Lerner defende privatização do Banestado | Fábio Campana

Lerner defende privatização do Banestado

Jaime Lerner decidiu encarar o debate sobre a privatização do Banestado que seus adversários, especialmente Requião, tomaram como cavalo de batalha contra ele. Em artigo publicado hoje na Gazeta do Povo e reproduzido abaixo procura restabelecer a verdade sobre a questão e a responsabilidade dos políticos nativos.

Banestado, demagogia e realidade de uma decisão

Jaime Lerner

A discussão em torno da dívida do Banestado tem gerado comentários descabidos, alguns decorrentes da desinformação, outros embalados pela má-fé característica do oportunismo eleitoreiro.

Dez anos depois, ainda há os que acreditam – ou fingem acreditar – que a privatização do banco decorreu de um capricho do governo e não de uma decisão inescapável, imposta por uma conjuntura inexorável.

Todos sabem que o regime inflacionário encobria deficiências crônicas do sistema bancário brasileiro. Com o início do Plano Real, em 1994, da noite para o dia os bancos perderam os chamados ganhos inflacionários e entraram em dificuldades. O impacto foi mais forte nos bancos públicos, mas também atingiu duramente os privados.

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Foi neste contexto que o governo federal criou o PROER, o programa para impedir uma quebra sistema do bancos privados. Pelo mesmo motivo, tempos depois, instituiu o PROES, voltado aos bancos estaduais. Duramente criticados na época, aqueles programas consolidaram o sistema financeiro brasileiro, hoje considerado dos mais sólidos do mundo. Agora, na crise internacional de 2008, autoridades monetárias de todos os continentes reconheceram o acerto daquelas decisões.

Entender esse processo permite enxergar com clareza o que aconteceu com o Banestado.

Em fins de 1994, dias antes de tomar posse como governador do Estado, o Banco Central nos informou da condição falimentar do Banestado, do Banespa e do Banerj, instituições em que pretendia intervir. Temendo que a intervenção fosse por demais ruinosa ao Estado, assumi o compromisso de sanear o banco. Assim, em 31 de dezembro de 1994, o BC anunciou a intervenção apenas no Banespa e no Banerj.

A exemplo do que fazia o governo federal com Banco do Brasil e Caixa Econômica, já nos primeiros meses de gestão também tivemos de capitalizar o Banestado. Mas os aportes que conseguíamos fazer com grande sacrifício eram insuficientes diante da situação em que herdamos o banco. Logo ficou claro que não havia qualquer possibilidade de salvá-lo. Foi nestas circunstâncias que aderimos ao PROES.

O governo federal, ao financiar o saneamento dos bancos estaduais, impôs condições. A principal delas era evitar que esses bancos con­­tinuassem sujeitos a interferências políticas, daí que exigia a privatização ou a federalização. Tanto na privatização como na federalização, a dívida decorrente do saneamento teria de ser assumida pelo Estado. Todos os estados se sujeitaram a esta regra. Foi a famosa renegociação das dívidas estaduais. Como se lembra, o governo federal financiou em trinta anos as dívidas e criou a Lei de Responsabilidade Fiscal, interrompendo um ciclo vicioso em que governos gastavam mais que podiam – frequentemente sacando a descoberto nos bancos públicos e deixando a bomba para os sucessores.

Optamos pela privatização, que acreditávamos mais vantajosa ao Estado. E de fato conseguimos um ágio de nada menos que 306%, com o banco sendo vendido ao Itaú por R$ 1,6 bilhão, valor este que foi imediatamente abatido da dívida contraída perante o governo federal.

A questão da multa imposta pelo governo federal ao Paraná pelo descumprimento de cláusulas do processo de saneamento e privatização do Banestado é posterior ao meu governo. Igualmente, ao cotejar o valor nominal da dívida atual com os valores de dez anos passados, é necessário considerar as correções, que são feitas com base na variação média das Letras do Tesouro Nacional, e as renegociações posteriores para fazer caixa ao Estado. Desconsiderar isso é incorrer em sofisma grosseiro, quando não mal-intencionado.

Afastado das disputas políticas desde que deixei o governo, raramente tenho me manifestado sobre o nosso Estado. Um pouco em função da atividade profissional, mas sobretudo pelo temperamento avesso a polêmicas, tenho me imposto o silêncio até ante ofensas injustificáveis. Mas não posso ouvir calado que tenha sido um crime a privatização.

Jaime Lerner, governador do Paraná de 1995 a 1999 e de 1999 a 2003, é urbanista


41 comentários

  1. Borduna
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 18:01 hs

    E os títulos frios de Santa Catarina, Alagoas, Guarulhos, etc. Nem uma vírgula na fala de Lerner. Toda a polêmica atual gira em torno disso, e nada…. Cade as explicacões?

