Favetti, o paranaense vice-ministro | Fábio Campana

Favetti, o paranaense vice-ministro

Rafael Thomaz Favetti vai assumir a secretaria-executiva do Ministério da Justiça.

É o segundo posto no Ministério, equivale a vice-ministro.

Rafael é filho do ex-secretário de Segurança e delegado da Polícia Federal Moacir Favetti.


27 comentários

  1. LEOCÉDIO
    segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 – 16:36 hs

    Quem fica louco de inveja é o baixinho do Requião, como que é o nome dele mesmo, o da (in)Segurança?

  2. deoclécio
    segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 – 21:28 hs

    esse é ujs, pcdob. Parabéns ao Gomyde e ao Benim

  3. Julio Jacob Jr
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 1:48 hs

    Chegou onde chegou por pura competência, diga-se de passagem, como todos os Paranaenses que acabam se destacando no cenario nacional.
    Parabens Rafael !!!

  4. CLOVIS PENA -
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 5:56 hs

    A carreira exemplar do pai repercute e mostra que vale a pena. Parabéns Moacir.

  5. Segurança da NOite
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 8:00 hs

    A classe “C” vai ao paraíso! do blog do Azenha, http://www.viomundo.com.br

    Publicado em 15 de fevereiro de 2010 às 23:52

    A Classe “C” vai ao paraíso!

    Os resultados estão aí, brotando do fundo da sociedade brasileira: entre 2003 e 2005, 27 milhões de pessoas mudaram de patamar social no Brasil, ascendendo para uma condição social superior, mais digna e mais humana. Também a desigualdade regional foi atacada e recuou nos últimos cinco anos. O Nordeste cresceu a um ritmo “chinês” atingindo 7.7% ao ano. Mesmo sofrendo os efeitos da crise, o país foi capaz de oferecer oportunidades e esperança de vida melhor para 91 milhões de brasileiros. O artigo é de Francisco Carlos Teixeira.

    Francisco Carlos Teixeira*, na Carta Maior

    “Vejam essa maravilha de cenário
    É um episódio relicário
    Que o artista num sonho genial
    Escolheu para este Carnaval”
    (Aquarela Brasileira, Silas de Oliveira, Império Serrano, 1964).

    A Fundação Getúlio Vargas (Rio), através do seu Centro de Políticas Sociais, publicou uma recente pesquisa na qual vemos a chamada classe “C” – aquelas pessoas cujos lares recebem entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês – tornarem-se 49.22% do total da população brasileira. Houve, na verdade, um salto fantástico: em 2003 eram 37.56% da população, passando em 2008, para 49.22% do total de brasileiros. Podemos acreditar que não fosse a crise econômica mundial de 2008/09 este coeficiente seria bem mais alto.

    A luta contra as desigualdades
    Qual o verdadeiro significado destes números? Simples e direto: a desigualdade social foi, em cinco anos, reduzida drasticamente. Mesmo com um crescimento baixo, mesmo sofrendo os efeitos da crise (nem ”marolinha”, nem tsumani!) o país foi capaz de oferecer oportunidades e esperança de vida melhor para 91 milhões de brasileiros. Para tornar mais claro o impacto podemos citar um jornal que não pode ser, de forma alguma, considerado “chapa-branca”, O GLOBO: “… essa migração em massas alterou o rumo da divisão historicamente desigual do bolo no Brasil…”.

    Desde os anos ’30, do século XX, quando a Questão Social deixou de ser caso de polícia e virou desafio do Estado, a discussão sobre os métodos de sanar as justiças sociais tem sido o centro do debate político no país. Durante os anos ’30, de 1930 até 1945, Getúlio Vargas acreditou que o autoritarismo político, a repressão, e um jogo dual entre patrões e trabalhadores seriam o suficiente para alterar a injusta divisão social do país. Foram dados, então, passos enormes, se comparamos com o imobilismo e a repressão vigente na República Velha (1889-1930). Justiça do Trabalho, sindicalismo oficial, CLT forma passos de refundação da Questão Social no Brasil. Porém, o autoritarismo político, a perseguição da esquerda não varguista e o atrelamento ao Estado constituíam o lado quase oculto da “dádiva” varguista.

