Rusch diz que briga de Requião e Bernardo prejudica o Paraná | Fábio Campana

Rusch diz que briga
de Requião e Bernardo prejudica o Paraná

O líder da Oposição na Assembléia Legislativa do Paraná, deputado estadual Elio Rusch(DEM) considera que a discussão pública entre o governador Roberto Requião e o ministro paranaense Paulo Bernardo é ruim para o Estado.

Rusch considera que “está cada vez mais difícil de entender o governador do Paraná. Ele se diz amigo do presidente, mas na primeira oportunidade ataca seus ministros, ou seja, ataca o Governo Federal, especialmente os ministros paranaenses”.

Elio Rusch observa que “o governador sempre tenta denegrir a imagem dos paranaenses que exercem cargos importantes. Isso prejudica o Paraná . E não é de hoje. Quando era senador ele já atacava os nossos representantes em Brasília”.

VÍTIMAS

Segundo Rusch “muda o Governo, mudam as vítimas das críticas do governador . Quando ele era senador Roberto Requião atacava os ministros paranaenses da Agricultura José Eduardo de Andrade Vieira, da Previdência Reinhold Stephanes e dos Esportes Rafael Greca de Macedo”.

O líder oposicionista entende que “mesmo sendo oposição ao Governo Federal é preciso reconhecer que o ministro Paulo Bernardo, o paranaense que ocupa o ministério do Planejamento neste momento é um homem íntegro e ao invés de ataca-lo o governador deveria aproveitar a oportunidade de ter um interlocutor em Brasília para que o Paraná fosse beneficiado com obras, recursos e programas ”.


7 comentários

  1. Zangado
    quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 – 18:31 hs

    Gente, o que nós – o povo paranaense – estamos ganhando com esse disque disque Requião-Paulo Bernardo ? Melhorou a saúde, a educação, a segurança públicas ? Baixou ou acabou o pedágio ? O trecho ferroviário, pelo bem ou pelo mal, não foi realizado. A consequência disso já foi noticiada: os produtores ainda estão transportando seus produtos numa bitola ferroviária que vai a 15 km por hora ou através das rodovias pedagiadas para maior celeridade, pois, as “estradas da Liberdade” (ouviram falar ?) não atendem a situação. A par de todos esses prejuízos, ainda vamos pagar o passivo judicial do pedágio – mais de 300 milhões – e ninguém (nem público nem privado) está discutindo isso, ninguém quer apurar responsabilidades concretas sobre esta malversação pública já especificada em cifra ! Chega de disque disque, a fatura do passivo do pedágio vem aí, como já noticiado neste blog em 08/06/2009:

    Sucessor de Requião herdará passivo bilionário

    “Ao deixar o governo, em abril do ano que vem para concorrer ao Senado Federal, o governador Roberto Requião (PMDB) deixará um passivo judicial bilionário para seu sucessor, que será eleito em 2010. São cerca 300 ações nos judiciários estadual e federal, incluindo as varas de fazenda públicas e cíveis em primeira instância e em instâncias superiores, como Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Porto Alegre), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), além do Tribunal de Contas do Estado (TC) e Tribunal de Contas da União (TCU). O total de dívidas ou indenizações que esses processos podem gerar passa de R$ 1 bilhão.

    Somente com as empresas de pedágio, as ações, quando julgadas, resultarão numa dívida mínima de R$ 300 milhões, sem correção, segundo cálculos da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR). Neste montante, está um volume de 83 processos de ambas as partes. Porém, as ações foram desmembradas e já somam cerca de 180 dos dois lados (empresas de pedágio e governo), segundo a ABCR. Somente as empresas são autoras de 43 ações em andamento, entre elas, várias que pedem o equilíbrio financeiro, provocado por ações do governo.

    Os procedimentos judiciais das concessionárias questionam inclusive prejuízos materiais causados por invasões e depredações das praças de cobrança, os dias em que as cancelas foram mantidas abertas por manifestantes, desequilíbrios contratuais (obras extras, por exemplo) que não foram revistos por Requião e os dias que as empresas deixaram de aplicar os reajustes tarifários por falta de autorização do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).”

  2. CAIÇARA
    quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 – 23:42 hs

    Ei…ei… Olha só, o Elio fazendo média com o PT.
    Josiliano, pode ir comprando as pantufas vermelhas!

    Rs…sr…sr…sr…

  3. luis Antonio
    sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 – 0:16 hs

    requião é doido…

  4. CLOVIS PENA -
    sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 – 6:41 hs

    Fato de uma lamentável ocorrência e irresponsabilidade, poderia servir ao menos para uma reflexão dos governantes.

    “Mato Grosso do Sul
    “Esperei 12 anos para engravidar”, diz mulher que perdeu bebê
    Costureira estava na sala de parto quando dois médicos teriam brigado. Bebê nasceu morto depois da confusão em hospital de Ivinhema”
    Em Ivinhema um recado aos que têm obrigação de cuidar dos interesses do povo e em vez disto preferem gastar o tempo em conflitos mesquinhos, desconhecendo as lesões irreparáveis que causam, por omissão no atendimento, especialmente aos mais necessitados. O tempo do governante, é assunto de interesse público.

  5. ildo baldo
    sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 – 9:50 hs

    NINGUEM ATRAPALHOU MAIS O PARANÁ DOQUE O DEM COM O LERNER COM AS PRIVATIZAÇÔES E AS GASTANÇAS DE DINHEIRO PUBLICO
    ESSE RUSCH E UM SUJEITO SUPER CARA DE PAU ESSE PROBLEMA DO REQUIÂO E O PAULO É COISA DELES E VOCE VAI TRABALHAR PARA BAIXAR OS PEDAGIOS QUE VOCE LIDEROU PARA IMPLANTAR CARRO ASSIM

  6. Zé ninguém
    sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 – 10:55 hs

    Não entendo o tal do Rush.

    Em uma hora ele diz que é Beto e na outra diz que é amigo do Osmar e dai a pouco puxa o saco do ministro petista.

    Quem tudo quer nada tem!

  7. Ary Kuhn
    sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 – 11:02 hs

    /Requião esrá sempre ,com uma bala na agulha e dispara por qualque motivo, mesmo desimpotante.

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