FHC compara Lula a militares e alerta para o autoritarismo popular | Fábio Campana

FHC compara Lula a militares e alerta para o autoritarismo popular

Cardoso

Via Josias de Souza na Folha Online

* Está-se ‘minando o espírito da democracia constitucional’
* Prevalece ‘o atropelo, se não da lei, dos bons costumes’
* Formas políticas [são] do tempo do autoritarismo militar’
* ‘Foi no ‘dedaço’ que o Lula escolheu a candidata do PT’
* ‘Se Dilma ganhar as eleições, sobrará um subperonismo’
* ‘É mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo’

Todo primeiro domingo do mês Fernando Henrique Cardoso leva um artigo às páginas de vários jornais do país. Dá preferência a temas que tangenciam a pauta nacional. Só de raro em raro aborda a conjuntura interna.

No texto deste domingo, o ex-presidente tucano fugiu à praxe. Dedicou-se exclusivamente ao Brasil. Endereçou a Lula ataques inclementes. As mais duras críticas desde que passara a faixa presidencial ao sucessor, em 2003.

FHC abre o artigo com uma pergunta: “Para onde vamos?” Nos sete parágrafos que se seguem ele responde: o país caminha para o autoritarismo. O antecessor de Lula enxerga “por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do autoritarismo popular”.

Um autoritarismo que “vai minando o espírito da democracia constitucional”, que “supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente”. “Na contramão disso tudo”, FHC escreveu, “vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar”.

Uma época em que “os projetos de impacto (alguns dos quais viraram esqueletos, quer dizer obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis). Animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: ‘Brasil, ame-o ou deixe-o’”.

A comparação do presidente-operário com os mandatários que vestiam farda permeia o texto. A certa altura, FHC anota: “Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios…”

Impropérios que visam “matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo ‘Brasil potência’”. FHC prossegue: “Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites…”

“…Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo”.

Para FHC, hoje presidente de honra do PSDB, “Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro. Os partidos estão desmoralizados…”

“…Foi no ‘dedaço’ que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI”. Da analogia mexicana, FHC salta para uma suposta semelhança com a Argentina de Peron:

“Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições, sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários. Uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão”.

FHC anota que “tudo o que cerca” Lula “possui um DNA” que “pode levar o país […] a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade, que pouco têm a ver com nossos ideais democráticos”.

Acha que “é possível escolher ao acaso os exemplos de pequenos assassinatos” à ordem constitucional. Pergunta: “Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal ajambrada?”

Insinua que o objetivo é a corrupção. Escreve que o sistema de partilha está “sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas”. Coisa concebida “para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública”.

Menciona a concorrência para a compra dos caças da FAB e a predileção de Lula pelos aviões Rafale, da França. “Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares se o processo de seleção não terminou?” Lula “resolve sozinho”, realçou.

Nesse ponto, evocou uma frase de Luís 14, que, no auge do absolutismo francês, declarou: “O Estado sou eu”. FHC ironizou: “Pena que [Lula] tivesse se esquecido de acrescentar ‘l’État c’est moi’. Mas não esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica:…”

“…Viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender ‘nosso pré-sal’. Está bem, tudo muito lógico”.

Citou a “ingerência” de Lula na Vale, empresa privatizada na era tucana. Criticou a anunciada visita do presidente do Irã ao Brasil: “Por que esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?”

Questionou a antecipação da campanha eleitoral: “Por que, sem qualquer pudor, passear pelo Brasil às custas do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante?”

No último parágrafo de seu artigo, FHC resumiu o que enxerga sob o “autoritarismo popular” de Lula: “Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados”.

É sobre esse “bloco” de poder, finalizou FHC, que “o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se [Dilma Rousseff] ganhar as eleições”. Ele voltou à pergunta do título: “Para onde vamos?” E arrematou: “É mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo antes que seja tarde”.

A peça de FHC vai à ante-sala de 2010 como a primeira manifestação genuinamente oposicionista do tucanato. Até aqui, os dois presidenciáveis do PSDB, José Serra e Aécio Neves, vinham se mostrando capazes de tudo, menos de se opor frontalmente a Lula

– Em tempo: A íntegra do artigo dominical de FHC pode ser encontrada aqui, na versão eletrônica do diário Zero Hora.


