"Quando o jogador é muito bom, dá para duplicar", diz Serra | Fábio Campana

“Quando o jogador é muito bom, dá para duplicar”, diz Serra

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De Ana Conceição, da Agencia Estado:

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse hoje que dois bons jogadores podem sim atuar no mesmo time. “Acho que, quando o jogador é muito bom, dá para duplicar. Dá-se um jeito de colocar os dois em campo.” Mas, quando questionado se a mesma teoria pode ser aplicada à política, Serra saiu pela tangente: “Vamos pensar a respeito.”

Na manhã de hoje, em mais uma metáfora futebolística, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse não saber “se dois tortinhos, dois Tostões, se saem bem no mesmo time”, em alusão à uma possível chapa puro-sangue do PSDB, formada pelos governadores dos dois maiores colégios eleitorais do País, Serra e Aécio Neves, de Minas Gerais.

O governador de São Paulo, mais uma vez, não quis tratar de questões eleitorais. Questionado a respeito da nova pesquisa presidencial do Instituto Datafolha, divulgada ontem, Serra respondeu que não falaria sobre política.


15 comentários

  1. Pé Vermelho
    segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 – 19:19 hs

    Decididamente, o futebol não pode ser considerado como parâmetro duma discussão, quando o futuro sócio-político e econômico de uma Nação está em jogo. (epa!, falei jogo? quiz dizer discussão).

  2. Carlos Toledo
    segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 – 21:57 hs

    1.
    Carlos Toledo
    Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009 – 21:49 hs

    Por favor, aguarde a aprovação do seu comentário.

    Venho dizendo desde 2005, que estas pesquisas tomaram um rumo que já passou da hóra do TSE proibir estes golpes, pois estes institutos atuam em favor do sistema financeiro em conjunto com o poder central dos banqueiros emultimilionarios.
    A mais pura verdade é, aquela que ja vimos quando em 2005 ,estes mesmos institutos, diziam que Osmar Dias não chegaria nem no segundo turno, e todos eles, deram com os burros na agua,
    Osmar Dias alem de chegar no segundo turno, por muito pouco não levou a aleição faltando uns 5500 a 6000 mil votos, agóra estes institutos mais uma vez comprados pelo sistema capitalista selvagem vem com esta baléla, desrespeitando o povo do Parana, querendo fabricar um candidato como se fosse imbativel, de minha parte que venha Béto ou quem quer que seja, acho que pessutão vai supreendermuito mais que o Béto que ja demostrou carregar nas costas a turma do Lerner que é passado e ainad em com este papo de renovação , renovação da onde só seria se não fosse filho de politico e se não tivesse disputado eleição.
    Tudo leva crer que sera ele Pessutão que estara no segundo turno disputando Osmar Dias ou no minimo estara junto do futuro Governador Osmar Dias.

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  3. João Rodrigues
    segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 – 23:28 hs

    O presidente Lula não disse dois “tortinhos”, mas dois Coutinhos, o companheiro do Pelé no grande Santos, que massacrava o seu (dele) corinthians.

  4. Renata
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 0:51 hs

    A união de duas grandes potências resulta em hegemonia! Isto é claro e está evidente!!

  5. V.Lemainski-Cascavel-PR
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 10:09 hs

    Feliz do time que dispões de bons jogadores.
    É uma ótima dor de cabeça o técnico ter dois ou mais craques para uma mesma posição.
    Infeliz de quem, por falta de opção, exige lista tríplice.

  6. Carlinhos
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 10:15 hs

    Sorriso contagiante!

  7. Silvano Andrade
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 10:28 hs

    Este cara esta nitidamente debilitado…

  8. PAULO SÉRGIO MOREIRA
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 10:33 hs

    CAMPANA !!
    Você sempre “copia” dados do Josias de Souza.
    Que tal “copiar” coluna hoje do Cláudio Humberto, onde diz que Serra, numa reunião com os donos do ITAÚ, mostrou relutãncia em participar da corrida presidencial ?

  9. Bagualla
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 10:43 hs

    Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
    Assim:
    – Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.

    – Aos Ingleses, organizados e pontuais..

    – Aos argentinos, chatos e arrogantes.

    – Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.

    – Aos Italianos, alegres e românticos.

    – Aos Franceses, cultos e finos.

    – Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.

    O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:

    – Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?

    – Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
    – Isto é verdade!
    – Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
    – Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
    – O que for petista e inteligente , não pode ser honesto.
    – E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!!

    Palavras do Senhor !!!.

