Estradas contra pedágio de Requião ficam a meio caminho | Fábio Campana

Estradas contra pedágio de Requião ficam a meio caminho

Foto de Albari Rosa

De Ari Silveira na Gazeta do Povo

Anunciado pelo governador Roberto Requião no início do atual mandato (o segundo de sua segunda passagem pelo governo) para criar rotas alternativas às rodovias pedagiadas, o programa Estradas da Liberdade corre o risco de não ser concluído nesta administração.

Inicialmente prevista para ficar pronta até o fim deste ano, a pavimentação da Estrada do Cerne (PR-090), a mais ambiciosa obra viária do programa, já não tem mais prazo de conclusão definido, pois 47 km ainda dependem de licença ambiental. Na última quinta-feira, Requião autorizou a aplicação de mais R$ 29,3 milhões na pavimentação de 19 km entre o distrito do Abapã, em Castro, na região dos Campos Gerais, e o entroncamento com a PR-340, próximo à localidade de Castrolanda, no mesmo município.

A Estrada do Cerne é a principal via de um corredor que vai ligar Curitiba ao Norte do estado. Contratado pelo governo do Paraná, o Exército Brasileiro vem executando os trabalhos em duas frentes: uma a partir dos Campos Gerais e outra com origem na região metropolitana de Curitiba. Em Castro, recentemente foi concluído o trecho de 8,2 km entre Castrolanda e a Estrada do Cerne. Já os 16 km entre Campo Magro e a ponte sobre o Rio do Cerne, no distrito de Bateias, em Campo Largo, estão prontos há cerca de um ano.
Anunciado pelo governador Roberto Requião no início do atual mandato (o segundo de sua segunda passagem pelo governo) para criar rotas alternativas às rodovias pedagiadas, o programa Estradas da Liberdade corre o risco de não ser concluído nesta administração. Inicialmente prevista para ficar pronta até o fim deste ano, a pavimentação da Estrada do Cerne (PR-090), a mais ambiciosa obra viária do programa, já não tem mais prazo de conclusão definido, pois 47 km ainda dependem de licença ambiental. Na última quinta-feira, Requião autorizou a aplicação de mais R$ 29,3 milhões na pavimentação de 19 km entre o distrito do Abapã, em Castro, na região dos Campos Gerais, e o entroncamento com a PR-340, próximo à localidade de Castrolanda, no mesmo município.

A Estrada do Cerne é a principal via de um corredor que vai ligar Curitiba ao Norte do estado. Contratado pelo governo do Paraná, o Exército Brasileiro vem executando os trabalhos em duas frentes: uma a partir dos Campos Gerais e outra com origem na região metropolitana de Curitiba. Em Castro, recentemente foi concluído o trecho de 8,2 km entre Castrolanda e a Estrada do Cerne. Já os 16 km entre Campo Magro e a ponte sobre o Rio do Cerne, no distrito de Bateias, em Campo Largo, estão prontos há cerca de um ano.


14 comentários

  1. BREAK
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 8:36 hs

    Esta foto comprova o quanto o atual “Governador” é um mentiroso mau caráter que em 7 anos nada fez do que avia prometido em campanha eleitoral. Ele deve lembrar que 7 é numero de azar. Eu diria azar dele que vai tentar disputar uma cadeira no Senado Federal.

  2. Alberto Matias
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 9:19 hs

    Que governo ridículo. Não consegue concluir uma estradeca dessas?

  3. Xisburgue
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 10:16 hs

    “o programa Estradas da Liberdade corre o risco de não ser concluído nesta administração”, nossa mãe de Deus.

    Se o referido jornalista desse uma olhada em todo o interior do estado escreveria que não existe RISCO NENHUM da estrada ser concluída.

    Moro numa cidade atravessada por um dos lotes do tal programa.

    Nada mudou, absolutamente nada. Os buracos continuam a crescer a cada dia e o abandono do DER é total.

