Oposição recebe denúncias sobre farsa na operação policial | Fábio Campana

Oposição recebe denúncias sobre farsa na operação policial

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A operação divulgada como a maior operação policial dos últimos 50 anos pode se configurar como uma grande farsa. É o que a oposição investiga a partir de denúncias e informações que vem recebendo de fontes de dentro da própria polícia.

Segundo essas informações, os presos não foram detidos no mesmo dia e não há relação entre eles. Tudo teria sido feito para amenizar a péssima imagem da Segurança Pública depois de incidentes como a chacina do Uberaba e o assassinato do filho do comandante dos Bombeiros. E para preparar o terreno para a sabatina do secretário Luiz Fernando Delazari na Assembléia.

Na realidade, dizem as fontes que informam os deputados, o que a aconteceu foi uma determinação a todos os delegados de polícia do Paraná, para que em suas cidades, isoladamente, cumprissem mandados de busca e apreensão e de prisão de pessoas suspeitas. Somados os resultados, gerou-se a falsa impressão de um ato de inteligência coordenado pelas SESP.

Imaginem. “Até papagaios e pequenas armas foram apreendidas. A soma dos policiais envolvidos não é crível. E aquela de distribuir cartilhas e proferir palestras enquanto transcorria a operação tratou-se de puro golpe publicitário”, diz relatório nas mãos da oposição.


29 comentários

  1. Antonio W
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 13:14 hs

    Se for verdade, é um fato vergonhoso, que não pode passar impunemente.

  2. Humm....
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 13:16 hs

    Essa História começou a cheirar mal… evidentemente trata-se de um golpe PUBLICITÁRIO…. teria Fernandinho Delazzari contratado Roberto Justus … porque ele é incompetente de mais para pensar nisso sozinho…

  3. Netto
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 13:24 hs

    Vindo dessa equipe que está no comando do governo do PR se espera tudo. Abs

  4. Vixi
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 13:29 hs

    Ta nesse site recebi agora
    Nossssaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    Vixxxxxxxxxxxxxxxxxxxxiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
    CRISTIANOLIMA

    Deputado pede que MP investigue quadrilheiro impune

    Ratinho Júnior (PSC) diz que crimes ocorridos há 15 anos precisam ser esclarecidos pela Justiça e os envolvidos colocados atrás das grades
    Os crimes que movimentaram a polícia paranaense entre os meses de julho e agosto de 1994, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, onde muitos motoristas de caminhões foram assassinados e tiveram seus veículos roubados e levados para desmanche, além de toda a carga desviada por uma poderosa quadrilha, poderão ser esclarecidos através de novas investigações que estão sendo solicitadas ao Ministério Público Estadual (MPE) pelo deputado federal Ratinho Júnior (PSC).

    O parlamentar teve a iniciativa de fazer o caso voltar à tona após rever alguns recortes de jornais da época onde a imprensa nacional destacava o episódio como escândalo por causa da suspeita do envolvimento de um deputado federal do Paraná com a quadrilha de assassinos. Em seu programa de rádio, em Curitiba, na manhã desta segunda-feira (26), Ratinho Júnior deixou clara a sua intenção ao ironizar uma suposta consulta a um “Guru” para ver se “reabre” ou não o caso que ficou conhecido como “escândalo dos caminhões”. Parte dos integrantes da quadrilha foi presa por policiais do Centro de Operações Policiais Especiais – COPE – comandados pelo delegado da Polícia Civil, Haroldo Davidson.

    Na época, a polícia paranaense começou a investigar a participação de um advogado e de um deputado federal pelo Paraná na quadrilha que estava sendo desmantelada pela polícia. Segundo Davidson, o advogado havia alugado um barracão no Jardim Nemari III, em São José dos Pinhais (RMC), onde foram localizados dez caminhões roubados. Uma camionete com adesivos do político, que na época era deputado federal, mas concorria ao cargo de deputado estadual, foi apreendida no mesmo barracão. A polícia não quis fornecer os nomes para não atrapalhar as investigações, mas adiantou que a quadrilha era bem organizada e agia em todo o Brasil e foi responsável pelo roubo de centenas de caminhões e pela morte de pelo menos dez caminhoneiros. As carretas tinham chassi e documentação alterados e eram levadas para o Paraguai e Bolívia, onde eram trocadas por drogas ou armas. Aproximadamente 40 pessoas integravam a quadrilha, segundo a polícia, entre elas o político e o advogado.