    Após a estagnação de Dutra – de quem Pablo Neruda disse ter “ojos de cerdo” – voltou-se, ainda com Vargas, agora entre 1951-1954, para um modelo mais descomprimido de distribuição social. Ainda aí o Estado foi o agente básico da justiça social, estabelecendo o salário mínimo como referência de justiça (o então ministro do trabalho, Joao Goulart, dará um aumento de 100% do mínimo, despertando a ira da classe patronal. No Primeiro de Maio daquele fatídico ano de 1954 o salário mínimo era descongelado, para horror das associações patronais. Abriu-se aí a crise cujo desfecho será um tiro solitário num dos salões do Palácio do Catete, em agosto de 1954.

    1954 contra 1964
    Com um tiro no peito, Getulio adiou em 10 anos o golpe da UDN: os políticos de direita do país, cansados de perder as eleições e a escolha popular, e com calos nos dedos de tanto bater à porta dos quartéis (expressão do amigo, Marco Aurélio Garcia!) foram enfim atendidos. Deu-se, então, o Estado Novo da UDN. Uma “santa aliança”, quer dizer bendita pela Igreja organizada nas “Marchas da Família com Deus pela Liberdade ( ou seria pela Propriedade?)”, entre empresários, mídia, classe média (assustada, com a maré montante de um jovem proletariado urbano).

    Desde 1964, todos se reuniram em torno da ditadura civil-militar (não podemos esquecer a participação, o apoio civil – os governadores eleitos do Rio, São Paulo e Minas Gerais eram as lideranças do Golpe – e das entidades ditas “de classe”, quer dizer patronais) ao regime que durou de 1964 até 1985.

    Mesmo aí, as classes patronais ficaram insatisfeitas com os rumos da Questão Social: os sindicatos dos trabalhadores estavam amordaçados, suas direções presas, exiladas ou ainda pior… Arrocho salarial, reforma regressiva da CLT, fim da liberdade de expressão, etc… eram as marcas do novo regime. Mas, após o surto liberal – Roberto Campos, ex-embaixador nos EUA, assumiu o ministério do Planejamento e em nome do combate à inflação reduziu drasticamente os direitos dos trabalhadores! – os próprios militares foram tomados de uma febre nacionalista e desenvolvimentista.

    Malgrado a repressão, brutal entre 1969 e 1978, anos de chumbo, anos de terror (onde mais uma vez os civis tiveram um papel central, como na Operação Oban), vários setores da ação do Estado foram fortalecidos e alguns programas sociais foram montados, tais como o Estatuto da Terra (1964 ) e o Funrural (1967). Trata-se, é claro, de medidas preventivas, visando esvaziar o movimento social, e não a fim de atendê-lo. Contudo, mesmo isso, migalhas da mesa do “Milagre Brasileiro”, era demais para as “classes patronais”.

    Democratização e Imobilismo
    Pegando carona, de forma imoral, posto que só elas lucrassem com a ditadura, estes mesmos setores embarcaram na luta pela democratização. Inscreveram, aí, ao lado das exigências básicas da população, uma enorme lista de ações que deveriam reduzir o Estado, transformá-lo em Estado Mínimo. Acusavam os militares de “estatismo”. Eram dados os exemplos de Thatcher ou Reagan, os teóricos da chamada Escola de Chicago, the chicago’s boys, para “consertar” o país. Um país que nunca dera escola às suas crianças, onde a fome batia à porta de milhões (salve, salve, Betinho!), onde faltava água limpa e esgoto corrente, deveria ter seu Estado reduzido ao mínimo.

    As exigências (neo)liberais, em tal contexto, assemelham-se, nos países pobres, ao genocídio puro e simples. O Consenso de Washington seria, em verdade, economizar em escolas, em merenda escolar, em estradas, em hospitais para, em fim, pagarmos a dívida sem risco para os fundos de pensões norte-americanos e europeus. Nossa elite aplaudiu. Aplaudiu a maior transferência de renda regressiva da história, canalizando o fruto do trabalho dos povos do hemisfério sul para as economias centrais do capitalismo.

    Contudo o projeto de modernização autoritária e regressiva faliu. Deu-se a crise do petróleo. A crise da dívida externa. A crise dos preços das commodities – da re-inteiração da condição colonial. O movimento social, autônomo desde as greves do ABC, em 1980, fortemente ancorado numa opinião pública exigente e crítica baniu, em um final melancólico, o regime autoritário.