28 comentários

  1. Reinaldo Sergio Gomes
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 15:11 hs

    Pois é pessoal, o Lula é totalmente vazio, ignorante, falastrão, etc, etc… mas quando disse que a crise mundial era para o Brasil uma simples marolinha, todos riram… (e o que aconteceu?); nunca as classes c,d,e tiveram tanto poder aquisitivo; nunca o ensino superior cresceu tanto; nunca fomos tão respeitados no exterior como agora; nunca tivemos tanta “sorte”: pré-sal, copa do mundo, olimpiadas, lidernaça mundial. Só não enxerga que não quer, porque até cego está “vendo”. Lula, não dê bola não, é inveja pura, dor de cotovelo crônica.

  2. ´Tina
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 15:23 hs

    Que nivel lástimável desses desse povo que descredencia o FHc e exalta oLula! Se a nossa economia vai bem ,é pq o Lula herdou um país sem inflaçõ e copiou oas coisas boas do FH.Sem duvida acertou na equipe econômica ,que seguiu a mesma diretiz e teve sorte de estar no poder numa época em que a situação mundial estava soprando com bons ventos,mas no restante o Lula é o pior governo que já tivemos, o governo mais corrupto e indecente da nossa história! além de tudo alimentando um ditador monstro ,que sabe lá o que vai nos trazer! acordem ! Só uma povo mais informado e menos medíocre pode afastar esse câncer do nosso Brasil.Lástimáveis essas declarações que apontam o FHC como um irresponsável! Um homem que só engrandeceu o nosso país ,e representou como um dino estadista ,ao contrário desse ignorante que só sabe viajar ,se aproveitar do nosso dinheiro ,gastando com sua corja! Peço a Deus que ilumine nossos eleitores para que possamos nos livrar dessa sujeir nas próximas eleições!

  3. laercio primon
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 16:22 hs

    Fora FHC, depois de desgovernar o Brasil por 08 anos vem este ex de merda falar mal do governo Lula, lave a boca seu canalha para falar de um presidente que tirou o Brasil do fundo do poço que vc e sua quadrilha deixou.

  4. ´Tina
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 17:14 hs

    Está faltando gardenal para o gardenália! Se ligue! vá tomar o teu gardenal!

  5. BISTEKA
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 20:12 hs

    Olá Tina…
    Tá faltando o medicamento na praça… O Governador que o PT ajudou eleger consome toda a produção, e continua fazendo asneiras!

  6. ofaxineiro
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 20:26 hs

    O Gardenália como o Genérico fazem parte da turma da nota acima do dossie da caixa,do mensalão, dolar na cueca etc,etc,etc…….

  7. Desatina
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 20:47 hs

    A corja FHCiana é muito maior, com escândalos muito maiores, com entreguistas da pior espécie! Pena que para os FHCistas não haja remédio para oligofrenia!

  8. FHC acabou com o Brasil
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 22:06 hs

    Quem manda acreditar em pesquisa.O Conversa Afiada não acredita em pesquisa um ano antes de eleição.

    Não acredita em pesquisa num país em que dois serviços de pesquisa eleitoral dominam o mercado e tem alinhamento político explícito: o Data-da-Folha (serrista) e o Globope (serrista).

    Mas, como o PiG (**) e o Zé Pedágio levam pesquisa a sério, o Conversa Afiada se diverte com aquelas pesquisas que tiram o sono do PiG (**) e do Zé Pedágio.

    Essa, por exemplo.

    Bye-bye Serra 2010

    (*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (**) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

    (**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

  9. FHC já era!
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 22:07 hs

    Por gentileza segurem o FHC para que ele não corte os pulsos.

    Para quem gosta de números de pesquisa,e, enquanto não sai a pesquisa dita oficial.

    “O PT encomendou uma pesquisa nacional no mês passado para saber quem foram os melhores presidentes do Brasil de Getúlio Vargas para cá (os generais da ditadura e Fernando Collor ficaram de fora das opções apresentadas aos entrevistados).

    Deu Lula na cabeça, com 51% das preferências. Seguiram-se Juscelino Kubitschek, com 13%; Getúlio Vargas e FHC, com 11% e José Sarney, com 6%. Itamar Franco obteve 1% e 7% responderam que “não sei”.A nota foi enviada pelo leitor Marcos Amorim, e é da coluna do Lauro Jardim”.

    Não obstante, FHC ficou em seu devido lugar, no esquecimento.

  10. A nau afunda!
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 22:09 hs

    Amigo navegante que lê a Dora Kramer, no Estadão (o Conversa Afiada pensava que só o Robert(o) Civita lia a Dora Kramer) pede para reproduzir trecho (escondido) de colona (*) da semana passada, sobre pesquisas feitas pelos DEMOS (pelos DEMOS !) em Brasília, Bahia, Rio Grande do Sul e Minas.

