Pré-candidatos, Serra e Dilma intensificam inaugurações | Fábio Campana

Pré-candidatos, Serra
e Dilma intensificam inaugurações

da Folha Online

Os dois principais pré-candidatos ao Planalto, o governador de São Paulo José Serra (PSDB), e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), têm a agenda tomada por inaugurações em 2010.

No ano em que pretende eleger Dilma como sucessora usando o Programa de Aceleração do Crescimento, o presidente Lula deve inaugurar ao menos 203 obras. Desde fevereiro de 2007 — início do programa –, Lula foi a 52 inaugurações. O presidente deixou para 2010 inaugurações de 178 escolas técnicas, tema que, depois de vistorias a obras de infraestrutura, dominou a agenda de viagens presidenciais país afora em 2009.

A lista de Serra contempla sobretudo áreas que são vitrines da gestão, que promete entregar 21 AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades). Até hoje, são 19. O governo prevê 5.000 unidades habitacionais e 5.000 títulos de propriedade. O governo paulista também centra fogo nas obras do metrô. A promessa é que no primeiro trimestre estejam prontas as novas estações Faria Lima e Paulista, primeiro trecho da Linha 4-Amarela do Metrô.

Se anunciarem as candidaturas oficialmente, Serra e Dilma terão de deixar seus governos até 3 de abril. Serra tem 37% das intenções de voto, e Dilma, 23%, segundo o Datafolha.


14 comentários

  1. SAIU NA REVISTA VEJA
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 12:42 hs

    Dilma aprendeu cedo que negar a verdade é o preço da sobrevivência
    11 de agosto de 2009

    Dilma Rousseff lembra com orgulho que se negou a dizer verdades perigosas mesmo sob tortura. Tinha pouco mais de 20 anos mas sabia muito quando foi presa pela polícia política. Mesmo confrontada pelos inquisidores com copiosas evidências, não confessou que havia participado de assaltos a banco e outras ações armadas, desmentiu o envolvimento com grupos de extrema-esquerda, escondeu os nomes dos parceiros de vida clandestina, não admitiu sequer que era quem era.

    A mãe do PAC gosta de contar que, apesar do desamparo e da insegurança, não permitiu que os inquisidores arrancassem qualquer informação que a prejudicasse, ou colocasse em risco os companheiros. Hoje amparada pelo presidente Lula, protegida pela blindagem que merece uma candidata à sucessão, pode mentir sem sobressaltos. Foi o que fez quando alquimistas da Casa Civil, para desviar do Planalto a catarata de despesas com cartões de crédito, produziram um dossiê que transformava o ex-presidente Fernando Henrique e Ruth Cardoso no mais perdulário dos casais.

    Sobram provas de que a ministra encomendou o serviço à chefe de gabinete, Erenice Guerra. Pilhada em flagrante, Dilma promoveu registros policialescos a banco de dados e afirmou que não fizera o que fez com a mesma convicção aparente da juventude. A performance foi reprisada quando se descobriu que o currículo oficial da ministra era ornamentado, entre outras fantasias, por um inexistente doutorado em economia pela Unicamp.

    A doutora de araque garantiu que não sabia de nada. Nunca havia lido o próprio currículo. Algum subordinado fizera aquilo por conta própria. Não identificou o culpado, não puniu ninguém, queixou-se da perseguição da imprensa e pediu ajuda a Lula, advogado-geral dos pecadores companheiros. Além de expedir o habeas corpus perpétuo, Lula ordenou ao deputado José Genoíno que avalizasse a absolvição com um discurso na Câmara.

    Num país sério, alguém socorrido por Genoíno ─ parceiro de Delúbio Soares e Marcos Valério nas bandalheiras do mensalão, irmão do chefe do cearense da cueca dolarizada, enfiado no pântano até o pescoço ─ seria punido mesmo que fosse inocente. Como isto é o Brasil, Genoíno desceu da tribuna sem receber voz de prisão. E o currículo fraudado saiu do noticiário.

    A última da Dilma foi revelada por Lina Vieira, demitida da secretaria da Receita Federal por honestidade. No fim do ano, contou, a ministra pressionou-a para “agilizar” a auditoria em curso nas empresas da família Sarney. A secretária fez de conta que não ouviu direito a ordem para encerrar o caso. Subtraiu-se ao papel de cúmplice, mas perdeu o emprego mais cedo.

    Na entrevista à Folha de S. Paulo, Lina informou que foi convocada para o encontro com Dilma pela onipresente Erenice Guerra, reproduziu o diálogo no gabinete, descreveu a cena do crime, detalhou as vestes da protetora de Fernando Sarney. ”Não fiz esse pedido a ela”, retrucou Dilma. Lula precisou de dois segundos para emitir a sentença: “Duvido que a Dilma tenha mandado recado ou conversado com alguém a esse respeito. Não faz parte da formação política da Dilma”.

