Requião e Temer lançam campanha "Meirelles jamais" | Fábio Campana

Requião e Temer lançam campanha “Meirelles jamais”

A estratégia do PT de fortalecer a candidatura presidencial de Dilma Roussef, do PT, para depois conversar com o PMDB vai ter reação dentro do PMDB.

Não é por acaso que o presidente do PMDB, Michel Temer, e o governador Requião, do PMDB, vão se encontrar no próximo dia 24 em Brasília.

A tentativa do PT de embarrigar o PMDB, para inclusive impor Henrique Meirelles, do PMDB, como candidato a vice de Dilma, do PT, deixou a ala que apóia Michel Temer, do PMDB, de cabelo em pé.

Requião vai propor o lançamento da campanha “Meirelles jamais”. Se funcionar, Temer será o vice de Dilma ou Requião será o candidato a presidente apoiado por Temer.


11 comentários

  1. saci
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 17:12 hs

    ah agora o requião virou camarada do temer??? esqueceu da brincadeira de ser candidato a presidente??eita que a gente morre e não vê tudo.

  2. Rastelo
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 17:16 hs

    Mais uma dupla caipira pré-eleitoral – Temerário e Requenguelo …

  3. FILET MIGNON
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 17:56 hs

    POR FAVOR, ME INFORMEM….
    CASO O INSANO SAI CANDIDATO A PRESIDENTE, PERDENDO A ELEIÇÃO, ELE NÃO FICA COM QUALQUER POSSIBILIDADE DE IMUNIDADES?
    Se não, deixe-o sair, por favor!
    AINDA VEREMOS O irmão metralha 1 NA CADEIA E COM SEUS BENS INDISPONIBILIZADOS!

  4. Ana Ameba Brega?
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 19:08 hs

    É DE LASCAR, MAS ANA MARIA BRAGA CISMOU QUE É A ENCARNAÇÃO DA OFÉLIA – POBRE OFÉLIA

    Laerte Braga

    Deve existir alguma razão especial, além de audiência (que nem é tanta assim, já se cogitou de suspender o programa) para a GLOBO manter no ar a senhora Ana Maria Braga. A matrona em epígrafe, a Miriam Leitão do entretenimento, tanto poderia parar naquelas antigas seções de quadrinhos dos bons tempos dos velhos jornais, o “acredite se quiser”, ou ir cantar noutra freguesia, tamanho o volume de mancadas ao longo de sua trajetória televisiva.

    Nem pensar em programa de humor, não confundir humor com essas besteiras que Ana Maria Braga fala.

    Ao entrevistar o jogador Petkovic em seu programa, a veneranda senhora deu uma breve explicação sobre a Sérvia, país de origem do jogador. Discorreu sobre o que era a Iugoslávia, a divisão em vários países após a morte do marechal Tito e o fim da União Soviética (tudo isso é cantado pelo diretor do programa, ou no teleprompter, onde ela lê, se depender de memorizar vai tropeçar, embolar os fios todos, fica pior que aquele filme do submarino cor de rosa com Tony Curtis e Cary Grant.

    E disparou a pergunta, bem ao estilo global, naquela de vender a ideologia capitalista, objetivo maior da REDE, falo da GLOBO, confiante na resposta do jogador. Veio em forma de batata quente. Dona Ana Maria Braga quis saber como foi nascer num “país com tantas dificuldades”.

    Petkovic respondeu que àquela época não havia dificuldade alguma, as pessoas todas tinham empregos, salários, comiam, era o regime socialista. As dificuldades começaram depois do fim do socialismo.

    Corta, muda de assunto.

    Ofélia era só uma Vera Loyola pré concebida pelo humor, antes da Barra da Tijuca, Miami brasileira. Tinha graça, charme. Nem Ana e nem a moça das padarias que levava a cachorrinha para o cabeleireiro de helicóptero para evitar que a pobre coitada se estressasse no trânsito, tinham ou têm graça e charme.

    Imagino o que deva estar sendo preparado para em programas seguintes anular o impacto da resposta de Petkovic. Em se tratando de GLOBO a histeria anti socialista, anti comunista beira às raias da paranóia e mistura-se ao puxa-saquismo contumaz de buana Obama, buana Obama, Chávez é o demônio.

