Gastos do governo com funções gratificadas crescem 119% | Fábio Campana

Gastos do governo com funções gratificadas crescem 119%

O Globo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva inflou o número de cargos de confiança e está gastando mais com essas nomeações sem concurso – grande parte fruto de indicações políticas. Dados recentes do Ministério do Planejamento – revelados em reportagem de Gustavo Paul e Cristiane Jungblut do jornal “O Globo” desta segunda-feira – apontam que, entre 2002 e 2009, o número de cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) aumentou 24,6%, passando de 18.374 para 22.897. Já as despesas com essas e outras funções gratificadas do Executivo passaram de R$ 555,6 milhões em 2002 para R$ 1,222 bilhão em 2009, um salto de 119,9%.

Leia a matéria completa do Globo.


12 comentários

  1. Esses tucanos.
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 10:18 hs

    Dilma sabe o quer: seguir o caminho de Lula. E Serra é o Jim Jones da oposição

    21/fevereiro/2010 18:59
    Na foto, Jim Jones, ou melhor, José Jones ao fitar os demotucanos nos olhos e dizer: bebam a poção mágica

    O PiG (*) tratou o discurso de Dilma na convenção do PT como se ela fosse um Lênin, ao lançar a NEP – a Nova Política Econômica bolchevique.

    Quem o PiG(*) quer assustar ?

    O discurso de Dilma repete a Carta aos Brasileiros de Lula, ao pacificar os mercados: vai manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e o câmbio flutuante.

    Princípios elementares e universais de política econômica que os tucanos pensam que o Farol de Alexandria inventou.

    Como se sabe, o Farol também inventou a Lei da Gravidade.

    O Estado de Dilma é o de Lula: o Estado é bom como indutor e regulador.

    O Estado não foi indutor nem regulador, quando o Farol e o Zé Alagão venderam a Vale do Rio Doce a preço de banana.

    Quando o Farol e o Serjão entregaram a telefonia a empresas estrangeiras que remetem 110% do lucro para suas matrizes.

    E o Estado fernandista não criou mecanismos para regular nada.

    Como disse Dilma, ela vai fazer na Presidência o que faz no PAC e fez no Ministério das Minas e Energia: articular o Estado e o mercado.

    Pergunta ao Binho da Cosan o que ele acha da Dilma.

    Ao Odebrecht da Braskem o que ele acha da Dilma.

    Ao Junior da Friboi.

    Aos empresários da construção civil que entraram no Minha Casa Minha Vida.
    A Dilma assusta o PiG(*).

    Porque sabe que, aí, a Dilma pensa diferente do Lula.

    Lula pegou leve na Globo e no PiG(*).

    Só, agora, no fim do segundo mandato, mandou uns recados.

    A Dilma, não.

    Ela não engole a ficha falsa do DOPS que o Otavinho arrumou para ela.

    E avisou ao PiG(*), na convenção do PT: as mentiras, injustiças e calunias são melhores do que um regime de censura à imprensa.

    Mas são mentiras, injustiças e calunias, do mesmo jeito.

    Leio também no PiG(*) que a oposição protesta quando Dilma diz que o Farol queria vender a Petrobrax.

    Tá certo.

    Só o Fernando Henrique defende o Fernando Henrique.

    Agora que a cassação de Kassab acaba de sepultar a candidatura presidencial do Zé Alagão, a questão é saber: e a oposição, o que quer ?

    Depois do Aécio, agora a Dilma enfia a faca no peito do Zé Alagão.

    A estratégia dos demotucanos é o suicídio coletivo ?

    Claro já está que Zé Alagão é o Jim Jones dos demotucanos.

    A obsessão de Serra vai levar os demotucanos ao sacrifício místico.

    Tomarão o veneno do paulistismo desvairado.

    Serra é candidato dele mesmo.

    E, como diz o Nassif, em magistral texto aqui reproduzido –“Serra é o fim de São Paulo na política brasileira” –, se preciso for, ele destrói o partido.

