Serra cai, mas segue liderando em todos os cenários | Fábio Campana

Serra cai, mas segue liderando em todos os cenários

Pela primeira vez a pesquisa CNT/Sensus mediu as intenções de voto com os nomes de José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva (PV) numa mesma lista.

Em todos os cenários de primeiro turno, o candidato se mantém na liderança. O mesmo acontece no segundo turno, mas com queda do tucano, principalmente numa disputa com Ciro Gomes. Veja as simulações:

Lista 1

* José Serra – 31,8%
* Dilma Rousseff – 21,7%
* Ciro Gomes – 17,5%
* Marina Silva – 5,9%

Lista 2

* Ciro Gomes – 25%
* Dilma Rousseff – 21,3%
* Aécio Neves – 14,7%
* Marina Silva – 7,3%

Lista 3

* José Serra – 40,5% (tinha 40,1% em setembro)
* Dilma Rousseff – 23,5% (tinha 19,9% em setembro)
* Marina Silva – 8,1% (tinha 9,5% em setembro).

Lista 4

* Dilma Rousseff – 27,9% (tinha 25,6% em setembro)
* Aécio Neves – 20.7% (tinha 19,5% em setembro)
* Marina Silva – 10,4%% (tinha 11,2% em setembro).

Segundo Turno

Lista 1

* José Serra – 46,8% (tinha 49,9% em setembro)
* Dilma Rousseff – 28,2% (tinha 25% em setembro)

Lista 2

* Dilma Rousseff – 36,6% (tinha 35,8% em setembro)
* Aécio Neves – 27,9% (tinha 26% em setembro)

Lista 3

* José Serra – 44,1% (tinha 51,5% em setembro)
* Ciro Gomes – 27,2% (tinha 16,7% em setembro).

A pesquisa CNT/Sensus entrevistou 2 mil pessoas em 24 Estados das cinco regiões brasileiras entre 16 a 20 de novembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para cima ou para baixo.


29 comentários

  1. Piá Curitibano
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 18:43 hs

    Uma pesquisa tola, inconsequente!!!
    Não considera, por exemplo o ex presidente Collor que, não tenham dúvida, surgirá, na hora finda, com um discurso de injustiçado, onde terá o apoio do clã Sarney e levarão essa eleição de forma colossal.
    Pois até então não há candidato consistente para batê-lo.
    Quem viver verá!

  2. Wilson
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 18:55 hs

    O homem nem entrou em campanha, o que não dá para se falar da Dilma, e está com grande popularidade.

  3. Pé Vermelho
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 19:41 hs

    O Wilson tem razão: Lula carrega Dilma onde quer que vá. E a esconde quando as luzes se apagam…

  4. ildo baldo
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 19:49 hs

    ESTAS PESQUISA É SO O COMECO ACHO QUE SE O SERRA QUER TER GOVERNO DEVE CONTINUAR NA LUTA PELA REELEIÇÂO PORQUE NA PRESIDENCIA ELE NASEU PRA PERDER PRO PT POIS ESSE GOVERNO DO PT É O MELHOR DOS ULTIMOS 64 ANO DEPOIS DE GETULIO SÓ O LULA GOVERNOU E DEU ESPERANÇA PARA O POVO A OPOSIÇÂO NÂO VEREM ASSIM MAS O MUNDO VE ASSIM E OSERRA VAI CAIR MUITO AINDA

  5. Carlinhos
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 20:09 hs

    Subindo.

  6. ROR
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 21:04 hs

    Eu vejo o Lula como a viuva do engenho que herdou do falecido um cofre cheio de dinheiro e ações , mas tem um monte de filhos que vivem as custa do dinheiro da viúva , ela não os faz crescer e nem muito menos produzir pois diz que tem recursos para sustentá-los e de fato ainda tem por algum tempo pelo menos ate a sua partida desta, mas as reservas estão se findando e a reposição e a desvalorização do dinheiro não se faz , não se cria produtos para reposição e vai chegar uma hora que os recursos acabarão e ai a coisa fica preta, os filhos acostumados a serem sustentados pela viúva irão se rebelar e a situação do engenho que estava equilibrada por um tempo voltara a ficar ruim , se a viúva não tomar as rédeas da situação com certeza a vaca vai pro brejo logo logo. E não me venham falar em distribuição de renda o que tem que se distribuir hoje e responsabilidade e não apenas direitos .