  2. Saturado
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 18:06 hs

    LERNER É BETO E BETO É LERNER, CRIA E CRIADOR……….

  3. cejota
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 18:28 hs

    Parabens Prefeito e Governador Jaime Lerner.
    Curitiba deve muito a voce.O Paraná deve muito a voce.
    Se teu sucessor tem o que falar de voce é porque voce realizou. O ciume e inveja é uma merda.

  4. Guardalupe
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 18:38 hs

    Puta la merda, o cara tá vivo!!!!

    Eu acho que tem que privatizar Itaipu também, vc não concorda Laertes?

    Como roubavam no Serlopar e ninguem pia!!!

    Com o dinheiro do serlopar, pelo menos dois governadores foram eleitos!

    Essa briga torna a política uma latrina pública, todo mundo defeca e urina, mas no final quem tem pago o pato é o rio Belém e assim viramos uma ecocologicamente cidade sem lambaris ou chinelões!

  5. Demolidor de Demotucano
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 18:46 hs

    Ao Laertes papagaio do FHC.Mostrando a miopia fiscalista que o orienta até hoje, Cardoso escreveu em seu artigo (“Sem medo do passado”), publicado no Globo: “Esqueceu-se [Lula] dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal.”

    A entrega do patrimônio público ainda é apresentada como fórmula eficaz de fazer caixa. O que FHC faz questão de esquecer faz parte de sua história: grande parte do programa de privatização brasileiro foi financiada pelo BNDES. No cassino tucano, muitas empresas privatizadas não queriam fazer investimento aqui e se aproveitavam de polpudos créditos que também beneficiavam transnacionais já instaladas no país. O argumento utilizado era o de que a vinda desses setores permitiria agregar elementos de financiamento ao desenvolvimento nacional.

    Quando se lê um artigo assim, descontextualizado, mal costurado em seus argumentos, é que nos damos contas da importância de olhar pelo retrovisor. É ele que sinaliza as perspectivas do futuro. Nesse ponto, o texto de Cardoso é didático, quase leitura obrigatória.

    FHC sabe que a grande mídia corporativa exercerá o prestimoso papel de guiar suas mãos na hora de legitimar a irrelevância dos seus escritos. Somente os exércitos de colunistas destacados pelas famílias que controlam os meios de comunicação garantem sua vida política vegetativa.

    Quando compara a ministra Dilma Rousseff a um boneco manipulado pelo presidente Lula não faz qualquer ponderação política, apenas evidencia que sua cabeça está longe de ser privilegiada. É uma mente que destila bile (que está na raiz da palavra melancolia) para desqualificar seus adversários. É o menestrel da política pequena buscando a facilidade da ribalta midiática.

    Antes de dizer que “o PT “tenta desconstruir o seu mandato”, o ”príncipe” deveria dedicar mais tempo à leitura do que andaram falando sobre seu governo as principais lideranças do seu partido, em especial o governador de São Paulo. Uma boa sugestão seria o livro “Conversas com Economistas Brasileiros II”, que a Editora 34 lançou em 1999. Lá ele encontraria o seguinte trecho:

    “A política cambial do primeiro governo Fernando Henrique Cardoso foi um desastre gratuito e total. Foi resultado de pouca reflexão analítica de seus condutores. Suas conseqüências foram devastadoras em muitas áreas da economia, inclusive comprometendo as metas fixadas no processo de privatização.”

    Essa crítica, das mais contundentes feitas por um economista que participou dos dois mandatos do governo FHC, é de José Serra em entrevista a dois professores da FGV, Guido Mantega e José Márcio Rego. E agora, quem é o boneco de quem? Nem mesmo um governador que submergiu com as enchentes em São Paulo, levando com ele a suposta capacidade gerencial do tucanato, pôde endossar a política arrasada do ex-presidente. O que esperar da oposição? A compaixão que deve ser concedida aos incapazes?

    As palavras do ex-presidente devem ser vistas como movimentos de descompressão da realidade. Quando, a partir da melancolia e solidão de sua maturidade, um ator político faz a volta à infância, o ridículo se apodera do cenário. Fernando Henrique precisa de amigos.

  6. ▄▀▄†Ψ REQUEIJÃOΨ†▄▀▄™
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 18:53 hs

    Porque Lerner não privatiza o seu Shoping em Maimi comprado com o dinheiro do Banestado ?