    Ciro Gomes é quem sabe: ele não tem escrúpulos. Se preciso, passa com um trator por cima da mãe (e do PSDB).

    Paulo Henrique Amorim

  2. ZEZÃO
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 10:31 hs

    O PT TEM QUE MULTIPLICAR OS CARGOS DE LIVRE NOMEAÇÃO POR QUE ESSESS SEUS MILITANATES NOMEADOS, JAMAIS PASSARIAM EM UM CONCURSO PÚBLICO “HONESTO”.
    O SEGUNDO PASSO SERIA PROMOVER UM TREM DA ALEGRIA EFETIVANDO ESSA TURMA DE LUMPEM.
    HAJA FIGADO PARA AGUENTAR ESSA “CUMPANHERADA” MARGINÁLIA!!!!!!

  3. O que o Jornal O Globo esconde
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 10:37 hs

    ***

    Governador e Lula têm padrão fiscal semelhante

    Gastos correntes de SP subiram de 7,8% do PIB para 9,1% desde 2006; investimento foi de 0,9% para 1,7%
    Fernando Dantas, RIO – O Estado SP

    Apesar de sua reputação de político inclinado a fazer ajustes fiscais, o governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, não fez em seu Estado nada muito diferente, em termos de contas públicas, do que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva está fazendo em nível federal. Assim, não haveria, a partir do histórico recente de Serra, por que esperar dele um governo mais duro em termos fiscais, quando comparado à pré-candidata petista, Dilma Rousseff. A avaliação é de um estudo recém-divulgado de Alexandre Schwartsman, economista-chefe do Santander e ex-diretor do Banco Central.

    “Dá para dizer que São Paulo implantou um regime fiscal diferente daquele do governo federal?”, argumenta Schwartsman, para responder: “Os números mostram que não.” Ele acrescenta que não se nota nos números do Estado controle de gastos correntes que propiciasse aumento mais expressivo dos investimentos – exatamente o que se cobra do governo Lula.

    Segundo os dados do trabalho, os gastos correntes de São Paulo, que englobam salários e aposentadorias dos servidores e custeio da máquina, cresceram de 7,8% do PIB paulista em 2006 para 9,1%, num salto de 1,3 ponto porcentual. Já os investimentos subiram de 0,9% para 1,7% do PIB estadual, subindo 0,8 ponto porcentual. No governo federal, os gastos correntes aumentaram de 16,2% do PIB nacional para 17,1%, num avanço de 0,9 ponto porcentual, o que é maior do que a ampliação dos investimentos em 0,4 ponto porcentual do PIB, de 0,7% para 1,1%.

    Tanto em São Paulo como no governo federal, nota Schwartsman, houve crescimento de 2006 a 2009 nos gastos primários, que incluem os gastos correntes e os investimentos: de 8,8% para 10,8% do PIB estadual, no caso paulista; e de 16,9% para 18,2% do PIB nacional, no caso do Brasil.

    O estudo também nota que, para fazer uma comparação mais justa entre o nível absoluto dos gastos fiscais da União e de São Paulo, é preciso descontar dos primeiros as despesas com o INSS, a Previdência do setor privado. Quando isso é feito, a despesa como proporção do PIB fica próxima nos dois casos, saindo, entre 2006 e 2009, de 7,8% para 9,1%, no caso paulista, e de 9,2% para 9,9%, no governo federal. Do aumento das despesas no período, quase 65% foi canalizado para gastos correntes, no caso de São Paulo, e 70%, no governo federal.

    Para Schwartsman, “é difícil mesmo mudar o regime fiscal, com Orçamentos engessados e uma dificuldade histórica em levar investimento adiante, por causa de todas as dificuldades ligadas ao meio ambiente e a outros tipos de controle; os mesmos fatores que seguram os investimentos federais parecem também segurar os estaduais”.

    O relatório também traz dados do Tesouro Nacional que mostram que os investimentos de todos os Estados atingiram uma média de 0,9% do PIB entre 2000 e 2008, ou 1,2%, incluindo-se capitalizações das estatais. Esse é um desempenho, diz Schwartsman, parecido com o do governo federal.

