Jovem do microvestido quer R$ 1 milhão de indenização | Fábio Campana

Jovem do microvestido quer R$ 1 milhão de indenização

GeisyArrudaMarBergamo

Geisy Arruda, a estudante do microvestido, levou a Uniban às barras dos tribunais. Pede uma indenização pelas agressões que sofreu no campus da universidade.

Pediu alto: R$ 1 milhão. Talvez não obtenha tanto. Mas alguma coisa deve levar.


30 comentários

  1. Carla
    sábado, 12 de dezembro de 2009 – 21:17 hs

    HAHAHAHAHAHA, que foto cômica.

  2. CURTA E FINA
    sábado, 12 de dezembro de 2009 – 21:29 hs

    HAHAHAHH
    É PRA DAR RISADA MESMO!

  3. Andre
    sábado, 12 de dezembro de 2009 – 21:38 hs

    Querendo imitar os olhos do Galdino. Ha ha ha ha…

  4. bacamarte
    sábado, 12 de dezembro de 2009 – 22:05 hs

    Feiosa como é tem mesmo que mostrar a bunda para chamar a atenção. Ao receber algum valor tem que doar aos necessitados para salvar a sua alma podre.

  5. salete cesconeto de arruda
    sábado, 12 de dezembro de 2009 – 22:05 hs

    Eu apostei que o primeiro comentário sobre a garota seria de MULHER!
    Acertei?
    Nada.
    Freud já dizia isso há muito tempo!

  6. Gaspar da Ilhota
    sábado, 12 de dezembro de 2009 – 22:52 hs

    Só não reclame ao Supremo Tribunal Federal, bela Geyse, pois periga de te imporem a mordaça frente aos teus vis censuradores …

  7. Pioneiro
    sábado, 12 de dezembro de 2009 – 23:26 hs

    Já que a PLAYBOY não quis pagar nem 100 mil…imagine se todo o povo brasileiro processasse a união pelo descumprimento em vários ítens da constituição!!!

  8. Alberto
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 0:45 hs

    Bem feito. E a Uniban deve repassar na mensalidade dos otários-caretas…

  9. CAVALEIRO NEGRO
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 0:47 hs

    TÁ NA CARA QUE PREPARAM TUDO PARA ACABAR NISSO AI, OU SEJA PEDIR INDENIZAÇÃO, SAIR EM CAPA DE REVISTAS, POSAR NUA ETC. ETC. ETC, …..INDENIZAÇÃO PRECISA SIM É O COITADO DO TRABALHADOR QUE TRABALHOU A VIDA INTEIRA E MUITOS NEM CONSEGUE SE APOSENTAR POR FALTA DE CARTEIRA ASSINADA,

  10. UM BOCA LIMPA
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 0:51 hs

    ESSA “CELEBRIDADE” VAI ACABAR PARTICIPANDO DO BBB DA GLOBO, PARA DEPOIS FAZER COMERCIAL PARA O SUPERMERCADO “C O N D O R”, COMO ACONTECE ATUALMENTE, POIS AO INVÉS DESSAS EMPRESAS GASTAREM VERBAS COM ESSAS ” CELEBRIDADES”, DEVERIAM FAZER FILANTROPIA AJUDANDO O HOSPITAL PEQUENO PRÍNCIPE, QUE ACOLHE ATÉ OS FAMILIARES DOS PACIENTES, FORNECENDO ALIMENTAÇÃO EM NÚMERO DE QUATRO DIARIAMENTE, ENQUANTO PERDURAR A INTERNAÇÃO!

  11. Olhos abertos
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 1:47 hs

    Bom.. já levo bastante coisa até agora.. foto com estilo rs…

  12. Fernando
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 2:06 hs

    Devia exigir mais!
    Sabe-se lá se ela vai ter outra chance de ganhar uma graninha fácil assim.
    Acho que a sociedade brasileira sofre da sindrome de coitadinho. Qualquer um que se destaque acaba sendo expurgado pela massa mediocre.
    Por mim tudo bem, mas preparem o bolso!

