Não ofende | Fábio Campana

Não ofende

A primeira etapa da usina de Mauá será entregue sem autorização legislativa para a construção da obra?


5 comentários

  1. terça-feira, 1 de setembro de 2009 – 11:30 hs

    Não sei para que se gasta tanto dinheiro com tanto incompetente. O Legislativo não autorizou, mas alguém disse, “deixa esses incompetentes para lá” e tudo continuou na mesma.

    Realmente para que manter a INCOMPETÊNCIA?

  2. Josoé de Carvalho
    terça-feira, 1 de setembro de 2009 – 11:35 hs

    Invejai-vos tucanatos e outras faunas. Pensem no futuro, principalmente se ganharem as eleiões. O “dimdim” da copel fará tão bem às todos.

  3. jango
    terça-feira, 1 de setembro de 2009 – 11:51 hs

    Esta é uma pergunta que o Ministério Público estadual – defensor dos direitos indisponíveis da sociedade, do meio ambiente e sobretudo titular da ação contra improbidade administrativa dos gestores públicos, tais como os que dão licença irregular – poderia responder sem qualquer delonga, mas …

  4. j.k.lott
    terça-feira, 1 de setembro de 2009 – 15:15 hs

    O Poder Legislativo virou anexo do Executivo…

  5. Rafael Filippin
    terça-feira, 1 de setembro de 2009 – 17:01 hs

    Não há mais como impedir a obra, apesar do esforço de dezenas de entidades, centenas de militantes e milhares de cidadãos afetados, que vêm lutando desde 1996 contra essa estupidez. O fato é que hoje, há centenas de ribeirinhos contaminados por metais pesados, milhares de areeiros, garimpeiros, pescadores e apicultores que não receberão indenização segundo os planos da COPEL, que tem apenas 10% do orçamento da obra para destinar aos programas socioambientais, quando em Salto Caxias foram gastos mais de 20% do orçamento total da obra em compensações. E há ainda a questão dos índios kaingang cujas terras estão sendo tomadas a força pela COPEL, isto é, sem autorização do Congresso Nacional, e pior, milhões de parananeses que vivem em Londrina, Cambé, Ibiporá, Jataizinho que terão de suportar a água contaminada do reservatório para o seu abastecimento. Fica aqui o apelo à COPEL, ao Prefeito de Londrina, ao MP Estadual e ao MP Federal para que nos ajudem e tomem providências.

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