    Tags: 2010, ALEXANDRE SCHWARTSMAN, gasto público, governo federal, governo SP, José Serra, política fiscal
    Postado em ECONOMIA, POLÍTICA | 1 Comentario »
    10/02/2010 – 10:20h

  4. Da Série O que a midia esconde
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 10:41 hs

    Lula multiplica e Serra reduz verbas para Saúde

    Brasília Confidencial

    “Quando começou o Governo Lula, em 2003, o orçamento herdado do Governo Fernando Henrique destinava R$ 383 milhões para São Paulo, governado por Geraldo Alckmin (PSDB), aplicar em Saúde. Em 2010 o governo federal vai mandar para o estado R$ 3,97 bilhões – quase 11 vezes mais. Ao contrário, em apenas três anos do Governo José Serra (PSDB) os investimentos do próprio estado em Saúde caíram 64,5%, ao mesmo tempo em que a participação da Saúde no orçamento estadual foi reduzida em 11,5%.

    A desatenção do Governo Serra com a Saúde da população, sobretudo a dos mais pobres, dá continuidade a um comportamento próprio das sucessivas administrações do PSDB no estado examinadas pela bancada do PT na Assembleia Legislativa e expostas agora num documento denominado “Diagnóstico da gestão tucana em São Paulo – 2001/2010”. Baseados em dados oficiais, os petistas examinaram o desempenho dos governos do PSDB em 14 áreas e assinalam as seguintes conclusões, resumidas pelo líder da bancada, deputado Rui Falcão:

    a) sob os governos do PSDB, São Paulo perdeu participação no PIB nacional;

    b) o estado foi palco “do maior processo de transferência de patrimônio público para grupos privados de que se tem notícia no País: nada menos de R$ 79,2 bilhões nos leilões da privataria”;

    c) perdeu poder e instrumentos para planejar, induzir e promover desenvolvimento econômico e social;

    d) responsabilidades da administração estadual foram crescentemente transferidas aos municípios, sem a contrapartida de recursos correspondente;

    e) os tucanos arrocharam os salários e patrocinaram a desvalorização funcional dos servidores públicos;

    f) aumentaram tributos com “fúria arrecadatória”;

    g) reduziram drasticamente a qualidade dos serviços públicos de educação e saúde;

    h) sucatearam as redes de proteção social;

    i) os sucessivos governos do PSDB também produziram insegurança na população, “atemorizada pela violência do crime organizado”;

    j) os tucanos também multiplicaram presídios;

    k) e multiplicaram pedágios “com as tarifas mais caras do país”.

    Na avaliação dos petistas, a parceria PSDB-DEM (ex-PFL) na cidade de São Paulo, formada pelos governos de José Serra e de Gilberto Kassab, “é a maior culpada pelo estado de calamidade pública que assola a população paulistana, sobretudo a das regiões da periferia”.

    Na apresentação do “Diagnóstico da gestão tucana em São Paulo”, o líder da bancada de deputados petistas também sublinha que, “sob o Governo Serra, há exemplos inquestionáveis de regressão democrática”, incluídos a recusa ao diálogo com entidades representativas do funcionalismo e a ameaça de represálias às lideranças, a criminalização de movimentos sociais, a perseguição a moradores de rua e despejos em massa de moradores na capital e em cidades da Região Metropolitana.”

    Enviada por: Nogueira Jr. / 01:36 0 Comentários

    * Saúde

  5. Dois pesos duas medidas.
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 11:21 hs

    E o “inchaço” no Governo paulista? Não é notícia?
    segunda-feira, 22 fevereiro, 2010 às 10:36

    Imagine uma notícia assim: “Lula corre para criar mais 1.618 empregos, 107 para indicações políticas”. Primeira página, “inchaço” da máquina pública, etc, etc… Não é essa a linha que O Globo vem adotando, idem a Folha?

