O aparato da coluna Lula no sertão do Cabrobó | Fábio Campana

O aparato da coluna Lula no sertão do Cabrobó

Do Bob Fernandes

Joana Camandaroba tem, segundo suas próprias palavras no instante desta conversa, “noventa e cinco anos, três meses, vinte dias e vinte horas”. Ela é a matriarca da Barra, cidade fundada em 1752. O presidente da República visitou Barra em seu giro de três dias pelas obras de Transposição e Revitalização do Rio São Francisco, expedição esta, a da “Coluna Lula”, que se encerra nesta sexta-feira.

Lula arrastou consigo quatro ministros, três presidenciáveis, oito governadores, numa viagem que mobilizou dois aviões da FAB, três helicópteros e mais de 150 funcionários federais.


6 comentários

  1. bimbo
    sexta-feira, 16 de outubro de 2009 – 11:51 hs

    Não adianta, ” tá tudo dominado”.

  2. Jose Carlos
    sexta-feira, 16 de outubro de 2009 – 13:00 hs

    Nada mais emblemático para a roça-pátria do que os comícios da caravana Rolidei de Lula, nos confins de Cabrobó, situado no sexto dos infernos dos sertões nordestinos, os quais representam a origem do cangaço nacional, dos coronéis da roça e da mentalidade jeca, caipira e colonial continuam a ditar a política nacional de norte-sul e leste-oeste… hoje esta pós-jecaria, neo-caipirice virou fashion por causa do grande líder barbudo, o novo Jerônimo, o herói dos sertões… é tudo que merecemos…

  3. Miro
    sexta-feira, 16 de outubro de 2009 – 16:02 hs

    enquanto isso, o Paraná e Santa Catarina são atingidos por chuvas, tempestades e tufões.
    parabens presidente, é bom gastar o dinheiro público.

  4. JULIO
    sexta-feira, 16 de outubro de 2009 – 16:28 hs

    Como diz o pessoal do interior “porva alheia, tiro grosso”

  5. marcondes
    sexta-feira, 16 de outubro de 2009 – 17:09 hs

    tem mais que fazer festas e viagens esse povo é trocha.

  6. Parreiras Rodrigues
    sexta-feira, 16 de outubro de 2009 – 18:45 hs

    Sr. José Carlos: O seu comentário é profundamente racista, bairrista. Fruto de uma mentalidade estúpidamente forjada nas labaredas odientas da discriminação. Os nossos irmãos nordestinos são tão responsáveis pelas mazelas e desgraças que enojam a política nacional, quanto nós sulistas. Aliás, os mais consagrados cientistas políticos são unânimes em lhes atribuir maior poder de corporativismo na busca de soluções para os seus problemas, enquanto aqui reina o canibalismo, a desagregação, a inveja. Ademais, o seu texto falha por não se referir em nada ao postado pelo jornalista Fábio Campana. Respeite, por favor, o povo nordestino. Talvez as paredes que abrigam o senhor e a sua família tenham sido erguidas por um desses cabeça-chatas. Talvez o arroz, ou o feijão que lhe vai à mesa, tenha sido plantado por um conterrâneo nosso. Talvez a sua biblioteca seja recheada de obras de poetas e escritores que honram a literatura brasileira.

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