Richa e o programa de Direitos Humanos: retrocesso e anarquia | Fábio Campana

Richa e o programa de Direitos Humanos: retrocesso e anarquia

Beto Richa

Estou convencido de que o presidente Lula não apenas não leu o decreto que institui o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, como também não foi devidamente alertado por seus auxiliares sobre as reais e profundas implicações deste documento.

O teor do decreto abrange uma ampla e variada gama de questões, algumas delas inteiramente dissociadas dos direitos humanos (como, por exemplo, a taxação de grandes fortunas, proposta que estaria mais adequada no contexto de uma reforma tributária).

A criação da chamada Comissão da Verdade, duramente criticada pelas Forças Armadas, envolve aspectos que vão além do simples revanchismo. Acredito que as famílias das vítimas do regime militar têm o direito inalienável a informações sobre o paradeiro de seus familiares – como, onde e quando morreram.

Esta linha de raciocínio guarda coerência com a lei de minha autoria, no exercício do mandato de deputado estadual, concedendo indenização aos presos políticos detidos em dependências oficiais do Estado do Paraná durante a ditadura (iniciativa que inspirou a adoção de leis similares em outros estados).

Outra questão, bem distinta, diz respeito ao julgamento dos agentes do regime que torturaram e mataram presos políticos. Não há como julgar os torturadores sem uma revisão da Lei de Anistia que, com todas as suas limitações, modulou o processo de transição para a democracia.

E não há como ocultar o fato de que o hipotético julgamento dos torturadores abre a contrapartida para levar aos tribunais os militantes da luta armada que, para além de combatentes, cometeram atos de terrorismo – mas que hoje estão inteiramente integrados à vida nacional, tão anistiados quanto os torturadores.

Se este item do decreto abre espaço para forte polêmica, há outro cuja inclusão no programa de direitos humanos só pode ser interpretada à luz de um terrível mal-entendido (ou execrável má-fé), que trará graves danos para a economia do País, se realmente aprovado.

Subordinar à realização de audiências públicas as decisões judiciais de reintegração de posse de propriedades ocupadas, como sugere o decreto, não apenas aviltará a autonomia do poder Judiciário, como abrirá as porteiras para um confuso assembleismo que vai encorajar um cortejo de invasões e desestimular a agropecuária, âncora permanente da economia brasileira.

Nem a agricultura familiar estará segura neste horizonte anárquico, pois o decreto incentivará a criação de uma formidável indústria das invasões, associada a militantes previamente induzidos que jamais tiveram qualquer contato com a lida da terra.

Entendo que o presidente, pela extensão de suas atribuições, não tinha obrigação de ler o decreto na sua íntegra. Mas era dever de seus assessores adverti-lo para as graves conseqüências de seu conteúdo.

Acredito que o presidente Lula, pela sensibilidade que já demonstrou no exercício de suas funções, determinará uma ampla revisão do Programa Nacional de Direitos Humanos, especialmente naquilo que se refere aos temas mais polêmicos, que exigem um abrangente debate, a partir do Congresso Nacional – e que envolva também as entidades representativas da sociedade -, antes de sua aprovação.

É o que esperam os cidadãos deste País efetivamente comprometidos com o avanço e o aperfeiçoamento das instituições democráticas brasileiras.

Beto Richa, prefeito de Curitiba.


29 comentários

  1. Daniel - Cvel Pr
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 16:45 hs

    Será que o prefeito leuo PNDH? (duvido muito)

    É esse homem, que mistura torturados e assassinos(Militares que extrapolaram prisões e mataram) na mesma lata, que quer ser o governador do Paraná?

    Ele sabe que este plano de politica nacional de direitos humanos PNDH foi criado, e muito bem feito PNDH I e II, pelo governo do principe FHC, e foi sendo discutido ao longo de 8 a 9 anos por especialistas dos dois governos, não viajantes do poder, para chegar as propostas que foram assinadas pelo presidente, ISTO NÃO É LEI é PROJETO.

    É vergonhoso uma desinformação como quer fazer o prefeito, a mando de quem? dos seus apoiadores, de quem? diga prefeito, diga…

    Queremos saber em quem poderemos votar neste ano, se em um governo que apoie os direitos humanos ou que apoie as força do capital e detrimento da saúde(fisica e mental) do seu povo.

    leiam o blog viomundo.com.br é muita coisa sendo dita sem ler..
    o Projeto é muito bom para o povo, talvez não para os apoiadores dos assassinos.

  2. Marcos Cordeiro
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 16:53 hs

    Muito bem colocado pelo Prefeito Beto Richa, pois esse assunto deverá ser melhor avliado pela sociedade como um todo, pois nosso pais não tem recurso judiciário para enfrentar inumeras demandas que ocorrerão por conta de uma decisão prematura e irresponsável, onerendo os cofres públicos já limitados em várias demandas em todo o país. Talvez se possa realizar um enfoque como foi feito com o ” Desarmamento “, pois temos outras prioridades com a sociedade em geral.