  4. Jango
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 11:39 hs

    Em 08/06/2009 sob o título “Sucessor de Requião herdará passivo bilionário”, este blog noticiava o seguinte:

    “Ao deixar o governo, em abril do ano que vem para concorrer ao Senado Federal, o governador Roberto Requião (PMDB) deixará um passivo judicial bilionário para seu sucessor, que será eleito em 2010. São cerca 300 ações nos judiciários estadual e federal, incluindo as varas de fazenda públicas e cíveis em primeira instância e em instâncias superiores, como Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Porto Alegre), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), além do Tribunal de Contas do Estado (TC) e Tribunal de Contas da União (TCU). O total de dívidas ou indenizações que esses processos podem gerar passa de R$ 1 bilhão.

    Somente com as empresas de pedágio, as ações, quando julgadas, resultarão numa dívida mínima de R$ 300 milhões, sem correção, segundo cálculos da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR). Neste montante, está um volume de 83 processos de ambas as partes. Porém, as ações foram desmembradas e já somam cerca de 180 dos dois lados (empresas de pedágio e governo), segundo a ABCR. Somente as empresas são autoras de 43 ações em andamento, entre elas, várias que pedem o equilíbrio financeiro, provocado por ações do governo.

    Os procedimentos judiciais das concessionárias questionam inclusive prejuízos materiais causados por invasões e depredações das praças de cobrança, os dias em que as cancelas foram mantidas abertas por manifestantes, desequilíbrios contratuais (obras extras, por exemplo) que não foram revistos por Requião e os dias que as empresas deixaram de aplicar os reajustes tarifários por falta de autorização do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).”

    O fiasco do pedágio “baixa ou acaba” é público e notório. Agora se sabe também do fiasco das “estradas da liberdade”. Estamos presos às contestadas tarifas do pedágio e seu passivo judicial de todos os lados. Se começou mal com Jaime Lerner devido à tarifa exorbitante, muito pior ficou com Requião cujo animus litigandi deu causa a uma detrimentosa aventura judicial levada a efeito numa causa perdida, visto que a Justiça está concedendo seguidos aumentos. Essa situação já foi denunciada à farta pela mídia e por autoridades públicas, só que nenhuma apuração de responsabilidade dos agentes públicos que vão ocasionar este rombo no erário público está sendo empreendida.

    Até que ponto é lícito uma renitência governamental causar tanto prejuízo ao erário público e não ser apurada responsabilidades ? Até que ponto é moralmente tolerável que as ditas autoridades de controle público se façam de desentendidas e a sociedade inssossamente observe a fatura do prejuízo que vai ter de pagar. Trata-se de dinheiro público que em vez de ir para o atendimento das carências da sociedade (e este governo muito está a dever neste item) irá ao pagamento desta fatura do passivo judicial do pedágio. Será que nos resta somente nos conformar com tanta anomia, com tanta incompetência, com tão manifesto prejuízo público ? Só porque a sociedade e as ditas autoridades de controle público não exigem o respeito que deveriam quanto à gestão proba e eficiente da coisa pública ? Na verdade, o gestor público malversador e incompetente conta com isso. Até quando ?

  5. joao pereira
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 12:41 hs

    A meia estrada do Governo é a cara do REQUIAO, meio governo, meio sério, meio competente e meio Mentiroso, é o FIM Melancólico da era Requiao que nao vai deixar SAUDADES.

  6. terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 12:57 hs

    Esta é a imagem do governo do Duce,e, continuará assim com o Pessutão,pois, o rombo que o Duce está deixando é enorme,mas, vale lembrar sem obras.
    Este é o ano,2010 o ano da revanche, aproximadamente 78 dias para o adeus ao fanfarrão do Canguiri,e, se DEUS quiser para nunca mais encontrá-lo na política,mas,povo paranaense,não esqueçam que seus parentes irão tentar eleger-se,vamos varrer toda esta família da política paranaense,assim como, todos os deputados estaduais e federais,a qual levou o título de bancada menos operante em Brasília.
    A vergonha é total,então povo trabalhador do Paraná,vamos tomar vergonha na cara e chutar o traseiro de cada um não reelegendo-os.

