Proibido para mulheres | Fábio Campana

Proibido para mulheres

Da Folha de São Paulo

As cem maiores empresas do Brasil ostentam números impressionantes: US$ 552 bilhões em vendas, US$ 30 bilhões de lucro, 1,236 milhão de funcionários em 2008. E nenhuma mulher na presidência, segundo levantamento da Folha realizado a partir dos cálculos da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) para o anuário “Melhores & Maiores”, da revista “Exame”.

Nos EUA, entre as cem maiores companhias pelo ranking da revista “Fortune”, há seis mulheres na presidência.

Como entraram no mercado de trabalho mais tarde do que os homens e há apenas cerca de 20 anos ingressaram na vida executiva, é natural que levem ainda um certo tempo para alcançar o topo da carreira, de acordo com os especialistas. Mas outras questões culturais explicam uma diferença tão gritante de mobilidade profissional entre os sexos no Brasil.

O primeiro freio à ascensão das mulheres nas grandes corporações é o machismo. Antes, a ideia por trás do prejulgamento era a de que elas possuíam conhecimento técnico inferior ao dos homens. Entretanto, seu desempenho acadêmico já não dá brecha a esse pensamento: na graduação, elas costumam até levar vantagem porque amadurecem mais rapidamente; na pós, apresentam resultados tão bons quanto os dos seus colegas.


2 comentários

  1. Renata
    domingo, 8 de novembro de 2009 – 10:49 hs

    O problema é de razão e sensibilidade! Erroneamente se acredita que homens são mais racionais e mulheres mais impulsionadas pela sensibilidade. O que é uma tolice… falo por mim que sou totalmente guiada pela razão!!!

  2. BISTEKA
    domingo, 8 de novembro de 2009 – 14:03 hs

    Nossa! nÃO DEIXEM A dilma ler ESTA ESTATÍSTICA… é BEM CAPAZ DE QUERER SE ALOJAR EM UMA DESSAS EMPRESAS… O que de certa forma seria muito ruím para a empresa e excelente para o Brasil, pois assim estaríamos livre dessa “COISA”…

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