  3. Professor
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 17:00 hs

    Eu não poderia esperar outra posição do nosso Prefeito tucano neoliberal e conservador, representante das elites.

  4. Marcos Cordeiro
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 17:20 hs

    E vou além, dizendo que os ” Déspotas ” de ontem, são os mesmos de hoje, só mudaram de regime militar(DITADURA) para o regime democrático. Lembro se tb existiram as atrocidades acometidas, elas foram dos dois lados, não cabendo nesse contexto dois pesos e duas medidas. Sejamos coerentes e não oportunistas. Pois é necessário indenizarmos primeiramente a pobreza desse país, a má distribuição de renda que macúla a imagem da que se diz ” DEMOCRACIA “.

  5. Analista
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 17:39 hs

    Embora seja uma manifestação pertinente, clamando para uma posição de racionalidade no assunto tratado, equivoca-se quando diz que “o presidente, pela extensão de suas atribuições, não tinha obrigação de ler o decreto na sua íntegra. Mas era dever de seus assessores adverti-lo para as graves conseqüências de seu conteúdo.”

    Se o assunto é tão importante, deveria sim o presidente ler ou fazer alguém ler para ele o conteúdo do decreto e o presidente faria as constatações e indagações que julgasse necessárias. Apresentar o documento para advertir o presidente que contem “graves consequencias” também é outro equivoco. Qual a razão então do documento ? Como se trata de um presidente não muito afeto aos deveres administrativos inarredáveis do cargo, assessorado por pessoas de discutível capacitação para tratamento de complexos assuntos nacionais, tudo irá cair na vala comum de uma “falha administrativa” de eventuais aloprados.

    Agora, não poderia um prefeito, pretendente a governador, e quiçá já pensando na cadeira de presidente tornar público posição de que um gestor público não tem dever de ler os atos que vai assinar, o que implica dizer que teria o direito de não lê-los, o que é um grave equívoco por parte de um administrador público que já tem alguma experiência de vida pública e ambições políticas manifestas.

    Sem entrar no mérito da questão, que fique aqui bem claro: será que aqueles que baixaram os atos institucionais também não leram ou não tinham o dever de ler o que ali se continha e quais as consequências que poderiam ocasionar ?

  6. CLOVIS PENA -
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 17:49 hs

    No Paraná, Beto sai na frente em relação a esta crise de opinião nacional. Mostra seu perfil de estadista e marca posição, sem constrangimentos, com uma visão larga e arejada, tão em falta nos meios políticos atuais.

  7. OSSOBUCO
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 17:56 hs

    Mais um que não leu o Programa!

  8. OSSOBUCO
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 18:00 hs

    Se o pai dele estivesse vivo, certamente concordaria com a Zuzu Angel:
    Hildegard Angel: Quem tem medo da verdade?
    Atualizado em 11 de janeiro de 2010 às 22:10 | Publicado em 11 de janeiro de 2010 às 20:29

    Quem tem medo da verdade?

    por Hildegard Angel, no Jornal do Brasil

    CHEGA UMA hora em que não aguento, tenho que falar. Já que quem deveria falar não fala, ou porque se cansou do combate ou porque acomodou-se em seus novos empregos… POIS BEM: é impressionante o tiroteio de emails de gente da direita truculenta, aqueles que se pensava haviam arquivado os coturnos, que despertam como se fossem zumbis ressuscitados e vêm assombrar nosso cotidiano com elogios à ação sanguinária dos ditadores, os quais torturaram e mataram nos mais sórdidos porões deste país, com instrumentos de tortura terríveis, barbaridades medievais, e trucidaram nossos jovens idealistas, na grande maioria universitários da classe média, que se viram impedidos, pelos algozes, de prosseguir seus estudos nas escolas, onde a liberdade de pensamento não era permitida, que dirá a de expressão!… E AGORA, com o fato distante, essas múmias do passado tentam distorcer os cenários e os personagens daquela época, repetindo a mesma ladainha de demonização dos jovens de esquerda, classificando-os de “terroristas”, quando na verdade eram eles que aterrorizavam, torturavam, detinham o canhão, o poder, e podiam nos calar, proibir, censurar, matar, esquartejar e jogar nossos corpos, de nossos filhos, pais, irmãos, no mar… E MENTIAM, mentiam, mentiam, não revelando às mães sofredoras o paradeiro de seus filhos ou ao menos de seus corpos. Que história triste! Eles podiam tudo, e quem quisesse reclamar que fosse se queixar ao bispo… ELES TINHAM para eles as melhores diretorias, nas empresas públicas e privadas, eram praticamente uma imposição ao empresariado — coitado de quem não contratasse um apadrinhado — e data daquela época esse comportamento distorcido e desonesto, de desvios e privilégios, que levou nosso país ao grau de corrupção que, só agora, com liberdade da imprensa, para denunciar, da Polícia Federal, para apurar, do MP, para agir, nos é revelado…

    DE MODO cínico, querem comparar a luta democrática com a repressão, em que liberdade era nenhuma, e tentam impedir a instalação da Comissão da Verdade e Justiça, com a conivência dos aliados de sempre… QUEREM COMPARAR aqueles que perderam tudo — os entes que mais amavam, a saúde, os empregos, a liberdade e, alguns, até o país — com aqueles que massacraram e jamais responderam por isso.