    Escorregou na ignorância malandra. Faz parte, sim. Na cadeia, ela aprendeu que a mentira pode ser o preço da sobrevivência física. No poder, descobriu que negar a verdade é também o preço da sobrevivência política.

    CONCLUSÃO:

    Dilma não é Lula. Dilma não tem história, não tem traquejo, não tem tradição, não tem capital político, não tem carisma, não tem comando, não tem nada. Dilma é uma burocrata insossa, inodora e insípida. Incompetente, despreparada, grosseira e sem nenhuma capacidade de relacionamento humano.

    Sobrevivemos à Lula, mas será muito difícil sobrevivermos ao destempero, ao despreparo e ao descontrole de Dilma.

    ACORDA BRASIL

    ZILLI

  2. ildo baldo
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 12:47 hs

    OLHA A DILMA TEM O QUE INAGURAR JÁ O SERRA TEM PONTES MAL FEITAS CAIDAS BAIROS ALAGADOS POR FALTA DE PLANEJAMENTO E AS CASAS QUE ELE QUER INAUGURAR SÂO OBRAS QUE FAZEM PARTE DO CRESIMENTO O PAC QUE NADA MAIS É DO GOVERNO FEDERAL É DR CAVERA NÂO TEM O QUE INAUGURAR AS ESCOLAS TECNICAS DE SÂO PAULOSÂO DO GOVERNO FEDERAL E QUEM INAUGURA É A DILMA

  3. salete cesconeto de arruda
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 13:21 hs

    E o Boris?
    Bah!
    E tem gente que acha que expressões populares do presidente – ofendem!
    Máscaras estão caindo!
    Gostaria que você comentasse mais essa NOTÍCIA DO BORIS E SUA HIPOCRISIA – Fábio.
    Gostamos de você.
    Tens tido a coragem de DIZER CERTAS VERDADES!
    E mesmo parecendo simpático a um determinado partido não tens deixado de DAR NOTÍCIAS BOAS SOBRE O GOVERNO DO POVO!

  4. pedro
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 18:14 hs

    VIVA A DILMA!!!

    EU VOTEI EM FHC, (DUAS VEZES), VOTEI NO SERRA, VOTEI NO ALCKEMIN, VOTEI NO ALVARO DIAS, AGORA PSDB NUNCA MAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!

    VOU DE DILMA!!! ELA AO LADO DO LULA SERÄ IMBATIVEL…..ASSISTI O FILME DO LULA ELE SIM É O “CARA”, PENA QUE SEUS 08 ANOS ESTÃO ACABANDO, MAS A DILMA FICA MAIS 04 E ELE VOLTA DEPOIS PARA MAIS 08 ANOS DO PT , PARA O BRASIL!!

    20 ANOS DE PT NO COMANDO DO BRASIL!!!!!!!!!!!!!!

  5. Bob
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 19:48 hs

    Voto em quem o Lula mandar, seja pra Governador ou para Presidente. E faço campanha gratuita contra quem for candidato do PSDB.

  6. OSSOBUCO
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 21:51 hs

    Tem cara que acredita na revista Veja, na Lina Vieira, na Folha de São Paulo, no Bóris casoy, no Reinaldo Azevedo, em FHC, em Papai Noel, em Curupira, em suma, tem neguinho que anda tomando muito LSD!

  7. OSSOBUCO
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 21:52 hs

    Gabrielli: PSDB teria vendido a Petrobras

    O Estado de S.Paulo de sexta-feira (25/12) publicou uma entrevista com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo , que, como lembra o jornal, “em seus quase quatro anos à frente da Petrobras, anunciou a conquista da autossuficiência brasileira em petróleo (2006); a descoberta do pré-sal (2007-2008); e a consequente listagem da Petrobras entre as maiores companhias de energia do mundo”.

    Ao fazer um balanço da companhia nos últimos sete anos, Gabrielli comemora: “A Petrobras valia cerca de US$ 14 bilhões em 2003 e hoje vale cerca de US$ 210 bilhões. Hoje, temos um portfólio exploratório em crescimento no Brasil. A Petrobras tem hoje 46% da sua força de trabalho com menos de nove anos de casa e 53% com mais de 19 anos. Houve uma renovação da força de trabalho dentro da empresa. A Petrobras fortaleceu a sua estrutura corporativa. Entrou fortemente na área de biocombustíveis. Montou e consolidou a estrutura de gás natural no País. Em 2002 investia US$ 200 milhões por ano em refino. Hoje esse valor é mensal. Ampliou o market-share na BR (distribuidora). Comprou a Liquigás. É hoje a sexta maior empresa de energia do mundo e a segunda maior em petróleo. Resumindo: um sucesso!”.