  7. segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 21:17 hs

    Falem o que quizer, mas Dilma cresce e Lula arrebenta.
    E ainda estão manipulando os números.
    Até janeiro, Serra e Aécio byby

  8. segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 21:17 hs

    Elles gastaram tanto com essa pesquisa para a terrorista subir tão
    pouco não ? Além do que a rejeição da dita cuja continua a maior .

  9. André
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 21:23 hs

    O Osmar Dias deve estar a cada pesquisa mais feliz.

  10. Piá Curitibano
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 21:25 hs

    Lula levará Dilma para o mesmo lugar que levou Martha Suplicy,ou seja: Derrota!
    Lula, Requião são bons de urna.
    Porém, não transferem votos.
    È o que o curriculum de ambos demonstra.

  11. Olho vivo
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 21:35 hs

    Concordo com o ildo baldo, a Dilma só vai subir nas pesquisas e o Serra só cair!
    E o Lula é o melhor Presidente que o Brasil já teve nos últimos 100 anos.
    O mundo todo sabe disto, sómente quem é cego não ve, e os que não querem ver.
    Dilma 2010.
    PT novamente em 2010.
    Mais uma derrota para o PSDB.

  12. OS APAGÕES DO GOVERNO TUCANO
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 22:37 hs

    Veja a cronologia que mostra a omissão do governo de Fernando Henrique Cardoso, o Farol de Alexandria, em preparar o país para enfrentar o apagão, que ocorreu durante a gestão tucana:

    São meus todos os grifos nos textos abaixo:

    A CRONOLOGIA DOS ALERTAS

    Não foi por falta de aviso. Houve muitos. Foi por imprevidência mesmo – e crença na salvação das chuvas. Abaixo, alguns dos alertas recebidos por dezenas de autoridades do governo:

    1 – Setembro de 1995 – A Eletrobrás alerta o ministro das Minas e Energia, Raimundo Brito, para o risco de racionamento de energia em 2001-2003 e estima que, nesse período, o consumo terá de cair 10%.

    2 – Maio de 1996 – A Eletrobrás alerta o presidente do BNDES, Luiz Carlos Mendonça de Barros, o secretário Andrea Calabi (Planejamento) e os secretários José Roberto Mendonça de Barros e Pedro Parente (Fazenda) sobre a gravidade da crise. Em documento de 38 páginas, lista medidas emergenciais e prevê racionamento para o período 1998-1999.

    3 – Junho de 1997 – Num encontro em Belo Horizonte, técnicos das distribuidoras de energia alertam para o risco iminente de blecautes em Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Alagoas.

    4 – Janeiro de 1999 – Depois de o Rio Grande do Sul ter sofrido 31 cortes de energia, a secretária estadual de Minas e Energia, Dilma Vana Rousseff, viaja a Brasília e alerta autoridades do setor elétrico de que o problema gaúcho se estenderá ao país caso não se invista em geração e transmissão.

    5 – Março de 1999 – Dias depois do maior apagão da história do país, o físico Luiz Pinguelli Rosa, da Universidade Federal do Rio, avisa, em reunião no Senado, que o blecaute é sinal da vulnerabilidade do sistema de transmissão e da falta de investimentos no setor energético. Estão presentes Rodolpho Tourinho (ministro das Minas e Energia), Mário Santos (do Operador Nacional do Sistema Elétrico, ONS), além dos presidentes de Furnas e Eletrobrás.

