande grupo de trabalho que segue as nossas diretrizes e fizemos uma marcante opção pela gestão democrática, mais próxima das pessoas. Fizemos quase 300 audiências públicas para elaborar as políticas, as nossas prioridades. Posso dizer que tivemos destaque em todas as áreas da administração pública, seja na educação, cujo desempenho dos nossos alunos é reconhecido como um dos melhores pelo MEC (Ministério da Educação), a Saúde melhorou, temos um programa de habitação reconhecido como um dos melhores do país pela própria Caixa Econômica Federal. Podemos levar essas boas práticas de governança para todo o Estado.

iG: O senhor foi reeleito prefeito em 2008, em primeiro turno, e deixa agora o cargo. O eleitor não pode achar uma quebra de contrato sua saída? Não deixa para trás promessas não cumpridas?
Beto Richa: O que não conseguimos concluir está caminhando. Para demonstrar que o segundo mandato seria tão bom quanto o primeiro, para buscar o profissionalismo da gestão, lançamos mão de uma ferramenta de gestão que foi o fato de secretários assumirem compromissos, que são acompanhados regularmente. O secretário sabe que, se não atingir a meta estabelecida, será desligado. No ano passado, primeiro ano que estabelecemos isso, tivemos índice de 90% de metas alcançadas. Avançamos em outras áreas, como na criação de vagas de qualidade em creches públicas. Iniciamos a urbanização da linha verde, a rodovia federal que corta a cidade. O que não foi concluído, está progredindo.
Fico tranqüilo por este lado. Temos um grande desafio e isso me motiva. Além disso, há um dado que me deixa com a consciência em paz: dos meus eleitores, cerca de 80% gostariam de me ver na disputa eleitoral pelo governo de Estado neste ano. Então, entendo que estou liberado pela população.

iG: A sua campanha será de coalizão ou de oposição à gestão de Roberto Requião (PMDB)?
Beto Richa: Será diferente. Não vou ficar olhando para trás, não vou depreciar o que for feito, mas propor alternativas para os problemas que atingem o cidadão do Estado, como Saúde e Segurança Pública.

iG: Outros administradores, mesmo da oposição, costumam tecer elogios ao presidente Lula, principalmente no que tange a distribuição de recursos e parcerias. Como é a sua relação com o presidente?
Beto Richa: Estive diversas vezes com o presidente Lula. No trato pessoal, ele é sempre muito agradável. No campo administrativo, fizemos boas parcerias. Mas na minha porta nunca ninguém veio bater para oferecer recurso a fundo perdido. Todos os financiamentos de programas federais que conseguimos tivemos que buscar em Brasília, não nos foi oferecido.

iG: Vamos falar de duas das principais bandeiras que devem ser usadas pela candidata Dilma Rousseff: o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e o Bolsa-Família. Qual deve ser a postura dos tucanos para lidar com esses programas, que têm nítido apoio popular?
Beto Richa: Eles se aproveitam bem destes programas que tem sido assistencialistas, paternalistas, para obter votos. Verdade que foram criados pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, mas com a preocupação da contrapartida, que se perdeu pelo tempo. Creio que estes programas sociais devem ter a preocupação da emancipação destas famílias.

iG: Prefeito, o senhor teve seu nome envolvido em casos recentes de suspeita de caixa dois de campanha eleitoral. O senhor se defendeu dizendo que não tinha responsabilidade sobre os fatos. Esse é o discurso utilizado pelo PT no caso do mensalão, por exemplo. O eleitor não pode achar que no final os desmentidos não têm o mesmo valor?
Beto Richa: No meu caso, fui absolvido por 7 votos a 0. Foi uma armação para me atingir, para atingir minha honra. Não precisava lançar mão deste recurso (distribuição de recursos não-contabilizados a aliados) na eleição e mesmo que precisasse não o faria. Ficou muito evidente que fui vítima de uma armação, de setores contrários à possibilidade de eu vir a ser governador do Estado, mas tudo foi esclarecido pela Justiça. Diferentemente do caso do PT, onde os envolvidos do mensalão foram denunciados. Não faz o menor sentido a comparação.


