Lula aprova salário mínimo de R$ 510, diz Paulo Bernardo | Fábio Campana

Lula aprova salário mínimo de R$ 510, diz Paulo Bernardo

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A partir de 1o de janeiro de 2010 o valor do salário mínimo será de R$ 510,00, informou há pouco o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O presidente Lula, que está no Rio de Janeiro, deve assinar medida provisória reajustando o mínimo nesta última semana do ano. O valor do mínimo é também referência para o pagamento de aposentadoria do INSS – o reajuste vai custar R$ 4,6 bilhões nas contas da Previdência.

O valor atual do salário mínimo é R$ 465,00. Se fossem aplicadas as regras de reajuste do mínimo propostas pelo governo – inflação e mais a variação do PIB de dois anos antes – o valor ficaria em R$ 506,25. Neste ano de eleição, o governo preferiu arredondar o valor pra cima. Paulo Bernardo avalia que é mais fácil sacar o valor arredondado nas máquinas eletrônicas, que trabalham com notas de R$ 10. O custo adicional para a Previdência será de R$ 600 milhões.


14 comentários

  1. ZÉ CUTUCA
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 22:27 hs

    Menos mal para nós assalariados. Mas votinhos para o PT necas pitbirabas.

  2. Eu acredito em politico
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 22:58 hs

    Parabéns ao presidente Lula, que conseguiu ao longo do seu mandato assegurar ganhos reais do salário minimo neste pais, e que impulsiona o ganho da maioria de seus críticos.
    Este blog repete o velho chavão do “…custo adicional da previdência”, sem falar dos benefícios que traz para o pais. Esta redistribuição de renda, ainda que muito pequena, é a explicação principal para o pais estar saindo da crise tão cedo.

    Enquanto aqui nas paragens curitibanas, os juizes começam a demolir o mito Jaime Lerner, reconhecendo de que havia uma quadrilha em seu Governo.
    A propósito parece que isto não tem nenhuma importancia para esta coluna!

  3. terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 23:23 hs

    E OS APOSENTADOS???????????????????????????????????????????

  4. quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 0:02 hs

    lula não fez mais do que sua obrigação. Ah! a novidade é que elle está no Brasil e pode aprovar o salário mínimo em tempo hábil.

  5. CLOVIS PENA -
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 6:26 hs

    Uma constatação é que o Paulo Bernardo está assumindo um lugar importante no cenário político do Paraná.
    Mineiramente, Bernardo está exercendo um papel que falta, na conexão dos interesses paranaenses junto a Lula e sua equipe.
    Paulo Bernardo poderá conquistar mais um belo resultado se, por exemplo, ajudar a compensar os recursos federais para a educação no Paraná em relação a outros estados.
    Vejo que logo após as eleições Bernardo terá a oportunidade de construir um PT autêntico e independente no Paraná, se desejar.
    Para isto, precisará solucionar algo junto à ala funcionária.

  6. Marcelo Oliveira
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 10:05 hs

    Acho inacreditável como os meios de comunicação anunciam aos quatro ventos o aumento do mínimo, e que aumenta o valor recebido pelos aposentados que recebem o piso, mas não há viva alma que denuncie a perda de poder aquisitivo que sofrem os 9 Mi de aposentados que recebem (e para isso contribuíram) acima do piso.

    Todos apontam o rombo da previdência, mas calam-se quanto aos 6,02% que estes 9 Milhões de aposentados receberam, como se indiretamente concordassem com tal arrocho que iniciou com o FHC, e que LuLLa fingiu ser contra na hora de conseguir votos, sendo omissos em apontar as verdadeiras causas do rombo da previdência: desvio do dinheiro e as aposentadorias do setor público, 15 vezes maiores do que as do regime normal.

    Cadê a imprensa omissa que não denuncia claramente este arrocho que está matando aposentados, e é jogado para debaixo do tapete??

    LuLLa é um criminoso apenas interessado em garantir votos !! Agora que já está com o pé fora da lama, pouco se importa, como pouco se importam TODOS os políticos !

  7. Laís
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 14:22 hs

    Comparando os salários mínimos em Us$ dos tempos do FFHHCC e Lula:

    FFHHCC
    1994 US$ 83,80
    1995 US$ 111,73
    1996 uS$ 112,48
    1997 US$ 113,14
    1998 US$ 113,91
    1999 US$ 82,07
    2000 US$ 84,67
    2001 US$ 82,47
    2002 US$ 86,28
    TRANSIÇÃO
    2003 US$ 77,03

    LULA
    2004 us$ 89,47
    2005 us$ 115,51
    2006 us$ 163,35
    2007 us$ 198,98
    2008 us$ 253,54
    2009 us$ 205,02

    Existem dúvidas agora do porquê da grande imprensa preferir o Serra?