    “Na capital, Ciro aparece em primeiro, Dilma em segundo e Serra em terceiro. Em Salvador, Dilma empata com Serra e abre vantagem na região metropolitana. No Rio Grande do Sul, Dilma aparece na frente. Em Minas, o quadro é de ‘aperto’.”

  11. Ita
    segunda-feira, 2 de novembro de 2009 – 22:39 hs

    Este Cidadão do FHC que foi o Pior Presidente que o Brasil já teve, n]ão tem moral alguma para falar algo contra o Lula e qualquer outro Presidente ou Politico.
    Fora FHC
    Fota PSDB

  12. Luis Gringo
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 6:21 hs

    De novo esta triste figura do FHC/.
    Ele e sua turma no bom ingles colocaram uma plaquinha no Brasil
    “FOR SALE”

  13. sergio damiao
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 9:06 hs

    Nao gostava do FHC, mas o filhote de ditador Lula me fez mudar de ideia. O homem virou o grande ‘guru’ da nação. Como nunca mais vai concorrer, pode falar a vontade. Pau neste farsante mensaleiro!!!

  14. Silvano Andrade
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 9:08 hs

    Frango barato, barra de chocolate quase de graça…Meu Deus…fgagác foi um presidente vendilhão…vou citar algumas de suas maracutáias (venda da vale ou melhor golpe contra o povo Brasileiro)…manobras ilícitas para salvar bancos e banqueiros safados como aquele sem vergonha italo-Brasileiro, que foi preso e deportado no governo lula, entreguismo das estradas a grupos que até hoje ninguém sabe quem são…onde faturam bilhões de reais por ano…mas não se vê grandes melhorias nas estradas Brasileiras…tanto é que são consideradas verdadeiros açougues…privatizações tresloucadas que tiraram empresas importantissímas para a nação, e que hoje são controladas por verdadeiros mafiosos, telecomunicações, tentativa de venda da Petrobrás que na época era comandada por um suíço, enfim se for citar cronologicamente mês a mês os oito anos que este calhorda ficou no poder, o Lula se torna uma púdica donzela perto deste “dart vaider”chamado fernando henrique cardoso. Prometo que não chamarei ou xingarei mais ninguém de neo-liberal…pois já fui chamado de chato e retrógado por usar este bordão, de agora em diante vou chamá-los de traidores da patria Brasileira.
    Eu tenho certeza que a totalidade do Povo Brasileiro, cerca de 150, 160 milhões de Brasileiros não querem comer frango barato ou se lambuzar de chocolate a 0,80 centavos de real…QUEREMOS EMPREGO, SALÁRIO DECENTE, REMÉDIOS A PREÇO DE CUSTO (QUEBRA DE PATENTES) HABITAÇÃO DIGNA, ACESSO A UMA EDUCAÇÃO DE ALTA QUALIDADE, PODER SE DESLOCAR PELO NOSSO BRASIL SEM PRECISAR PAGAR PEDÁGIO A PESSOAS DO MAL, SISTEMA DE SAÚDE EFICIENTE E HUMANO…ENTÃO TPBs parem com esta churumela capitalista, porque já não cola mais…

  15. FHC - PAI DO PLANO REAL
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 9:40 hs

    APENAS PARA OS IDIOTAS E SEM MEMÓRIA DOS PETISTAS RECORDAREM.

    LULLA JAMAIS CONSEGUIRÁ DORMIR DE DOR DE COTOVELO

    PLANO REAL
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Ir para: navegação, pesquisa
    Nota: Se procura pela moeda, consulte Real (moeda).

    Plano Real foi um programa brasileiro de estabilização econômica, iniciado oficialmente em 27 de fevereiro de 1994 com a publicação da Medida Provisória nº 434 no Diário Oficial da União. Tal Medida Provisória instituiu a Unidade Real de Valor (URV), estabeleceu regras de conversão e uso de valores monetários, iniciou a desindexação da economia, e determinou o lançamento de uma nova moeda, o Real.[1]

    O programa foi o mais amplo plano econômico já realizado no Brasil, e tinha como objetivo principal o controle da hiperinflação que assolava o país. Utilizou-se de diversos instrumentos econômicos e políticos para a redução da inflação que chegou a 46,58% só em junho de 1994, época do lançamento da nova moeda. A idealização do projeto, a elaboração das medidas do governo e a execução das reformas econômica e monetária contaram com a contribuição de vários economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso.[2]

    O presidente Itamar Franco, oficialmente responsável pelo Plano Real, autorizou que os trabalhos se dessem de maneira irrestrita e na máxima extensão necessária ao seu êxito, o que tornou o Ministro da Fazenda no homem mais forte e poderoso de seu governo, e no seu candidato natural à sua sucessão. Assim, Fernando Henrique Cardoso elegeu-se Presidente do Brasil em outubro do mesmo ano.[2]