  13. Celso Santos
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 2:17 hs

    Não conheço a Geisy e nem a universidade em questão, mas pelas experiências que tenho com reitorias aqui em Curitiba, acredito piamente na soberba da grande maioria das reitorias e seus reitores em tratar assuntos acadêmicos com os alunos.

    Parabéns pela coragem de enfrentar essa soberba reitoral e que sirva de exemplo para os acadêmicos que sentem medo de garantir seus direitos.

    A questão não é a vestimenta usada, é a discriminação sofrida. Ontem discriminaram esta moça pela roupa, amanhã será o cabelo rastafári de outrem, e depois o que mais será discriminado?

    Como diria o presidente, que ‘merda’ tem na cabeça dessa reitoria?

    Paguem pelos seus abusos, que por partirem do expoente de uma universidade tem uma gravidade muito maior.

  14. Sine qua non
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 7:06 hs

    Indenização ela tem direito.

    Mas R$1 milhão é absurdo. Além, de ser enriquecimento ilícito ela já vem ganhando muitos os holofotes.

    Daqui a pouco, paga a grana da indenização, faz um lipoaspiração e posa pra Playboy.

    Eu digo que esse país não é sério.

  15. Jonas de Souza
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 9:30 hs

    Ela é que tá certa. aliás, deveria é pedir muito mais..

  16. geraldo
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 9:41 hs

    Quanto vale mostrar a bunda? Se este país fosse sério ela deveria idenizar a faculdade e ser devidamente punida pois está mais do que claro que ela fez de proposito.

  17. Pé Vermelho
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 9:51 hs

    Ué, que bucho mais arrogante…

  18. V.Lemainski-Cascavel
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 10:37 hs

    ~É impressionante o poder de um vestido vermelho tubinho e curtinho. Se tivesse mostrado a “perseguida” não receberia tanto.
    Acho que a Universidade errou, mas a “loira” também. Se fosse juiz, e se a lei permitisse, por certo obrigaria a universidade pagar indenização e uma entidade filantrópica, jamais à interessada. Indenizá-la é premiar o erro.

  19. Marcos Cordeiro
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 11:03 hs

    Já pensou se a moda pega…!!!!!!!!!!!!!!!!, Vai ter muita universitária ganhando bolsa de estudo integral em instituições particulares. Isso vai dar jurisprudência… ah vai..!!!

  20. Mano el
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 11:11 hs

    Eu vou pedir na justiça uma grana para o advogado dela, pelo simples fato de eu ter perdido tempo, vendo um bagulho muito mal intencionado.
    Otariada – os que acreditam que trata-se de uma questão de preconceito e outras babaquisses- ISSO FOI UM GOLPE PREEPARADO PELA PELANCUDA E SEU ADVOGADO DE PORTA DE CADEIA.
    Alguém viu as entrevistas que a bagulhosa deu pra TV? Te liga prima da vizinha da irmã da paquena sereia.

  21. Tchê
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 11:26 hs

    Deram muito “IBOP” pra Piranha !

  22. Olhos Abertos
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 12:04 hs

    Ainda bem que temos uma justiça que consegue ser cega… pra não ver certas coisas.. com certeza o que pede foge da realidade, ela mesmo estava se permitindo ser foco de chacota.

  23. Guarapuavano
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 17:15 hs

    É a velha mania de querer ganhar dinheiro fácil!!!

  24. Ita
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 17:21 hs

    Esta vagabunda deveria trabalhar para ganhar dinheiro.
    Ela é que deveria indenizar a un iversidade por ter denegrido a imagem da mesma.
    E ainda esta universitária deveria prestar serviço voluntário em alguma engtidade.

  25. Olho vivo
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 17:55 hs

    A imprensa é que dá ou não a estabilidade democrática à sociedade.

  26. domingo, 13 de dezembro de 2009 – 18:21 hs

    TEM QUE PAGAR SIM PARA APRENDER A RESPEITAR AS PESSOAS,,,,,,,,,,FAZ O SEGUINTE CULPADOS Á GRANDE MAIORIA FORAM OS PRÓPRIOS ALUNOS,,,,,AUMENTA 50.00 CADA UM POR MES E TÁ TUDO RESOLVIDO NÃO FORAM ELES QUE PROVOCARAM TAL ATO……..DO COURO SAI A CORREIA…………………………………………………………………..