  7. chdetilia
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 19:26 hs

    Como pode alguem estar defendo Jaime Lerner e a sua turma? ou estes não haviam nascido ainda no governo jaime lerner, ou perderam a memoria ou só assistem a rede globo

  8. Reinoldo Hey
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 19:39 hs

    MEU DEEEEUSSSS!!!!

    Esse senhor sucateou a Educação, deu o Banestado para o Irritaú e ainda nos fez pagar as contas de sua má administração.Mudou de mala e cuia para o RJ ( de onde só deveria sair para o inferno), traiu o PDT , fingiu-se de socialista ( é mole?).
    Deveria sumir do Paraná, mas o jornal do Chico Beleza ainda dá espaço para esse tipo de safado. E ainda tem idiota que o defende!
    A questão não é privatizar o que não funciona, é manter público e fazer com que funcione.
    É claro que que alguns estão adorando o pedágio alto, o superfaturamento dos lixões e a inclusão de playboyzinhos na política neoliberal que, percebam, fez falir a economia dos EUA.
    Lerner, faça um favor para nós todos:MORRA!!!

  9. chiquinho anisinho
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 19:50 hs

    e o povo óóóóóóóóóóóóóó´!!!!! tomando cui dado

  10. terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 20:13 hs

    Lerner, volta pra casa…você e seus homens de confiança quebraram o Banestado, inclusive aquele que morreu de acidente Osvaldo Santos Filho (ex-PFL/demo), o povo não tem memória tão curta assim. O problema não é privatizar, o problema é entregar e ainda ficar pagando dividas, q. na verdade por iccompetência absoluta. Volta pra casa e fique quietinho. Se não o seu candidato não emplaca, abre o olho Beto.

  11. Rock
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 20:20 hs

    Podem falar o que quiserem do Requião mas nem um outro Governador, fosse ele Osmar, Alvaro e Richa, os tres que disputaram as duas últimas eleições com ele e perderam teriam a coragem suficiente para pegar o Paraná, depredado igual ele pegou após o Governo desse Lerner, e levasse onde ele levou hoje, um estado que bate recordes de emprego, tem pujança, aplica 30 % da arrecadação em educação, fez a copel sair do vermelho com um prejuizo de mais de 300 milhões e hoje dando lucros de até 1 bilhão e 200 milhões ano, o porto de Paranaguá batendo recordes, isso tudo contra a vontade dos privatizadores entreguistas. O argumento dessa turma que diz que as estatais são cabides de emprego cai por terra abaixo quando vemos que elas dão lucros exelentes, é melhor ser cabide e empregar paranaenses do que dar lucros que sejam mandados para os EUA e a Europa, pelo menos esses que estão no cabide aqui aplicam e gastam o dinheiro ganho, fazendo com isso girar a economia local e não de outros paises que so vem explorar e se apoderar do que já esta pronto e nunca falando em abrir novos portos e Cia eletricas com dinheiro proprio para ajudar no crescimento de nosso país, so querem mamão com açucar, vamos nos brasileiros nos paises deles tentar comprar suas estatais de água e energia e portos para ver se não somos enxotados imediatamente como exploradores. Existia um programa antigamente onde alguém imitava uma americana em um programa de humor que dizia assim, o brasileiro é bonzinho, embora eu pense que é burrinho mesmo.

  12. jose
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 20:23 hs

    E o Banestado faz alguma falta? Tarifas caras, ineficiência, péssimo atendimento? Isto já temos na CEf e no BB, não precisamos de mais um “cabide”…

    Tarifa Social é uma mentira: não é estado que paga, quem paga é o contribuinte…e esta palhaçada é fácil de ser comprovada: quem paga as tarifas de água, luz dos “menos favorecidos”, somos nós; já o Estado diminuir de tamanho, melhorar a produtividade, acabar com os cargos comissionados, enxugar secretarias…isto nunca…

    Aliás, alguém aí já viu algum prefeito reclamar do pedágio? Não né? Sabem porque? Porque o pedágio é uma grande fonte de renda (impostos) para as Prefeituras…

    Querem maior exemplo da mentira que é ser político? Vejam o que diziam os petistas (lula inclusive) sobre a CPMF, Bolsa Escola, PROER, etc e tal…e hoje o que dizem?

    O Estado não consegue fazer o mínimo, nos dar saúde decente, educação decente e segurança decente, porque querem tanto estatais?