    É possível até que numa reunião de cúpula a família Marinho decida por uma edição especial qualquer mostrando que Petkovic está errado. Ou, o jogador corre sério risco de vir a ser riscado do mapa e crucificado pelos comentaristas globais nos próximos jogos do Flamengo.

    O IBOPE já deve ter feito pesquisa para saber quantas “donas de casa” foram afetadas pelas afirmações do jogador e qual o impacto dessas afirmações sobre seus cérebros. Se de repente começaram a pensar, a atrever-se a pensar, ou pior, mudar de canal (tudo igual), pior ainda, desligar a tevê, ou se ainda dá tempo de salvar o que consideram “ser desprezível”, objeto a ser manipulado, ainda mais num ano eleitoral.

    Quer ver a mancada da moça (opa!).

    http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=6&id_noticia=124417

    Dá uma olhada na cara de tacho que a dita cuja ficou diante da resposta do jogador. Era para ser uma coisa e foi outra. Fora do script.

    A REDE GLOBO é o ponto alto da campanha José Collor Arruda Serra. Já estava tudo pronto para “vote num careca leve dois” e agora, além das trapalhadas do segundo careca, vem um jogador de futebol e sérvio, dizer que no socialismo não existiam dificuldades, que as dificuldades começaram no capitalismo.

    Putz! A grana que os norte-americanos gastaram para montar o novo modelo na antiga Iugoslávia, rendeu até guerra. O número de mortos, os crimes cometidos por arianos saudáveis violentando mulheres muçulmanas, que valeram a irresponsabilidade criminosa de João Paulo II pedindo que não abortassem, ou não tivessem o direito de abortar, filhos oriundos desses estupros. Tudo isso e Petkovic, no templo do capitalismo vem e diz que no socialismo não existiam dificuldades!

    Imagine um programa só com Dona Ana Maria Braga, Dona Miriam Leitão (vacinada evidente, do contrário a turma corre sério risco e mesmo assim…) e Dona Lúcia Hipólito (longe de garrafas, ou não não sai a com a), as três sob o comando de Alexandre Garcia.

    Pedro Bial faz o contraponto, mas desde que o governador Requião não apareça para meter-lhe o dedo em riste à altura do nariz e transformá-lo em anão com o epíteto “mentiroso”.

    Não ia ser num estúdio, mas numa jaula.

    Primeiro entrevistado, o ator Carlos Vereza falando sobre o “fascismo” e defendendo a entrega da faixa presidencial a José Collor Arruda Serra ou Aécio Pirlimpimpim Neves. Música de Cazuza (que não tem culpa nenhuma disso) e Reginaldo Faria, na abertura e no encerramento, dentro do avião, dando aquela banana que nem na novela…

    “Brasil! Mostra a tua cara…”

    Cara de plim plim.

    Quem sabe para facilitar nos próximos programas ela não leva a dupla SERRA/KASSAB. Vão falar sobre obras para conter os efeitos das chuvas, amigos empreiteiros, o careca do Arruda e mostrar como se faz do Brasil uma grande pizza a lá FHC. Até a muzzarella é superfaturada.

  5. Ah esses tucanos.
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 19:34 hs

    Dimenstein e FHC não têm o povo que merecem

    Respeitar às opiniões políticas dos adversários é um princípio básico da democracia, por isso, por exemplo, reproduzo aqui às opiniões pro-tucanas do articulista da Folha SP, Gilberto Dimenstein. Respeitar essas opiniões não significa concordar com elas, mas permitir que a divergência possa ficar evidenciada no conhecimento do que é exposto e defendido pelos argumentos pro-tucanos -no caso- de Dimenstein.

    Esse respeito, porem, não implica tolerar a proclamação de inverdades, como argumento para dar basamento a suas posições políticas.

    Dimenstein utiliza uma pesquisa que mostra o grau de informação da população brasileira, ou de desinformação, para tentar explicar o porque da rejeição a FHC e ao que foi seu governo. Simplificando: FHC é rejeitado porque o povo é desinformado. Pior, nos critérios de Dimenstein, a própria elite rejeita FHC porque padece do mesmo mal que o povo, é desinformada.

    Dimenstein poderia explicar o longo reinado dos tucanos em São Paulo e a eleição de Kassab com argumentos semelhantes. Mas não o faz, porque os tucanos sempre pretenderam que onde eles governam o povo é mais bem informado e que a ignorância é patrimônio exclusivo dos que apoiam Lula.