    Um país com impunidade gera impunidade. A história estará sempre fadada a se repetir, num país permissivo, que não exerce sua indignação, não separa o trigo do joio… TODOS OS países no mundo onde houve ditadura constituíram comissões da Verdade e Justiça. De Portugal à Espanha, passando por Chile, Grécia, Uruguai, Bolívia e Argentina, que agora abre seus arquivos daqueles tempos, o que a gente, aqui, até hoje não conseguiu fazer… QUE MEDO é esse de se revelar a Verdade? Medo de não poderem mais olhar para seus próprios filhos? Ou medo de não poderem mais se olhar no espelho?…

  9. LAÍS
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 18:05 hs

    Richa, vá ser burro assim lá na linha Verde:

    Le Monde: Brasil nunca discutiu sequelas do regime militar

    No Brasil, a memória dos anos de chumbo volta ao centro do palco

    Do jornal francês LE MONDE | 12.01.10 | 14h28

    tradução de Caia Fittipaldi, a pedido do Viomundo

    Os anos de chumbo da ditadura militar (1964-1985) estão de volta à lembrança dos brasileiros. 25 anos depois da volta da democracia, a vontade do governo de lançar luz sobre os crimes cometidos pelos agentes do Estado divide a coalizão de centro esquerda no poder e provoca tensão sem precedentes entre o presidente Luiz Inacio Lula da Silva e os chefes militares.

    A crise começou com a assinatura, dia 21/12/2009, pelo chefe de Estado, de um decreto que lançou o III Programa Nacional dos Direitos Humanos. Esse texto preconiza a adoção de uma longa lista de cerca de 500 medidas e a aprovação de 27 novas leis aplicáveis a vários campos. O Programa terá de ser apresentado ao Congresso, o mais tardar, em abril de 2010.

    O documento contém duas diretivas consideradas inaceitáveis pelos militares, pelo menos nos termos em que estão formuladas: a criação de uma Comissão da Verdade, encarregada de examinar os crimes perpetrados “no contexto da repressão política”, inovação, segundo os militares, “excessivamente insultante, agressiva e revanchista”; e dos textos contrários aos direitos humanos adotados entre 1964 e 1985 e que permanecem vigentes.

    A expressão “repressão política”, diz o exército, significa que só os atos cometidos pelas forças da ordem serão objeto dessa operação verdade. Os militares propõem que a expressão seja trocada por “conflito político”, o que permitiria examinar também os atos praticados por militantes da extrema esquerda que escolheram a via da ação direta, em luta armada. Entre os militantes ativistas dos anos de chumbo está, por exemplo, a ministra Dilma Rousseff, pré-candidata indicada pelo presidente Lula para disputar a sucessão em outubro.

    Quanto à anulação de alguns textos legais, o exército suspeita que o projeto vise prioritariamente à Lei da Anistia votada em agosto de 1979. Lembram que a Constituição de 1988 consagrou a anistia; e que revisar essa lei, ainda que parcialmente, e retroativamente, seria ilegal.

    Para bem marcar sua determinação, os chefes das três armas ameaçaram renunciar em bloco, em fins de dezembro, gesto que foi seguido pelo ministro da Defesa Nelson Jobim. O presidente Lula, que não conhecia detalhes dos textos, prometeu aos militares que os textos seriam alterados. De volta das férias, na 2ª-feira, 11/1, o presidente proibiu os ministros de voltarem a se manifestar sobre o assunto. Para o chefe de Estado, o destino da Lei de Anistia deve ser analisado pela Justiça, não pelo Executivo. A Corte Suprema, que recebeu processo encaminhado pela Ordem dos Advogados do Brasil, deverá decidir sobre se as torturas podem ou não ser anistiadas.

    Enquanto espera, o presidente deverá operar uma difícil arbitragem entre o Exército, que o presidente sempre cuidou de manter em paz, e Paulo Vannuchi, ministro encarregado da Secretaria dos Direitos Humanos (SEDH), seu amigo de 30 anos. Vannuchi também ameaçou demitir-se, caso o programa em que sua secretaria trabalhou for desfigurado, para satisfazer exigências do exército, e for convertido em “mostrengo político”. “É possível fazer ajustes”, disse Vannuchi, “mas dentro de certos limites”.

    O caso chama a atenção para a exceção brasileira, único país latino-americano pós-ditadorial que não levou a julgamento os governantes da ditadura. A lei de 1979 deu cobertura aos militares, aos policiais e aos militantes engajados na luta armada; permitiu a libertação dos últimos prisioneiros políticos e o retorno de milhares de exilados.