    Pois hoje, no Estadão, sem chamada na primeira página, sai uma matéria dizendo que o Governador José Serra orientou sua bancada na Assembléia a “correr” para aprovar a criação de 1.618 cargos no Intituto de Pesos e Medidas, no Instituto de Pagamentos Especiais e na Agência Reguladora de Transportes, aquela “Paulipedágio”. Candidamente, o jornal diz que , destes, “os cargos de confiança são apenas 107″.

    Não estou discutindo se as contratações são ou não necessárias. Isso são os paulistas que têm de avaliar. Mas o comportamento da mídia, sim, é assunto para todos.

    Se estas novas contratações para o Instituto de Pesos e Medidas – que mais que dobram o quadro de pessoal do órgão – forem utilizadas para verificar como os grandes jornais tem dois pesos e duas medidas em matéria de cobertura jornalística de candidaturas presidenciais, acho que eles vão acabar no Procon…
    Brizola Neto Comentários (0)

  6. Essa Direita Brasileira
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 11:50 hs

    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
    A DIREITA EM TRANSE

    “A oposição se propõe a derrotar um mito. E tentará fazê-lo sem reunir sua força máxima”.

    Sina de formiga

    Era um inferno. Sempre que passava por ali, o elefante esmagava a entrada do formigueiro. Então as formigas decidiram reagir.

    Um dia, aos milhares, saltaram sobre o elefante e começaram a picá-lo. Com um abanão das orelhas, o elefante livrou-se delas. Restou uma agarrada ao seu pescoço.

    “Esgana o bicho, esgana”, gritavam as outras em coro.

    O elefante da história está mais para Lula, aprovado por oito entre 10 brasileiros, assim como as formigas estão mais para a oposição – PSDB, PPS, DEM em fase terminal e uma fatia do PMDB.

    Quem será a formiga que insiste inutilmente em esganar o elefante? Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado?

    Ora, Arthur anda sumido desde que perdeu a batalha pelo afastamento de José Sarney da presidência do Senado. Há duas semanas, voou para um café da manhã com Barack Obama em Washington. Imaginava trocar idéias com ele. Havia dois mil convidados.

    O Amazonas de Arthur é fortaleza do lulismo. Ele pretende se reeleger. Sabe como é…

    A formiguinha suicida seria José Agripino Maia, líder do DEM no Senado?

    Agripino anda muito ocupado com o escândalo que engoliu o único governador do seu partido, José Roberto Arruda, do Distrito Federal, preso numa cela da Polícia Federal, em Brasília. O escândalo ainda ameaça engolir o vice Paulo Octávio, do DEM.

    E Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB?

    Poupemos Guerra. O coração dele bate acelerado diante da demora do governador José Serra, de São Paulo, em se declarar candidato à vaga de Lula. E bate aflito diante do risco do próprio Guerra não se reeleger senador por Pernambuco. É uma carga dupla e bastante pesada.

    De Aécio Neves, outra estrela do infausto formigueiro, diga-se que jamais aprovaria o plano de um ataque em massa ao elefante.

    Se dependesse dele, o formigueiro simplesmente teria mudado de endereço para escapar de eventuais danos. Como não o levaram em conta, mergulhou terra à dentro e foi cuidar de sua vida.

    Tudo deu certo para Lula desde que se elegeu presidente em 2002. Seu governo sobreviveu ao explosivo escândalo do mensalão. A economia cresceu. Milhões de brasileiros ascenderam à classe C. A maioria dos partidos se rendeu aos seus encantos. E o PT à candidata que ele sacou do bolso.

    Dizem que a próxima será a primeira eleição em 21 anos onde os brasileiros estarão impedidos de votar em Lula. De fato, é verdade. Mas na prática, não.

    Dilma só existe como candidata porque Lula a inventou. Nada mais direto, pois, do que o apelo que orientará sua campanha: votar em Dilma significa votar em Lula.

    Caberá à oposição separar os dois – fácil, não?