    6 – Abril de 2000 – Em reunião com a cúpula do ONS, o presidente da estatal energética gaúcha, Vicente Rauber, propõe um plano imediato de racionamento de energia no país. A proposta é rejeitada.

    7 – Setembro de 2000 – Horácio Lafer Piva, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), divulga uma “mensagem de alerta à indústria” prenunciando escassez de energia no Estado.

    8 – Outubro de 2000 – Num seminário em Brasília, Luis Carlos Guimarães, diretor da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica, alerta que o país está à beira de um colapso energético. Estão presentes técnicos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    9 – Dezembro de 2000 – O ONS entrega ao ministro Rodolpho Tourinho e ao diretor-geral da Aneel, José Mário Abdo, um relatório informando que o nível dos reservatórios de água das represas está razoável.

    10 – 12 de março de 2001 – O ONS entrega novo relatório à Aneel e ao secretário executivo das Minas e Energia, Hélio Vitor Ramos, traçando, desta vez, um quadro sombrio do nível dos reservatórios de água das represas por causa da falta de chuvas.

    11 – 20 de março de 2001 – O ONS informa o novo ministro das Minas e Energia, José Jorge, sobre a gravidade da situação. Três dias depois, no Palácio da Alvorada, FHC reúne-se com a equipe econômica e membros do setor elétrico para tratar do tema. À espera de chuva em abril, descartam o racionamento.

    12 – 25 de abril de 2001 – Sem as chuvas esperadas, o ONS pede oficialmente ao ministro José Jorge, das Minas e Energia, que deflagre um processo de racionamento.

    13 – 8 de maio de 2001 – O governo propõe as primeiras medidas de redução do consumo. Dois dias depois, FHC mostra espanto com a gravidade do problema e com o desencontro de informações dentro do governo. Decide criar um comitê para enfrentar a crise e coordenar o racionamento.”

    “Professor Ildo Sauer, da Universidade de São Paulo, classifica de “irresponsável” política energética do governo FHC, e diz que não foi a falta de chuvas que provocou o colapso.

    (…)

    SÃO PAULO – São Pedro é inocente, a culpa é do governo. Essa é a tese do engenheiro Ildo Sauer, professor da Universidade de São Paulo, para a crise energética que vive o país.

    (…)

    “Precisamos desmasacarar a grande mentira do governo de que vai faltar energia porque não choveu. Faltaram investimentos. No ano passado fizemos uma palestra na Câmara dos Deputados mostrando os riscos de um colapso energético, porém o diretor da Operadora Nacional de Sistemas (ONS) disse que não teria problemas porque iria chover”, declarou.

    O especialista frisou que desde 1931 houve 19 oportunidades em que choveu menos que o ano anterior, no entanto não houve necessidade de racionamento.

    “A crise não é de falta d’água, mas sim, de falta de investimentos. O governo seguiu as normas do Fundo Monetário Internacional (FMI)”, ressaltou.

    O engenheiro afirmou, também, que desde 1995 já existe uma defasagem entre a oferta e a procura de energia.

    “Sabendo disso o governo deveria ter planejado um modelo mais consistente para evitar o colapso energético. Não houve investimentos em linhas de transmissão e a equipe de governo foi muito dogmática”.

    Sauder criticou acidamente as medidas anunciadas pelo governo para reduzir o consumo energético em 20%. “As medidas rasgam a constituição, não têm sustentação jurídica. O tarifaço é injustificado e castiga a população. É pior que um castigo físico”.

    Abaixo, um texto que mostra o professor Ildo sendo perseguido pelo FHC e pelo Pedro Parente:

    “10 de maio de 2002

    Governo FHC tenta intimidar Ildo Sauer

    O governo FHC passou a ameaçar os críticos da sua política de energia. Pedro Parente, ministro responsável pela Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica resolveu pedir explicações ao Reitor da USP sobre os relatórios produzidos pela equipe do professor Ildo Sauer, docente do IEE.

