Arnaldo Jabor fala sobre a homofobia Requião | Fábio Campana

Arnaldo Jabor fala sobre a homofobia Requião

A declaração homofóbica de Requião na escolinha de ontem provocou reação em cadeira em todo o país. Entre elas, a do colunista Arnaldo Jabor, que estranhou essa fixação de políticos como Requião sobre o assunto.

Leia aqui a notícia da declaração do governador.


8 comentários

  1. BISTEKA
    quarta-feira, 28 de outubro de 2009 – 12:34 hs

    Tem muito Gay sim… ARNALDO….
    Eles estão na deles, no direito deles, o pior, são aqueles que em não tendo condição de assumir a sua preferencia sexual, “enrustidos”, ficam morrendo de inveja, e, tenho certeza, sonham fantasiosamente estar em uma parada gay, porque não?
    Tenham coragem e se declarem de uma vez! Pô!

  2. Celestino Macedo
    quarta-feira, 28 de outubro de 2009 – 14:49 hs

    Requião precisa sair do armário. Vai ser mais feliz.

  3. UM PORTUÁRIO
    quarta-feira, 28 de outubro de 2009 – 15:06 hs

    BASTA! TEM QUE ACABAR AS “FRESCURAS” NO PORTO DE PARANAGUÁ, QUE É DE CONHECIMENTO DE TODOS OS PORTUÁRIOS E PARNANGUARAS.

  4. Luis Gringo
    quarta-feira, 28 de outubro de 2009 – 15:42 hs

    Vamos lembrar que os vereadores da camara municipál de Curitiba votaram contra a passeata do dia do orgulho gay.

  5. Outro Preconceito
    quinta-feira, 29 de outubro de 2009 – 10:45 hs

    Curitibano se diz vítima de preconceito

    Chik Jeitoso vai entrar na Justiça para tirar Ratinho Jr. do ar

    Tarólogo curitibano se diz vítima de preconceito racial e profissional em quadros de programas de rádio apresentados pelo deputado
    As brincadeiras ironizando a profissão dos tarólogos e videntes através de um programa de rádio apresentado diariamente em Curitiba pelo deputado federal Ratinho Júnior (PSC) e sua equipe podem virar pesadas ações indenizatórias na Justiça e o risco de o programa ser tirado do ar. Acontece que o tarólogo curitibano Luiz Antônio, Ferreira Pereira 39, o “Chik Jeitoso”, acionou seus advogados para entrarem com uma ação no Ministério Público denunciando o comportamento do deputado que, segundo ele, não condiz com a posição de um parlamentar.

    O tarólogo alega que durante o programa matinal, apresentado pelo deputado em uma emissora de rádio na capital, está sendo vítima de brincadeiras maldosas e preconceito direto. Segundo ele, Ratinho Júnior (Foto) teria até usado o radialista Celso Schadeck, que se apresenta como o personagem fictício “Zé Coió”, para ironizar a profissão dos tarólogos, gurus e “gran mestres” em quadros artísticos do programa com a intenção de desmoralizá-lo perante a opinião pública. “Acredito que um parlamentar federal deveria se comportar como tal e não demonstrar em rede estadual que tem preconceito contra as pessoas que, assim como eu, ganham a vida através das cartas do Tarô”, desabafa Jeitoso. De acordo com ele, outra pessoa, identificada por Velozo Santos, também participa das brincadeiras maldosas caçoando, inclusive de homossexuais e gaúchos de forma discriminatória. O tarólogo disse ainda que vai solicitar ao MP investigações sobre a atuação de Schadeck e Santos que, segundo informações, são funcionários diretos da empresa de Ratinho Júnior e acumulam cargos comissionados em prefeituras da Região Metropolitana de Curitiba. “Até aonde eu sei, isso é crime contra o patrimônio público”, diz.

    Segundo a assessoria jurídica do tarólogo, o deputado também demonstra certo preconceito contra os negros. “É muita coincidência, mas todas as pessoas que viram alvo das brincadeiras maldosas do deputado são da raça negra e isso prova que, além de não gostar dos homossexuais, ele também detesta negros”, ressalta um dos advogados. Ratinho “criou” um quadro em seu programa denominado de “Minuto Gay” onde ironiza a pretensão sexual das pessoas. “Ele brinca de forma deslavada dando a impressão que em cada família existe um homossexual e que isso é falta de vergonha. E se for verdade? O que ele tem contra isso”, indaga Jeitoso. Para ele, até a prostituição é conhecida como a profissão mais antiga do mundo e por isso deve ser respeitada, inclusive por um parlamentar eleito pelo voto popular. O tarólogo afirma que vive exclusivamente da atuação mística há mais de 27 anos, sustenta sete filhos e ainda põe em prática o seu trabalho social e não vê nenhum crime naquilo que faz, já que atua na área espiritual como Esotérico Ocupacional, cujo Código junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, do Governo Federal, é 5.168, conforme lei publicada no site do MTE (www.mtecbo.gov.br). “Minha profissão é regularizada por lei e nós, tarólogos, estamos sendo desrespeitados por um deputado federal e sua equipe de assessores numa emissora de rádio em rede estadual”, afirma. O tarólogo também participou, em 2000, em São Paulo (SP) do Painel de Descrição da Família Ocupacional Astrólogos e Advinhos, promovido pela FIPE (Federação das Industrias e Pesquisas Empresariais) Governo Federal, Ministério do Trabalho e Emprego e Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