    A ela caberá também a difícil tarefa de vender Serra como o melhor candidato pós-Lula. Melhor até mesmo do que Dilma, a quem Lula escolheu. E logo quem?

    E logo Serra que concorreu contra Lula em 2002. Se Serra tivesse vencido não haveria Lula presidente por duas vezes. Oh, céus!

    O ex-metalúrgico que chegou ao lugar antes privativo dos verdadeiros donos do poder deixou de pertencer à categoria dos homens comuns – embora daí extraia sua força.

    Foi promovido nos últimos oito anos à condição de mito. E como tal deverá ser encarado pelas futuras gerações. É improvável que alguém como ele reprise sua trajetória.

    A oposição se propõe a derrotar um mito. E tentará fazê-lo sem reunir sua força máxima.

    Serra está pronto para conversar com Aécio sobre a vaga de vice em sua chapa. Quanto a isso, há duas coisas mais ou menos certas. Serra oferecerá a vaga a Aécio. E Aécio a recusará.

    Descarte-se a hipótese de Serra sugerir: “Bem, nesse caso, você sai para presidente com meu apoio e eu irei disputar um novo mandato de governador”.

    Aécio tem a resposta na ponta da língua: “Agora, é tarde. Quis ser candidato. Sugeri a realização de prévias dentro do partido. Não fui ouvido. Serei candidato ao Senado”.

    E aí, José?

    Aí José só vencerá a eleição se Dilma conseguir perder para ela mesma.

    Possível, é, embora…

    Blog do NOBLAT

  7. Divanir
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 11:54 hs

    Este é o verdadeiro Lula, escondido atrás de mentiras (10 milhões de casas), de planos e projetos que ainda não concluiu, obrasa que ainda nem saiu da planta, porém divulgadas, no entanto, como todos nós já sabiamos, pois foi anunciado desde o início que ele não concluiria suas promessas, uma que seria impossível, outra, afim de pedir votos e apoio à alguém (Dilma), para que o PT não largue o osso. Muitos podres serão revelados quando o horário eleitoral gratuito começar, daí veremos o verdadeiro filho do Brasil, pois deste todos somos filho.

    Lula foi tão arrogante, que nunca quíz estar por baixo, nunca foi candidato a nada, além de presidente, mesmo sem estudos, insistiu em todas as campanhas, foi só quando conseguiu o apoio da globo, e do povo, por falta de opções, é que venceu.

  8. segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 12:11 hs

    A matéria de O Globo é tendenciosa.
    Um exemplo bem básico para demonstrar a manipulação irresponsável de dados neste caso:
    Os auditores que fazem parte do DENASUS – Departamento de Auditoria do MS – apesar da determinação de inúmeras demandas judiciais, recomendações do TCU e leis/decretos federais, somente tiveram sua atividade regulamentada durante o governo Lula, tendo passado quase 15 anos de lutas
    .
    Auditoria é atividade própria e típica de Estado (responsável pela auditoria dos recursos do SUS, uma bagatela de “pouco mais” de R$60 Bi/ano) que havia sido deliberada e irresponsavelmente desmontada e aniquilida durante o reinado FHC/Serra e que foi reabilitada (em parte) com a criação de uma gratificação. Isto ocorreu em várias outras áreas de atuação dentro da máquina pública. Os salários ficaram congelados (e encolheram) por 8 (OITO) anos e a “Avalanche Neoliberal” praticou a política de terra-arrasada no serviço público.

    Nada a ver com indicação política, nada a ver com favorecimentos excusos, nada a ver com aparelhamento da máquina. Pura e simplesmente justa recomposição da remuneração de funcionários CONCURSADOS através de uma gratificação por desempenho.

  9. ZUADU
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 12:23 hs

    OS DEM PSDB SÃO ESPECIALISTAS EM EMPREGAR FAMILIARES E AMIGOS…..