24 comentários

  1. Alerta
    terça-feira, 16 de março de 2010 – 21:41 hs

    Esse é o nosso futuro governador.

    diplomatico, pessoa que so pensa no bem. Nao carrega o mal dentro de si.
    Força Beto!
    45 neles

  2. FILET MIGNON
    terça-feira, 16 de março de 2010 – 22:16 hs

    SIM… De fato, tudo é reversível. Inclusive os acordos firmados há bem pouco tempo, ainda quando era candidato à Prefeito, interessante, SE REVERTERAM, não é não????

  3. Vamos ficar de olho
    terça-feira, 16 de março de 2010 – 22:50 hs

    Este só esta pensando em si e não no povo.
    Que falta de consideração para com os que o elegeram Prefeito.
    Fora Beto.
    Fora PSDB.
    O Campana deveria divulgar o Pessuti também e não só falar do Beto.
    O Pesuti é o melhor entre todos os Pré candidatos a governador.

  4. Dercy
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 0:40 hs

    E o lixo?

  5. Adriano Rabiço
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 1:50 hs

    Então era mais uma mentira??? De cumprir o segundo mandato como prefeito até o fim?? Boa escola prefeito, Lerner bom professor!! Pessuti Governador!!

  6. quarta-feira, 17 de março de 2010 – 6:49 hs

    na campanha para governador vai cair por terra o slogam utilizado na campanha para prefeito, “o melhor prefeito do Brasil”.

    vai ficar comprovado que isto não passou de uma peça politica utilizada para enganar o povão, e que deu certo naquele momento infelismente.

    vai levar chumbo GROSSO nesta eleição, é OSMAR aqui na Capital e no Interior GOVERNADOR.

  7. VERGONHA
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 8:33 hs

    BETO, CONVIDA O ADIB MIGUEL PRA SER SEU VICE, ELE TA COM A GRANA..KKKKKKKKKKK

  8. Paranaense
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 8:51 hs

    Voce quis dizer na politica nao confie na minha palavra quando dizer que vou terminar um mandato.. porque na politica minha ambicao vai alem dos interesses do povo curitibano!

  9. Valmor Lemainski - Cascavel
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 9:08 hs

    Parabéns, mais uma vez, ao Beto, pela qualidade das respostas. Não ofende, soma, até multiplica!. Bem que poderia estar respondendo a insultos, mas não o faz, pois tem em sua personalidade um elemento que funciona como cimento, unido as partes e construindo o bem. Será um ótimo governador, com certeza. Tem pedigri.

  10. claudemir ribeiro
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 9:41 hs

    bETO COM O aPOIO DO rei-QUIÃO PERDE MEU VOTO E DE TODO OS HOMENS E MULHERES DE BEM NO NOSSO ESTADO.pERDE A ELEIÇÃO ESCREVA QUE ESTOU FALANDO HOJE.

  11. Marcos Calonga
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 9:44 hs

    Nem tudo, veja o caso da assembleia (denuncia da RPC) que vem metendo a mão no $ público há quanto tempo?

  12. Rio Negro
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 10:54 hs

    Esse tambem faz acordo até com o diabo.

  13. Sou do litoral
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 11:12 hs

    COMPROMISSOS NÃO CUMPRIDOS COM OS ELEITORES, ENVOLVIMENTO COM CAIXA DOIS MAL RESOLVIDO, SÃO SITUAÇÕES QUE ME FAZ LEMBRAR DE TANTOS E TANTOS OUTROS POLÍTICOS ENVOLVIDOS COM O PIOR MAL DESTE PAÍS ; A CORRUPÇÃO!!!

  14. Cris
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 12:45 hs

    A resposta que vou dar a esse sujeito.
    Lula bate novo record de aprovação e popularidade.
    Dilma chega a 30% cai a diferença entre Serra de 21% p/5%.
    E, esse deputazinho vamos derrota-lo. Ele, e o pai.
    Agora a pergunta que não quer calar. O que o pai dele estava fazendo no governo do partido do diabo,

  15. Agenor
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 12:54 hs

    Vai andar nos onibus lotado seu prefeito…. Transporte coletivo defasado em nossa capital… FIM DA URBS JÁ!!!