    A decisão do deputado federal Ratinho Júnior de solicitar ao MPE que reabra as investigações para identificar o advogado e o deputado federal da época, suspeitos de envolvimento coma a quadrilha, poderá solucionar outros crimes já considerados insolúveis pela polícia, onde outros caminhoneiros tiveram suas cargas roubadas e acabaram sendo mortos às margens de rodovias na Região Metropolitana de Curitiba. “Mesmo com a prisão de quase dez criminosos, outros crimes semelhantes continuaram acontecendo naquela época e isso precisa ser investigado”, ressalta um dos assessores de Ratinho Júnior que pediu para não ser identificado. No barracão “estourado” pelo COPE, em São José dos Pinhais, foram presos em flagrante; Manoel da Silva Tinoco Neto, Rosney Kerber, Laércio Pereira, Ivo Cândido Gonçalves, Wilson Roberto da Silva, Cleiton José Vicentin, Ivan Serafim Borges e José Tomazi. O assaltante Aparecido Aragão Filho, ex-vereador da cidade de Umuarama (PR) e que se fazia passar por radialista numa emissora de rádio pertencente a então deputado federal, foi anunciado pela polícia como um dos “cabeças” da quadrilha.

    “O pedido de reabertura do caso, através do deputado federal Ratinho Júnior, poderá surpreender muita gente”, afirma um policial civil que trabalhou no caso em 1994. Segundo ele, o parlamentar foi procurado por algumas mulheres que tiveram seus maridos assassinados na época e ficaram inconformadas com a Justiça, que prendeu somente alguns criminosos que agiam sob o comando dos chefões da quadrilha. “O verdadeiro quadrilheiro, que era um dos chefões na época e acobertado por um mandato de deputado federal, ficou impune”, disse o policial.

    Decisão do ilustre e mais votado Deputado foi tomado depois que uma viúva em plantos se ajoelhou em seus pés pedindo por justiça em frente da sua rádio Massa 97.7 FM , com estúdios em santa felicidade, bairro gastronômico em Curitiba. “Mais um natal vou passar sem meu esposo e sem o pai dos meus filhos Deputado Ratinho, me de apenas um minuto e faça Justiça, votei no senhor Deputado e sei que tem 2 filhas lindas. Minha mãe tinha o custume de dizer que quem com ferro fere com ferro devera ser ferido. Essa ferida ainda não cicatrizou, nesse caso ,o rigor da lei”, disse a viúva.

  5. Anonimo
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 13:39 hs

    Foi tudo montado sim… Seria impossivel tão providencialmente dias após o desgaste da imagem do secretário, conseguir tantos mandados de prisão juntos, não existe estrutura para conseguir investigar tantas pessoas assim… Foi só algo pra gerar notícia.

  6. Silvano Andrade
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 13:51 hs

    Por Deus que pensei com meus botões sobre esta possibilidade…mas fiquei quieto…agora surgiu esta…sei lá, se for verdade, acho melhor encomendar uma ak 47…porque é cada por si e Deus contra todos.

  7. Thora Porama
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 14:05 hs

    …pois fiquei pensando mesmo,todo aquele aparato na Boca, com vários policias entregando cartilha – bem feitinha por sinal – como poderiam estar prendendo gente ao mesmo tempo?