    Ao anistiar todos os que cometeram, entre 1961 e 1979, “crimes políticos e conexos”, a lei beneficiou simultaneamente perseguidores e perseguidos, prisioneiros torturados e carcereiros torturadores. E permitiu que esses últimos escapassem de qualquer julgamento. Votada seis anos antes do fim da ditadura, para grande satisfação da oposição que, à época, recebeu-a como uma vitória, a Lei da Anistia foi vista, então, como primeiro ato da volta à democracia. Depois, nunca mais o país chegou a realmente discutir as sequelas daquele período.

    Na Argentina e no Chile, países nos quais as ditaduras foram, sim, mais ferozes, governos posteriores consideraram ilegítimas, em nome da justiça, as anistias decididas pelos militares, consideradas “autoanistias”. Na Argentina, onde a lei foi abolida, os militares autores de crimes foram julgados e condenados. No Chile, a lei sobreviveu, mas os criminosos também tiveram de comparecer ante os tribunais.

    No Brasil, cerca de 400 opositores à ditadura foram mortos ou continuam desaparecidos. As famílias, para as quais esse passado “não passa”, exigem que se faça luz sobre esses dramas, em nome do direito à verdade histórica. Exigem que se abram os arquivos militares. O exército resiste, afirmando que aqueles arquivos foram perdidos ou queimados. As famílias protestam, acusando o presidente Lula de jamais se ter dignado a recebê-las. O protesto das famílias encontra eco cada vez maior.

    O modo como evoluirá esse caso, nesse ano eleitoral crucialmente importante para o poder, mostrará se o Brasil está pronto para encarar o próprio passado para fortalecer ainda mais a própria democracia.

  10. Roberto Silva
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 18:25 hs

    Pelegão este prefeito mesmo, só tá querendo fazer a moral com o Fazendeiros, depois dos foras que elee deu…

  11. OSSOBUCO
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 19:03 hs

    Estão fazendo muito barulho por nada, esse programa vem sendo discutido diretamente com a sociedade civil desde o governo FHC.

    Ele não altera nenhuma lei, é apenas uma carta de intenções com propostas referentes aos direitos humanos que serão encaminhadas para o Congresso Nacional, no Congresso serão estudadas e provavelmente modificadas pelos parlamentares eleitos pelo sociedade civil para depois serem votadas.

    A grande mídia está desinformando ao invés de informar o que significa na realidade esse plano.

  12. E aí
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 19:57 hs

    isso aqui é um twitter ampliado?

  13. Marcos Cordeiro
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 20:37 hs

    Não estou aqui para defender o Sr. Prefeito, nem o PSDB, quanto menos os Militares da época da DITADURA e nem os guerrilheiros, baderneiros, sequestradores, assaltantes de banco e porquê não assassinos também, anarquistas, subvercivos que foram a fonte de tudo que aconteceu em nome da DEMOCRACIA. Não quero ser moralista, mas que ” Direitos Humanos “, se o nosso povo sofre com a miséria, a fome, o desemprego, a falta de assistência básica na área de saúde, a má distribuição de renda que vem crescendo com a corrupção descarada na mídia e nada é feito. É muita DEMAGOGIA escrita acima. Penso que tudo deve ter um propósito, mas se esse ´for voltado ao interesse geral da nação, não para meia dúzia de hipócritas oportunistas. Odinheiro das ” indenizações ” devem ser investidas na saúde, educação, seneamento básico, geração de emprego, para beneficiar a todos.

  14. josé
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 21:05 hs

    Daniel, nós, “o povo” não queremos tutela do Estado, será que vcs não aprendem? O Estado tem que fazer o básico:

    Educação;
    Saúde;
    Segurança;
    Infraestrutura.

    Porque vcs acham que o povo quer ser tutelado? Porque vcs acham que queremos que alguém nos diga o que ler, ver na tv ou no cinema?

    Porque vcs acham que devo sentar com o bandido para “negociar” o que é meu?

    Porque vcs acham que o povo é incapaz de decidir por si mesmo?

    Porque temos um Poder chamado Judiciário?

    Porque vcs não conseguem aceitar que podemos decidir por conta própria? Porque querem decidir, vendo apenas pelo seu lado, o que é bom ou não pra mim?

    Isto não é democracia, nunca foi e nunca será e diferentemente dos PNDH’s anteriores, este prega a cisão, a separação, o embate.

    A propósito: li a porcaria toda, de cabo a rabo e é sim um “manual” de autoritarismo, que em muitos casos afronta a Constituição e despreza os Poderes instituídos.

  15. ▄▀▄†Ψ REQUEIJÃOΨ†▄▀▄™
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 21:30 hs

    “abrirá as porteiras para um confuso assembleismo que vai encorajar um cortejo de invasões e desestimular a agropecuária”.

    Confuso assembleismo -> é quando a prefeitura diz que população participa de sua “gestão participativa” com aquelas Audiencias Públicas manipuladas para apenas consertar buracos em troca de voto.