    O professor Sauer demonstrou irregularidades e indícios de improbidade nos contratos de compra de energia emergencial e nas compensações dadas às concessionárias por meio da Medida Provisória 14, de 21/12/2001. Esses estudos orientam o Ministério Público Federal na investigação aberta sobre o caso.

    Em tempo: a edição de hoje da Folha (*): traz declaração da ministra Dilma Rousseff sobre o apagão do governo FHC e o blecaute dos últimos dias: “Sabe aquela árvore de Natal que tem na lagoa Rodrigo de Freitas? Sabe aquela outra que tem no parque Ibirapuera? A hipótese de ter árvore de Natal em 2001 e 2002 era zero, porque não tinha energia”, afirmou.”

    (*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

  13. OSSOBUCO
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 22:43 hs

    Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas e atrasadas do país. Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado. Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco –, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.
    Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso.

    Das eleições de 1994 surgiu esse esboço de FHC que ainda vemos no noticiário, um antípoda do mítico “príncipe dos sociólogos” brotado de um ninho de oposição que prometia, para o futuro do Brasil, a voz de um homem formado na adversidade do AI-5 e de outras coturnadas de então. Sobrou-nos, porém, o homem que escolheu o PFL na hora de governar, sigla a quem recorreu, no velho estilo de república de bananas, para controlar a agenda do Congresso Nacional, ora com ACM, no Senado, ora com Luís Eduardo Magalhães, o filho do coronel, na Câmara dos Deputados. Dessa tristeza política resultou um processo de reeleição açodado e oportunista, gerido na bacia das almas dos votos comprados e sustentado numa fraude cambial que resultou na falência do País e no retorno humilhante ao patíbulo do FMI.

    Isso tudo já seria um legado e tanto, mas FHC ainda nos fez o favor de, antes de ir embora, designar Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, o que, nas atuais circunstâncias, dispensa qualquer comentário.

    Em 1994, rodei uns bons rincões do Brasil atrás do candidato Fernando Henrique, como repórter do Jornal do Brasil. Lembro de ver FHC inaugurando uma bica (isso mesmo, uma bica!) de água em Canudos, na Bahia, ao lado de ACM, por quem tinha os braços levantados para o alto, a saudar a miséria, literalmente, pelas mãos daquele que se sagrou como mestre em perpetuá-la. Numa tarde sufocante, durante uma visita ao sertão pernambucano, ouvi FHC contar a uma platéia de camponeses, que, por causa da ditadura militar, havia sido expulso da USP e, assim, perdido a cátedra. Falou isso para um grupo de agricultores pobres, ignorantes e estupefatos, empurrados pelas lideranças pefelistas locais a um galpão a servir de tribuna ao grande sociólogo do Plano Real. Uns riram, outros se entreolharam, eu gargalhei: “perder a cátedra”, naquele momento, diante daquela gente simples, soou como uma espécie de abuso sexual recorrente nas cadeias brasileiras. Mas FHC não falava para aquela gente, mas para quem se supunha dono dela.

    Hoje, FHC virou uma espécie de ressentido profissional, a destilar o fel da inveja que tem do presidente Lula, já sem nenhum pudor, em entrevistas e artigos de jornal, justamente onde ainda encontra gente disposta a lhe dar espaço e ouvidos. Como em 1998, às vésperas da reeleição, quando foi flagrado em um grampo ilegal feito nos telefones do BNDES. Empavonado, comentava, em tom de galhofa, com o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, das Comunicações, da subserviência da mídia que o apoiava acriticamente, em meio a turbilhão de escândalos que se ensaiava durante as privatizações de então:

    Mendonça de Barros – A imprensa está muito favorável com editoriais.

    FHC – Está demais, né? Estão exagerando, até!

    A mesma mídia, capitaneada por um colunismo de viúvas, continua favorável a FHC. Exagerando, até. A diferença é que essa mesma mídia – e, em certos casos, os mesmos colunistas – não tem mais relevância alguma.