    Nota de esclarecimento

    Fico triste quando usam a Internet para espalhar informações que não procedem! Enviaram-me hoje um e-mail dizendo que o sangue do nosso presidente é do tipo A-peritivo, e o dos que votaram nele dele é do tipo O-tário.
    É muita sacanagem e falta de ética passar esse tipo de coisa… Temos que divulgar informações corretas! O sangue do presidente é do tipo B-bum e o dos eleitores AB-estalhados.

  10. Laertes
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 13:38 hs

    O “Programa Vá a Pé“, da Prefeitura de São Paulo, ganha um poderoso reforço: o governador José Serra também vai aumentar as tarifas do metrô e trem da CPTM.

    O “Programa Vá a Pé“, de Serrassab, tem como objetivos estratégicos:

    * Ser uma das principais atividades do PREGO – Programa de Redução de Emissões de Gases Odiosos.

    * Melhorar as condições cárdio-vasculares da população paulistana

    * Reduzir o “ensardinhamento em lata” dos usuários de ônibus, metrôs (foto) e trens da CPTM

    * Fazer com que os pobres desistam de ficar zanzando prá lá e prá cá, e fiquem quietinhos em casa, vendo todos os programas da TV Globo

    * Devolver aos empresários de ônibus de SP a graciosa ajuda dada na campanha eleitoral de 2008 e a futura ajuda na campanha de 2010

    Principais medidas da dupla dinâmica Serra e Kassab para garantir o sucesso do “Programa Vá a Pé“:

    * Aumentar as tarifas de ônibus acima da inflação

    * Aumentar as tarifas do metrô acima da inflação

    * Aumentar as tarifas dos trens da CPTM acima da inflação

    * Suspender o rodízio de automóveis nos períodos de menor fluxo de veículos em circulação para estabilizar o atual nível de congestionamento e induzir os motoristas de menor renda a viajarem a pé

    * Promover alagamentos periódicos nos bairros pobres para que estes vão para mais longe e andem bem mais do que hoje

    ***

    Tudo isso com o apoio irrestrito e pirotécnico das Organizações Serra (Globo, Folha, Estadão e Veja, entre outros).

  11. Incompetência do Serra-Sabesp
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 14:32 hs

    São Paulo: criança de 6 anos morre com suspeita da leptospirose
    .

    Para não alagar a marginal do Tietê e incomodar os carros, o governador decidiu alagar a casa de milhares de pessoas.

    Pessoas pobres.

    Já havia muita desgraça, com a decisão do governador a desgraça foi maior.

    Foi um cálculo político e uma decisão administrativa péssima.

    Destruiu os únicos bens de muitas pesssoas: sua família.

    Isaac de Souza Lima, tinha apenas 6 anos.

    Morreu. Supeita-se que seja de leptospirose.

    “Uma criança moradora do Jardim Romano, bairro da zona leste … alagado … depois das comportas fechadas … na barragem da Penha para proteger a marginal ajudaram a alagar a zona leste de SP, morreu hoje”.

    É triste!

    Irei orar pela família que deve estar sofrendo muito.

    Irei orar por todos os políticos que se perdem na sede de poder e na ganância desmedida. Irei orar para que eles tenham uma iluminação e possam mudar suas escolhas.

  12. Jose Carlos
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 15:17 hs

    Vê-se logo que futebol não é o forte de Serra, que devia conservar suas alegorias em torno de coisas que domina… um Pelé é muito bom, mas, provavelmente, dois seriam demais… imaginem dois Maradonas em campo !!! não haveria campo de futebol grande o suficiente para caber seus egos e vaidades… Assim, uma chapa Serra-Aécio seria uma crise de egos intermináveis, um tentando puxar o tapete do outro…. em política não há virgens vestais… são todos piranhas velhas….

  13. MUTUKA
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 15:24 hs

    O duro é que esse tal Serra é um perna de pau, e o Aécio apenas meia boca.
    Que timinho hein !!!!!

  14. zeca
    terça-feira, 22 de dezembro de 2009 – 23:23 hs

    Com essa foto,parece que o homem vai ter Certidão de Óbito logo,não verá a disputa.

  15. OSSOBUCO
    quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 – 18:11 hs

    Saiu no Valor Econômico – 21/12/2009

    Governador depende da derrota de Serra para viabilizar seu projeto nacional”

    A seguir, a entrevista com o diretor do Instituto Cultiva, Rudá Ricci:

    Valor: A candidatura de José Serra à Presidência sofrerá um abalo com a desistência de Aécio Neves em concorrer?