    Esperanças e Frustrações
    A redemocratização trouxe grandes esperanças. Principalmente a idéia generosa que os direitos cívicos não mais se resumiam em votar e ser votado, em poder exprimir sua crítica presa na garganta, em gritar o grito daqueles desde sempre sem voz. A redemocratização do Brasil, no início dos anos ’80 do século XX – bem como de toda a América do Sul – exigia os direitos cívicos básicos e muito mais. Cidadania era, então, um conceito expandido, alargado para abranger educação, saúde, moradia, transporte e, mais além, igualdade social, racial, de gênero e de opção sexual.

    Contudo, desde a reunião da Assembléia Nacional Constituinte, a direita tradicional e a nova direita liberal uniram-se, no chamado “Centrão”, para paralisar as reformas necessárias. E aí vivemos anos seguidos de incompetência – governos Sarney, Collor e Itamar – somados aos anos de reformas regressivas, na Era FHC. Esta se inicia, no próprio discurso de posse do Presidente FHC, prometendo encerrar a “Era Vargas”. Ora, o que seria a “Era Vargas”? Tratava-se, em verdade, de impor o Estado Mínimo, aceitar a captura do Estado pelos interesses privados, acobertados pela instituição de agências reguladoras, a ameaça de um Banco Central dito “independente” (mas, constituído de personagens saídos e chegados da grande banca) e a total ausência de qualquer política pública de desenvolvimento, emprego ou trabalho. O fundamentalismo monetário, o medo pânico de destruir uma arquitetura de controle da inflação tão frágil que qualquer solavanco de crescimento do PIB poderia derrubar o Plano Real. Era como o médico que para extinguir a febre mata o paciente. Acreditava-se que o país, para controlar a inflação, não poderia crescer. Inflação ou crescimento: este era o falso dilema do liberalismo.

    Rompendo com o passado
    A vitória do Partido dos Trabalhadores veio exatamente romper, como no caso do nó górdio, o dilema. A questão é: como crescer, como erradicar a desigualdade social, sem inflação? O papel do Estado como condutor do processo, a criação de políticas corretivas das desigualdades sociais e regionais, bem como olhar o povo como cidadão, e não como mão de obra fácil e disponível, eis a resposta proposta desde 2003. Tudo isso recusando o autoritarismo e o paternalismo. Não se tratava de “encerrar a Era Vargas”. Tratava-se de ir mais além!

    Os resultados estão aí, brotando do fundo da sociedade brasileira: entre 2003 e 2005, 27 milhões de pessoas mudaram de patamar social no Brasil, ascendendo para uma condição social superior, mais digna e mais humana. São novos consumidores, que exigem seus direitos sociais expandidos: “… os anos 2000 permitiram ao [novo] consumidor não só comprar, mas escolher o produto com que mais se idêntica” (O GLOBO, 7/02/2010). Também a desigualdade regional foi atacada e recuou nos últimos cinco anos: segundo Marcelo Néri, o Nordeste – aquele mesmo Nordeste de personagens como Baleia, de Graciliano Ramos ou do “lobisomem amarelo” (o homem atingido pelas doenças) de José Lins do Rego – cresceu a um ritmo “chinês” atingindo 7.7% ao ano.

    Em suma: vivemos num país melhor, mais justo e menos desigual.

    *Francisco Carlos Teixeira Da Silva, professor da UFRJ, é autor, com Maria Yedda Linhares, de “Terra Prometida: uma história da questão agrária no Brasil”.

  6. Aldemir Flores
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 9:42 hs

    Como se diz no Rio Grande, ” Saiu igualzito ao pai. José Moacir Favetti, homem sério, competente e com vasto conhecimento não só no Brasil, mas também em Israel, Japão, EUA entre outros países. Conduziu por duas vezes a SESP e presidiu a Associação Nacional dos Secretários de Segurança. Desempenhou muito bem o papel de Superintendente da PF em vários estados da Federação. Era de se esperar o resultado. Tive a honra de acompanhar de perto seu trabalho. De Marcelino Ramos RS, para o mundo. PARABÉNS FAMILIA FAVETTI.

