Requião acusa Bernardo de prejudicar o Paraná | Fábio Campana

Requião acusa Bernardo de prejudicar o Paraná

Requião aproveitou a deixa do pedido de ajuda do cacique indígena Valdir, na escolinha de hoje, para dizer que não tem tanta força assim no governo federal. Prova disso é que há 90 dias espera resposta a um pedido de audiência com o presidente Lula e não recebeu resposta.

Contestou o ministro Paulo Bernardo, que justifica a falta de recursos e obras do PAC no Paraná pela falta de projetos e de empenho de Requião. Disse que “os de baixo”, entre eles Bernardo, procuram usar o governo federal para negociar interesses administrativos dos estados em troca da submissão política dos governadores.

“Eu não vou á Brasília para me ajoelhar e negociar minhas convicções ou minhas posições. Não vou trocar apoio político por recursos. O Paraná não se submete a isso e o Paulo Bernardo deveria encontrar alguma coisa para fazer, pois ele não faz absolutamente nada a não ser politicagem e só atrapalha os interesses do Paraná.”

Entre outras, Requião afirma que Paulo Bernardo não moveu um dedo para livrar o Paraná da multa mensal imposta pela Secretaria do Tesouro por conta dos títulos podres que rficaram com o Banco Itaú na privatização do Banestado.


17 comentários

  1. Rafael Filippin
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 11:11 hs

    O Governador está manipulando vergonhosamente os índios. O pleito legítimo deles, que é ignorado na prática, serve apenas de pano de fundo para a peleja em torno da sucessão. Que nojo! É o poder pelo poder e não o poder para reparar as injustiças históricas e sociais que eles sofreram. E enquanto o Governador usa essas pessoas na sua escolinha, a COPEL não as indeniza pelos danos que provocou e ainda provoca nessas comunidades praticamente indefesas. A UHE Mauá está sendo construída em terras indígenas e não prevê destinar recursos para todas as comunidades afetadas, mesmo havendo dois documentos da FUNAI exigindo isso. As linhas de transmissão que atravessam São Jerônimo jamais proporcionaram qualquer compensação. A construção da UHE Apucaraninha só foi compensada depois de mais de 50 anos de funcionamento. Que vergonha!

  2. GIL SOUZA
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 11:18 hs

    ENQUANTO ISSO ELE (PAULO BERNARDO) E ESPOSA (GLEISE)FICAM OFERECENDO RECURSOS AOS PREFEITOS DO PARANÁ EM TROCA DE APOIO A DILMA.

    ALGUÉM DEVERIA FILMAR ISSO E POR NO FANTÁSTICO !!!

  3. pedro
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 11:19 hs

    se contrariar o req deixa de ser amigo.

  4. Andre
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 11:31 hs

    ESTA CERTO O REQUIAO. O QUE FIZERAM ANDRE VARGAS, DR. ROSINHA, GLEISE , PAULO BERNARDO, PARA O O BEM DO PARANÁ? ABSOLUTAMENTE NADA, ALEM DE POLITICAGEM. FORA CHUPINZADA DO PT.

  5. Wilson
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 11:34 hs

    Se o tresloucado Requião não é nenhuma “Brastemp” o ex-radical sindicalista bancário, o hoje moderado bem sucedido ministro, Paulo Bernardo é muito menos. Ele quer esquecer-se das origens políticas, o que é um passo para esquecer os compromissos com o próprio Estado.

    O negócio dele é puxar o saco do Lula e este por causa das bravatas do mesmo quer ver o Requião e por consequência o Paraná na pindaíba. O agravante é o fato do Lula não o perdoar por ter sido na última campanha abandonado no palanque.

    O Lula de paz e amor não tem nada e é um daqueles que dizem que “a vingança é um prato para se comer frio”. Enquanto o destemperado Requião xingava ele ao contrário só usou do poder da caneta e o peso desta não pendeu a favor do Paraná.

  6. terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 11:38 hs

    Prezado Redator. Esse caso é do roto falando do rasgado. O ………………… Bob Req mantendo a linha. É um politico de baixa estatura que aspira ter crédito junto ao governo federal, quando obteve vitória de pirro, com diferença de 10.000 votos em 2.006, num colégio eleitoral de 6.500.000 eleitores. Nem com toda a ajuda do LULLA, não conseguiu carregar o caixão com o defunto dentro. Agora no oitavo ano, falar mal do colega é uma atitude que desmerece ambos, pois nos anteriores 7 anos o que discutiram pelo bem do povo paranaense. Atenciosamente

  7. Jurandir
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 11:44 hs

    VALE A PENA LER ESTE ARTIGO:

    TCU, a besta-fera do petismo

    Parecia improvável que tivéssemos que voltar ao tema tão rapidamente. Mas o desdém do PT com a lei e a sanha com que o partido e seus aliados se jogam na briga para manter o poder mostraram-se mais uma vez ilimitados.