    O Plano Real mostrou-se nos meses e anos seguintes o plano de estabilização econômica mais eficaz da história, reduzindo a inflação (objetivo principal), ampliando o poder de compra da população, e remodelando os setores econômicos nacionais.[3]

    Aqui jaz a moeda que acumulou, de julho de 1965 a junho de 1994, uma inflação de 1,1 quatrilhão por cento. Sim, inflação de 16 dígitos, em três décadas. Ou precisamente, um IGP-DI de 1.142.332.741.811.850%. Dá para decorar? Perdemos a noção disso porque realizamos quatro reformas monetárias no período e em cada uma delas deletamos três dígitos da moeda nacional. Um descarte de 12 dígitos no período. Caso único no mundo, desde a hiperinflação alemã dos anos 1920.

    — Joelmir Beting[4]
    Índice [esconder]
    1 História
    1.1 Segunda versão da história do plano
    2 Principais medidas
    3 Efeitos imediatos
    4 Crises econômicas
    5 Efeitos em longo prazo
    6 Oposição ao plano
    7 Curiosidades
    8 Ver também
    9 Ligações externas
    10 Referências

    [editar] História

    O ex-presidente Fernando Henrique CardosoEm 19 de maio de 1993 Fernando Henrique Cardoso, vulgarmente dito “pai do Real”, assumiu o cargo de Ministro da Fazenda do Presidente Itamar Franco, assumindo perante o país o compromisso de acabar com a inflação, ou pelo menos reduzi-la. Já na época havia uma forte corrente contra o processo inflacionário, iniciada anos antes, no governo de José Sarney. Vem dessa época, inclusive, o prestígio do novo ministro. Fernando Henrique era sociólogo de renome no Brasil e no exterior, e tinha ocupado o cargo de Ministro das Relações Exteriores. O novo ministro foi então recebido com entusiasmo, pois refletia uma possibilidade real de solução dos problemas, principalmente devido à sua capacidade intelectual e conhecimento social em nível global.

    Em 1º de agosto de 1993, o ministro promoveu a sétima mudança de moeda do Brasil, de Cruzeiro para Cruzeiro Real, para efeito de ajuste de valores. A intenção do governo era repetir mais uma vez a prática de “cortar três zeros”, porém, no mesmo mês de lançamento do Cruzeiro Real a inflação foi de 33,53%, e em janeiro de 1994, de 42,19%.

    A partir de 28 de fevereiro de 1994, como efeito da Medida Provisória nº 434, iniciou-se a publicação dos valores diários da Unidade Real de Valor (URV) pelo Banco Central. A URV serviria como moeda escritural[5] para todas as transações econômicas, com conversão obrigatória de valores, e refletiria o valor, e portanto, a inflação do dólar. Negou-se à época que o Brasil estivesse sob um processo de dolarização. A MP nº 343 foi reeditada pelas MPs nº 482 e nº 457, e transformada posteriormente nas leis nº 8.880 e nº 9.069.[1]

    A partir de 1º de março de 1994, passou a vigorar a Emenda Constitucional nº 10, que criou o Fundo Social de Emergência (FSE) considerado essencial para o êxito do plano. A emenda produziu a desvinculação de verbas do orçamento da União, direcionando os recursos para o fundo, que daria ao governo margem para remanejar e/ou cortar gastos supérfluos. Os gastos do governo contribuíam grandemente para a hiperinflação, uma vez que a máquina do Estado brasileiro era grande, dispendiosa e ávida por mais investimentos. Poucas horas antes, o Ministro FHC foi à televisão e, em pronunciamento oficial em rede nacional, deu um ultimato ao Congresso Nacional para que aprovasse a emenda à Constituição Federal.[6]

    Em 1º de julho de 1994 houve a culminância do programa de estabilização, com o lançamento da nova moeda, o Real (R$). Toda a base monetária brasileira foi trocada de acordo com a paridade legalmente estabelecida: CR$2.750,00 para cada R$1,00.[7] A inflação acumulada até julho foi de 815,60%, e a primeira inflação registrada sob efeito da nova moeda foi de 6,08%, mínima recorde em muitos anos.

    O resultado positivo do Plano Real tem influenciado a política econômica brasileira desde então.