  7. CARA DE CAVALO
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 12:03 hs

    ESSE FAVETTI ( PAI ) FOI AQUELE QUE ESTAVA NO GOVERNO DO ÁLVARO DIAS E QUE MANDOU A POLÍCIA BATER NOS PROFESSORES NO ANO DE 1988. 30 DE AGOSTO DE 1988.

  8. Pé Vermelho
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 13:50 hs

    Ô Cara de Cavalo: Maria vai com as outras repete o que ouve. Um bando de professores massa de manobra, Greca à frente querendo aparecer, chacoalhando as grades da entrada da Assembléia que quase foram ao chão. A tentativa de invasão de um próprio público – casa sua, minha e de todos os paranaenses, por meia dúzia de paus-mandados foi devidamente rechaçada. Acho que você nem tava lá. E Favetti é nome de respeito, viu ô Mané…

  9. Marcos Granado
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 14:21 hs

    Parabéns Favetti: O Paraná está orgulhoso de você. Precisamos de pessoa do seu quilate para trazer o brilho dos paranaenses em BSB.

  10. Reinaldo Sergio Gomes
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 14:36 hs

    Parabéns Rafael, competência, seriedade, ética e caráter se forma no berço. O José Moacir “Titi” Favetti ajudou na formação desse moço com muita competência, servindo como espelho! Tal pai, tal filho!

  11. Merces
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 16:56 hs

    Este jovem tem futuro é daqui das Merces, foi me apresentado pelo Vereador aqui do bairro , Juliano Borghetti , é da turma do BORGHETTI é gente boa , fazendo bonito lá em Brasilia .

  12. CARA DE CAVALO
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 19:59 hs

    PÉ VERMELHO IDIOTA, SE VC ACHA QUE FOI MEIA DUZIA DE PAUS MANDADOS, BASTA VER O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O ÁLVARO DIAS QUE COM CERTEZA NÃO TERÁ O AVAL DO PSDB PARA SER O CANDIDATO A GOVERNADOR POR CAUSA DESSES PROFESSORES.
    NO MAIS VC NÃO ENCHERGA MESMO HEIN, SE FOI SÓ MEIA DUZIA DE PROFESSORES, COM CERTEZA ACABARAM COM A CARREIRA POLÍTICA DO ÁLVARO DIAS E DO FAVETTI.
    IMAGINE SÓ DE ELES SE MOBILIZAREM MAIS NÉ.

    ATÉ MAIS IMBECÍL E VEJA ALGUNS VÍDEOS NO YOUTUBE QUE VAI CONFERIR NÃO FORAM SÓ MEIA DUZIA DE PROFESSORES.

    BABACÃO PÉ VERMELHO, NÃO CONHECE NADA DE POLÍTICA E FICA SE METENDO A BESTA.

    NO MAIS, VÊ SE RESPEITA A OPINIÃO DOS OUTROS TÁ SEU IDIOTA.

  13. Geraldo
    terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 – 21:24 hs

    ESSE FAVETTI ( PAI ) FOI AQUELE QUE ESTAVA NO GOVERNO DO ÁLVARO DIAS E QUE MANDOU A POLÍCIA BATER NOS PROFESSORES NO ANO DE 1988. 30 DE AGOSTO DE 1988.

  14. Marcos Granado
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 11:56 hs

    Cara de Cavalo: Nem nome próprio vc coloca para fazer essas acusações levianas. Vamos torcer para que tenhamos mais paranaenses em Brasília

  15. professor luciano
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 12:05 hs

    nao era o FAVETTI o secretario de seguraça que mandou a PM descer o pau nos professores, pois ele entrou na SESP por esse, que o sec de segurança caiu pelo episodio. Parabens Favetinho, que parece que ja esta em Brasilia faz tempo e parece que ja foi ate do Supremo Tribunal Federal. Com certeza e um dos que qualificam o Parana

  16. professor luciano
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 12:13 hs

    so para relembrar: o secretario de seguranca era o NORONHA, que pelo episodio caiu e entrou, daí, o Favetti. Geraldo e Cara de Cavalo estao errados….mas valeu a tentativa.

  17. professor luciano
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 12:19 hs

    http://www.youtube.com/watch?v=3gLeWMjI1_o
    Noronha era o Secretario e nao favetti

  18. MESQUITA
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 14:45 hs

    O Favetti é uma honra para os Paranaeses é daqui das Merces e tem o nosso apoio .

