É. Pode ser | Fábio Campana

É. Pode ser

Do Ancelmo.com no O Globo

De Nicolas Sarkozy no simpósio Novo Mundo, Novo Capitalismo, em Paris:

– Nenhuma decisão internacional pode ser tomada hoje sem que o Brasil seja consultado.


16 comentários

  1. Laertes
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 10:35 hs

    Agora é que o FHC e o Serra se matam!

  2. MUTUKA
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 10:50 hs

    Lula é F… mesmo!
    Unanimidade Mundial!!!

  3. rodrigo
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 11:30 hs

    Não li na frase que a consulta deve ser ao lula. Mas ao brasil, que teve e terá outros tantos presidentes. É muita pretensão pelega achar que tudo que o Brasil conquistou é fruto do lulismo ou petralhas. Vão estudar historia e economia.

  4. KIm
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 11:58 hs

    Prezados,
    Não tenho nehuma preferência politica por este ou aquele candidato , mas me preocupa o que a venda de aviões não faz com um país?
    E o pessoal confunde as coisas( se ilude, se engana) ,mas Sarkozy sabe que o nosso presidente tem um ego que precisa ser massageado a toda hora, pois caso contrário não vai vender os aviões .
    Como ja diz o velho ditado Business is Business.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  5. Mememe
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 12:23 hs

    O que este francesinho não faz pra vender uns jatinhos…e tem gente que acredita.

  6. Laís
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 14:11 hs

    Pra quem não sabe nada sobre os jatos aí vai um esclarecimento:

    “As turbulências do presidente”; “Os pés pelas mãos” – por si só os títulos dos editoriais nos quais os jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo trataram, neste início de ano, a questão da compra pelo governo brasileiro de um lote de novos caças para a Força Aérea Brasileira, indicam a indisfarçada torcida pela abertura de uma crise no governo federal.

    A decisão vem sendo amadurecida há bastante tempo. Além das audiências públicas, consultas, relatórios técnicos e demais providências que uma decisão dessa envergadura envolve (dados seus aspectos políticos, militares e financeiros), há também um pesado jogo de pressões (internas e estrangeiras) que extrapolam os aspectos técnicos e financeiros e revelam o fundamental caráter geopolítico do que está em jogo.

    O vazamento de um relatório da FAB, noticiado pela Folha de S. Paulo no dia 4, faz parte desse jogo pesado. E a reação da mídia, com forte eco na oposição neoliberal, revela aspectos dele que se interpõem entre a manifesta preferência de Lula pela oferta francesa e a torcida pela compra do sueco Gripen NG.

    Alega-se que o sueco é um avião mais barato. Mas é como comprar um apartamento na planta. É um avião que ainda não está pronto mas só existe em projeto, com limitações importantes. Seu motor, por exemplo, é fabricado nos EUA; outra fragilidade decorre de que, para baratear a produção, ele depende de um sem número de fornecedores de peças espalhados pelo mundo. Quando se lembra que, há poucos anos, a Embraer foi proibida pelo governo de Washington de vender aviões Tucanos para a Venezuela porque tinham componentes fabricados nos EUA esta fragilidade do projeto sueco fica ainda mais evidente – ela não é técnica nem financeira, mas política.

    A decisão final pela compra cabe ao presidente Lula que, como chefe da Nação, é o comandante em chefe das Forças Armadas. Não será uma decisão solitária, como insinuam os pregoeiros da crise, mas envolverá o Ministro da Defesa, o Conselho de Defesa, a assessoria técnica da FAB e as necessárias consultas para uma decisão que envolve tamanha responsabilidade. Mas ela é prerrogativa do presidente da República.

    Isto é, será uma decisão política, como insistem o próprio Lula, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e outras autoridades do Governo. Este é o coração da polêmica. A decisão final poderá consolidar e fortalecer o caminho autônomo que o Brasil segue desde 2003. É um rumo contra o qual a oposição neoliberal, e as forças sociais que ela representa, mantém o dogma do alinhamento automático entre o Brasil e os EUA, opinião que fundamenta sua torcida por uma escolha para recolocar nosso país numa situação subalterna e dependente.

    Mas o governo trabalha com outra opção, a do fortalecimento da autonomia que poderá resultar da consolidação de pactos internacionais múltiplos e soberanos, fora da esfera norte-americana, e que possam aumentar a capacidade de defesa de nosso país sem a dependência de decisões externas.

    O embate entre estas duas opções, uma dependente, outra soberana, é o fundamento da torcida da oposição neoliberal por uma crise entre o governo e os militares. Tudo indica que mais uma vez não passará intriga midiática, e que – ao contrário do que querem os ventríloquos da mídia, a soberania nacional saíra fortalecida.