    Resta-nos este enredo de ópera-bufa no qual, no fim do último ato, o príncipe caído reconhece a existência do filho bastardo, 18 anos depois de tê-lo mandado ao desterro, no bucho da mãe, com a ajuda e a cumplicidade de uma emissora de tevê concessionária do Estado – de quem, portanto, passou dois mandatos presidenciais como refém e serviçal.

    Agora, às portas do esquecimento, escondido no quarto dos fundos pelos tucanos, como um parente esclerosado de quem a família passou do orgulho à vergonha, FHC decidiu recorrer à maconha.

    A meu ver, um pouco tarde demais.

  14. NÃO CAI SÓ EM PESQUISA, OBRAS
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 23:22 hs

    Por que Zé Pedágio substituiu no Robanel dos Tunganos as vigas de concreto por vigas pré-moldadas ?

    Por que Zé Pedágio queria, a todo custo, acabar a obra do Robanel em 27 de março de 2010, uma semana antes do prazo de desincompatibilização para candidatos a Presidente ?

    Até o Estadão, o Estadão !, mostrou a relação entre os prazos políticos e a queda das vigas pré-moldadas.

    Por que Zé Pedágio terceirizou a fiscalização da obra, quando o Governo do Estado é que tem que fiscalizar as obras ? (*)

    Por que Zé Pedágio manteve a OAS, “Obras do Amigo Serra”, na construção do trecho Sul do Robanel, já que ela está implicada no trecho que construiu a cratera do metrô ?

    Felizmente, técnicos do DNIT – Departamento Nacional de Infra-Estrutrura e Transportes, e da DERSA irão ao Senado explicar o que aconteceu.

    Um terço da grana da obra do Robanel sai do Governo Federal.

    Se depender do Zé Pedágio, ele jamais se pronunciará sobre o apagão do Robanel.

    Como lembrou o senador Mercadante, as obras de São Paulo desabam: o Robanel, o fura-fila, o Shopping SP Market, a cratera do metrô, o túnel da Linha 4 do metrô.

    Zé Pedágio é consistente pelo menos aí: ele respeita a Lei da Gravidade.

    As coisas caem.

    Vai ver que os engenheiros da OAS têm um diploma de engenheiro que vale tanto quanto o do Zé Pedágio.

  15. OSSOBUCO
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 23:23 hs

    O estado de São Paulo está numa de horror, vejamos: das 25 escolas fiscalizadas foram encontradas falhas em 22 no quesito merenda escolar : presença de pombos nos refeitórios ,excesso de moscas, alimentos vencidos no estoque e falta de comprovação dos exames médicos das merendeiras.Quanto as obras do governo, cratera no metrô e vigas da Rodoanel que desabam, sem contar com as outras obras que não são do governo mas de responsabilidade fiscalizadora do mesmo. Como este homem pode governar o nosso Brasil se não tem competência para governar o seu Estado.Felizmente como diz o ditado Deus é brasileiro e vai nos livrar desta desventura.

  16. 30 PERGUNTAS AO SERRA
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 23:25 hs

    São Paulo, 28 de março, 2007

    Exmo. Sr. Governador do Estado de São Paulo

    José Serra

    Publiquei, hoje, no meu site “Conversa Afiada”, hospedado no iG, o texto que se segue com perguntas que gostaria de submeter ao senhor.

    Cordialmente,

    Paulo Henrique Amorim

    . O acidente na Linha 4 do Metrô de São Paulo ocorreu no dia 12/01/2007. Portanto, no dia 02/04/2007 se completam 80 dias que a cratera se abriu.

    . Até hoje, dia 28 de março, o Governador do Estado não deu nenhuma informação à população sobre o que houve e o que pretende fazer daqui para frente. Limitou-se a dizer que aguarda o laudo do IPT – órgão subordinado à Universidade de São Paulo, e, portanto, ao Governo do Estado.

    . O Conversa Afiada considera que a população de São Paulo já deveria ter recebido esclarecimentos sobre os seguintes tópicos:

    1) O Governo do Estado pretende processar o consórcio por provocar um acidente numa obra pública que resultou na morte de sete pessoas?