  8. Beto
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 14:08 hs

    Para reflexão…

    Terra Magazine
    Terça, 27 de outubro de 2009, 09h08
    Luis Mir: “Guerra civil vai se aprofundar no Brasil”

    Eliano Jorge

    Rio 2009: Homem encontrado morto no Morro dos Macacos (Reuters)

    O notíciário nacional e internacional estampou as cenas dos confrontos entre policiais e traficantes no Rio de Janeiro, semeando discussões sobre uma suposta guerra carioca desde a semana passada. Mas, consultado, o pesquisador Luís Mir, especialista em violência, baixa a quentura: “Essa situação é a normal do Rio. Sua média semanal de mortes é de 40 a 50 pessoas.”

    Autor de livros sobre guerrilha e criminalidade, como A Revolução Impossível e Guerra Civil – Estado e Trauma, Mir enxerga a questão sob uma ótica perene, sem se abalar com acontecimentos recentes. Baseando-se no processo histórico, e não nas circunstâncias, ele considera que esta foi apenas uma das irrupções midiáticas da criminalidade na futura sede olímpica.

    Porém, com uma diferença: “Pela primeira vez, o Estado sofreu um ataque forte, foi derrubado um helicóptero da principal força policial do Rio de Janeiro”. E, por isso, o prognóstico é que a situação vai piorar. Não apenas na Cidade Maravilhosa, pois, ressalta Mir, “São Paulo é violentíssimo” também, e a criminalidade já se espalhou pelo País. Agora, “a regra é matar ou morrer.”

    – A tendência da guerra civil é se aprofundar porque nós não temos uma política de segurança social. Segurança pública no Brasil não é segurança social, que é educação, saúde, moradia, renda, salários dignos, enfim, dar condições para as pessoas viverem dignamente. (…) Então, precisamos de uma nova Lei Áurea, para libertar esses 120 milhões de brasileiros e torná-los cidadãos – declara Luís Mir.

    No caso carioca, um detalhe particular baliza sua avalição: “Como 40% da polícia do Rio de Janeiro – tanto a militar quanto a civil – tem algum tipo de envolvimento com o tráfico de drogas, (o confronto) é um acerto de contas entre polícia e traficantes”.

    Além de considerar fundamental o combate à corrupção, Mir insiste em criticar a divisão entre Polícia Militar e Polícia Civil. “É uma coisa absurda, anacrônica, esquizofrênica, que tem que acabar, tem que ser feita uma polícia única, preventiva, judiciária, de segurança, usando os mesmos recursos.”

    Mas, para ele, o ponto fundamental encontra-se no Estado. “Enquanto a criminalidade não passa determinadas fronteiras, o Estado finge que não vê e, enquanto o Estado não ataca a crimininalidade, a criminalidade finge, digamos, que não vai atacar o que se chama sociedade.”

    Leia a entrevista.

    Terra Magazine – Como o senhor analisa os acontecimentos recentes no Rio de Janeiro?
    Luis Mir – Essa situação é a normal do Rio. A média semanal de mortes no Rio é de 40 a 50 pessoas. O que aconteceu agora é que houve, primeiro, uma coisa nova, a derrubada do helicóptero da PM e a segunda coisa, uma coisa que já era esperada, a PM ataca um ponto de venda, o tráfico reage não contra a PM, mas ao ataque contra os pontos de venda. Como 40% da polícia do Rio de Janeiro – tanto a militar quanto a civil – tem algum tipo de envolvimento com o tráfico de drogas, é um acerto de contas entre polícia e traficantes. É uma situação normal. A violência no Rio aparece e desaparece da mídia e diante dos olhos da classe média, ela nunca é levada a sério pelos governantes – estaduais ou federais. Enfim, a segurança não é um problema de palácios, é um problema de favelas, da população segregada. Quantas mortes houve agora? 42?

    Foram 42 até o fim de semana…
    Isso não é nada, isso é pouco. Eu teria que consultar o banco de dados, mas num final de semana, não lembro mais o ano, se 2003, houve 97 mortos. Então, veja bem, 42 mortos, podemos chamar de uma cifra normal, não é um número pra assustar ninguém.