  8. Divanir
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 15:13 hs

    Marcelo Oliveira, entendo que o Lula imagina que aposentados não votam, não sou aposentado, mas se fosse não votaria em sua substituta, espero que os 9 milhões de aposentados deem o troco na hora do voto. Pois é complicado ver Dilma no poder, cuja a qual ao país não fez nada, e apenas se escora no presidente Lula. Talves seja mais fácil governar um país cujo o qual está estabelizado, caso foi o do atual presidente, pegando alguns projetos existentes, mudando-se o nome e infiando guéla abaixo do povão, subindo nas pesquisas através de bolsas esmólas. A crise que estamos saindo foi por pura competência do empresariado e do povo que continuaram gastando, pois parar de comer não podemos, o resto se ajeitou. Talves turismo seja o forte dele. O demais teve sorte por ser o único presidente que saiu do povão e agora está matando os aposentados, pena que quando se aposentar vai ganhar salário de presidente.

  9. Laís
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 17:59 hs

    Divanir, estás complemente enganado nessa sua análise rasteira e parcial. Tá na hora do seu remedinho!

  10. OSSOBUCO
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 18:07 hs

    Governador depende da derrota de Serra para viabilizar seu projeto nacional”
    Valor Econômico – 21/12/2009

    A seguir, a entrevista com o diretor do Instituto Cultiva, Rudá Ricci:

    Valor: A candidatura de José Serra à Presidência sofrerá um abalo com a desistência de Aécio Neves em concorrer?

    Rudá Ricci :Sem dúvida, em razão da forma como Aécio preparou sua saída. Ele a fez causando um profundo desgaste na imagem de Serra, ao menos em Minas Gerais. Procurou-se transmitir a sensação de que Serra é um homem que empurrou Aécio para fora da disputa de forma maquiavélica, sem tomar uma decisão. O Aécio poderia esperar até janeiro, conforme as lideranças tucanas pediram, mas preferiu fazer na semana passada, na sequência das definições locais e do fortalecimento da candidatura de Ciro Gomes no PSB.

    Valor: Como isso se traduzirá em termos eleitorais em Minas? Até que ponto o sentimento de frustração regional pesa para o eleitor?

    Ricci :Em Minas Gerais pesa muito. Ao contrário de São Paulo e Rio, aqui não é um Estado fundamentalmente de migrantes. Serra poderá ser visto como mais um paulista que veio tirar o espaço dos mineiros.

    Valor: Mas uma recente pesquisa mostrou Serra com 40% dos votos em Minas. Como isso se dissiparia de uma outra para outra?

    Ricci : Por mais que Aécio tenha negado, sempre se partia da perspectiva de que poderia haver uma chapa Serra/Aécio para a Presidência da República. Na medida em que ficar claro que isso não vai ocorrer, Serra tende a cair aqui e Dilma (Rousseff, ministra da Casa Civil) a subir. Ou Ciro (Gomes, deputado federal do PSB), se tiver o apoio de Aécio nos bastidores.

    Valor: Por que Aécio não vai sair de vice de Serra?

    Ricci : Aécio já anunciou a possibilidade de se colocar como uma espécie de conciliador nacional. Ele tentará ser senador para forjar uma nova aliança, diferente do alinhamento partidário atual, com o PT de um lado e o PSDB do outro. Ele não depende da vitória do candidato a governador dele aqui para isso e duvido que se empenhe muito para eleger (Antonio) Anastasia (vice governador). Mas ele depende da derrota de Serra para tal. Com Serra na Presidência, Aécio não tem como propor uma nova aliança.

    Valor: Por que então ele não procurou fazer isso saindo do PSDB ao perceber que não tinha como concorrer com Serra?

    Ricci: Porque ele tinha que recompor suas bases no interior de Minas. Diferente do que a vitória dele em Belo Horizonte pode indicar, Aécio fragilizou-se no Estado como um todo. Precisava refazer sua liderança, abalada em 2008. Além disso, o PSDB é parte essencial do projeto de Aécio. O problema dele são os tucanos paulistas.

    Valor: Ou seja, na visão do senhor, se o Serra tornar-se presidente, nascerá aqui em Minas um foco de oposição..

    Ricci: Na verdade, Aécio hoje talvez seja um obstáculo para Serra chegar à Presidência. Como Ciro Gomes é um obstáculo para a Dilma nesse mesmo sentido.

    Valor: E porque a vitória de Anastasia não seria importante para o projeto conciliador de Aécio?

    Ricci: Evidentemente que a vitória de Anastasia fortaleceria Aécio, mas ele joga com mais de um cenário. Ele sabe que seu projeto não estará comprometido caso o PT ganhe em Minas, se o candidato petista for Fernando Pimentel, e o ex-prefeito ganhou as eleições internas do PT uma semana antes de Aécio retirar a candidatura. Ele sabe que o projeto também sobrevive com Hélio Costa, e o ministro das Comunicações ganhou as eleições internas do PMDB dois dias antes da retirada. Observe que trata-se de uma sequência. Houve um método. Mesmo se o próximo governador de São Paulo for (Geraldo) Alckmin, o projeto da conciliação nacional sobrevive. Ele só não sobrevive com Serra na Presidência.