    O fato: na semana passada, o presidente Lula mandou incluir no Orçamento Geral da União, na marra, empreendimentos que estavam com recursos bloqueados devido a “indícios de irregularidades graves”, de acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU). Tudo coisinha miúda, como superfaturamento, sobrepreço, critérios inadequados de medição e gestão temerária.

    O governo do PT tirou da “lista negra” as seguintes obras: 1) as bilionárias refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Presidente Getúlio Vargas, no Paraná; 2) o Terminal de Granéis Líquidos do porto de Barra do Riacho, no Espírito Santo; 3) as unidades do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro.

    Em seus relatórios, o TCU não pedia a paralisação indefinida das obras, mas simplesmente a correção de pontos suspeitos. Na Abreu e Lima, por exemplo, foram encontrados indícios de superfaturamento no valor de R$ 96 milhões e sobrepreço de R$ 121 milhões nos serviços de terraplanagem. Já o complexo petroquímico do Rio exibiu superfaturamento de 1.490% no pagamento de verbas indenizatórias – e olha que, neste caso, o TCU nem sugeriu a suspensão, apenas “mais atenção” ao projeto…

    Sanadas as irregularidades, a liberação das verbas poderia voltar a ocorrer. Mas Lula, Dilma e os seus não querem saber de filigranas operacionais. O negócio é pau na máquina. A oposição não tem nada contra fazer obras que melhorem a infraestrutura do país. Mas fazê-lo ao arrepio da lei não é o que interessa.

    Os petistas fingem até estar bem intencionados. Alegam que tentam salvar 25 mil empregos que poderiam ser perdidos com as máquinas paradas. O discurso “social” encobre o fato de que, na verdade, o que se quer é inflar Dilma nas pesquisas e obter um salvo-conduto para dispor de dinheiro de sobra para cometer irregularidades de todo tipo. Desenvolvimento do país? Depois a gente pensa nisso.

    O governo tergiversa para transformar decisões técnicas e legítimas do TCU em ações para “barrar o crescimento do Brasil”. É o velho discurso do nós, os bons, contra eles, os maus, uma tentativa reiterada de dividir o país ao meio que o PT já deixou claro que buscará impor às eleições deste ano. Mas atenhamo-nos aos fatos, estes desmancha-prazeres do petismo.

    Para não sermos enfadonhos, vale analisar o mais ruidoso dos empreendimentos, a Abreu e Lima. Inicialmente, a obra custaria R$ 4 bilhões. Mas, sem razões suficientemente justificáveis por parte da Petrobras, o valor já saltou para R$ 12 bilhões. O TCU listou restrições à refinaria em março de 2009, e só cinco meses depois a empresa apresentou sua versão dos fatos – “explicações frágeis, vagas, genéricas e sem fundamentos, que não convenceram ninguém”, conforme resumiu Suely Caldas na edição de ontem de O Estado de S.Paulo.

    Mas ilegalidades como estas ou obras paradas não são suficientes para comover Lula. O que o adoece são os eventuais prejuízos à candidatura Dilma, tão dependente do combustível dos guindastes, do cimento e dos caminhões em movimento – mesmo que pago a preço de ouro com o dinheiro de cada um de nós, contribuintes. E é por isso que, de forma ensaiada, o presidente e seus asseclas atiram contra o TCU, do peito pra cima.

    “Atribuir as perdas ao TCU é uma deturpação grosseira dos fatos. Equivale a culpar o médico pela enfermidade que diagnosticou. O que prejudica o país, evidentemente, não é o TCU – que o presidente gostaria de emascular –, mas a incapacidade gerencial que se revela na elaboração de projetos eivados de ilicitudes. Isso, numa hipótese caridosa, porque a prática do sobrepreço, por exemplo, não resulta de má administração, mas de más intenções. A combinação de incompetência e roubalheira é proverbial na relação do Estado com os executantes de grandes obras no País (e provedores de grandes contribuições eleitorais)”, resumiu o Estadão na sexta-feira.

    Mas o mal vai se espraiando. Já escolada com o chefe, a própria candidata-ministra já tenta dar seus dribles à lei: afirma que não é candidata, mas vive de palanque em palanque a fazer comícios. Foram 46 atos públicos em quatro meses, de acordo com levantamento de O Globo. Dá quase três por semana, um a cada dois dias.

