Eleição não pode apressar votação do mínimo, diz Reni Pereira | Fábio Campana

Eleição não pode apressar votação do mínimo, diz Reni Pereira

De Abraão Benício, no Bem Paraná

A proposta de reajuste do salário mínimo regional foi entregue na Assembleia Legislativa, na tarde desta segunda-feira (08), com o pedido de alguns parlamentares para que o projeto seja votado com urgência. No entanto, o deputado Reni Pereira (PSB) declarou que o projeto deve ser analisado criteriosamente antes de sua votação em plenário.

“Não se pode votar no impulso do clamor dos dirigentes sindicais. É preciso cautela nessa votação para ver se esse aumento significa melhoria para os trabalhadores ou desemprego”, justificou Pereira.

O deputado se comprometeu a promover um debate sobre o tema.

“Não é porque estamos em ano de eleições que temos que votar na pressa. Penso, sim, em realizar uma audiência pública para ver os efeitos desse novo piso para os empregadores”, declarou. “Os sindicalistas que vieram apoiar o novo mínimo regional não se enquadram na proposta. A maioria dos sindicatos tem convenção coletiva de trabalho homologada e seguem o piso determinado por ela e não acompanham o mínimo regional”, avaliou.


6 comentários

  1. bacamarte
    segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 – 19:38 hs

    Reni Pereira valorizando o seu passe, seu voto, a favor da filantropia terceirizada de Requi, o cortêz (com o chapéu alheio).
    Como confiar em alguém que votou a favor da escolha de Maurício Requi para o conselho do Tribunal faz de Contas.Ou alguém tem dúvidas de que o Reni vai votar junto com o governo irresponsável do PMDB. É a chance que o empresariado necessitava para justificar as várias demissões nos setores que aindam restam na destroçada economia paranense. Nada que uma reuniãozinha e um bom bate-papo com o líder Roubanelli não agilize o processo.

  2. Dapoltrona
    segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 – 20:29 hs

    Com razão, mais uma vez, o deputado Reni.
    Essas medidas de vésperas de eleições – tipo “pedágio – baixa ou acaba” – podem mais prejudicar do que beneficiar a sociedade. Estamos pagando o preço do pedágio, que ficou, aumentou e ainda está deixando uma herança em torno de 300 milhões a serem cobrados do erário público por causa do governo incompetente e demagogo, que não mede consequências para fazer demagogia com coisa séria. Cadê a responsabilização dessa gente ? Depois “eles” se escafedem nas eleições e fica o prejuízo. Peraí, sô.

  3. Reinoldo Hey
    segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 – 21:17 hs

    A aprovação do mínimo regional fará com que um professor em início de carreira ganhe um pouquinho mais do que o mínimo.
    Flap! Flap! Flap! Flap!
    E viva a Educação!

  4. PABUFE
    segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 – 23:08 hs

    ESSE AÍ DA FOTO MAIS PAECE O GRECA. GORDO QUE NEM LUTADOR DE SUMÔ.

    Ó RENI, TE ARRUMA HOME. PARA DE COMER SÔ.

    VÁ PARA A ACADEMIA. TE VIRA HOMEM. GORDURA LEVA O CARA UNS 15 ANOS MAIS CEDO.

  5. O ARAPONGA
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 9:05 hs

    UM DEPUTADO AGINDO COM COERENCIA, O VERDADEIRO REPRESENTANTE DO POVO, É ISSO AI DEP. RENI PEREIRA, O GOVERNADOR ESTA FAZENDO CORTEZIA COM CHAPEU ALHEIO, QUEM VAI PAGAR SOMOS NÓS, TAMBEM OS FUNC. PUBLICOS ESTADUAIS QUE SEUS AUMENTOS NÃO ACOMPANHOU OS DO REQUIÃO, NÓS SOMOS OS DEPUTADOS, A VCS. FOI DELEGADO PELO VOTO NOS REPRESENTAREM, NÓS COM IMPOSTOS PAGAMOS SEUS SALARIOS, POR ISSO dEP. ROMANELLI E A TROPA TODA PRESTEM ATENÇÃO AO VOTAR.

  6. Falasério
    terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 – 10:35 hs

    Deputado – aproveita o embalo e questiona o vencimento de marajá do Demagogo da Carta de Puebla (hoje em torno de de 26 mil pilas/mes, fora casa, comida, roupa lavada, cavalos e cavalariças, transporte de helicóptero para não pagar pedágio, etc):

    LEI Nº 13981 – 26/12/2002
    Publicado no Diário Oficial Nº 6385 de 27/12/2002

    A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei:

    Art. 1º. A remuneração mensal do Governador do Estado, a partir de 1º de janeiro de 2003, será igual ao subsídio mensal, percebido em espécie a qualquer título, pelo Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal.

    Vencimento de ministro “presidente” do Supremo Tribunal Federal, ofensivo aos princípios da moralidade, impessoalidade e legalidade, pois vinculado personalíssimamente, vedado e proibido pela Constituição – art. 37 , inciso XIII:

    Constituição Federal, art. 37, inc.XIII
    .
    Art. 37: ” A administração pública direta, indireta ou fundacional, de
    qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e, também, ao seguinte:
    Incisos :

    I / XII – …

    XIII – é vedada a vinculação ou equiparação de vencimentos, para o
    efeito de remuneração de pessoal do serviço público, ressalvado no
    disposto no inciso anterior e no artigo 39, p. 1º.

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