    As reações têm a ver com a visibilidade na mídia?
    Veja bem, não estou culpando a mídia. O Estado não assume sua responsabilidade de segurança pública e eventualmente acontece alguma coisa, escapa ao controle essa convivênvia forçada entre o tráfico de drogas e a criminalidade. De qualquer maneira, vamos tomar um pouco de cuidado. Tudo no Brasil é tráfico de drogas, né? Absolutamente tudo. Não existe nenhum outro tipo de criminalidade, nenhum outro tipo de dano ao patrimônio, roubo, corrupção, roubo de carro, não existe nada, só existe tráfico de drogas. A polícia só atua, só é atacada e só se defende, no caso de tráfico de drogas. Nós fizemos um perversão, digamos, da discussão da micro e da macrocriminalidade brasileira. Há uma convivência forçada entre Estado e criminalidade. Enquanto a criminalidade não passa determinadas fronteiras, o Estado finge que não vê e, enquanto o estado não ataca a crimininalidade, a criminalidade finge, digamos, que não vai atacar o que se chama socidade. Os consumidores, usuários de drogas e de carros roubados, ou seja, é um comércio muito forte.

    Em São Paulo, este ano, até setembro, foram roubados 20 mil carros. Vale alguma coisa isso, né? É um grande comércio. As pessoas falam muito da violência no Rio de Janeiro. Ela é pactuada, negociada. A criminalidade, seja tráfico de drogas, seja roubo de carros, seja exploração de serviços ilegais, o que puder dizer de contravenção, jogos de azar, tudo. Não é diferente em São Paulo, Pernambuco… No Espírito Santo, o crime organizado chegou a um grau de dominação política e influência real muito maior do que no Rio de Janeiro. A situação, há dois anos, no Espírito Santo, era absolutamente catastrófica. Veja bem, não sou pitonisa, não sou profeta, mas avisei em 2004: a guerra vai se aprofundar, a guerra vai sair dos guetos, a guerra vai pro asfalto e a guerra vai se interiorizar, vai pro interior do Brasil. E o que aconteceu? Eu disse também: vêm aí as milícias, a venda da segurança privada, os agentes do estado estão se organizando para vender segurança.

    E, a partir de agora, qual é a tendência?
    A guerra vai se aprofundar mais ainda. Porque, pela primeira vez, o estado sofreu um ataque, digamos, forte, foi derrubado um helicóptero da principal força policial do Rio de Janeiro, e o governador reage, demitindo o porta-voz. Aquele assassinato brutal do coordenador do Afroreggae não tem explicação. Para mim, essa morte foi encomendada, com certeza.

    Em que lugar a situação de violência está mais crítica no Brasil?
    No Brasil inteiro. Porque a classe média e a elite acharam que, só se blindando e contratando segurança particular, estaria fora da guerra. O estado achou que violência só atingia pobre, não gastou dinheiro com isso. E, terceiro, a sociedade brasileira tem um acerto a fazer, que é um acerto de cinco séculos entre a maioria e a minoria. No Rio de Janeiro, o Bope não é uma força policial, é uma força militar. O que está havendo no Rio é que a parte da polícia militar se propõe uma força militar, atua militarmente, em área civil, diante de população desarmada. É uma disputa de mercado (dos traficantes). Enquanto não se resolver o problema da corrupção policial no Brasil… As instituições estão completamente corrompidas nas suas bases. A polícia brasileira não tem função republicana e não age republicanamente, o que é uma pena. Porque tem policiais que são realmente policiais dispostos a servir o País, a servir a sociedade. (a divisão entre) Polícia civil e Polícia Militar é uma coisa absurda, anacrônica, esquizofrênica, que tem que acabar, tem que ser feita uma polícia única, preventiva, judiciária, de segurança, usando os mesmos recursos. A Polícia Militar fica aquartelada, a Polícia Civil fica acantonada nas delegacias. Aí de repente chegam policiais que fazem a mesma coisa, uma anula o trabalho da outra, uma loucura.