  7. pedro paranaense
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 13:07 hs

    O POVO NAO PODE VOTER NELE NAO E POSSIVEL ….ELE E LOUCO …E INCOMPETENTE.

  8. Olhêro das Araucárias
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 14:10 hs

    ai ai ai… as viúvas do Lerner tão cada dia mais atrevidas… Vão amargar mais uns 20 anos fora do poder.

  9. jose
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 14:20 hs

    OLHA O QUE A TV PINOCHAVEZ TEM A CANALHICE DE FAZER . POR SINAL JA NOTARAM QUE ELES SEMPRE COLOCAM AQUELE YARED PARA APRESENTAR O JORNALECO DELES PERTO DAS ELEIÇÕES ATÉ O CABELO DELE DEIXAM IGUALZINHO AO DO DUCE

    http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/educativa/visualizar.php?video=22026

  10. bacamarte
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 16:10 hs

    Penso que a discussão não deve se restringir a quem é Requião ou quem é Lener. Essas duas pragas que assolaram o desenvolvimento e as finanças do Paraná devem ser execradas da vida pública.

    Requião é a atual doença, e nós temos a cura, o VOTO!

    Não vote em candidato ruím, a vítima vai ser você!

    Fora famiglia Requião, viva o Paraná.

  11. claudemir
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 16:12 hs

    É SO FALAR COM OS DONOS DOS PEDAGIO QUE SÃO AMIGOS DO REI QUE ELES RESOLVE, A ESTRADA DA LIBERDADE COM PEDAGIO OU NÃO

  12. Ricardo
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 18:04 hs

    Se fosse só essas estradas tudo bem.
    E o rombo no porto de Paranaguá e Antonina por conta da proibição idiota dos trangênicos?
    Os gastos com essa TV educativa que só serve pra idolatrar esse sem vergonha?E servir de cabide de emprego pros puxa-saco?
    E as multas decorrente dos insultos e ataques desnecessários a políticos e instituições?
    Mentiras, Nepotismo, demência….afinal…….QUEM É O ELEITOR DE REQUIÃO????????
    PELAMORDEDEUS….MANDEM ESSE CANALHA PRA CADEIA.
    E TIREM O TÍTULO DE ELEITOR DESSA CAMBADA QUE VOTA NESSA RAÇA DE MELLO E SILVA.

  13. joão
    terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 19:01 hs

    Sr. Redator, depois de 07 anos seguidos de péssima gestão, onde fica fácil comentar as ações não realizadas, a ausencia de segurança patrocinada pelo Menino Maluquinho, ausencia de saude, ausencia de ensino e educação, ausencia de investimento no porto de Paranaguá, ausencia de tudo até de ética, porém o Bob Rek ainda possui 47% de apoiamento para o senado federal. Será que os eleitores inconscientes ainda não perceberam o mal que estão praticando contra o próprio estado contra a própria vida. Atenciosamente

  14. terça-feira, 12 de janeiro de 2010 – 21:33 hs

    Voltando ao comentário,esqueci de citar que o sr.Duce,ao final de seu desgoverno em 1994, sua gestão sofreu uma CPI nos Portos de Paranaguá e Antonina,claro que não deu em nada,pois, seu presidente nada mais era que seu “atual” aliado Algaci,o MP deixou passar batido.
    Lembro que o escândalo rondou a área de informática da APPA,onde, a aquela época pagaram uma conta antecipada de serviços e aparelhos que ninguém viu,nem o sr.Algaci(graaaaannnnnddddeeee presidente da CPI), srs.o rombo foi em dólares,e, muitos dólares,lembro-me também que até hoje nada foi feito,então é estes srs.que querem de volta a política de nosso Estado????????????
    Neste ano vamos a revanche,não vamos reeleger estes malas que assolam este nosso estado,que nunca serviram para nada, fora com os mesmos,como dizia o falecido Enéas…

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