    [editar] Segunda versão da história do plano
    Uma segunda versão dá conta de que o Plano Real teria sido implantado em 3 etapas, [8] a saber:

    Período de equilíbrio das contas públicas, com redução de despesas e aumento de receitas, e isto teria ocorrido nos anos de 1993 e 1994;
    Criação da URV para preservar o poder de compra da massa salarial, evitando medidas de choque como confisco de poupança e quebra de contratos;
    Lançamento do Real, que manteria toda a política econômica e a inflação em níveis baixos.
    Contudo, a demanda por políticas antiinflacionárias já estava presente desde outros governos e FHC somente assumiu o Ministério da Fazenda em meados de 1993, deixando-o em menos de um ano, o que torna improvável a execução das três etapas em tão pouco tempo. Um funcionário da Casa da Moeda, responsável pelo projeto artístico da empresa, relatou a uma revista que o primeiro comunicado sobre uma outra nova moeda foi feito em novembro de 1993, e a sua produção se iniciou em janeiro de 1994, estabelecendo um recorde.[9] Tal fato também reforça a teoria de que o lançamento da nova moeda foi apressado para ter efeitos eleitorais, e que o Plano Real tenha sido idealizado entre setembro de 1993 (época da primeira inflação na novíssima moeda, lançada em agosto) e julho de 1994 (lançamento do Real).

    [editar] Principais medidas

    Ex-presidentes, na ocasião da posse do presidente do STF. Já havia na sociedade e no governo uma preocupação crescente com o controle da inflação, muito embora as metodologias tenham divergido.O programa brasileiro de estabilização econômica seguiu as seguintes linhas mestras (com efeito sinérgico):[2]

    Desindexação da economia
    Medida Adotada: O ajuste e reajuste de preços e valores passaram a ser anualizados e obedeceriam as planilhas de custo de produção.
    Justificativa: Era necessário interromper o ciclo vicioso de corrigir valores futuros pela inflação passada, em curtos períodos de tempo. Essa atitude agravava a inflação, tornando-a cada vez maior. Era comum acontecer remarcação de preços várias vezes num mesmo dia.
    Privatizações
    Medida Adotada: A troca na propriedade de grandes empresas brasileiras eliminou a obrigação pública de financiar investimentos (que causam inflação se for feito pelo governo) e possibilitou a modernização de tais empresas (sob controle estatal havia barreiras impeditivas para tal progresso).
    Justificativa: A iniciativa privada tem meios próprios de financiar os investimentos das empresas, e isto não produz inflação, e sim, desenvolvimento, porque não envolve o orçamento do governo. Este deve alocar recursos para outras áreas importantes. E ainda, na iniciativa privada não há as regras administrativas orçamentárias e licitatórias, que prejudicam a produção das empresas e a concorrência.
    Equilíbrio fiscal
    Medida Adotada: Corte de despesas e aumento de cinco pontos percentuais em todos os impostos federais.
    Justificativa: A máquina administrativa brasileira era muito grande e consumia muito dinheiro para funcionar. Havia somente no âmbito federal 100 autarquias, 40 fundações, 20 empresas públicas (sem contar as empresas estatais), além de 2 mil cargos públicos com denominações imprecisas, atribuições mal definidas e remunerações díspares.[8] Como o país não produzia o suficiente, decidiu-se pelo ajuste fiscal, o que incluiu cortes em investimentos, gastos públicos e demissões. Durante o governo FHC, aproximadamente 20 mil pessoas foram demitidas do governo federal.
    Abertura econômica
    Medida Adotada: Redução gradual de tarifas de importação e facilitação da prestação de serviços internacionais.
    Justificativa: Havia temor de que o excesso de demanda por produtos e serviços causasse a remarcação de preços, pressionando a inflação. Existia também a necessidade de forçar o aperfeiçoamento da indústria nacional, o que permitiria o aumento da produção no longo prazo, e essa oferta de produtos tenderia a baixar a inflação.
    Contingenciamento
    Medida Adotada: Manutenção do câmbio artificialmente valorizado.
    Justificativa: Com efeito da valorização do Real, esperava-se um aumento das importações, com aumento da oferta de produtos e aperfeiçoamento da indústria nacional.
    Políticas monetárias restritivas
    Medida Adotada: Aumento da taxa básica de juros e da taxa de depósito compulsório dos bancos.
    Justificativa: A taxa de juros teve inicialmente dois propósitos: financiar os gastos públicos excedentes até que se atingisse o equilíbrio fiscal, e reduzir a pressão por financiamentos, considerados agentes inflacionários. Os financiamento chegaram ter o prazo de quitação regulado pelo governo.[10]
    O compulsório dos bancos teve o propósito de reduzir a quantidade de dinheiro disponível para empréstimos e financiamentos dos bancos, uma vez que são obrigados a recolher compulsoriamente uma parte dos valores ao Banco Central.
    Não fazê-lo (o plano) ou é incapacidade ou, o que é pior, imoralidade pela conivência com a exploração do povo e a injustiça social.