    Dilma já não tem papas na língua. Na sexta-feira, em Jacutinga, interior de Minas (estado que, “naturalmente”, tornou-se passagem obrigatória da candidata semana sim, semana também), afirmou textualmente: “O presidente Lula precisa de um sucessor à sua altura e eu gostaria de ser essa sucessora”. Se essa frase não é de uma candidata declarada do que mais pode ser?

    A candidata-ministra e Lula não estão sozinhos. Até a Advocacia-Geral da União foi escalada para defender as investidas eleitoreiras da petista. A assessoria jurídica do governo respondeu a uma das representações feitas pela oposição na Justiça Eleitoral com o “argumento” de que a acusação “limita-se à singela tarefa de elaborar conjecturas a partir de frágeis elementos”.

    Para a AGU, manietar o TCU, mandar tocar ações com suspeitas de irregularidade, fazer comícios com dinheiro público em obras que são mero barro, disseminar boatos terroristas de que a oposição irá abandonar políticas sociais e mesmo anunciar a pretensão de ser presidente não tem nada a ver com campanha. Seriam meras “conjecturas” políticas. É o fogo pesado do petismo agindo. O deboche parece não ter limites.

  8. terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 12:43 hs

    Dessa vez Requião tem toda a razão.

  9. Jose Carlos
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 13:36 hs

    Falta pouco, muito pouco, pouco mesmo para o fim das trevas medievais, do obscurantismo e da inquisição… já se vê a luz no fim do túnel e a brisa soprar muito de longe, nesta combalida quinta comarca paulista, que andou de ré engatada nestes sete fatídicos e lamentáveis anos… o governo dos arados de muares, do capim elefante, do adubo de titica de galinha, do niilismo tatibitate, da conversa mole p’ra boi dormir, do monólogo inútil e interminável tratando desde agricultura até física nuclear, passando por finanças internacionais… setenta anos de atraso em sete anos…. já vão tarde… vão faltar fogos de artifício na praça …

  10. Jango
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 13:47 hs

    Dessa vez Requião também não tem a razão.

  11. Tatiana
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 13:47 hs

    Entre o Requião e o Paulo Bernardo, mil vezes o Requião!!

  12. CLOVIS PENA -
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 14:02 hs

    Lula sabe perceber que determinados alvos são improvisados e que os disparos são para êle.

  13. SALIERI -
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 14:03 hs

    O canto do cisne.

  14. claudemir
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 14:17 hs

    O REQUIÃO NÃO PODE ESQUECER DE QUE É ELE QUEM MANDA NO PARANA OU NÃO, OU ESTOU ENGANADO EU VOTEI PARA ALGUEM MANDAR NESTE ESTADO, CLARO QUE AQUELA PIADA ABAIXA OU ACABA NÃO PASSOU DE UMA PIADA

  15. Austragésilo
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 16:25 hs

    Pura política de lado a lado. Enquanto isso, a melhora na qualidade de vida do cidadão paranaense fica em segundo plano. Foi-se o tempo em que se respeitava, mesmo que minimamente, o cidadão-eleitor. Hoje a desfaçatez toma conta, a política chafurda na lama e os pretendentes a cago eletivo são ainda piores.
    Com a agravande de que no governo populista, a maciça distribuição de bolsas, alicia o pobre e incauto eleitor, que entre o que por na mesa para os filhos comer e trocar o voto por cesta básica, não vê alternativa e joga o voto no lixo, continua comendo mal e perde também a esperança em mudar de vida.
    Aliás, o governo Chavez é o exemplo desses populismo desvairado, decadente que faz da Pátria o fundo do quintal dos interesses inconfessáveis de espertalhões que buscam se perpetuar no poder juntamente com seus apadrinhados, associados, vinculados e consoociados, em que, os interesses maiores do povo brasileiro – educação, saúde, transportes, esgoto etc – fica em segundo plano, enquanto a politicagem e a corrupção campeia.
    Para mudar esse estado de coisas, só mesmo o voto cnsciente. O resto é papo fiado. Falta estadista na política nacional!

  16. Pé Vermelho
    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 17:03 hs

    Tatiana: Ótica Visão faz em 10 parcelas. A primeira, depois da Páscoa.

  17. terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 – 18:23 hs

    USARAM meu apelido (Jango) . só pode ser gente do ALUL, mentirosos e tranbiqueiros como ellles

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