  7. Laertes
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 14:16 hs

    Essa de comprar os aviões ainda na planta eu, também, não entendi.
    Será que os militares estão achando que os aviões vão ser financiados pela Caixa?

  8. Jorge Nunes
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 14:17 hs

    Isso, que se falava nos sites sobre o assunto antes de setembro. Os armamentos do Gripen não se leva em consideração e nem a sua configuração final (ainda acho que a Eliane omitiu ou mentiu sobre o relatório da FAB).

    E o governo pode está deixando esta crise prosseguir para conseguir mais vantagens no projeto Rafale.

    Mas dificilmente o caça deixará de ser o Rafale, a liberdade da FAB poder usar e desenvolver Software e equipamentos do Rafale fala mais alto.

    Mas uma coisa é estranha, pois, todo mundo ficou com problemas de memória repentinamente, o motivo de não se optar pelo F-18 foi as limitações impostas pelo governo dos EUA. E o mesmo fato ocorre com o Gripen.

    A informação que se passa é que o Gripen é 100% Sueco, não diz nada mais sobre a SAAB.

    Mas tenho que reconhecer em matéria de lobby o pessoal da SAAB é bom. Conseguiu que grandes empresas de comunicação do Brasil ficassem a serviço da SAAB e o DEFESANET ganhou um banner do Gripen. Este artigo do José Meirelles Passos estava ao lado de um editorial claramente pró gripen.

  9. Laís
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 14:25 hs

    Vejam a seguinte declaração de um piloto de caça da FAB.

    “Recuso-me a acreditar que a Força [Aérea] tenha finalizado o relatório e decidido pelo Gripen [avião sueco]. Pelos motivos abaixo:

    1) pra começar, o Gripen nem é um caça, é apenas um protótipo;

    2) O Gripen é monorreator, enquanto os caças top de linha, como o Sukhoi Su-35/37 e o Hornet, são birreatores. Pra quem está no ar pilotando, isso faz uma grande diferença;

    3) O Gripen não tem a autonomia de vôo necessária ao território brasileiro. Como é que você vai decolar de Anápolis e executar uma missão em São Gabriel da Cachoeira com um monomotor pé-duro desses?

    Eu, particularmente, continuo não acreditando que a cúpula da Força tenha feito uma escolha bisonha dessas. Já que o melhor caça (o Su-35), por pressão americana, está fora, que venha, pelo menos, o Rafale.

    Ten. Costa Gomes | Anápolis – Go | Piloto de caça | “

  10. Analista
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 14:28 hs

    Não é só por isso que o enfant Sarkosy está com os índices de popularidade là-dessous …

  11. bacamarte
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 17:04 hs

    Esse frencês é um tremendo gozador. Ou um grande bajulador.
    Afinal, precisa salvar da quebra a sua empresa de aviação e recuperar a economia do seu país que anda muito mal.
    Sou mais o avião dos EUA, pelo menos já foi bem testado em combate pois os outros dois, um ainda está na papel e o outro é frágil como avião de papel.

  12. Edson Fernando
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 17:54 hs

    Vamos aguardar o fim da novela sobre as compras dos caças,para ver se ele continua com a mesma opinião….

  13. sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 18:45 hs

    LAÍS não sei se o texto é seu ou vc esqueceu de citar a fonte mas é muito difícil ler um texto tão ésclarecedor,tão moderado por estas bandas.Parabéns,de qualquer forma seja teu texto ou não.O Nelson Rodrigues ficaria indignado com o tanto de vira latas que postam aqui.Como é possível um brasileiro,nordestino,torneiro mecânico,ou ainda , segundo os intelectualóides idiotas que aqui postam chamando o Lula de semi-analfabeto, ganhar o respeito do mundo? Talvez esses que aqui postam essas indecências tenham alguma história de vida melhor do que esse pobre homem que é nosso Presidente e possam nos brindar aqui mesmo para que já possamos providenciar um filme sobre suas vidas.

  14. sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 19:32 hs

    TENETE COSTA GOMES DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA DE ANAPOLIS ESSE CONHECE;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;

  15. Laís
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 20:36 hs

    Olá Zé,
    Eu esqueci de citar a fonte sim e não me lembro agora daonde.
    Achei importante a informmação, é um complemento aos absurdos que a gente vê na grande mídia.

  16. cidadao trabalhador
    sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 – 21:03 hs

    o lulla quer comprar os avioezinhos dos franceses p/ juntamente com cuba e venezuela, invadir os estados unidos e acabar com a indústria de avioes deles, isso p/ fortalecer a embraer

    kkkkkkkkkkkkkkkkk e de lambuja pagar os afagos de ovos que sarkozy faz no nosso cachaceiro

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