    Chega de tutela, chega de sustentar vagabundos…

  13. Vigilante do Portão
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 20:42 hs

    O Banestado não tinha condições de se sustentar num país sem inflação.
    Os Estados não devem ter Bancos Comerciais, aqueles qeu operam na mesma faixa dos bancos privados. Estados devem ter BANCOS DE FOMENTO, para promover a industrialização e fornecer crédito imobiliário e oferecer a possibilidade de aplicação em poupança.
    A Falta de agilidade de um banco é uma grande desvantagem, quando comparados com um banco privado, vejamos:
    No Banco público, todas as compras devem obedecer à lei de Licitações e as admissões devem ser por concurso e os funcionários tem estabilidade.
    Nos bancos privados não tem nada disso, tudo é muito mais simples e rápido.
    Nos bancos públicos, os cargos de chefia são ocupados, não pelo mérito e sim pela indicação política.
    Nos bancos privados, só alcança posição de comando, quem for realmente competente.
    Quanto ao número de funcionários, os bancos privados dão um baile nos públicos. O nosso Banestado tinha 7 (sete) vice presidentes, 15 (quinze) diretorias, todos sem concurso e com carro e funcionários à disposição. Pergunte se Banco privado tem isso. Claro que não.

    A inflação mascarava os resultados do Banestado, quando acabou a inflação, o Banco Central detectou a situação falimentar do nosso Banco. Ativos fantasmas, créditos irrecebíveis, frutos de administrações desastrosas e de uso político do banco. Era vender ou arcar com prejuízos maiores.

    Quanto aos títulos podres, foi mais uma das negociatas do Banco, como aquele caso das contas CC5 do Banco Del Paraná. O banco comprou, com deságio, os tais títulos, entretanto, na contabilidade, os papéis apareciam pelo valor de face, uma “comissão” de R150milhões (na época). Na privaização, o Itau não aceitou correr o risco de não receber, a história está rendendo até hoje.

  14. inconformado
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 21:31 hs

    fico inconformado ao ler depoimento de pessoas que defendem o gov. Lerner. Ou ele são da equipe ou não tem acesso a informação.
    Sendo do PDT do Brizola, ele foi o governador mais neo liberal que o ´Paraná já viu.
    Este cidadão moeu o Estado do Parana.O itau ficou com a parte saneada do Banetado e a parte podre com o Estado.
    Poucos sabem que nos da sociedade parananaense, estamos pagando aproximadamente 40 milhoes por mes, e ainda faltal mais de 20 anso para sanar este compromisso com o governo federal que ele assumiu,, pois este governador saneou o Banestdo e presentiou o Itau
    Assim ia fazer com a Copel, porem graças ao 11 de setembro as bolsas pararam e não apareceram interressados e não deu tempo de fazer novo pregão. O Parana deveria erguer uma estátua para o Bin LADEN
    Quando ao pedágio, quem será que são os verdadeiros donos.
    no mundo inteiro somente tem pedágio em rodovias em autoestradas, com alternativas de deslocamento em estradas mais simples.
    Quanto a Sanepar, a saúde do Paraná se deve a uma das melhores empresas do mundo, quem fala mal não sabe o que é como funciona o saneamento básico. A água pertence ao povo e que for dono da água escravizará o mundo.
    Quem não acreditar vá até a sede em Curitiba e leia o acordo de acionista que Lerner fez com os francesses.
    Pasmem os senhores, que a prim eira cláusula dizia para maximizar o lucro dos acionistas e outro fato deste acordo que é inedito no mundo, foi dado aos franceses acionistas MINORITÁRIOS o comando da empresa.
    Eu nunca fiquei sabendo de coisa semelhante no planeta Terra.

  15. Sabir
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 22:33 hs

    O TEMPO E O SILÊNCIO SÃO PRIMOS IRMÃOS, NÃO RESTA DÚVIDAS.
    Quando já contaminados pela prática da agressão verbal, lemos os impropérios dirigidos tanto J.Lerner quanto ao Reiquião.
    Parece que todos esqueceram quem foi o governador que antecedeu o J.Lerner.
    Na sua manifestação J.Lerner, demonstrou além de serenidade a postura de um estadista, de extrema educação. Quanto falando das agressões que sofre como se fosse o único responsável por tudo que antes ocorreu.
    Por exemplo, omitiu o nome de seu antecessor, e das maiores dívidas de pessoa física do BANESTADO. Aliás, um dos comentaristas ofereceu uma estrela para que souber. Aquele comentarista deve saber que um dos outros era suplente de um Senador.
    Se cabe um sugestão, Sr J.Lerner, fique na sua, o Silêncio e o Tempo aliados a sua competência profissional, por certo ainda mostrará ao Povo do Paraná, quem é quem. Shalon!!!