    — Fernando Henrique, em artigo publicado na Folha de S.Paulo.[8]

    O então presidente Itamar Franco conseguiu eleger seu sucessor[editar] Efeitos imediatos
    O efeito regulador do Plano Real foi imediato e muito positivo em seu propósito. A inflação calculada sobre a URV nos meses de sua vigência (abril a junho) ficou em torno de 3%, enquanto que a inflação em Cruzeiros Reais (CR$) foi de cerca de 190%. Até o início da circulação do Real (R$), em 1º de julho de 1994, a inflação acumulada foi de 763,12% (no ano) e 5.153,50% (nos últimos 12 meses).

    A inflação que antes, consumia o poder aquisitivo da população brasileira, impedindo que as pessoas permanecessem com o dinheiro por muito tempo, principalmente entre o banco e o supermercado, estava agora controlada. O efeito imediato, e mais notável do Plano Real, foi a aposentadoria da máquina-símbolo da inflação, a “remarcadora de preços do supermercado” presente no comércio.

    Também se considera como efeito direto do plano a vitória do candidato do governo, Fernando Henrique (PSDB-SP), nas eleições presidenciais de 1994.

    [editar] Crises econômicas
    O Plano Real enfrentou três grandes crises mundiais: a Crise do México (1995), a Crise Asiática (1997-1998) e a Crise da Rússia (1999). Em todas essas ocasiões o Brasil foi afetado diretamente, pois estava em reformas e necessitava de recursos, investimentos e financiamentos estrangeiros. Grandes somas de dinheiro deixaram o país devido ao medo que os investidores tinham com os mercados emergentes, o que agravou sensivelmente a situação brasileira.

    A crise produziu um grande movimento de fuga de recursos do Brasil, deixando-o sem meios de financiar seu plano de estabilização. Diante dessa situação, o governo viu-se obrigado a aumentar a taxa básica de juros para remunerar melhor esses capitais, impedindo-os de deixar o país. A taxa de juros do Brasil chegou a 45% ao ano em março de 1999. Como conseqüência, houve maior endividamento público, mais cortes de gastos públicos, retração de alguns setores da economia e desemprego.

    Outras crises menores também prejudicaram o processo de estabilização econômica do Brasil, tais como a Crise da Argentina (2001), a Crise de 11 de setembro (2001), a Crise Eleitoral (2002) e a Crise do Apagão (2001). Esta última teve a causa ligada diretamente ao Plano Real, uma vez que houve ampliação do poder de compra da população, aumento do consumo, aumento da produção (que geram consumo de energia elétrica), e redução dos investimentos públicos no setor (como parte do programa de estabilização econômica).

    [editar] Efeitos em longo prazo
    Os efeitos em longo prazo esperado à época do lançamento do Plano Real foram:[8]

    Manutenção de baixas taxas inflacionárias e referências reais de valores;
    Aumento do poder aquisitivo das famílias brasileiras;
    Modernização do parque industrial brasileiro;
    Crescimento econômico com geração de empregos.
    A estabilidade monetária é o fator condicionante. A prosperidade econômica é o fator condicionado.

    — Pedro Sampaio Malan, Ministro da Fazenda[5]

    [editar] Oposição ao plano

    O atual presidente e trabalhadoresDurante todo o Governo FHC, o Partido dos Trabalhadores (PT) como principal opositor ao governo, votou contra[11] a maioria das medidas propostas no Plano Real ou que vieram a fazer parte dele, tal como o PROER. Alguns poucos artigos receberam apoio, como a previsão de destinação de recursos do FSE para o Sistema Único de Saúde, em 1994.[6]

    Em 1994 e 1998, por ocasião das eleições presidenciais, a propaganda política do PT e Luiz Inácio Lula da Silva exibiu por diversas vezes cenas que desabonavam o Plano Real, inclusive com uma nota de R$1,00 queimando, o que configuraria crime contra a ordem financeira.

    O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado em 27 de janeiro de 2007, constitui atualmente e extra-oficialmente, num meio de oposição ao sucesso do Plano Real cujos resultados de longo prazo estariam aparecendo. Críticos afirmam que o PAC é apenas o apostilamento de todos os projetos do governo e que isso não implica naquilo que preconiza, a aceleração do crescimento.

    Quando a gente é de oposição, pode fazer bravata porque não vai ter de executar nada mesmo. Agora, quando você é governo, tem de fazer, e aí não cabe a bravata.