  8. Laertes
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 21:58 hs

    Imaginem se o governo Serra não estivesse trabalhando por nós…
    Atualizado em 04 de janeiro de 2010 às 12:36 | Publicado em 04 de janeiro de 2010 às 12:02

    por Luiz Carlos Azenha

    O período de chuvas tem sido revelador no Estado de São Paulo. Não consta que as chuvas tenham deixado de cair no chamado “período de chuvas”. Revelador porque há uma clara desconexão entre o governo de São Paulo que aparece na TV e o governo de São Paulo que vemos, trabalhando por nós, no cotidiano.

    Senão, vejamos.

    Há indícios fortíssimos, levantados pela jornalista Conceição Lemes, de que o governo do Estado não fez o que deveria ter feito na obra que aprofundou o canal do rio Tietê: a limpeza cotidiana. A retirada da lama, das pedras e do lixo que os afluentes levam cotidianamente para o rio Tietê. O governo de SP talvez tenha ficado três anos sem limpar o Tietê. Resultado? Menos espaço para escoarem as águas de todos os afluentes e enchentes como as de novembro e dezembro últimos.

    Fechando a barragem da Penha o governo paulista evitou novas inundações ao longo das obras de ampliação das marginais do Tietê, optando por encher os bairros da Zona Leste, inclusive o Jardim Romano, tomado por uma mistura de águas e esgoto que está lá há mais de trinta dias, como mostrou o Domingo Espetacular, da TV Record. Na mesma reportagem, um líder comunitário disse que o motivo das enchentes foi a construção recente de uma escola. Ora, como já se perguntou: porque a Prefeitura de São Paulo construiu uma escola e permitiu a construção de um conjunto habitacional em um bairro de onde agora quer tirar os moradores?

    Por outro lado, temos uma situação bizarra em torno das obras que deveriam combater as enchentes: os piscinões. Como revelou Conceição Lemes, os piscinões de São Paulo recolhem tanto água de chuva quanto água de esgoto: sim, as redes de esgoto da SABESP caem diretamente nos córregos e os piscinões da periferia recolhem água desses córregos por um determinado período. Aquele bolo de cocô e xixi, misturado à água, deixa crostas de detritos que atraem ratos e baratas, de acordo com denúncias de moradores. Foram publicadas no Jornal da Tarde.

    Outra obra questionada é a própria ampliação das marginais: segundo grupos que se opõem à ampliação, a obra reduz o espaço para infiltração das águas da chuva e levará mais automóveis para uma região sujeita às enchentes, ainda mais se considerarmos que o governo paulista não fez o que deveria ter feito para manter limpo o canal do rio Tietê; e professores da Universidade de São Paulo dizem que esse tipo de obra apenas repete a lógica de priorizar o automóvel, quando São Paulo tem apenas 61 km de metrô, contra 202 km da Cidade do México.

    É possível imaginar qual o objetivo das obras do Tietê: quando chegar março e elas forem inauguradas, junto com mais um trecho do Rodoanel, seremos submetidos a um bombardeio ainda maior de comerciais na TV dizendo que o governo de São Paulo está trabalhando por nós, está criando milhões de empregos, promovendo o crescimento do Brasil, acabando com o efeito-estufa e garantindo a vitória do Brasil na Copa do Mundo. Mas não adianta trabalhar por nós desse jeito: com obras de caráter questionável, que certamente servirão para fazer propaganda eleitoral, mas que a longo prazo se revelarão inúteis, contraproducentes ou os dois.

    Obras, é importante que se lembre, que financiamos não só com nossos impostos: São Paulo cobra pedágios de primeiríssimo mundo, como revelei depois de publicar os recibos de pedágio de uma viagem entre São Paulo-Bauru-São Paulo: 13 centavos por quilômetro rodado! Para fazer parte da viagem na rodovia Marechal Rondon, que está longe de ser de “primeiro mundo”. Ganhamos em real, pagamos pedágio em euro!

    Finalmente, chegamos a São Luís do Paraitinga, onde os moradores ficaram à própria sorte depois que uma enchente devastadora cobriu o centro da cidade. Não houve apenas atraso, mas completa descoordenação nos trabalhos de resgate e de ajuda aos moradores, como os próprios moradores denunciaram. Leia mais aqui, aqui eaqui. O governador José Serra chegou à cidade no domingo, trazendo os assessores e bombeiros que não estavam lá na hora da enchente — e as câmeras de TV que o apresentaram no Fantástico.