    Encorajar um cortejo de invasões e desestimular a agropecuária -> Richa defende os empresários da SOJA, isto é, milhões de familias camponesas tem que passar fome à custa do latifúndio de dois ou três.

  16. Beto
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 22:00 hs

    Para reflexão…

    na fonte tem mais!

    Blog

    Reinaldo Azevedo

    http//:veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

    OS GAYS E OS “ESQUERDOS” HUMANOS
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 | 20:57

    Por mais que as fadas Sininho e os lesos insistam em que o decreto bolchevique dos Direitos Humanos é quase cópia do programa de 2002, o fato é que isso é mentira. O que está escrito está escrito. No outro não havia Comissão da Verdade, censura à imprensa, extinção da propriedade privada, perseguição religiosa, descriminação do aborto etc. Isso para ficar no trivial.

    Mas, se querem saber, é num lance a que não se dá muito destaque que se revela a essência dessa gente. Refiro-me à questão dos homossexuais. O texto de 2002 já falava em apoiar a união civil, mas nada dizia sobre adoção de crianças, presente no texto de agora. Antes que reproduza trechos dos dois documentos, uma lembrança e uma consideração.

    Já apanhei muito de alguns leitores porque apóio a união civil e não vejo mal nenhum na adoção — desde que os candidatos a pais ou mães sejam pessoas moral e financeiramente aptas (exigência que deve ser feita também aos heteos). Ora, como posso eu me opor a que duas pessoas façam um contrato que só diz respeito à sua vida privada? Quanto à adoção… Bem, dizer o quê? Lembrando jocosamente certa musiquinha, “homossexualidade não pega”. Ninguém escolhe ser homossexual. E também não creio que se possa escolher não ser. Conheço ao menos dois casos de hoje adultos criados em lares homossexuais: são pessoas absolutamente ajustadas, saudáveis, competentes em sua respectiva área de atuação e… heterossexuais. Fossem gays, não seria por causa da convivência. E certamente haverá infelizes em lares gays, como há nos heteros. Há ciência a respeito do assunto. “Então é tudo a mesma coisa?” Eis a questão: é claro que não é e jamais será. Antes que continue, leiamos agora trechos dos dois documentos no que respeita a esse particular:

    OS GAYS NO PNDH II, DE 2002

    114. Propor emenda à Constituição Federal para incluir a garantia do direito à livre orientação sexual e a proibição da discriminação por orientação sexual.

    115. Apoiar a regulamentação da parceria civil registrada entre pessoas do mesmo sexo e a regulamentação da lei de redesignação de sexo e mudança de registro civil para transexuais.

    116. Propor o aperfeiçoamento da legislação penal no que se refere à discriminação e à violência motivadas por orientação sexual.

    117. Excluir o termo ‘pederastia’ do Código Penal Militar.

    118. Incluir nos censos demográficos e pesquisas oficiais dados relativos à orientação sexual.

    OS GAYS NO PNDH III, DE 2009

    a)Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.

    b)Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

    c)Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.

    d)Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade.

    e)Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.

    f)Acrescentar campo para informações sobre a identidade de gênero dos pacientes nos prontuários do sistema de saúde.

    Voltei
    Só uma analfabeto político não percebe a diferença de tom — que, no caso, faz toda a diferença. Ora, o que significa “desconstrução da heteronormatividade”? Nada além de proselitismo e de patrulha às avessas. A “normatividade” heterossexual não é dada pelo preconceito, pelo conservadorismo, pelo reacionarismo, sei lá que outra porcaria se possa alegar. Ela é dada pelo fato de que essa “normatividade” é que define a continuidade do jogo, a continuidade da vida humana. É dada, em última instância, como em qualquer outro campo — incluindo a biologia: pela freqüência. Os estudos variam sobre a porcentagem de homossexuais e heterossexuais entre os humanos, mas nunca li que a “norma” fosse inferior a 90%. Os até 10% que estariam fora dela, estou certo, a ela pertenceriam se pudessem optar. Mas não podem. E, é certo, nesse particular, eu e minha Igreja divergimos. Só que não pertenço a nenhum grupo ou hierarquia e apresento a minha divergência respeitosa — entendendo, no entanto, os motivos da instituição. Eu jamais me diria um “Católico Pelo Direito de Defender o Casamento Gay”. Adiante.

    A “desconstrução da heteronormatividade”, com a definição obrigatória de um “gênero” — além do masculino e feminino — é só delírio de minorias militantes, que, suponho, estão na contramão do que quer a maioria dos homossexuais. Homossexuais são homens que gostam de fazer sexo com homens e mulheres que gostam de fazer sexo com mulheres, não? Na maioria das vezes, sabem os estudiosos, eles se sentem o que são: homem e mulheres. Há, vejam que curioso, minorias extremas dentro dessa minoria maior que estão infelizes com o corpo que têm: homens que tentam assumir o aspecto de mulheres e também o contrário.