    Especialistas em segurança apontam que há uma migração de quadrilhas do Rio de Janeiro se aliando às de São Paulo.
    Isso se chama mercado. Quando o mercado começa a enfrentar dificuldades, você transfere. Se há problemas no Rio, vai pra São Paulo. Quando começou a haver segurança preventiva forte no sistema bancário, as quadrilhas migraram pro interior, para assaltar carga, assaltar cidades pequenas. Houve uma mudança, uma certa distenção, volta-se de novo. Em relação à integração da criminalidade do Rio com a de São Paulo, em determinado momento, os canais de recebimento de drogas estão complicados, recebe droga pelo Rio. O crime é nacional e internacional, não tem esta ética comercial de “ah, não vamos derrubar o negócio de São Paulo ou São Paulo não derruba o negócio do Rio”. É em função de seus interesses.

    Mas este intercâmbio pode transferir métodos e modos de agir?
    São Paulo é violentíssimo. Há dois ou três meses atrás, houve um certo susto no noticiário, que os homicídios tinham voltado a crescer, lembra? Que os roubos tinham voltado a crescer. Houve aquela “rebelião” do PCC (Primeiro Comando da Capital), em que, mais uma vez, a população de São Paulo foi vitimada e não tinha nada a ver com o confronto entre marginalidade e polícia. Foram quase 500 pessoas mortas. A criminalidade já repôs as mortes. A tendência da guerra civil é se aprofundar porque nós não temos uma política de segurança social. Segurança pública no Brasil não é segurança social, que é educação, saúde, moradia, renda, salários dignos, enfim, dar condições para as pessoas viverem dignamente. Sabe qual é o país com menor índice de violência urbana no mundo? É o Japão. Por que será, hein? Pela péssima qualidade de vida que eles tem lá?
    No Brasil, é tudo ao contrário, matam por um carro. Uma pessoa reagiu, porque a mulher se assustou, levou um tiro na cabeça. Sabe quanto eles (ladrões) recebem pelo roubo de um carro? R$ 200.

    Há também uma banalização da violência, do ato, da vida.
    Quebrou-se a regra, no Brasil, de uma coisa chamada justiça, que é válida para todos. Eles sabem que vão morrer. Se a polícia chegar, eles morrem. Então, eles matam. Quebrou-se a regra. A regra é matar ou morrer. Não importa se é uma mulher, dona de casa, um velho, um policial, um bandido…

    E, em curto prazo, o que se pode fazer? Como se ameniza?
    A primeira coisa é extinção da Polícia Civil e Militar, do atual modelo, fundação da polícia nacional democrática, ou seja, que esteja a serviço da sociedade, e melhoria dos padrões salariais e dos padrões de treinamento. E entrar nos chamados campos de concentração, as favelas, e fazer a segunda Lei Áurea.

    Como seria?
    Cerca de 120 milhões de brasileiros estão fora do sistema de saúde de boa qualidade, do mercado de trabalho de boa qualidade, de educação de boa qualidade. Já estamos com 195 milhões de habitantes, e são 120 milhões de fantasmas, não interessa se o País está indo bem ou mal, se está crescendo 7% ou se cresceu 5%, se o Brasil está exportando 150 bilhões de dólares, não interessa nada disso porque eles estão fora do sistema. Então, precisamos de uma nova Lei Áurea, para libertar esses 120 milhões de brasileiros e torná-los cidadãos.
    Outra coisa: polícia, primeiro, é prevenção; segundo, é coerção; terceiro, é repressão. Só se usa a força em último caso. A polícia brasileira tem hoje a política de “primeiro, o gatilho, depois a gente vê o que faz”. É a mesma coisa a Justiça brasileira, a morosidade, impunidade, lerdeza e tal. Ainda bem que nós temos um setor do Judiciário, um setor importante, que consegue manter o País ainda fora da barbárie, ou seja, da barbárie final. Há justiça? Há. Há boa polícia? Há. O que não há é Estado, aí é uma coisa complicada.