    Uma dívida que o pai do deputado, o apresentador Carlos (ratinho) Massa, tem com o tarólogo há mais de dez anos, segundo um dos advogados, é o que teria motivado o comportamento preconceituoso de Ratinho Júnior para com Chik jeitoso. Além da ação que deverá ser impetrada no MP contra o deputado,Chik Jeitoso (Foto á direita) vai pedir aos grupos nacionais uma manifestação por parte de integrantes do Grupo Dignidade também deverá ser feita em razão da discriminação exibida na emissora contra gays e lésbicas todas as manhãs. “Eu não entendo porque o Grupo Dignidade ainda não se manifestou a respeito dessa falta de profissionalismo do deputado, que não respeita a própria família e esquece que os eleitores devem ter suas opções sexuais e profissionais da forma que acharem que é correta”, conclui.

    Na manhã de ontem, Jeitoso disse que primeiro vai ingressar com um pedido no Ministério Público Estadual em razão das ofensas que vem sofrendo nos programas de rádio da emissora do deputado, em Curitiba. Depois , segundo ele, pretende denunciá-lo no Ministério Público Federal, em Brasília, e no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. “Os eleitores paranaenses precisam saber que esse deputado é preconceituoso e por isso deve ser punido com todos os rigores da lei”, finaliza.

    Opinião pública

    As gravações do programa de rádio, apresentado pelo deputado, mostram também a ironia praticada contra outros segmentos da sociedade brasileira. As cartas fictícias lidas por um dos assessores de Ratinho Júnior, segundo o tarólogo, incentivam as pessoas a discriminarem gays e lésbicas. Durante o “circo” montado pelo parlamentar, um dos locutores se apresenta como “Gran Mestre” e Guru para interpretar a carta. “Eles faltam com o respeito também contra os gran-mestres da Maçonaria, além de caçoarem das pessoas que escolhem suas opções sexuais e, de forma indireta, dos negros também”, diz o tarólogo.

    Revoltado, Chik Jeitoso disse que o comportamento de Ratinho Júnior não condiz com a postura de um deputado federal, que é a de defender todas as classes sociais e profissionais do país e não discriminá-las. “Até os funcionários que estão do lado dele são desrespeitados, imaginem o que ele pensa do povo”, afirma Jeitoso.

    O jeito irônico de Ratinho Júnior se comportar nos meios de comunicação foi herdado do próprio pai, o apresentador de TV Carlos (ratinho) Massa, que também responde a inúmeros processos na Justiça por preconceito e discriminação contra homossexuais, políticos e naturistas do Rio Grande do Sul. A equipe jurídica que está dando assistência ao tarólogo disse que o parlamentar não deve basear-se no péssimo exemplo que recebe do pai, afinal, trata-se de um político eleito pelo voto popular e sua ética e decoro parlamentar devem ser mantidos.

  6. Bagualla
    quinta-feira, 29 de outubro de 2009 – 11:12 hs

    Gays tem sim mas o que não tem é politico sério, comprometido com a causa comum, comprometido com o futuro…isso sim, lamentavelmente não temos mais…….

  7. coxa
    sexta-feira, 30 de outubro de 2009 – 10:53 hs

    ”Só falta dizer que não tem gays no Paraná”

    o jabor qdo vc vier para cá vai lah na parte baixa da cidade ver um jogo de um tal de A. Paranaense que vc ver q tem gays no paraná.

  8. Zé Carlos
    sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 – 9:08 hs

    Penso que as pessoas e entidades, em muitos casos, estão querendo notoriedade. Nesse sentido, basta um comentário infeliz (muito embora reconheça que o do Governador Requião foi muito, mas muito, além disso), um personagem de novela (baseado na vida real), uma expressão comumente usada e tudo acaba em processo e reclamação. É assim com letras de músicas, textos de peças, roteiros de filmes… Tem sempre alguém procurando um anticristo, um subversivo. É a censura travestida de não conformismo. Pô! Você não é obrigado a ler certos livros, nem assistir certos programas. Mas é obrigado a admitir que as pessoas tem opinião, mesmo quando elas não são iguais às suas. Agora, ter opinião é uma coisa. Tentar de forma imprópria, ou utilizar-se de “outros” meios para faze-la prevalescer, pode ser uma tremenda roubada…
    Eu ouvi em algum lugar que uma mentira contada muitas vezes, acaba virando uma verdade. Por isso, é bom ter cuidado com o que se fala e melhor ainda, selecionar o que se ouve, assiste, lê e etc…

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