  16. jair jacoh
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 23:05 hs

    é fato, o fim da aplicação da correção monetária nos balanços acelerou a dificuldade dos bancos com problemas, banestado incluso.
    gostaria que alguem apresentasse o quanto da necessidade de caixa do banestado decorria da loucura do primeiro governo do requião: o programa panela cheia. imaginem tomar dinheiro no mercado ao custo de CDI (coisa de 31% a.a, à época) e emprestar pela variação do preço do milho ou do leite. coisa de doido. imaginem o rombo.
    explica Bob Req!

  17. Laertes
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 0:37 hs

    Hahaha…galera saindo do armário às dúzias.

    Seguinte: a principio nada tenho contra o Estado participar da economia de mercado.

    Mas isso em países sérios, onde as instituições funcionem, o Legislativo e o MP fiscalizem, o Judiciário seja ágil e imparcial e o Executivo tenha vergonha na cara. E rico vá pra cadeia, de vez em quando, pelo menos.

    Nos Estados Unidos, os serviços são quase todos privados e o estado mantém controle por agências reguladoras (séria, não como aqui que estão na mão das próprias concessionárias).
    Tudo é privado, mas o governo lá controla tudo. Ai se as petrolíferas (todas privadas) derem um passo em direção perigosa.

    Já, na Suécia, Países Baixos e outros (em menor escala) da Europa, há serviços públicos eficientes e com pouquíssimas notícias de corrupção.

    Mas AQUI não dá. É uma roubalheira só. Onde o governo mete a mão é para roubar.

    Ao contrário do que pensa o nobre colega que postou acima, não sou FHC nem voto no Serra (questão de orientação avessa ao fascismo). Mas nem por isso sou cego.

    O governo Lula (e seus Judas aliados, Sarney, Renan, Lobão, mensaleiros, et caterva) e séquito de sindicalistas de uma nova elite parasitária é só um pouquinho “menos pior” que o dos tucanos da equipe FHC. E não sei não se não foi por pura sorte, pq nesse período de desenvolvimento global até os africanos cresceram e distribuiram renda.

    Já os defensores da Sanepar/Copel, acham que todo mundo é cego e surdo? que não sabe que enquanto racionava-se água há um par de anos atrás, os “amigos” sossegadamente ganhavam mais prazo para extrair areia “di grátis” da salvadora represa?

    Que a estabilidade no fornecimento de energia é coisa do passado?

    Que as tais “tarifas sociais” são cortesia com chapéu alheio, porque a compensação deveria sair dos impostos (estes sim, em tese, proporcionais à riqueza de cada um) e não onerando os outros consumidores?

    Que ECT (pavio da denúncia do mensalão petista), Caixa, Petrobrás, Copel, Sanepar, e muitas outras são um maná para empregar indicações de aliados, montar esquemas de caixinha de corrupção através de milionários contratos publicitários, compras superfaturadas, doações a ONG’s (vide a da esposa do Arruda, do paulinho da Força, etc, etc.) e fundações (vide Sarney/Petrobrás) dos aliados, parentes etc?

    Mas os governos anteriores não ficam atrás. Não se iludam. E se alguém acha que defendi o Lerner, leia de novo. Nunca vai ouvir isso de mim. Até admito que tem qualidades como urbanista; mas não soube montar equipe e se perdeu no controle da corrupção, por omissão. Não sabe administrar. É e sempre foi um técnico.

    Pois é, minha gente. Gostaria que não fosse assim, mas eu acho que é.
    E, enquanto for, quanto menos estatais, melhor; porque quem paga a conta somos NÓS, a sociedade.

    Meus repeitos aos que pensam o contrário. E sempre aberto a mudar de opinião se algúem me convencer com argumentos reais, e não papo furado. Só, por favor, não em venham com esse nauseante papo de esquerda e direita, porque isso nem existe mais, se existisse a maioria não ia nem saber o que era.

    A hora das pessoas de bem chegará.

  18. Tina
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 0:55 hs

    Rock,vc teve meningite e ficou com as ideias afetadas ou vc nao mora no Parana?

  19. silvio
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 1:00 hs

    Jâime, pegue sua pranchetinha e vá brincar de fazer carrinho. Ou mostre mais a cara, queremos ver o teu candidato perder votos com sua reaparição.