  16. PAULO SERGIO MOREIRA
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 13:33 hs

    Falando em política, lembrei daquela passagem que o camarada não via sua mãe há 30 anos. Encontrou com um colega de infância e disse:”Não diga para a minha mãe que entrei na política. Deixa ela pensando que continuo tocando acordeon na zona”.

  17. salete cesconeto de arruda
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 13:48 hs

    Reversível como?
    Chiste!
    Freud explica.
    Tem gente pensando em abandonar o barco…
    Olha o FANTÁSTICO aí gente!
    Vai ter renovação NUNCA VISTA ANTES NESTE PAÍS – NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ.
    Quem está sendo acertado nessa – NOVELA DA VIDA REAL – apresentada em – CAPÍTULOS – pelos excelentes jornalistas que fizeram essa matéria?!
    Sabe aquele discurso de? “a grande maioria dos deputados estão comigo?” Pois é…
    Parabéns a RPC/GAZETA DO POVO!
    Atiraram no cachorro e acertaram o PASSARINHO!
    E isso – dizem – é só o começo.
    Quem está EMPENANDO deveria tomar mais cuidado.
    Fui!
    CADA MACACO NO SEU GALHO.
    Passei só para conferir como vai o BOSQUE PROMETIDO PARA OS MORADORES DO BATEL E DO BIGORRILHO.
    Abraços – Fábio!
    Se preocupa não…
    Fizestes a sua parte!
    As plantinhas é que não suportaram o calor que bate no VIDRO.

  18. salete cesconeto de arruda
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 13:50 hs

    Tire os pontos de interrogação que insistem em ficarem fora do lugar…
    Enigmas!

  19. Oi
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 14:13 hs

    Otima entrevita!!!

  20. Divanir
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 14:47 hs

    Não se preocupe Beto Richa, pois os tolos que aqui o criticam são aquueles que não votaramem você, é pura inveja e medo de seus canditados tomar uma ducha de água fria. Comparar o manipulável e sempre vice Pessuti à Beto Richa, é uma piada, não que o cara seja tão ruim assim, mas porque como vice de Requião não fez merda alguma para barrar suas loucuras. Quem é capaz nunca vai ser vice, e ele sujeitou-se por duas vezes, pura falta de capacidade e competência.

    Porque o cara (Beto) não pode ser governador? Será que é para facilitar as coisas para Osmar ou Pessuti?

    Beto Richa está bem intencionado em ser governador do Paraná, pois tem perspectiva de futuro e não seria louco assim de estragar sua carreira política. Aqueles que o criticam o fazem por medo, pois será eleito em primeiro turno. Para governador 45 neles.

    Cabe lembrar que só dos funcionários públicos do Paraná cerca de 90% dos votos são dele, além de seus familiares que os apoiam. Acho que faz alguma diferença!

  21. ildo baldo
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 17:58 hs

    ESSE ESTA PERDIDO POIS ATÉ OS ALIADOS JÁ ENTREGARO A RAPADURA POIS ESTÂO FIRMANDO COMPROMISSO
    COM ALIADOS DO OSMAR DIAS FAZER VALER PROJETO ASSIM QUANDO O OSMAR ASUMIR
    E QUEM O FEIS FOI O DEPUTADO MARCELO RANGEL E O PLAUTO MIRO QUE SÓ FALTAM LAMBER AS BOTAS DO BETO
    E ELES TEM CERTEZA NA VITORIA DO OSMAR
    E FECHA O CAIXÂO

  22. Agenor
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 18:14 hs

    Este ou esta Divanir é completamente sem noção ou um funcionario fantasma da prefeitura que mama nas tetas do dinheiro do povo… só pode.
    Ei Divanir, vai andar de onibus em horário de pico pra tuver… cada mané mesmo que aparece por aqui que é de ter dó…Tssssssss

  23. Marcos Cordeiro
    quarta-feira, 17 de março de 2010 – 21:15 hs

    Isso quer dizer que ele poderá até não disputar as eleições 2010!?

  24. Sou do litoral
    quinta-feira, 18 de março de 2010 – 8:28 hs

    AO MARCOS CORDEIRO ; PODE ATÉ SER MARCOS PRINCIPALMENTE SE ELE TIVER VERGONHA NA CARA!!!

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