    Para proceder a sua tentativa de reabilitação de FHC, Dimenstein nos “informa” sobre o que foi o governo FHC, repetindo o discurso do tucanato e ignorando os fatos que dão sustentação a informação que hoje uma grande maioria do povo brasileiro possui.

    Como o povo e a elite não concorda com a informação que Dimenstein gostaria que ele engula, Dimenstein, arrogante, o acusa de ignorante.

    Para ele “Lula não seria o Lula que está aí sem Fernando Henrique”, do qual ele seria a continuidade, como em “uma corrida de bastão” (Primeiro FHC, depois Lula, e agora…). Tudo progredindo no mesmo sentido, um melhorando o que o outro fez. E o Dimentein fala de desinformados?

    O economista Delfim Netto também pensa que tudo mundo é desinformado, mas esse todo mundo soa como todos os da espêcie Dimenstein. Em entrevista de março de 2008, Delfim dizia: “O Fernando Henrique entregou o Brasil falido. Todo mundo se recusa a entender esse fato; em 2002, o Brasil estava (em tom enfático) fa-li-do”. (ver Delfim Neto abriu fogo: FHC entregou país “falido”).

    Contrariamente ao que “informa” Dimenstein, Lula herdou uma inflação em alta (projeção de 14%), juros altos, desemprego alto e endividamento alto. A pobreza estagnada e o crescimento econômico pifio.

    Se a informação de Delfim não é válida para Dimenstein, ele poderia ao menos citar a do seu colega da Folha, Gustavo Patu, que dias atrás escreveu que o “crescimento econômico -goste-se ou não, o indicador mais universalmente utilizado para mensurar o sucesso das administrações nacionais.” e que desse ponto de vista “A renda nacional cresceu à média de 2,2% ao ano sob FHC e deve encerrar o período lulista com taxa anual de 3,7%”, ou seja quase o dobro. E Patu acrescenta, “Mais importante politicamente, o primeiro começou seu governo com expansão acelerada e terminou em estagnação, enquanto o segundo obteve o resultado inverso.” Segundo a informação de Patu, “dólar barato e gasto público sem amarras sustentaram a popularidade inicial de FHC e garantiram sua reeleição no primeiro turno, mas levaram o endividamento público de menos de 30% para quase 50% do Produto Interno Bruto.” Nem o famoso triplé da política econômica que os tucanos utilizam como argumento para pretender, como Dimenstein, que Lula copiou FHC, fica em pé na argumentação de Patu, pois ela foi ditada pelo FMI e só aceita a partir de 1999 depois do naufrágio do “populismo” cambial.

    E a pobreza? segundo Patu, após o primeiro ano em 1994, “a pobreza permaneceu nos mesmos patamares no restante do governo tucano”.

    Hoje, segundo Nakano (economista ligado ao PSDB) “O salário real médio aumentou em torno de 6% ao ano de 2004 a 2008. A isso se conjuga o fato de que entre 2003 e 2009 foram criados 8,5 milhões de novos postos de trabalho, gerando um poderoso círculo virtuoso de crescimento autossustetado”. E repete: com a ascensão da nova classe média, por causa do aumento do emprego com melhor remuneração, entraram 90 milhões de pessoas no mercado consumidor.”

    “Marcelo Neri, PhD por Princenton e Chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, comenta os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNDA). A partir de 2004, nada menos que 32 milhões subiram para as classes A e B e 19,3 milhões saíram da pobreza. “Dá para transformar o País rapidamente, aos saltos, embora a desigualdade continue grande. Precisa cair três vezes para convergir aos níveis dos EUA.”

    (…) “O que cresceu foi a renda do trabalho e não aquela proveniente dos programas de socorro. O Bolsa-Família representa apenas 0,4% do PIB.”

    Não estamos, portanto, afirmam ele e Nakano, diante de um processo passageiro (eu quase ia dar uma de cientista político e dizer “pontual”) que não tende a se sustentar, mas da criação de um círculo virtuoso de emprego-aumento de renda-consumo-produção e de novo emprego.” (Coluna de Alberto Tamer, Estadão de hoje).

    Essa informação, sustentada nos dados da vida real e constatada por todos, constituí o fundamento da popularidade de Lula e da rejeição de FHC.