    TODOS SABEM DO IRMÃO DU BETIM

  10. OSSOBUCO
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 13:19 hs

    Mentiras a granel em matéria do Globo.com sobre cargos comissionados no Governo Lula

    Autor: Augusto da Fonseca

    O título da matéria do Globo.com, repleta de mentiras e contradições, é “Gastos do governo com funções gratificadas crescem 119% e chegam a R$ 1,2 bi“.

    A destacar:

    “Além de inchar a máquina com mais funcionários públicos, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também inflou o número de cargos de confiança e está gastando mais com essas nomeações sem concurso – grande parte fruto de indicações políticas.”

    Somente o lide contempla juízos e afirmações sem fundamentação alguma. Trata-se de proselitismo eleitoral demo-tucano.

    1. O que é “inchar a máquina”?

    Atender ao que o TCU sempre exigiu do governo FHC e ele não atendeu: substituir as milhares de contratações terceirizadas milionárias, via PNUD, entre outros, que executavam tarefas exclusivas de funcionários públicos?

    Contratar professores e profissionais da educação para as universidades e escolas técnicas, cujas quantidades de vagas o Lula mais que triplicou?

    Contratar policiais federais, engenheiros e técnicos para o DNIT, fiscais para todos os órgãos da administração pública que foram esvaziados pelo Governo FHC)?

    2. “inflou o número de cargos de confiança e está gastando mais com essas nomeações sem concurso – grande parte fruto de indicações políticas.”

    A própria matéria, ao final, mostra que essa afirmação é falsa. Leiam e concluam vocês mesmos(as)

    “Baseado em uma amostra dos ocupantes de DAS 5 e 6 e de cargos de Natureza Especial (NE), o estudo mostra que, no atual governo, 25,9% desses profissionais são filiados a partidos políticos, sendo que 80% deles declararam ser do PT.”

    Os cargos DAS 5 e 6 são, de fato, aqueles que são ocupados por indicação política.

    Ao contrário do que pretende sugerir a matéria, em todos os países democráticos ha indicações políticas para cargos dessa natureza, que é uma quantidade mínima em relação ao total. Cada ministério, com exceção nos de Coordenação de Governo, tem entre 3 e 5 DAS 6 e entre 20 e 30 DAS 5.

    Entretanto, grande parte desses cargos, SEGUNDO A PRÓPRIA MATÉRIA, não são filiados a partidos políticos.

    Atenção: a matéria diz que 74,1% dos cargos eminentementes políticos NÃO SÃO ocupados por filiados a partidos políticos

    Agora pasmem!: dos 25,9% filiados a partido políticos, 80% se declaram filiados ao PT.

    O que significa que, do total (que é muito pouco em relação ao total) de DAS 5 e 6 – cargos eminentemente políticos -, apenas 20,7% são filiados ao PT, o partido do Presidente da República.

    O que desmente afirmações correntes nos veículos das Organizações Serra (Globo, Folha, Estadão e Veja, entre outros) de que o PT “aparelhou” a máquina pública.

    Ainda que filiados do PT ocupem 20,7% do total de cargos DAS 5 e 6, eu sei (porque conheço bem o perfil da Esplanada dos Ministérios) que uma boa parte desses 20,7% são funcionários de carreira.

    Acreditem: funcionários públicos também se filiam ao PT. Há trinta anos que isso ocorre, sabiam?

    Aliás, se filiam mais a outros partidos do que ao PT, infelizmente

  11. pingo
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 17:24 hs

    Lula e a sua Bolsa Emprego, emprego a todos os militantes possíveis. Esse´vai ser um dos motivos da queda e cadeia de Dilma Estela Guerrilheira Roussef. Dá-lhe classes média, média-baixa e pagante de impostos.
    Um PT antagonico, travestido de esquerda mas praticante dos mesmo rituais da direita. Mais pouco Lula vestirá uma farda na cor vermelha, com 5 estrelinhas nos ombros, é o nosso Generalíssimo Lula, o ditadorzinho da republiqueta de bananas.

  12. OSSOBUCO
    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 – 21:00 hs

    Pingo, sugiro que vás até São Paulo e cresça até virar uma enchente!

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