    MAS ATENÇÃO: QUANDO SE TEM ALGO ASSIM, AINDA NÃO SERIA A HETERNORMATIVIDADE A DAR AS CARTAS? UM HOMEM QUE QUER SE PARECER COM UMA MULHER TEM UM PROBLEMA DE IDENTIDADE, É CERTO. MAS ELE CONTINUA A ESCOLHER A NORMA, SÓ QUE DE UM MODO MUITO PARTICULAR.

    O que estou dizendo é que o que há de novo nesse programa, nesse particular (exceção feita à adoção), não tem como objeto de atenção os gays, mas os “gays militantes”, aquele Sque, autoritariamente, acreditam que só se é um homossexual de respeito quando se carrega uma bandeira da causa.

    Campanhas pelo fim da “heternormatividade” só levariam a que se criasse uma reação contrária da “norma”, e, em vez de integração, ter-se-ia apartheid sexual. A ser assim, a versão 4.0 do plano acabará propondo cotas para gays em universidades, serviços públicos etc. É UMA ESTUPIDEZ ACHAR QUE SE CONSEGUE ACABAR COM A “HETERONORMATIVIDADE” POR DECRETO. Assim como se acabaria, por decreto, com a liberdade de imprensa, a liberdade religiosa, o direito à propriedade. Se essa porcaria fosse levada adiante, seria em desserviço aos gays.

    Ao contrário: se os gays querem a união civil e o direito de adoção, o primeiro passo é justamente a inserção no mundo da “heteronormatividade”, sabendo que há ali um desvio do padrão. Em vez de um bolsão com cultura própria, logo tendente a se tornar marginal, ter-se-ia a convivência entre os desiguais. Na natureza e nas sociedades, a sobrevivência depende da NORMA.

    Assim, ao lado de ser obviamente autoritário, o texto é também UMA BOÇALIDADE.

    PS – O UOL informava ontem ou hoje, já não lembro, que há dois gays e uma lésbica assumidos no Big Brother 10. Caso eles se fechem num gueto, estarão prestando um grande desserviço aos gays do outro lado da tela. Caso possam manter a sua identidade no mundo da “heteronormatividade”, estarão contribuindo, em dois ou três meses, para fazer contra o preconceito mais do que o programa de Vannuchi faria em 100 anos. Até porque, se as medidas ali propostas forem aprovadas, os gays serão certamente prejudicados. Convenham, né? A história de Vannuchi, Dilma, Franklin e companhia não os autoriza a proteger ninguém…

  17. Flora Beni
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 22:12 hs

    BETO RICHA MOSTROU QUE TEM LADO

    O Prefeito de Curitiba que nunca se mete em temas polêmicos resolveu se posicionar exatamente numa questão de interesse da sociedade. Só que se posicionou do lado da Direita que não quer ver sua tragédia revelada e dos fazendeiros que não aceitam uma política de Reforma Agrária.
    Depois eles, a turma do PSDB e DEM não querem ser taxados de elitistas. Estar do lado dos ricos.
    Direitos Humanos é importante para a consolidação de nossa Deomocracia.

  18. quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 22:21 hs

    Brilhante análise do Prefeito Beto Richa. O Presidente Lula está tão perdido, que não vê, o que sua equipe de supostos comunistas estão aprontando. Que tal o Superior Tribunal de Justiça Militar começar a abrir os processos dos assaltantes de bancos que integravam o MR8 a Via Campesina, entre outras facções, que matavam, roubavam, sequestravam….A Dilma está no meio…..
    Eu servi no 1º.BPE no RJ, era do Pelotão de Segurança (1969/70). Faziamos a segurança pessoal do Presidente da Comissão Militar Mista Brasil e EUA, e vimos muitos jovens recrutas serem metralhados por essa corja de covardes, que passavam de carro e metralhavam o soldado em frente ao quartel. Querem o que!!!

  19. quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 22:39 hs

    Parabéns ao prefeito…esquecem ai os comunistas revanchistas que foram eleitos sobre o regime democrático, agora essa “democracia” os incomoda, pois podem sair dos palácios pelo voto popular..contra isso, fizeram um lixo que chamam de propostas, as quais defendem as “comissões de verdades” pra punir os militares torturadores e deixarem de lado os esquerdistas assaltantes, sequestradores e também torturadores…querem criar uma outra “comissão conciliatória” pra, vejam a que ponto chega a loucura, tentar um acordo entre invasores e proprietários, a ainda acham que isso é justiça…liberam o aborto, criam filhos de dois pais e crianças de duas mães, transformam prostituição em trabalho com carteira assinada..tentar controlar a imprensa,mas acham que isso não é censura….enfim um monte interminável de abominações sob todos os pontos de vista que o acéfalo ser presidente da república diz não ter lido, na verdade talvez não tenha entendido…coisa de comunista revanchista mesmo..Ainda bem que temos no pais um monte de pessoas lúcidas e que tem que dar sua opinião, como o prefeito Beto Richa..Está claro que chegou a hora de por esses comunistas pra correr dos palácios do Brasil, mas não como eles querem fazer, através de um “golpe” e sim pelo voto mesmo…..