    — Presidente Lula (Ipsis litteris) assumindo em encontro com empresários que fazia oposição.[12][13][14]

    Recentemente ventilou-se a necessidade de reformas no sistema econômico brasileiro (supõe-se que sejam nas bases teóricas do Plano Real), para que o país possa adaptar-se ao tempo econômico que se vive. Há críticas ao sistema financeiro, a política monetária, e ao sistema tributário brasileiro, que juntos oneram o crescimento econômico.[15]

    [editar] Curiosidades
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    O Fundo Monetário Internacional (FMI) não apoiou o Plano Real, quando da sua elaboração em 1993, porque não acreditou nas contas da equipe econômica de FHC. O apoio somente viria após a divulgação das primeiras taxas de inflação.[11]
    O Plano Real foi idealizado por economistas formados e/ou funcionários da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO), a saber Persio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan e Edmar Bacha, que devido às medidas amargas do plano, ficaram conhecidos pela alcunha de “filhos da PUC”.
    O Orçamento da União para o ano de 1994 foi aprovado pelo Congresso Nacional com onze meses de atraso, no mês de novembro, em caráter meramente simbólico (Lei nº 8933, de 9 de novembro de 1994)[1]
    A Casa da Moeda produziu um feito histórico com a produção do Real. Do projeto ao lançamento das notas e moedas, gastou-se pouco mais de 6 meses, enquanto que nenhum país do mundo havia mudado sua base circulante em menos de um ano.
    Durante os preparativos do plano cogitou-se chamar a nova moeda brasileira de Cristal,Coroa e Cruzeiro-Cruzado porém, os nomes não vingaram e o batismo levou em conta possibilidades publicitárias.[2]

    LULLA DA SILVA,O PLANO REAL NÃO É SEU E A ATUAL ESTABILIDADE ECONÔMICA NO BRASIL É FRUTO DO PASSADO DO PSDB E FHC, SEJA HUMILDE E AGRADEÇA E NÃO QUEIRA FAZER CORTEZIA COM CHAPÉU ALHEIRO CANALHA

    ACORDA BRASIL

  16. O FHC NÃO TEM MEMÓRIA
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 10:21 hs

    BASTA AO CONTINUISMO É BRINCADEIRA HEIN FHC. A CAMBADA NEO LIBERAL QUE POVOOU AS REPARTIÇÕES PÚBLICAS E O ALTO ESCALÃO NOS 20 ANOS QUE ANTECEDERAM O POPULISMO… VAI TE CATAR FHC…

  17. Jose Carlos
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 10:32 hs

    FHC, que se julga um príncipe dinamarquês repudiado, foi um dos criadores do mito Lula.. quando interessava politicamente e era fashion andar com um metalúrgico pouco instruído, líder sindical, os intelectuais cor-de-rosa da roça pátria,à frente FHC, fizeram de Lula seu mascote, uma espécie de amuleto popular, pois, como a esquerda cor-de-rosa de salão e de academia precisa do discurso da miséria, do analfabetismo, do sindicalismo para unir suas idéias com a tal “realidade social”, FHC e seus sequazes, botaram Lula no colo e o ninaram alegremente… mas, o tempo passou e a criatura voltou-se contra o criador (como em qualquer novela de pasquim mexicano) e a mágoa do príncipe dinamarquês repudiado, se fez ouvir em prantos e soluços indignados (“ó fardo acabrunhante…”)… assim é a vida real, e como toda criatura faz, Lulinha Paz e Amor procura desconstruir a obra do criador, como uma vingança por ter sido usado como mascote amestrado durante os tempos da miséria… Maquiavel e Freud explicam como elementar esta disputa… no fundo é a luta de “craçes” e a exploração dos “trabaiadores”….

  18. Vilson Schon
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 11:31 hs

    se o FHC não fizesse parte de um dominio de 500 anos do Brasil, dava pra dar algum crédito, mas fala sério, coninuismo foi vivido pelo País até o final da sua gestão. FHC vai contar histórinhas para seus netos, faça ao menos alguma coisa útil no final de sua vida.

  19. Silvano Andrade
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 12:40 hs

    Como tem idiota…este fhc pai do plano real “mae dos banqueiros” copia e cola bobagens do wiki…e vem achar que alguém vai perder tempo lendo…

    se liga cidadão… seja autêntico, wikipedia mais emburrece do que intelectualiza.

    vc deve pertencer a turma do frango com chocolate…

    TPB.

  20. Ita
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 13:12 hs

    Fora FHC.
    concordo com o, Silvano Andrade.
    Fora PSDB

  21. Felipe Vizzoto
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 13:33 hs

    Ah! Essa é boa.