    Terra Magazine

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  9. Emerson H Cardoso
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 14:13 hs

    FERREIRINHA DENOVO… ISTO JA ERA MAIS QUE SUSPEITO,SÓ NA ILHA NO PINOCHAVEZ MESMO…

  10. Ricardo
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 14:18 hs

    COM CERTEZA A RPC DEVE TER NOTICIADO ESSA OPERAÇÃO COMO A MAIOR MARAVILHA DE TODA A HISTORIA.
    PIOR QUE ISSO É VER A RPC TV SENDO PAGA PARA DESCONSTRUIR O DESAFETO DE REQUIÃO TODO SANTO DIA EM SEUS TELEJORNAIS.QUEM ESTARIA PAGANDO A RPC???????
    O PT OU O PMDB??????

  11. cejota
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 14:39 hs

    o problema da Segurança no Paraná, começou no primeiro dia do governo Mello e Silva…..Lembram-se que o proprio acumulou o cargo de governador e de melhor Secretário de Segurança do Brasil?

  12. alberto renner
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 14:58 hs

    EXISTE UMA GRANDE ARMAÇÃO EM ANDAMENTO: A QUADRILHA QUE ESTÁ NO PODER PRETENDE INUNDAR
    CURITIBA COM ‘LIXO’…A ARMAÇÃO É DIFICULTAR A SOLUÇÃO
    ATRAVÉS DO IAP (O TAL DE BURKO NÃO TEM NADA A VER COM CURITIBA,É QUDRILHEIRO DO INTERIOR…)…E COM ISSO
    PREJUDICAR O BETO RICHA. TRISTE FIM PARA O REQUIÃO,
    FINAL DE GOVERNO, FINAL DE VIDA, VIDA SEM DIGNIDADE!!!

  13. Pelópidas
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 15:11 hs

    Ah! Pissetinho. Coisa feia, cara. Bem, depois daquela do bispo (legitimamente) paraguaio, esperar o que?

    Mas tem uma coisa boa nisso tudo: um monte de traias que estavam por aí, atrapalhando a vida de muitos, foram parar atrás das grades.

    Mas peralá!!! Isso também pode ser um factóide? Será que chegariam a tanto? Heim? Acho que não, né?
    Se bem que tem um montão de gente que foi ou está presa na gestão do rambinho por motivação política e não de polícia.
    Lembra CASABLANCA?
    – Prendam os suspeitos de sempre!
    Já vi esse filme.

  14. Jonas II
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 15:12 hs

    O que se espera de um secretário que deixou um cargo vitalício?

  15. Miro
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 15:18 hs

    isso é bem provável.
    bem possível que seja feito pelo governador Mello e Silva.
    para quem foi capaz de inventar um Ferreirinha, tudo pode fazer.
    e o secretário Delazari vai na mesma onda.

  16. CLOVIS PENA -
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 15:30 hs

    Blá blá blá ….

    Este assunto da segurança exige total seriedade.
    Não se pode fazer, como novamente ocorrerá na proxima temporada, uma operação verão no litoral, para tratar de velhos e injustificáveis problemas.
    Para encarar o assunto de frente, é necessário antes de qualquer blá blá blá, um ORÇAMENTO ADEQUADO ÀS REAIS NECESSIDADES DO SETOR. E este é um assunto que pode ser resovido se houver vontade política comum entre governo e assembléia. O Estado que se afaste de atividades que não são parte de suas atribuições essenciais e o que fizer, que faça bem.

  17. Márcia Souto
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 15:35 hs

    Ridículo, já começaram as desculpas para a oposição.

  18. fred
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 16:08 hs

    operação pra q não é mesmo? esses deputados da oposição só servem para isso: criar confusão, é uma turma de despreparado que não apresenta alternativas ou busca novos caminhos para a solução dos problemas, obrigado oposição, tomarara que não sejam mais feitas operações, pq no fundo é tudo armação não é mesmo? procurem ajuda médica…

  19. paulo
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 16:23 hs

    beto, que coisa chata, copiar toda uma mat[eria de outro site! prá que? alguma novidade? quer dar seu alô, dê o seu mesmo, não com o talento de outro!

  20. João
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 17:01 hs

    QUANTA INVEJA!!!