    Valor: Um dos propósitos de Aécio é tornar-se uma figura nacional, como era o avô Tancredo Neves pouco antes de eleger-se presidente no Colégio Eleitoral em 1985. O senhor acha que Aécio conseguiu?

    Ricci: Tancredo cresceu politicamente e tornou-se o que se tornou em seus dois últimos anos de vida. Mas antes disso ele era uma figura sem tanto impacto nacional, sem tanta presença no imaginário como a que Ulysses Guimarães tinha dentro do PMDB. Ulysses era paulista, controlava o partido e parecia vocacionado para chegar à Presidência. Tancredo era uma figura do conchavo político, estava em Minas Gerais, fora do palco. Há semelhanças entre a estaturas dos personagens do passado e dos de hoje. (C.F.)

  11. OSSOBUCO
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 18:18 hs

    Esses serristas não se conformam, até se esquecem do arrocho salarial dos aposentados no governo FHC. Ainda por cima não se informam direito, pois os reajuste dos aposentados que ganham acima do mínimo será de 6,2%, Pelo jeito têm saudades do FHC!

    O presidente Lula bateu o martelo e decidiu reajustar o salário mínimo, a ser pago a partir do dia 1º de janeiro, de R$ 465 para R$ 510.

    A proposta de reajuste a aposentados e pensionistas da Previdência Social que ganham acima do mínimo, por sua vez, será de 6,2%.

  12. O POVO ESTA MESMO NA M...
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 19:30 hs

    è pra ver como o povo esta mesmo na merda, o Ditador Lula tem razão.

    E tem uns idiotas que ainda estão achando que R$ 510,00 reaiszitos é um grande salário.

    Pobre que acredita nas mentiras do Ditador Lula e na Guerrilheira (aqule machora sabe), tem que ficar na Merda mesmo.

    Zilli

  13. Barão
    quinta-feira, 24 de dezembro de 2009 – 12:39 hs

    O que era para ser uma deleitosa experiência, acabou tornando-se o testemunho de uma transmissão radiofônica macabra. Escutava meu programa predileto no rádio, apreciando detidamente os singelos andamentos da “Christmas Sonata” de Beethoven, quando trombetas infernais e cânticos hereges atropelaram a obra do compositor alemão, interrompendo bruscamente a transmissão.

    Quem teria a ousadia de atrapalhar Beethoven, bem durante a execução de sua obra-prima natalina, uma excelente e vigorosa sinfonia apropriada aos delicados ouvidos dos homens bons?

    Oras… Quem mais, senão “Ele”?

    Já são sete, os anos de tirania bolchevista, diligentemente desfazendo toda a obra legada pelo Príncipe dos Homens Bons e seguindo-lhe o caminho oposto, para a esquerda a todo vapor. Sabemos que 2010 é um ano vital , para os destinos da Nação. Será quando, protegidos pelo glorioso São Serapião, escolheremos retornar ao caminho das boas e ricas Nações, sacramentando a vitoriosa campanha do ungido José Serra, o Escolhido.

    Enfim, após a ousadia em calar Beethoven, a roufenha voz do Apedeuta surge no rádio, e passa a entornar sua habitual cantilena de fanfarronices, aleivosias, chavões, platitudes, barbaridades e mensagens socialistas.

    Diz, entre outras parvoíces, que o Brasil passou ileso pela crise [ provocada, justamente, pelo molusco escarlate e os arautos do marxismo evochavolullistobamo internacional ] e que 2010 será “melhor ainda”. Eis aí uma ameaça velada. Pois, se para o facínora bolchevista o ano será melhor, isso significa que nós, os homens bons que ainda almejamos mudanças e clamamos por elas fervorosamente a São Serapião, ainda não vimos nada. Quais mais misérias, ofensas e sofrimentos nos reserva o futuro se não agirmos com firmeza para garantir a posse de Serra? Que este pesadelo medonho nunca se concretize, para o bem da nação.

  14. Luis Gringo
    sexta-feira, 25 de dezembro de 2009 – 6:26 hs

    Como escrevem bobagens esses tucanos com uma baita dor de cotovelo. E só comparar o salário mínimo na época deles como de agora para começar.
    Quanto aos aposentados, perguntem ao Serra se não vai fazer igual ao FHC que chamou todos os aposentados de vagabundos.
    E você Barão, a crise e culpa do Lula ou dos bolcheviques!!!???
    Em que mundo vive camarada?
    Para sua informação o modelo econômico defendido por Serra e todos os neoliberais da Europa e dos EEUU foi que levou a essa crise mundial, pela qual países como China, Índia, e muitos de America Latina entre eles o Brasil, Uruguai, Venezuela, Argentina Bolívia e Chile passaram ilesos por ela.
    Cara para de escrever sobre o que não sabe e ouvir Beethoven.

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