Paulo Bernardo em silêncio obsequioso | Fábio Campana

Paulo Bernardo em silêncio obsequioso

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Foto do Denis Ferreira Netto

Para evitar novos constrangimentos, o ministro Paulo Bernardo não fala mais sobre as relações políticas do PT e seus aliados no Paraná.

Suas declarações de que o PT vai mergulhar de cabeça na campanha de Osmar Dias, do PDT, e que Requião só se elegeu governador em 2002 e 2006 graças ao apoio do presidente Lula, provocaram reações ácidas de Requião, que em resposta se ausentou de Curitiba durante a visita do presidente Lula e se negou a uma conversa com a ministra Dilma Rousseff.

Agora, quem fala pelo PT é a sua mulher, Gleisi, presidente estadual do partido e que anda cansada de apagar incêndios.


8 comentários

  1. HAVENGAR
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 10:02 hs

    Fabio , segundo o David Pancotti que nesse momento faz explanação sobre o Detran do Parana na escolinha de governo , além de deputado que fizeram curso de reciclagem tem ministro que também deve fazer curso de reciclagem.

  2. Afonso Navarro
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 10:19 hs

    Ele disse que a Gleisi foi falar com o Requião porque ela é mais jeitosa. Ela é um plagio do Chik Jeitoso ou ele bate e manda a muié acalmá tipo covarde???

  3. Miro
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 10:26 hs

    Eu penso que o Ministro tem mais é que falar sobre as negociações do seu partido PT.
    E tem mais é que falar sobre o abuso do governador Mello e Silva e as exigências que faz.

  4. Pelópidas
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 11:02 hs

    Silêncio S E P U L C R A L.
    Mais apropriado.

  5. V.Lemainski-Cascavel
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 11:32 hs

    Acredito que o Paulo Bernardo é lúcido e um dos poucos que se salva neste governo Lulla. Não vi o mesmo mentir ainda. O que falou, a meu ver, não foi mentira. Tem gente que se ofende diante da verdade ou não respeita opinião.

  6. paulo miranda
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 12:55 hs

    quem entende bem de bater em mulher é o cangaceiro do canguiri…

  7. ANDRIELLY.VOGUE@YAHOO.COM.BR
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 14:33 hs

    30/07/2009

    A principal tarefa do PT é vencer a batalha de 2010. Não se trata apenas de uma eleição, mas de continuar o processo de mudanças que o governo Lula iniciou e ir além, superando a herança neoliberal e avançando em direção às reformas estruturais, articuladas com nosso objetivo estratégico: a construção do socialismo.

    Há um enorme consenso no Partido sobre a centralidade de, desde já, pavimentar o caminho que nos levará a eleger a primeira mulher presidente do Brasil: Dilma Roussef.

    Mas não basta eleger Dilma. É preciso também vencer as eleições majoritárias em um grande número de estados e ampliar nossas forças no Congresso Nacional e nas Assembléias Legislativas.

    Para alcançar essas vitórias, precisamos fortalecer o campo democrático-popular, reaglutinando os partidos de esquerda, os movimentos sociais, a intelectualidade progressista. A articulação de um campo político e social que busque construir um forte movimento capaz de incidir desde já disputa do projeto democrático de popular, e sustentá-lo.

    Incorporar a classe trabalhadora, os setores médios, e as camadas populares são partes fundamentais no debate do aprofundamento de nosso programa, portanto sendo está a primeira aliança a ser feita, a aliança com o povo.

    O processo de construção da ampliação de nossas alianças em direção ao “centro” se dá, portanto, a partir do fortalecimento do PT e do campo popular e democrático, configurando um pólo político, programático e eleitoral capaz de hegemonizar diversos setores no apoio à candidatura Dilma.

    Esse processo de alianças, importantíssimo, não se constituirá, contudo, por meio do enfraquecimento e desconstituição do PT.

    Não queremos apenas governar, queremos mudar radicalmente o país. Por isso, temos que defender a hegemonia do Partido dos Trabalhadores, desde agora, na campanha de 2010, no lançamento de candidaturas petistas nos estados, no futuro governo Dilma, bem como ao longo dos próximos anos e décadas.

    Derrotar os tucanos no ninho: PT neles

    Diante deste quadro muitos dirigentes petistas trabalham com a hipótese (geralmente não explicitada) , de que é quase impossível vencer os tucanos em CURITIBA. E que, portanto, devemos nos concentrar em outros objetivos nas eleições de 2010.

    Ocorre que o PT, desde 1982, tem uma trajetória ascendente em CURIITBA.

    Um erro gravíssimo – que não cometeremos – é subestimar a força do PT e da nossa militância. Temos condição de liderar um amplo movimento por mudança em CURITIBA.

    É necessário perder a ilusão que nossa viabilidade eleitoral, passa por um simples soma de legendas, sem localizá-las na conjuntura real. Há somas que subtraem, isso por não representarem um programa com nitidez política.

    O desmonte dos serviços públicos, a tragédia na saúde, o caos da educação, as privatizações, os pedágios, o autoritarismo do governo , são elementos fundamentais na constituição de um pólo antitucano.

    e conclama os partidos da base do governo Lula a iniciar o diálogo sobre um programa de governo alternativo.

    Vivemos um momento muito rico em 2009.

    A direção estadual já constituiu uma comissão que começa a trabalhar na construção do programa de governo participativo – ouvindo a militância do PT, as macros, os intelectuais progressistas, o movimento sindical, todos movimentos sociais.

    Não nos faltam lideranças para encabeçar a chapa majoritária. Vamos derrotar os tucanos.

    O melhor e mais forte palanque para Dilma em CURITIBA, é um só: o palanque encabeçado pelo Partido dos Trabalhadores.

  8. Vigilante do Portão
    terça-feira, 22 de setembro de 2009 – 19:26 hs

    Estuda um pouco mais Andrielly, o camarada Lula não teria feito quase nada, caso os governos anteriores não tivessem cumprido sua tarefa.
    Passamos pela crise com menos percalsos do que nossos vizinhos e outros países desenvolvidos, é verdade, entretanto, quando o governo anterior saneou o sistema bancário, o PT e o Lula foram contra.
    Lembro do que disse o nosso grande lider sobre o plano Real: “é mais um embuste para enganar o trabalhador”. Agora se ufana da estabilidade monetária. A bancada do PT votou CONTRA.
    Do mesmo modo, o atual presidente, foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal.

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