  21. Bus Al
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 17:03 hs

    O Delazari nesta vez surpreendeu a todos, e a investigação decorreu da inteligência policial das valores policia civil e pm. De resto só inveja…

  22. bimbo
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 17:13 hs

    O que mais me assusta é ver a polícia aceitar uma mutreta dessas.

  23. terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 17:14 hs

    Caro Fabio:

    Quanto ao assassinato do filho do Cmt do Bombeiro, no mesmo dia ja tinham pegos dois “laranjas” que seriam apresentados como o marginais; mas, desistiram pois ninguem acreditaria nesta farsa. Ou mehor, pelo menos iriam dizer” como é filho de Coronel, logo acharam” e os demais….

  24. BISTEKA
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 18:05 hs

    EITA 10 MIL VOTOS MAIS CAROS DO MUNDO….
    POR CULPA DELES ESTAMOS TODOS PAGANDO O PREÇO….
    Vamos fazer o seguinte… Vamos juntar o empresariado de Curitiba… Criar uma milícia bem montada, aparelhada, armada até os dentes… Uma equipe de inteligência, e, dentro de dois meses teremos todos os traficantes presos ou mortos… Todos os assaltantes, presos ou mortos… E, os que sobrarem, sem sombra de dúvidas, haverão de transferir seus modus operandis para as pequenas cidades dos grotões do Paraná que deram a eleição para Reiquião…
    Assim, nós da Capital, pagaremos com a mesma moeda… Os grotões do Paraná nos enfiaram goela abaixo mais 4 anos de DESGOVERNO…Nós vamos devolver-lhes em dobro com bastante INSEGURANÇA!

  25. Cidadão
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 19:55 hs

    A imprensa é culpada principalmente a Globo, que se diz inimiga do Governo Requião e da um ibope deste para os incompetentes, era só comfirmar com os Policiais todos já sabiam, foi só mandado de prisão dos quais existem milhares no Paraná sem cumprir por falta de vagas nas cadeias e penitênciárias do Estado, foi mais um golpe aplicado por este governo no povo do Paraná.

  26. Laertes
    terça-feira, 27 de outubro de 2009 – 20:40 hs

    Inteligência policial! Hahahahahaha! Que piada!

    Alguém aí que está lendo este post já foi roubado ou assaltado ou teve algum familiar ou amigo próximo roubado ou assaltado?

    Ah, TODOS, não é mesmo? Perfeito.

    Agora, alguém aí já teve seu assalto ou roubo ou o assalto ou roubo do parente ou amigo investigado e solucionado?

    Ah, NINGUÉM, não é mesmo. Essa é a nossa polícia.

    Incluam nos levantamentos a grande maioria das pessoas que não registra a ocorrência, porque só dá trabalho e não adianta nada (exceto quando precisa para receber seguro ou bloquear talão de cheque/cartão) e vocês terão a verdadeira estatística do crime.

  27. Emerson H Cardoso
    quarta-feira, 28 de outubro de 2009 – 14:21 hs

    A RPC nos últimos anos esta à serviço do PT,quedinha pelo Duce do PMDB esta é nova…

  28. jonathas rodrigues de oliveira
    quinta-feira, 31 de dezembro de 2009 – 4:56 hs

    Precissamos de pessoas capacitadas para comandar esse nosso pais,se continuar sempre os mesmos a tendencia é só piorar..

  29. quarta-feira, 24 de abril de 2019 – 16:15 hs

    Penso assim:” se não devem nada, por que será que as investigações não vão até o final?;
    o ex-assessor,o Pai-de-Santo, diz que o ameaçam de morte;
    que o animador de programa é muito perigoso;
    que a dona Solange é a mulher mais infeliz do mundo;
    que falsificam até mesmo a cerveja Colônia…;
    que o animador recebeu R$5.000.000.00 do PT, para fazer publicidade positiva do Lula;
    que no tal galpão, onde mais de dez caminhões estavam, suspeitos de ser produtos de roubo e mortes, havia também uma caminhonete toda empapelada com publicidade do candidato a deputado estadual…
    Será que nisto tudo tem o coisa, o demônio?

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