    Autoritarismo? Antidemocrático?

    A aprovação do presidente Lula não é decorrente de manipulação de pesquisas e nem é imposta à população.
    Antidemocrático é mudar a constituição para se reeleger, o que não foi feito pelo Lula, mas pelo próprio crítico do CONTINUÍSMO.

    Sério, quem conhece o passado recente de nosso país e a figura que transcreve nesse artigo suas “reflexões”, lê esse artigo e diz que ele está correto, me desculpem, é bem pouco, mas bem pouco inteligente (lançando mão de eufemismos).

  22. v.n.b
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 14:45 hs

    le acabou com agricultura no parana poriço diga noa ao psdb

  23. ildo baldo
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 15:24 hs

    FHC COMPARA LULA AOS MILITARES É ATE QUE EM PARTES SÂO IGUAIS SIM TODOS ERAM E É CONTRA A LEGALISAÇÂO DA MACONHA QUEM DA OUVIDO A UM VELHO GAGA QUAL FHC FICA MELHOR SEU FABIO EM NÂO FALAR NELE

  24. antonio oliveira
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 15:30 hs

    Esse cidadão devia ter vergonha na cara e nunca mais aparecer em público para criticar este ou aquele… O “DR das Letras”, pós graduado, foi o pior presidente do Brasil de todos os tempos. A corrupção da era Collor foi “fichinha”. Só o caso Vale, num país sério, daria cadeia pra todo mundo envolvido na “privatização”… O cara que comandou a privatização acabou na presidencia da empresa. O que dizer então do casos das “teles”. A Telepar e outras 8 empresas foram modernizadas. A empresa paranaense sozinha consumiu US$ 3,5 bilhões. E todas elas juntas, modernizadas, foram vendidas por US$ 2,9 milhões. Não é a atoa que hoje tempos operando no Brasil, neste ramo, empresas com ligações com a máfia… Será que este cidadão tem coragem de sair à rua com a cabeça erguida??? Acho que sim, ele é um cara de pau…

  25. ildo baldo
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 16:26 hs

    IPOCRITA SÂO AQUELAS PESSOAS QUE DIZEM QUE O REAL É DO VELHO GAGA FHC POIS ELE ERA MINISTRO DO ITAMAR FRANCO PORTANTO DEIXEM DE QUERER FAZER VENTO COM O CHAPEU DOS OUTROS O PLANO REAL É DO EX PRESIDENTE ITAMAR FRANCO E DEICHEM DE SER IDIOTAS E LULA NUNCA VAI SER IGUAL O VELHO GAGA FHC ELE SIM É PAI DA MACONHA

  26. ildo baldo
    terça-feira, 3 de novembro de 2009 – 16:31 hs

    ESTE ERA SOMENTE UM NOVO COMENTARIO MAS SE A VERDADE SÂO SENSURADAS NO GOVERNO DO LULA NÂO TEM SENSURA

  27. carlos
    quarta-feira, 4 de novembro de 2009 – 13:48 hs

    FHC não consegue mais dormir. Seu arquiinimigo, o metalúrgico, jantará amanhã em palácio com a rainha Elisabete II. Na sua cabeça, o metalúrgico conseguiu envenenar o mundo. Os poderosos Estados Unidos da América caíram nas garras de um amigo e admirador do famigerado metalúrgico. A Bélgica se dobrou ao feitiço do metalúrgico. O Oriente o procura para aconselhar-se. A França deseja tê-lo como parceiro. O Canadá quer apertar a sua mão. É um pesadelo universal, crescente, envolvente. Todos ficaram insanos. Só restou de lucidez no mundo a tímida luz dele próprio, FHC, farol da humanidade assim como Erasmo na Idade Média. Até seus companheiros da nata paulistana, estão começando a sentir estranhas tonturas. FHC acorda sufocado pelas sombras e grita: -Para onde vamos???? – Paaara onnnde vaaaaammmos…….?

  28. Maria Helena Carvalho
    sábado, 7 de novembro de 2009 – 21:19 hs

    Até que enfim Fernando Henrique Cardoso resolveu falar e mostrar umas verdades para este molusco como disse o Diogo Mainardi Esta passando das hora do PSDB começar a se manifestar sobre as barbaridades que este partido e seu presidente vem fazendo ao país. Não existe mais ética e vergonha Agora vale tudo Espero que a oposição crie vergonha e passe a trabalhar pelo bem de nosso país, pois estamos ficando todos orfãos de ética , justiça e vergonha Maria Helena

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