  19. Anônimo
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 15:01 hs

    Mesquita: O Juliano Borghetti é amigo pessoal do Favetti, companheiros de longa data.

  20. pedro
    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 – 18:11 hs

    vc merece eu conheço a vida deste menino batalhador seja sempre asim meus parabens RAFHAEL siga o seu pai.

  21. Anônimo
    domingo, 21 de fevereiro de 2010 – 10:53 hs

    Parabéns Rafael, você tem conseguido por mérito profissional e por dedicação e desempenho pessoal chegar a mais esta conquista no cenário nacional. Isto nos mostra que é possível com o saber e com a ética alcançarmos nosso objetivo social de articulação entre a população brasileira e governo.
    Vem aí a mudança de governos estadual e federal e quiça no estado de Mato Grosso, também possamos nos orgulhar dos nossos representantes.
    Enquanto Diretora do Escritório Regional de Saúde do Estado nos 6 municípios de abrangência, externaliso os parabéns, acreditando que a justiça é uma mola propulsora das políticas públicas que em saúde tem feito a diferença para a população desta região norte do estado de Mato Grosso. Obrigada, Marta Favetti

  22. domingo, 21 de fevereiro de 2010 – 11:08 hs

    Parabéns Rafael, você tem conseguido por mérito profissional e por dedicação e desempenho pessoal chegar a mais esta conquista no cenário nacional. Isto nos mostra que é possível com o saber e com a ética alcançarmos nosso objetivo social de articulação entre a população brasileira e governo.
    Vem aí a mudança de governos estadual e federal e quiçá no estado de Mato Grosso, também possamos nos orgulhar dos nossos representantes.
    Enquanto Diretora do Escritório Regional de Saúde do Estado nos 6 municípios de abrangência, externaliso os parabéns, acreditando que a justiça é uma mola propulsora das políticas públicas que em saúde tem feito a diferença para a população desta região norte do estado de Mato Grosso. Obrigada, Marta Favetti

  23. Décio Fuschi
    segunda-feira, 5 de abril de 2010 – 14:45 hs

    Parabenizo-o e ao seu pai, meu grande e velho amgo, desde os tempos da Policia Federal emManaus.
    Você sempre, desde menino, muito brilhante e atuante.
    O Brasil precisa de você,
    Parabéns a voce e sua familia
    Décio Fuschi

  24. segunda-feira, 12 de julho de 2010 – 15:46 hs

    Parabem pela comquista,somos poucos mais dos bomsssssss

  25. alicio
    sexta-feira, 16 de julho de 2010 – 21:13 hs

    parabéns Jose Moacir Favetti, foi uma grande escolha que o governador fez… Esperamos poder contar com a sua experência , competência e apetidão para o trabalho, para analizar as nececidades dos agentes penitenciarios, principalmente sobre a questão , ( remoção).

  26. quinta-feira, 5 de agosto de 2010 – 8:24 hs

    Tive a oportunidade de ouvi-lo em uma reunião no I.N.I em Brasília,no encontro de Dirigentes de Órgãos de Identificação do País,onde empaticamente deixou-me uma impressão dantesca do seu caratér, firmeza e fluencia verbal, embora parecesse tão jovem a priori.Foi uma empatia ímpar!SÃO HOMENS JOVENS E COM TAL PERFIL QUE ESSE PAÍS PRECISA.Desejo pleno êxito nessa nova empreitada onde a coragem e a ousadia são imprescíndiveis para vencermos as dificuldades que vierem.

  27. sexta-feira, 19 de agosto de 2011 – 9:53 hs

    Parabéns Dr. Rafael Favetti, parabéns pelo progresso alcançado e temos certeza que ainda chegará a postos mais altos, leve consigo sempre a honestidade como norte para suas ações na área pública, tenho orgulho das Lembranças de liçoes de honestidade que meu Pai Silvestre Favetti me ensinou, tenho certeza que aprendeu muito com a trajetória de vosso Avô e de vosso Pai Dr. José Moacir Favetti um exemplo de honestidade,
    Sucesso na Nova missão.Um Forte Abraço, nos visite em Caxias do Sul – RS.
    De: PAULO HIGINO FAVETTI.

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