    2) Por que o Governo do Estado não trocou de empreiteiros depois do acidente?

    3) Por que até agora o contrato não foi suspenso e as obras interrompidas?

    4) Por que o Metrô resiste em aceitar a proposta dos metroviários de paralisar as obras até que seja feita uma fiscalização em toda a Linha 4 para se certificar de que ela é segura?

    5) O Metrô fiscalizava as obras? Como? Qual o nome do fiscal?

    6) Havia um plano de evacuação da obra em caso de acidente? Onde está esse plano, se existe?

    7) O Governo do Estado vai repetir esse tipo de contrato (“turn key”) (“porteira fechada”) em outras obras?

    8) O Governo do Estado se sente responsável pelas vítimas do acidente?

    9) Por que o governador do estado não recebeu a comissão de moradores do entorno da cratera do Metrô, que tentou falar com o governador na segunda-feira, dia 26 de março?

    10) Antes de a obra começar, havia um estudo geológico da área que se tornou a cratera? O que diz esse estudo? Como ter acesso a ele?

    11) Por que o Metrô “colocou” as empresas do consórcio perdedor no processo de licitação dentro do Via Amarela?

    12) O consórcio Via Amarela não deveria ser excluído do processo de licitação, já que não atendia à especificação do edital que exigia dos concorrentes ter dois shields?

    13) Por que, no início, a área de responsabilidade do Metrô era sobre um raio de 300 metros do local onde desabou a cratera e agora passou para 50 metros? (Vale lembrar que o consórcio interditou uma casa dentro desse raio de 300 metros e chegou a levar alguns moradores para o hotel)

    14) Por que, até agora, não foi possível iniciar a perícia criminal na cratera do Metrô?

    15) Quase três meses depois da tragédia, por que o consórcio Via Amarela ainda não autorizou o IPT a vistoriar o local exato do acidente?

    16) Até quando o consórcio vai alegar que o terreno está instável e não pode haver ainda uma perícia?

    17) E onde estão os “institutos internacionais” que seriam contratados pelo IPT para ajudar a fazer a perícia ?

    18) Por que não foi pedida a perícia a outro órgão além do IPT – um órgão, em ultima análise subordinado ao Governo do Estado? O Governo do Estado vai deixar, por exemplo, o sindicato dos metroviários participar do trabalho de perícia?

    19) De acordo com o morador Flávio Sato, a reconstrução da casa dele vai demorar um ano. Enquanto isso, ele vai ficar num hotel. Por que tanto tempo para construir uma casa?

    20) Com o reinício do trabalho com o mega-tatuzão, o equipamento não demora muito para chegar aos pontos onde as obras estão paralisadas. E aí, o que vai acontecer?

    21) Por que o Luiz Carlos David foi demitido? Só ele merecia?

    22) Depois desse acidente, o Metrô vai passar a fiscalizar as obras da Linha 4?

    23) O Metrô foi omisso ao autorizar as alterações contratuais, que modificaram o método construtivo?

    24) Por que o consórcio não suspendeu as obras da futura estação Fradique Coutinho, após receber o laudo que mostrava a possibilidade de “acidentes de proporções imprevisíveis” no local?

    25) O que o Governo do Estado acha da política do consórcio de baratear a obra à revelia do contrato?

    26) O Metrô e o Governo do Estado sabiam que o consórcio Via Amarela pagava prêmio em dinheiro para quem acabasse a obra antes do prazo?

    27) O Metrô e o Governo do Estado sabiam que o consórcio Via Amarela usava dinamite e não o mega-tatuzão no local onde se abriu a cratera?

    28) A dinamite era o melhor método para aquele terreno?

    29) Por que o então gerente de construção da linha 4 do Metrô, Marco Antonio Buoncompagno, não foi demitido no primeiro dia do atual Governo do Estado, já que Buoncompagno era processado por ter participado de esquema ilegal de contratação pública em parceria com uma das empreiteiras do Consórcio Via Amarela?