  20. VELHO DA RIPA, O ERMITÃO.
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 22:50 hs

    NOTÍCIAS PARA IMBECÍS TEM QUE SER REPETIDAS E REPETITIVAS

    Uma nova pesquisa da Universidade Elvis Morales da Bolívia revela um fato até aqui completamente desconhecido pela ciência. As notícias para pessoas de inteligência microscópica devem ser simples e repetitivas.

    Isto para que elas possam ter um mínimo de possibilidade de compreensão: É que as pessoas de inteligência nula tem muita dificuldade em entender fatos simples, pouquíssima capacidade para fatos meio-simples e nenhuma capacidade para fatos não-simples.

    Se os fatos realmente forem simples e bem explicados e depois ainda repetidos exaustivamente, a chance de entendimento até pode existir em alguns casos circunstanciais. Mas não na maioria deles. Por isso, depois de explicar, o melhor é repetir algumas vezes a mesma informação.

    A notícia é detalhada e depois mais uma vez repetida seguidamente. Assim o portador de um cérebro cientificamente denominado de “Galináceo” ou “Muar” teria alguma probabilidade de tentar assimilar a notícia, diz a teoria.

    O cientista boliviano, José Goebbels Neto, explica que toda a observação começou no pasto. Os pesquisadores perceberam que o boiadeiro precisava gritar várias vezes para que fosse compreendido pelas vacas babantes.

    Comportamento idêntico tinham as mulas. O paradoxo foi transferido para os seres humanos que, em média, tem muitas semelhanças com o gado bovino leiteiro e com os muares, em épocas eleitorais. E a aplicação prática deste achado agora já está em uso na moderna Teoria da Comunicação Social.

    Agora quando uma notícia é levada para um público de condição intelectual nula o fato não só é narrado como é também detalhado. E logo a seguir é repetido e contado novamente. E finalmente noticiado mais algumas vezes, antes de ser resumido para complementar o já batizado processo de aprendizagem sistemática obtusa helicoidal. Foi a isso que se referiu o editor do maior telejornal do País quando definiu o seu telespectador como um “Homer Simpson”.

    O principal, diz José Goebbels Neto, é entender que a repetição sistemática de uma notícia tem mais chance de penetrar em um crâneo impenetrável: “Não se trata de dizer que achamos a cura para a burríce, já que pesquisas demostram ser este um mal incurável. E que só se elimina quando se processa o corte transversal do pescoço do paciente, como já ensinava meu avô.

    Mas achamos pelo menos um ‘melhoral infantil’ para o problema”, diz o inovador cientista. “O mais importante”, acrescenta ele , “é que desta maneira políticos e governantes passaram a ter um eficiente método para manipular a opinião e o voto da população ignara”.

    Goebbels Neto finaliza explicando que a experiência já demonstrou que “até uma mentira repetida mil vezes tende a virar uma verdade. Vale o mesmo para um fato na cabeça de um asno”. A técnica é especialmente útil em campanha eleitorais para transformar até mulas teimosas em candidatos viáveis e vitoriosos.

    A nova técnica revolucionária já vem sendo usada também em alguns jornais, como o http://www.primeirodeabril.com.br com bons resultados. As informações são explicadas, repetidas e ao final ainda há um box com o título “Entenda o Caso”, seguido do complemento: “Vamos tentar de novo”.

    Concluindo os cientistas consolam o público: “Observamos que a burríce não é monopólio da plebe. Está presente em executivos, empresários, aspones, enganadores, pseudo-intelectuais e autoridades, que se apresentam como salvadores da pátria ou de Estados, mas que não são mais inteligentes que um pangaré. Mas a propaganda ou a pompa, usando a mesma técnica da repetição, pode fazer uma mula parecer um estadista”, finaliza Goebels Neto.

    TENTE ENTENDER O CASO:

    1- Cientistas bolivianos comprovam que as vacas precisam ouvir o boiadeiro repetir várias vezes a mesma ordem, para depois pensar em obedecer.

    2- Projetando para seres humanos a conclusão é a mesma, diante das semelhanças entre os dois grupos.

    3- Logo, concluem, para a maioria entender uma notícia simples, esta deverá ser muito simplificada.

    4- Na fase seguinte, a notícia deve ser repetida e depois repetida novamente, sendo acompanhada de uma série infindável de reprises.

    5- Se não entendeu, leia abaixo:

    VAMOS TENTAR DE NOVO:

    1- Vacas nada entendem, se a ordem não for repetida infinitamente.

    2- Você, que é o primo humano do bovino, também não. Então se usa com humanos bípedes a mesma técnica da repetição usada para a comunicação bovina quadrúpede.

    3- Repita o procedimento à exaustão.

    4- Volte a fazer o mesmo do ítem 3.

    5- Se ainda assim você não entendeu, volte ao ítem número 1, e assim sucessivamente. Repita o procedimento infinitamente.