    Demorou, mas mesmo uma boa parte da elite e os intelectuais acabou abrindo os olhos perante os fatos, e é isto que Dimenstein e FHC não suportam. Que Lula seja popular no Nordeste ou nos bairros pobres da periferia, tudo bem o povo é burro resmungam sottovoce, mas entre a elite, FHC ser menos popular que Gugu Liberato e Lula mais popular que Zezé de Camargo e William Bonner, e realmente demais.

    Fica tranqüilo Dimenstein, Lula ainda é menos popular que FHC em uma certa elite paulistana.

    Mas, para seu desconsolo, conhecendo essa elite paulistana e conservadora que prefere Brazil ao Brasil, daqui a pouco vai ser chique, como em Paris, Londres e New York, adorar o Lula. O que alias já está acontecendo na forma de “O Lula até que não foi tão ruim assim porque FHC deixou tudo direitinho e ele é muito sortudo, mas essa Dilma…”

    Luis Favre

  6. Pé Vermelho
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 21:27 hs

    Ué, anos passados ele inventou o Disque Quércia phodendo com o cara que agora é seu prezado. É, pirou mesmo o quase ex-governador eleito por pouco mais da metade dos paranaenses, eu fora.

  7. so besteira
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 22:53 hs

    so besteira comenta o filé sete/

  8. Parnanguarinha
    sábado, 20 de fevereiro de 2010 – 0:02 hs

    Foi só a Dilma emPACar nas pesquisas que o PMDB tratou de pensar nas alternativas possíveis, inclusive a candidatura do Bob Req para presidência.

    Que partidinho mutreta.

    A Dilma vai ficar a pé do jeito que a coisa vai.

  9. sábado, 20 de fevereiro de 2010 – 0:34 hs

    O caso é Temer e Requião? Ou será análise político-econômica?

    É inacreditável a dupla Temer e Requião. A poucas semanas, críticas, processos, alianças, enfim algo que o Senador por Rio Grande do Sul deve estar estarrecido….com a postura do Governador do Paraná.

    É possível acreditar nessa nova dobradinha….contra o Meirelles?

    Se sanguessugas necessitassem de soro….possivelmente estariam em um asilo de loucos….

  10. Vigilante do Portão
    sábado, 20 de fevereiro de 2010 – 6:21 hs

    Favre,
    E não é verdade que o povo brasileiro é desinformado?
    Dos mais de 165milhões de habitantes, quantos sabem ler? Desses, quantos sabem interpretar uma notícia de jornal ou uma matéria de televisão?

    A propaganda é tudo, e o atual governo fez bem essa tarefa, a de “informar” aos brasileiros.

    Usam e abusam de estratégias que nos perseguem desde a “era Vargas”, a do populismo desmedido e a do culto à personalidade. Vou dar apenas um exemplo:
    Ontem caminhando por Curitiba, nas proximidades do Mercado Municipal, observei uma ENORME placa de publicidade, toda em vermelho, com letras grandes, era um agradecimento ao PRESIDENTE LULA, feito pela CANDIDATA GLEISI, pelo AUMENTO NO SALÁRIO MÍNIMO, textualmente:

    “OBRIGADO, PRESIDENTE LULA, PELO AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO”

    ASSINADO: GLEISI HOFMANN.

    Com a placa, os marquetreiros querem colocar para os leitores que o Lula é o responsável pelo aumento do salário e que a Gleisi é defensora da medida.

    Na verdade, quem patrocina esse aumento é o empresariado, embutindo nos preços dos produtos e serviços a elevação dos custos, é assim desde que o mundo é mundo. Já na Previdência Social, quem patrocina a festa é o contribuinte (entre os quais os próprios beneficiados) ao pagarem os tributos ABSURDAMENTE ALTOS de 35% do PIB.

    Publicidade RASTEIRA, eu, por exemplo, jamais votaria nela, pois usar da ingenuidade do povo para conseguir votos é repugnante.

    Quantos anúncios desses estão espalhados pelo Brasil, (trocando o nome de quem está agradecendo, é claro)? Assim, em outras cidades e em outros estados, serão outros candidatos agradecendo ao presidente pelo aumento do salário mínimo.

  11. ANONIMO
    sábado, 20 de fevereiro de 2010 – 20:12 hs

    SE DEPENDER DESSES DOIS A PEC300 DO POLICIAIS MILITARES NÃO SERÁ VOTADA NA CAMARA FEDERAL DIA 02 DE MARÇO DE 2010.

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