  27. CURTA E FINA
    domingo, 13 de dezembro de 2009 – 21:35 hs

    HAHAHHA
    A COISINHA TÁ QUERENDO DINHEIRO FÁCIL…..

    DEVE GASTAR MUITO COM H2O2 ( SERÁ QUE ELA SABE O QUE SIGNIFICA H2O2? HAHAHHA) .

    “ÓH SER CURTO DE INTELIGÊNCIA”……OPS, CURTO É O VESTIDO, INTELIGÊNCIA PRECISAMOS DE UM MICROSCÓPIO…….

  28. Gustavo
    segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 – 11:02 hs

    Como vc´s são ignorantes viu…. Cada um se veste como bem entender…. Vestido curto não molda carater!
    As pessoas sabem protestar sobre vestido, mas sobre política não….

  29. Braga
    segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 – 11:15 hs

    A minissaia e a liberdade a brasileira
    Por Adriana Berger

    (Professora de História e Literatura Brasileira. Vive em Miami, Flórida).

    Voltei preocupada com a teoria e a prática que se alastram pelo nosso país:
    o da liberdade à brasileira.
    Pelo que vi em grandes e pequenas cidades o Brasil passa por um momento de grande licenciosidade, vulgaridade, superficialidade, besteirol.
    Vi meninas dançando em cima de garrafas. Sexo aberto em bailes e shows.
    Em novelas, programas de entretenimento, o corpo da mulher é usado e abusado.
    Noventa por cento da programação nacional da TV aberta é sobre cirurgia plástica, cosméticos, penteados, fofocas, brigas domésticas, rezas e ?curas?, receitas, remédios, cães e bichos, violência. Piadas, de bêbado e homossexual.
    ?Psicólogos?, ?conselheiras? sentimentais e familiares usam sofrimentos de pessoas em programas sensacionalistas.
    Há ?formadores de opinião? para qualquer assunto.
    Afirmo, sem medo de errar, que nós precisamos é de formadores de caráter.
    Há um grande apagão cultural. É como se todos estivessem sonâmbulos.
    Não se discute nada de profundo, alternativas para o país.
    A juventude sem sonhos e poesia não tem em quê ou em quem se inspirar. Contrabando é crime, mas, artigos contrabandeados são vendidos nas ruas na cara da polícia.
    O cerrado e a floresta, mais destruídos. As cidades em colapso no trânsito e na urbanidade. Crime e violência por toda parte.
    Milhões de brasileiros nas filas de atendimento da péssima saúde pública.
    O Brasil continua exportando matéria-prima e importando bugigangas.
    Baixa produção científica e tecnológica. Cada vez menos formandos em matemática, engenharias, física, química, biologia, ciências exatas.

    Se escolas e universidades se comportassem como instituições a formar cidadãos para o equilíbrio social e moral do país discussões públicas velhas e exageradas como essa da minissaia em universidade paulista não prosperaria.
    O X da questão não está na altura da saia rosa-choque da aluna, mas como, onde e por que foi usada.
    O que fez parte da imprensa ?séria? onde microfones e páginas estão nas mãos de ?formadores de opinião??
    Usou o assunto para aumentar audiência e tiragem.
    Isto é critica a Uniban por seu interesse mercantilista.
    O que fez a revista ao dar capa à minissaia com reportagem cheia de frases do movimento feminista dos anos 60/70?
    Nenhuma palavra sobre regras, normas, comportamento nas escolas, em sala de aula, respeito mútuo.
    Destacaram mulheres com os seios de fora em Brasília, defensoras da garota da capa. A star is born (Nasce uma estrela)
    Com apoio da TV Globo nasce uma estrela nos costumes e no show biz brasileiro.o cenário se repete.
    A moça já foi convidada para posar nua. Vai desfilar na escola de samba Porto da Pedra.
    Em breve poderá ter seu espaço televisivo e ser mais uma formadora de opinião.
    No programa “Altas Horas” ela sentou-se na cadeira da fama, mas de jeans.
    Mandou recado para milhões de garotas: ?a roupa é minha, visto como quiser, as sextas sempre vou a baladas e já saio de casa vestida e não devo satisfação a ninguém, aquele vestido é um dos mais discretos que uso?.