    O que me leva ao ponto final, que é essa completa desconexão entre obras de caráter duvidoso, falta de planejamento e improvisação de um governo que torra milhões de reais todos os dias para nos dizer que está trabalhando por nós, com nosso dinheiro, para fazer obras de caráter duvidoso, com falta de planejamento e improvisação. Ou seja, nós pagamos para que o governador paulista pague ao Ali Kamel para que o Ali Kamel interdite completamente o debate sobre questões essenciais ao futuro de São Paulo, esconda o que não interessa ao governo paulista e propague o que interessa.

  9. Zé Pedágio Serra
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 22:02 hs

    por Luiz Carlos Azenha

    Um amigo teve a paciência de coletar os recibos de pedágio.

    São Paulo-Bauru-São Paulo

    Sete praças de pedágio na ida. Sete praças de pedágio na volta.

    Quilômetros rodados: 652.

    Valor gasto em pedágios: R$ 87,00.

    Valor por quilômetro: 13 centavos de real.

    Na New York Thruway o valor do pedágio é de 3 centavos de dólar por milha.

    Na Flórida Turnpike é de 7,5 centavos de dólar por milha.

    Fazendo a conversão, na New York Thruway, grosseiramente, o motorista paga 3,5 centavos de real por quilômetro rodado.

    Na Flórida Turnpike, 8,5 centavos de real por quilômetro rodado.

    Já dirigi nas duas: são rodovias melhores que a Castelo Branco e a Marechal Rondon.

    Ou seja, 13 centavos/km aqui; 3,5 centavos/km em uma rodovia de Nova York; 8,5 centavos/km em uma rodovia da Flórida.

    Há de se considerar que estamos comparando o Brasil (salário mínimo de cerca de 500 reais por mês) com os Estados Unidos (salário mínimo, por baixo, equivalente a 1.500 reais).

    Será que a Thruway e Turnpike já amortizaram os custos de construção e podem, por isso, cobrar menos pelo pedágio por quilômetro rodado? Ou será que estamos pagando muito acima do preço aqui em São Paulo ou no Brasil?

  10. Ita
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 22:06 hs

    Pela imcopetência do serra é que muita gente moreu em São paulo.
    Por falta de investimento por parte do Serra (PSDB) em galerias pluviais.
    Dilma Presidente 2010.
    Fora PSDB.

  11. Laís
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 22:09 hs

    SLOGAN DA MINHA CAMPANHA: “SEJA BURRO, VOTE EM SERRA 2010″.

    Porque alguém votaria no Serra? Seria porque os tucanos cobram os pedágios mais caros do Brasil? Enquanto na Rodovia Federal Fernão Dias o pedágio custa R$1,20 e em outras rodovias federais atinge R$2,68 (máximo), nas rodovias de São Paulo os pedágios variam entre R$12,00 e R$18,00.

    Outro dado importante: o IPVA de São Paulo e Minas Gerais ( redutos tucanos) é de 4,0% do valor dos veículos de passeio, enquanto em outros estados, como ES, PR, SC, MS, MT e SE os valores variam ente 2,0 e 2,5%. SEJA BURRO E VOTE NUM TUCANO.

  12. Laís
    segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 – 22:31 hs

    Por que os tucanos não drenam o rio ? Para mandar os nordestinos embora ?

    O Serra e a Globo põem a culpa na chuva. Não é bem assim.

    Em dezembro de 2008, houve um evento de “comemoração” dos 10 anos do Plano Diretor de Macrodrenagem da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê. (clique aqui para ler a programação)

    Pelas fotos mostradas acima pode-se observar que, praticamente, não houve melhora alguma em relação à macrodrenagem daquela bacia.

    Depois de muitos anos – quase uma eternidade – governando São Paulo, o PSDB mostra ao que veio: transformar São Paulo na Nova Veneza Brasileira

    Há quem diga que, na verdade, o PSDB quer inundar as áreas da população pobre até que ela resolva se mandar de São Paulo.

    Mas, aí, quem é que vai trabalhar, para fazer São Paulo funcionar?

  13. Otávio
    terça-feira, 5 de janeiro de 2010 – 0:50 hs

    bateu o desespero nos comentaristas lulistas… nem raciocinando mais estão. Quanta bobagem! parece a Gleisi e sua falta de noção quanto à utilidade de obras…
    Quando se vê esta gente, se entende porque o PT não tem vez no Paraná!
    Sinto orgulho de ser paranaense!

  14. Laís
    terça-feira, 5 de janeiro de 2010 – 14:34 hs

    O desespero bate às portas do PSDB nacional, Serra está só esperando para desistir da sua candidatura.
    Ser reacionário e preconceituoso é, felizmente, uma característica que está desaparecendo nos curitibanos mais jovens e esclarecidos!

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