  20. SUL - PR
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 1:44 hs

    É a mesma história sempre…….é surgir algum escandalo ocasionado por familiares do ÓMI…..como esse dos gastos em Brasilia…..ou akele do Porto Paranagua……e o ÒMI, começa a falar mal do Lerner……sempre foi e sempre será assim….
    O duro que o ÒMI….vai subir no palanque do Beto……pois seus “apostolos deputados”, estão com uma “simpatia” enorme com o BEto…….o Khuri ja quase nao esconde o sonho de ser Vice na chapa do Beto……até entrevista ja deu em radios do interior do estado….falando sobre sua amizade e seu enorme respeito com o Beto..e ja se sente honrado por esta indicação…
    E agora Requião…..o poder nao esta mais contigo…..como vai fazer para amarrar tanta gente assim……sem corda fica dificil….ou seria cabresto ….como em 2006…..prefeitos,,,,,deputados…hein…
    Da-lhe Beto…é hora de mudar, mas mudar com dignidade…

  21. Anthony
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 2:37 hs

    O que tem haver o professor Galdino com o Lerner?
    Nada!

  22. Vigilante do Portão
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 6:19 hs

    Como tem cego no mundo.

    Lucro da COPEL,
    Já expliquei isso no Blog, vou contar novamente.
    Gente, estatal MONOPOLISTA dar lucro, significa que a tarifa está alta.
    O Lucro da Copel, deve-se ao fato de que a cobrança (sempre baseada no Dollar, pois a empresa tem ações na Bolsa de NY), está calibrada pelo Dollar de R$3,20 – posição da moeda americana de 2002. Os pagamentos dosempréstimos feitos para construir as usinas (milhões), integram o custo. Acontece que o Dollar hoje está em R$1,80, logo, a diferença é lucro, lucro esse que vai ser dividido entre os acionistas. Fácil, nem os investidores americanos, nem o governo do Paraná, querem que a tarifa seja reduzida. Por consequência, bons lucros.
    Outro fator que eleva o lucro é o sucateamento da empresa, basta ver o índice de satisfação dos clientes, em queda vertiginosa de 2003 para cá.

    Aliás, o Requião desancou as Bolsas de Valores (na escolinha da semana passada ele disse que são CASSINOS, NEOLIBERAIS

  23. Incrédulo
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 8:26 hs

    Eu já vi gente otária neste mundo mas igual a esse Laertes, não surgiu nenhum.
    Com certeza ele gosta muito desse homem que foi governador do Paraná e que, só como exemplo entre outras barbaridades, vendeu as rodovias e impôs o pedágio mais caro do país. Que motivo será que leva esse Laertes a defender tanto um homem que na minha opinião foi um dos maiores criminosos que este estado já teve? Que motivo????? Hein???? Me contem!

  24. Raul Maleatto
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 8:32 hs

    Só leitor do Campana pra defender a privatização mesmo. Os únicos em uma grande maioria que é contrária. São como gotas em um lago.

  25. Jango
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 11:01 hs

    Jose – você, com síntese exemplar, fez quatro ou cinco afirmações que foram no ponto das questões.
    O Estado é deficiente porque assomado com mandatários políticos e nepotes e comissionados e contratados e terceirizados que não tem o mais mínimo compromisso com o serviço público.
    As ditas autoridades de controle público, pagas a peso de ouro pela sociedade, constitui hoje uma nomenklatura que vive para si própria e suas benesses, jamais defendendo os princípios republicanos contra a demagogia, a incompetência e principalmente a improbidade desta troupe de politicagem que vem sucessivamente depauperando a administração pública e deixando de atender com eficiência os serviços públicos básicos de que a sociedade necessita.
    Os atos viciados emanados dos centro dos poderes públicos, o compadrio escandaloso entre os poderes para o toma lá dá cá, a inoperância quanto a apuração de irregularidades denunciadas a farta pela mídia é a peste que assola a nação e o nosso Estado, em particular, e não há reação da sociedade tomada de indecente anomia. Temos alguma esperança com as próximas eleições ? Tenho sérias dúvidas ? Nosso sistema “republicano” é uma falácia.

  26. FILET MIGNON
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 12:45 hs

    PORQUE SERÁ QUE NINGUÉM CONTA COMO E PORQUE O BANESTADO FOI SUCATEADO, NÃO É MESMO HERMAS EURIDES BRANDÃO?
    Nas eleições de 1990, quando ÁLVARO DIAS era governador e sairia candidato ao senado, e Reiquião candidato ao Governo do Paraná…
    José Richa tinha 67% das intenções de voto.
    José Carlos Martinez tinha 20/25% das intenções e Reiquião, se não me falha a memória, 12%…
    Alvaro abortou sua candidatura e permaneceu no governo…
    O palanque de Richa estava repleto, não é mesmo Hermas Brandão…
    Aí, veio o caso da aposentadoria de governador, que REQUIÃO se apegou para pechar o Zé Richa…Aí veio o caso Ferreirinha para pechar Martinez…
    80% dos candidatos a deputados que estavam com Richa bandearam para REIQUIÃO, não é mesmo Hermas Brandão?
    Daí, né, um dia saiu a listagem dos deputados que eram devedores do Banco do Estado…. Daí né o diretor do Banestado foi defenestrado…
    Em minha opinião. foiu Álvaro Dias, para ajudar REIQUIÃO que acabou com o Banestado e Reiquião acabou com o Banco Del Paraná, SE ELEGEU GOVERNADOR.
    CONCLUINDO A ISTORINHA…. E é o Lerner o culpado… E nós, simples mortais é que continuamos pagando a conta dos malucos beleza!