    Recebeu apoio de universitárias de Brasília com os seios à mostra: ?se quiser ir nua que vá é a liberdade de cada um, o corpo é meu, ninguém tem nada com isso?.
    O apresentador do programa com cara de pateta, cercado por estudantes-tietes achando-se o máximo por promover a ?liberdade?.
    Uma aluna de minissaia, saltos altos, super maquiada, produzida para baladas, em aula noturna, no meio de marmanjos, ou está com problemas de aceitação, chamando atenção para ser notada; ou não sabe a diferença entre o vulgar e o popular; ou esta querendo bagunçar com um confronto premeditado.
    Nas escolas do mundo todo há normas, uniformes, regras de comportamento onde muçulmanos, cristãos, budistas, ateus, ricos e pobres, educam jovens que continuarão a defender valores e princípios de seus povos e países.
    Psicólogos, professores, ao perceberem o comportamento da aluna deveriam ter conversado com ela, orientá-la, ajudá-la a superar fobias e rejeições.
    Não o fizeram. A reação de estudantes foi desmedida, vazia de conteúdo.
    Sem instituições sólidas, cria-se a liberdade à brasileira.

    Em que ou em quem se espelha a aluna do microvestido?
    O que tem aprendido em ética, valores, comportamento e convivência social?
    O que ela ouve e vê a seu redor?
    ?Sou livre, visto o que quiser a hora que quiser?.
    Num país sem retentores morais, com apatia política e cultural, sem critérios, a garota não tem a quem responder ou dar satisfação.
    Nem em casa, nem na escola, nem à sociedade, nem ao país.
    ?Se, juiz e desembargador podem, eu posso; se deputado e senador fazem, eu também posso fazer; se o presidente, seus ministros, o prefeito, podem, eu também posso?.

    A TV incentiva quebradores de regras. Cria espaço para mulher-melancia, samambaia, melão, morango. Popozudas ensinam danças, abrem as nádegas e, se abaixam, para mostrar mais.
    O programa Fantástico da TV Globo no dia 15 de novembro entrou em milhões de lares promovendo o livro e o filme da ex-prostituta Surfistinha, a garota da mina saia e o concurso Menina Fantástico.
    A Proclamação da República, data histórica do povo brasileiro não interessa.
    Não dá IBOPE.
    Em dez minutos, a TV Globo daria a milhões de jovens uma necessária aula da queda do império, da velha República, da era Vargas, JK, da ditadura militar e em 15 de novembro de 1989 a Nova República.

    Estão rasgando páginas de nossa história. A memória nacional se extingue.
    Com tanta noticia que precisa ser dada ao povo o noticiário noturno (Globo), no dia 16/11, se despediu destacando prostituta de noticia velha de tablóide inglês.

    O que ensina e estimula a mais rica e poderosa escola do Brasil?
    Não há na TV aberta brasileira (concessão pública) incentivo ao cumprimento de leis, a regras de respeito mútuo, à solidariedade e cooperação.
    Destaques, astros e estrelas, são os da marginalidade, corruptos bem-sucedidos, políticos mentirosos, os da sexualidade vulgar.

    Meu querido Brasil, rico por natureza, mas pobre de cidadania, princípios e ética.

  30. CACHAÇA.
    segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 – 12:42 hs

    QUE SACANAGEM,,,,A PROSTI MOSTOU A BUNDA E OS OTÁRIOS DA CENSURA METERAM A MÃO NELA… E QUEM PAGA SÃO OS OUTROS QUE NÃO TIVERAM NADA A VER COM A CONFUSÃO.
    TEM QUE METER O CACETE EM TODOS ELES PARA NÃO DAREM MAIS VEXAME E FICAREM TIRANDO PROVEITO DA SITUAÇÃO.

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