    30) Por fim, para aproveitar a oportunidade, gostaríamos de saber qual será a política do governador do estado para comprar ambulâncias?

  17. André
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 23:29 hs

    Se o Lula apoiar um cachorro em 2010, eu peço votos latindo!!

  18. Moisés
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 23:41 hs

    OS APAGÕES DO GOVERNO TUCANO E OSSOBUCO.
    Não dá prá sintetizar mais os comentários?

  19. MIRIAM LEITÃO
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 23:44 hs

    MIRIAM LEITÃO GAGUEJA AO FALAR BEM DO LULA
    Tá hilário!
    É só acessar:

    http://www.youtube.com/watch?v=wwd54H5wv8I&feature=player_embedded

  20. Renata
    segunda-feira, 23 de novembro de 2009 – 23:45 hs

    E a campanha nem começou para o Serra e para o Ciro! se houver segundo turno será entre os dois.

    Interessante que estas pesquisas sempre aparecem em dias em que é necessário desviar a atenção das pessoas sobre alguma grande besteira do Lula, mas hoje não deu o assunto foi o repúdio geral ao Ahmadinejad. O Ciro foi incapaz de representar os brasileiros indignados. Mas o Serra mostrou que precisamos dele… está na rede acho que foi publicado na follha:

    É DESCONFORTÁVEL recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.

    O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada. Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.

    Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?

    A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?

    Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?

    O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência. O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?

    As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU. Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?

    Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.

  21. Moisés
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 0:19 hs

    Qdo o cidadão realmente se ligar no processo eleitoral os TUCANOS/DEMOS….caem e o Lula/Dilma vencem.

  22. Andressa
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 2:44 hs

    O Professor Galdino tem uma carta na manga prá essa cambada do PT se acalmarem.

  23. Luis Gringo
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 6:40 hs

    È o començo do fim, crônica de uma Morte Anunciada.
    Adios Serra 2010.

  24. A A CASAGRANDE
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 8:12 hs

    ESTE É PAIS SERVE COM EXEMPLO CLASSICO DP “PÃO E CIRCO , PARA O POVO” .ATUALIZANDO PODERIAMOS DIZER BOLSA FAMILIA E GOVERNO QUE ATUALMENTE É UM GRANDE CIRCO.O PROBLEMA É QUE NOS FAZEM DE PALHAÇOS.ENQUANTO XIITAS FICAM TENTANDO JUSTIFICAR AS BARBARIDADES QUE ESTES GOVERNANTES ESTÃO FAZENDO(TANTO A NIVEL FEDERAL COMO ESTADUAL).ELES CONTINUAM BARBARIZANDO MAIS E MAIS. AO INVES DE CORRIGIR OS ESRROS COMETIDOS NO PASSADO , FAZEM PIOR E FICAM TENTANDO JUSTIFICAR SUA INCOMPETENCIA COM A DOS OUTROS. MAIS UM POUCO TEREMOS ADVOGADO PEDINDO A ABSOLVIÇÃO DO SEU CLIENTE DIZENDO: ELE ROUBOU A LOJA MAS SENHORES JURADOS NOSSOS REPRESENTANTES NO CONGRESSO ROUBARAM A FABRICA , ENTÃO NÃO PODE SER CONDENADO.
    OS DEFENSORES DO GOVERNO FEDERAL AINDA LEMBRAM DO FHC MAS SE ESQUECEM QUE ESTÃO NO GOVERNO DESDE 2003 JÁ DEU TEMPO SUFICIENTE PARA RESOLVER OS PROBLEMAS .NO GOVERNO ESTADUAL O REQUIÃO JUSTIFICA SUA INCOMPETENCIA ADMISNTRATIVA FALANDO DA “POLITICA NEOLIBERAL , E TUDO É CULPA DA GESTÃO ANTERIOR,MAS ESQUEÇE QUE ELE É A GESTÃO ANTERIOR.GOVERNA TAMBEM DESDE 2003 E AINDA A CULPA DA PRORPIA INCOMPETENCIA É O JAIME LERNER ESQUECE QUE SE NÃO EXISTISSE O “CAMPO DE GOLF ” OU A MUDANÇÃO DO PERFIL DE SOMENTE AGRICOLA PARA TAMBEM INDUSTRIAL , HOJE NOSSO ESTADO NÃO TERIA GERAÇAO DE EMPREGOS E MUITO MENOS ARRECADAÇÃO QUE PERMITIU QUE ELE COMPRASSE SEUS BRIQUEDINHOS E PATROCINASSE SUAS VIAJENS COM MOTIVOS ESCUSOS.
    “ESTE É UM PAIS DE TODOS OS NÓS” O POVO APATICO E COM GRANDE VOCAÇÃO A MARIONETE DE FACIL MANIPULAÇÃO. E NÃO ESQUEÇAM QUE VEM AI A BOLSA CELULAR E A BOLSA CINEMA . E´A MAIS PURA BAIXARIA ONDE LEVAMOS A CADA DIA UM PINCELADA DE TINTA NA NOSSA CARA DE PALHAÇO E PARA CADA PINCELADA CRIAMOS UMA PIADA ENQUANTO ELES GARGALHAM DE BOLSOS CHEIOS.