    S

  27. Vigilante do Portão
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 12:58 hs

    Concluindo, o comentário acima, bruscamente interrompido,

    … O Requião, na escolinha da semana passada desancou as Bolsas de Valores, dizendo que são CASSINOS…
    Bem, então ele gosta de jogar.
    Não faz tanto tempo, acho que uns dois anos, nosso governador, aquele que odeia as bolsas de valores e o CASSINO neoliberal, posou para o MUNDO TODO, imagimem, BATENDO O SINO DE ABERTURA DO PREGÃO DA BOLSA DE VALORES DE NY.

    Contando ninguem acredita. O sujeito é o maior cara de pau da história do Paraná, num dia bate o sino da Bolsa de NY, templo maior do neo liberalismo mundial, noutro dia diz que as bolsas são CASSINOS.

    CANALHA, MENTIROSO e INCOMPETENTE, acha que todo mundo é burro.

  28. TEATRO PARA TOLOS
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 14:07 hs

    “UM SUJO FALANDO DE UM MAL LAVADO”

  29. CHAPOLIN COLORADO
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 14:08 hs

    RAPAZ COMO TEM ???????????????? NESTE PARANÁ.
    O JAIME AINDA É FAMOSO APESAR DAS BEM FEITORIAS ( ? ) QUE ELE DEIXOU DE HERANÇA PARA NÓS SIMPLES PAGADORES DE IMPOSTOS , IMPOSTOS POR ESTA CLASSE DE SEMI deuses.
    PARECE UM SAMBA TANGO DE GARDEL.

  30. Aristides Wosniak
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 14:20 hs

    ao Laertes,

    Agora entendi sua posição. No começo tambem achei que estavas defendendo o ex-governador.
    Agora ficou claro. Concordo contigo. Matou a cobra e mostrou o pau.

  31. jefethe
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 15:28 hs

    Porque o Jaime Lerdo fala em governo federal, quando devia dizer o FHC, pois quando é algo ruim que nos aconteça eles enchem a boca para dizer foi o Lula, então com todos os méritos foi o FHC.

  32. BARÃO
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 15:55 hs

    O que vejo nos comentários são vociferações,maledicências contra o Ilustre Presidente Fernando Henrique Cardoso e nosso amado nobre “Lerner O Sábio”

    .Serra eleito deveria promover a distribuição gratuita de sabão em barra,daqueles bem baratos,com bastente soda cáustica,para que os petralhas lavassem bem suas fétidas bocas, antes de falarem o nome de FHC em vão.

    Vão dormir bando de babacas,zumbis do Lula,crentes em duendes,fadinhas,papai-noel,saci pererê,Oh bando de trouxas vão colocando suas micro-cabeças dentro de fornos,para irem aquecendo,ficarão com elas quentes após a vitória da Luz,do Bem,da Verdade,Serra e FHC para o Bem do Brasil,chega de Idade Média,de obscurantismo,de lulas e de mães dilmáhs.

  33. PROFESSOR JOSÉ
    quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 – 20:39 hs

    Jaiminho ba-ba ou qualquer um dos 40 amigos que o acompanharam podem explicar o estrago feito na EDUCAÇÃO DO PARANÁ? Algum fã se habilita a descrever seus feitos que lhe renderam o título de EXTERMINADOR DO FUTURO?

  34. Professora
    quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 – 10:56 hs

    Deve ter sido um estrago bem grande, não é PROFESSOR JOSÉ, porque nos dois governos do Requião nada foi feito para melhorar.

    E só não piorou porque não tem o que piorar.

    Nossa educação é uma fábrica de analfabetos funcionais.
    Chamar de piada seria elogio.

    Essa turma fala como se não fossem governo há quase UMA DÉCADA. Típico de vigaristas. Só falta colocarem a culpa em Pedro Álvares Cabral.

    O último governador que eu vi dar seriamente atenção à Educação merecia foi Paulo Pimentel. Depois disso, só enganação. A prova está aí; nossos jovens são incapazes de ler uma notícia e interpretá-la. Como exemplo tomem-se muitas das postagens acima.

    E, por favor, se não são da área e não conhecem nada, abstenham-se de comentários amadores.