    Rudá Ricci :Sem dúvida, em razão da forma como Aécio preparou sua saída. Ele a fez causando um profundo desgaste na imagem de Serra, ao menos em Minas Gerais. Procurou-se transmitir a sensação de que Serra é um homem que empurrou Aécio para fora da disputa de forma maquiavélica, sem tomar uma decisão. O Aécio poderia esperar até janeiro, conforme as lideranças tucanas pediram, mas preferiu fazer na semana passada, na sequência das definições locais e do fortalecimento da candidatura de Ciro Gomes no PSB.

    Valor: Como isso se traduzirá em termos eleitorais em Minas? Até que ponto o sentimento de frustração regional pesa para o eleitor?

    Ricci :Em Minas Gerais pesa muito. Ao contrário de São Paulo e Rio, aqui não é um Estado fundamentalmente de migrantes. Serra poderá ser visto como mais um paulista que veio tirar o espaço dos mineiros.

    Valor: Mas uma recente pesquisa mostrou Serra com 40% dos votos em Minas. Como isso se dissiparia de uma outra para outra?

    Ricci : Por mais que Aécio tenha negado, sempre se partia da perspectiva de que poderia haver uma chapa Serra/Aécio para a Presidência da República. Na medida em que ficar claro que isso não vai ocorrer, Serra tende a cair aqui e Dilma (Rousseff, ministra da Casa Civil) a subir. Ou Ciro (Gomes, deputado federal do PSB), se tiver o apoio de Aécio nos bastidores.

    Valor: Por que Aécio não vai sair de vice de Serra?

    Ricci : Aécio já anunciou a possibilidade de se colocar como uma espécie de conciliador nacional. Ele tentará ser senador para forjar uma nova aliança, diferente do alinhamento partidário atual, com o PT de um lado e o PSDB do outro. Ele não depende da vitória do candidato a governador dele aqui para isso e duvido que se empenhe muito para eleger (Antonio) Anastasia (vice governador). Mas ele depende da derrota de Serra para tal. Com Serra na Presidência, Aécio não tem como propor uma nova aliança.

    Valor: Por que então ele não procurou fazer isso saindo do PSDB ao perceber que não tinha como concorrer com Serra?

    Ricci: Porque ele tinha que recompor suas bases no interior de Minas. Diferente do que a vitória dele em Belo Horizonte pode indicar, Aécio fragilizou-se no Estado como um todo. Precisava refazer sua liderança, abalada em 2008. Além disso, o PSDB é parte essencial do projeto de Aécio. O problema dele são os tucanos paulistas.

    Valor: Ou seja, na visão do senhor, se o Serra tornar-se presidente, nascerá aqui em Minas um foco de oposição..

    Ricci: Na verdade, Aécio hoje talvez seja um obstáculo para Serra chegar à Presidência. Como Ciro Gomes é um obstáculo para a Dilma nesse mesmo sentido.

    Valor: E porque a vitória de Anastasia não seria importante para o projeto conciliador de Aécio?

    Ricci: Evidentemente que a vitória de Anastasia fortaleceria Aécio, mas ele joga com mais de um cenário. Ele sabe que seu projeto não estará comprometido caso o PT ganhe em Minas, se o candidato petista for Fernando Pimentel, e o ex-prefeito ganhou as eleições internas do PT uma semana antes de Aécio retirar a candidatura. Ele sabe que o projeto também sobrevive com Hélio Costa, e o ministro das Comunicações ganhou as eleições internas do PMDB dois dias antes da retirada. Observe que trata-se de uma sequência. Houve um método. Mesmo se o próximo governador de São Paulo for (Geraldo) Alckmin, o projeto da conciliação nacional sobrevive. Ele só não sobrevive com Serra na Presidência.

    Valor: Um dos propósitos de Aécio é tornar-se uma figura nacional, como era o avô Tancredo Neves pouco antes de eleger-se presidente no Colégio Eleitoral em 1985. O senhor acha que Aécio conseguiu?

    Ricci: Tancredo cresceu politicamente e tornou-se o que se tornou em seus dois últimos anos de vida. Mas antes disso ele era uma figura sem tanto impacto nacional, sem tanta presença no imaginário como a que Ulysses Guimarães tinha dentro do PMDB. Ulysses era paulista, controlava o partido e parecia vocacionado para chegar à Presidência. Tancredo era uma figura do conchavo político, estava em Minas Gerais, fora do palco. Há semelhanças entre a estaturas dos personagens do passado e dos de hoje.

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