  25. CAÇADOR DE PETISTAS, solteira
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 8:45 hs

    Apenas para apetezadatomar conhecimento, a rejeição da solteirona e Guerrilheira Dilma é de 34%.

  26. CAÇADOR DE PETISTAS, solteira
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 8:59 hs

    Meu Deus, quanta idiotice, quanta imbecilidade desta petezada.Alguem acimadiz que o Ditador da Silva,foi o melhor Presidente nos últimos 100 anos.

    Me perdoe cidadão mas vocês do PT/MST so conseguem enxergar de 2003 pra frente. Da Silva coo disse um nopbre colega, herdou um cofre cheio de dinheiro aliás não so o cofre mas, um programa de Governo formidável que deu condições de garantir esta estabilidade econômica espetacular que vivemos atualmente.

    O PSDB deu gratuitamente do Ditador o pão, o prato cheio, o garfo, a colher bastando apenas a vontade de comer e esses petistas não conseguem ou não querem enchergar isso.

    Em função desta ignorância, estamos sujeitos ao mal maior que é o acontecimento de uma desgraça maior face a idiotice da petezada e eleger uma mulher sem família, ignorante, prepotente e com um passado sujo apenas para contentar o Ditador da Silva.

    Eleger Dilma é definitivamente abraçar Chaves e demais malucos comunistas de vermelho.

    A petezada esta completamente cega e surda, antes estivessem também muda, assim não falariam tanta besteira.

  27. André
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 11:28 hs

    Só 34% de rejeição?? Antes era de mais de 40%… Excelente notícia “caçador de petistas”, ah, se não estiver bom, o paraguai é logo ali…

  28. terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 14:13 hs

    a Ptzada gralha, gralha, mas não foi capaz de apresentar nada de novo ao Brasil, o que existe por aí é tudo cópia..o que é ptista autêntico…redução do IPI, Superavit, bolsa pinga…nada, o que funciona foi herdado, onde meteram a mão estragaram…isso é o PT…

  29. Olho vivo
    terça-feira, 24 de novembro de 2009 – 16:34 hs

    Em uma ano Serra Caiu 15% em mais um ano caindo mais 15% vai ter apenas una 16% e a Dilma subindo na mesma proporção dos últimos 12 mêses vai chegar a uns 42%.
    Quanto mais o PSDB ataca o Lula e o PT, mais a Dilma cresce.
    O povo não é mais bobo.
    Dilma presidente 2010.
    Forra PSDB.
    Forra Serra.
    Forra Álvaro.

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