  35. Incrédulo
    quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 – 16:37 hs

    Professora do Céu!!!!!
    Paulo Pimentel!!!!!
    Nem o Zé Richa foi um pouquinho melhor?????
    Se no Governo Requião nada melhorou e se continua a fabricar analfabetos funcionais como na época dos planos malucos da saliba é porque o estrago feito pelo Lerner e sua caterva foi muito grande e digo mais, se formos pensar como a SRA. deveremos abolir todos os materiais didáticos e multimeios e começarmos a usar a cartilha “queres ler”. Não era essa que se usava nos idos tempos do Paulo Pimentel?????

  36. ▄▀▄†Ψ REQUEIJÃOΨ†▄▀▄™
    sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 – 18:57 hs

    A melhor lição no Paraná é, com certeza, ver os Corruptos e a imprensa marrom sendo xingados toda semana na Escola de Governo.

  37. Irineu Banestadense aposentado
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 19:57 hs

    Com certeza os funcionários concursados não levaram o Banestado a situação crítica em que foi colocado, mas sim os diretores políticos indicados pelos governadores.
    Lerner trocou dezena de milhares de empregos do Banco do Estado do Paraná, empresas coligadas e tercerizadas prestadoras de serviço, para a geração de apenas duas mil vagas de trabalho geradas pelas montadoras de automóveis, pois que o Paraná não tinha tradição na linha de montagem de veículos, isto sem falar nos generosos incentivos fiscais dispendidos do bolso dos contribuintes, sem falar do pedágio de custo absurdo, que para se reeleger Lerner decretou a redução de 50% afirmando na época “Agora sim o pedágio tem o valor justo”, ora bolas, se este era o valor justo, qual a maracutaia anterior para estipular contratualmente um valor injusto? Afinal ele como governador não possuia uma equipe que o aconselhasse a não permitir essa injustiça que estamos até hoje atravessada em nossas gargantas?

  38. Irineu Banestadense aposentado
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 20:01 hs

    Lerner como governador foi um bom arquiteto, arquitetou muito contra o Banestado, contra a Copel, contra a Sanepar, contra o povo do Paraná, a favor do pedágio, das montadoras, só mesmo quem leu as edições do semanário impacto pr lembram das inúmeras denuncias contadas naquelas páginas…

  39. Irineu Banestadense aposentado
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 21:10 hs

    Para nosso país ser justo e ao mesmo tempo rico, há que se impor a não reeleição e o Recal dos eleitos, tanto para o Legislativo como para o Executivo em todas as esferas e níveis, se pela Constituição o mandato é de 4, 5 anos, ou 6 anos, cumpriu seu mandato? Que volte para a iniciativa privada, se em um mandato não fez nada, também não fará no segundo, tampouco no terceiro, pois política não deveria ser profissão e sim uma missão provisória…

  40. NILTON MAGNABOSCO
    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 – 11:20 hs

    Jaime Lerner, grande demolidor das finanças do Paraná !!
    Vendeu o Banestado, tentou privatizar de todas as formas a Copel, vendeu as estradas (inclusive a Ferroeste) e parte da Sanepar (processo revertido posteriormente).
    E para onde foi parar todos os valores obtidos ??? Ora, agora vem dizer que o Banestado estava com problemas quando assumiu. Mentira. Foi o próprio ex-presidente Luiz Antonio Fayet nomeado pelo Sr. que declarou perante a CPI da Assembleia do Paraná, que em 1995 o Banestado registrou lucro e patrimonio positivo, e que se o Banco tivesse sido privatizado naquela época, o Paraná não precisaria colocar nenhum recurso e ainda poderia lucrar entre R$ 300 a R$ 500 milhoes.

  41. Marcão
    domingo, 28 de novembro de 2010 – 16:44 hs

    Procurei o Governador Jaime Lerner – aliás já relatei o episódio no plenário do Senado – e marquei um jantar na casa de um amigo comum, Maurício Frishmann. A esse jantar, fomos eu, meu irmão, Eduardo Requião de Melo Silva, Maurício Frishmann e Jaime Lerner. Relatei a ele tudo o que estava acontecendo com o Banco do Estado do Paraná, porque eu não queria aceitar que o Governador Jaime Lerner soubesse daquilo tudo. Para meu espanto, a resposta que ele deu foi terrível: “Requião, por que você não faz como eu?” Eu lhe perguntei: Jaime, o que é que você faz? Ele disse: “Eu estou fazendo análise. Eu quero ser feliz. Por que você não procura o meu analista, Requião?

    …trecho de um aparte do Senador Roberto Requião no senado…

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