    Permitida a reprodução desde que citada a fonte: http://www.primeirodeabril.com.br

    Fonte: Escuela Elvis Morales

  21. Cara de Pau
    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 23:55 hs

    Interessante.
    Este Governo formula um PNDH e aparece Ministro falando que não foi consultado; outro, que a negociação não foi cumprida.
    Os Ministros que defenderam este PNDH são os mesmos aloprados que queriam cortar as relações com a Suíça quando aquela desajustada se auto flagelou e disse que abortou gêmeos após ser atacada por pessoas que odiavam imigrantes. Comprovada a mentira, nenhum deles se desculpou pelas bobagens que falou e nem foi demitido.
    O único reparo que faço ao Beto é tolerar que o Presidente não tenha lido o Decreto por ser muito ocupado. Foi cortês; o real motivo é que o Presidente, confessadamente, não gosta de ler e por isto, contrata assessores para fazer as análises necessárias e que também serve para botar a culpa nos outros quando acontece algo de errado
    Mas também pode ser este o objetivo; colocar um bode na sala (PNDH), para esquecermos da nossa verdadeira agenda: insegurança pública, educação pífia, saúde pública deficitária, esgotamento da capacidade de endividamento da população com futura recessão, gastos governamentais aumentados e não produtivos, crise energética, etc.
    Se foi burrice ou esperteza, vamos saber em pouco tempo.

  22. quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 0:25 hs

    É uma elite com complexo de vira lata.
    Tão jovem, tão múmia! O que as trevas fizeram com esse menino?

    Nós eramos legalistas lutando contra uma ditadura militar terrorista.
    Será que são os iraquianos que lutam contra os invasores americanos os terroristas?
    Temos que parar de pensar igualzinho aos que nos dominam.

    Os militares derrubaram um governo legal e montaram uma farsa, uma ditadura.
    São eles é que devem ser julgados e não nós.

  23. Carlos-Curitiba
    quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 2:18 hs

    ▀▄
    Onegocio é o seguinte:

    O Beto esta fazendo média com o povo!

  24. Playboy do Batel
    quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 7:00 hs

    Com certeza o prefeito Beto Richa nao deve ter lido o plano nem acompanhado sua elaboracao – Com esse tipo de declaracao PERDE MEU VOTO pois revela-se um INCOMPETENTE que nada le e quando opina sobre algo so faz M…..

  25. quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 9:35 hs

    Sr. Coordenador, o Prefeito Beto tem razão na análise do texto do III PNRH, documento esse que vem sendo estudado há mais de 10 anos pela elite dos funcionários públicos do Brasil, e vejam o que o grupo de estudos criou com todo o tempo e sapiencia. Colocaram uma bomba de efeito retardado no colo do presidente. Pois bem, após a edição do decreto do III PNRH, o ilusionista presidente LuLLa novamante, friso mais uma vez, novamente afirmou que não leu o documento e portanto ” NÃO SABIA DE NADA”, e quando assinou tal decreto, nunca , ” ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS” os aloprados prepararam documento que humilhou e qualificou o presidente do país como retardado mental, tal a quantia de temas que interferem, que denigrem e que afrontam a sociedade brasileira como um todo. Atenciosamente.

  26. EDSON
    quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 10:51 hs

    “anos de chumbo”, “ditadura”, “guerrilha”, “PNDH”, pergunto algum dos senhores já viu o que se passa em um acampamento de “sem terra”???
    talvez compreendessem o que é aquilo,
    miseraveis embaixo de lona preta como “massa de manobra” e os “defensores” arrecadando e desviando os recursos destinados aqueles pobres coitados, e ai de quem reclamar e reinvidicar seus direitos é expulso e se persistir pode acabar com uma carga de chumbo nas costas, e isso é o quê?, democracia? A guerrilha ainda existe e é ativa não vê quem não quer e continua matando quem duvida conheça Rio Bonito do Iguaçu, e veja as estatisticas de crimes sem solução.

  27. RFO
    quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 13:39 hs

    José Richa que foi oposição à ditadura deve estar se revirando no caixão com o seu filho defendendo os brutamontes que governaram o país naquele tempo.

  28. quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 – 20:09 hs

    Acho que quem nao leu, foi o Beto Richa. Mas mesmo assim demonstra de que lado está. Está ao lado daqueles que torturaram nossos jovens, desapareceram com seus corpos e memórias e se escondem atrás de uma lei que anistiou crimes políticos e nao crimes comuns e hediondos.Está ao lado do preconceitos de toda ordem. Está ao lado da exposiçao pelos programas policiais de corpos e vítimas em situaçao degradantes.Eu nao tenho dúvida das opçoes políticas do BETO e agora quer surfar a favor da posiçao majoritária da mídia conservadora brasileira. Ele raramente emite opinioes mas quando o faz mostra de que lado está.

  29. Waldir Leite - Litoral do Pr
    sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 – 12:51 hs

    Eu não poderia esperar outra posição do nosso Prefeito tucano neoliberal e conservador, representante das elites.

    WL

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