A capacidade de convencimento de Zilda Arns | Fábio Campana

A capacidade de convencimento de
Zilda Arns

zilda_arns

A médica Zilda Arns, da Pastoral da Criança, que dedicou a vida a melhorar as condições de vida de populações carentes, fez um esforço enorme hoje para convencer os deputados estaduais a rejeitar os fumódromos na lei anti-tabagismo. Na foto ela tenta, pacientemente, explicar ao deputado Francisco Buhrer os malefícios que ele causaria se aprovasse a existência dos fumódromos.


12 comentários

  1. Theshotgun
    segunda-feira, 14 de setembro de 2009 – 16:27 hs

    Não adiantou, ele votou a favor da constitucionalidade dos fumódromos, segundo o blog do Boca Maldita.

  2. Espanta Tubarão
    segunda-feira, 14 de setembro de 2009 – 16:49 hs

    Ola D. Zilda admiro muito seu trabalho e participo das atividades atribuidas pelas APAES, mas fora o cigarro que tem o cheiro horrivel e causador dor de tantos maleficios porque vc nao acampa uma campanha em torna da proibição da bebida alcoolica que alem de trazer os maleficios proprios ainda acarreta na familia e outros como vemos todos os dias nos jornais deputados, vereadores, prefeitos etc matando nas ruas podo vidas em periogo e nada é feito criaram uma lei que o bebum se quizer nao faz o exame de dosagem alccolica do que adianta isso??? pense e nao pense so na campanha para seu sobrinho.

  3. Edgard
    segunda-feira, 14 de setembro de 2009 – 17:23 hs

    Ainda que fumante, sou um anti-tabagista ferrenho. Não gosto dos cheiros de cigarros em recintos fechados, ainda que seja difícil me segurar ao tomar uma cervejinha, por exemplo. Mas consigo…

    No entanto, acho que o problema vai bem mais além do que isso… quero acreditar que alguns profissionais da saúde investidos em cargos públicos sejam mais conscientizados e entendam que este projeto de Lei aprovado é “burro”, na acepção metafórica da palavra e com as escusas ao animal.

    A população cansa dessa política de tratar o “mal pelo caule” e não pela raiz, como reiteradademente os nossos governantes vêm fazendo. Exemplos… cito diversos: redução temporária e fajuta somente do IPI para enganar um incentivo fiscal; todas as “bolsas”, ao invés de geração de emprego efetivo; distribuição de ônibus escolares a conta-gotas, ao invés de construção de escolas próximas a população; lei do desarmamento visando o combate a violência; cotas raciais ao invés de auxílio universitário ao carente, independetemente da cor… vou parar por aqui que tá me embrulhando o estômago.

    E essa Lei anti-tabagismo é mais um caule que está sendo decepado!! Será que não seria mais interessante o investimento efetivo em políticas para a cura do viciado no tabaco?! Tenho certeza que o retorno deste investimento seria imediato, já que o gasto do dinheiro público para tratar desses pacientes é enorme! Eu seria o primeiro candidato a me inscrever num programa efetivo deste!
    Ah não… já estava me esquecendo. Isso diminuiria a arrecadação com os tributos incidentes no cigarro e o retorno seria a médio prazo… não dá votos!

    E o pior… tanto tempo perdido para a discussão deste projeto para o combate de mais um caule (inclusive eu postando este texto) para saber que logo logo será mais uma lei em vão, pois é burra e inconstitucional desde a época de Aristóteles.

    “A verdadeira igualdade consiste em tratar-se igualmente os iguais e desigualmente os desiguais a medida em que se desigualem ”
    (Aristóteles).

    Essa pontada doeu…

  4. V.Lemainski-Cascavel
    segunda-feira, 14 de setembro de 2009 – 17:30 hs

    A DOUTORA ZILDA É UM “CELEIRO DE VIRTUDES”.
    Deveria existir várias ZILDAS para mudar muita coisa em nosso país.
    Admiro seu trabalho e o espírito público que possui.

  5. Chaminé
    segunda-feira, 14 de setembro de 2009 – 19:24 hs

    Até onde eu sei, um fumódromo é um recinto fechado que não contamina de fumaça o restante do ambiente: só respira fumaça quem quiser. Gostaria de saber quais são os grandes “malefícios” dos fumódromos que a dona Zilda tem pra nos contar. Aguardo com a mesma expressão no rosto que o deputado.

  6. Conegundes de Moura
    segunda-feira, 14 de setembro de 2009 – 20:19 hs

    Os fumódromos fazem mal para quem os frequenta e depois quando contrai um câncer de boca, pulmão ou outro qualquer, vai para os hospitais ocupar espaço e recursos que poderiam ser utilizados para outras doenças. Abaixo os fumódromos.

  7. Nelson Edison de Moura Rosa
    segunda-feira, 14 de setembro de 2009 – 22:55 hs

    Caro Edgar…
    Seu texto foi profundo…
    “A verdadeira igualdade consiste em tratar-se igualmente os iguais e desigualmente os desiguais a medida em que se desigualem ”

    Sem citar frases eloquentes de pensadores, vou “no pé-vermeio”mesmo…
    Ora Bolas!
    Quero tomar uma cerveja e fumar em um boteco qualquer… E dai?
    O cigarro não tem sua fabricação autorizada? O governo não recebe 70% de imposto sobre sua fabricação e venda? Quanto dinheiro isto tudo representa?
    Os bares, restaurantes, lanchonetes, vivem de que?
    Quantos empregos as casas noturnas oferecem?
    Quem sai na noite, quer bebericar uma cervejinha, um drink, ouvir uma boa música, não é?
    Então, é claro que os estabelecimentos que colocarem uma placa bem visivel na porta: ‘AMBIENTE PARA FUMANTES”… Entraria quem quer, não é? E o livre direito? E o livre arbítrio?
    Quem não gosta de balada, de boteco, de barzinho, da noite, que siga seu caminho, vá às igrejas, e eu também as frequento, e muito, lá, ninguém pode fumar no horário de missas e de cultos…
    Em resumo, existe uma solução: Transformar a arrecadação do governo pela fabricação e venda de cigarros em único recurso para pagar viagens de avião para os deputados, cartão coorporativo e outras pendengas, aí sim, queria asistir deputado “saco-roxo” que votaria contra os fumódromos ou uso do taboco em lugares fechados…

  8. V.Lemainski-Cascavel
    terça-feira, 15 de setembro de 2009 – 8:56 hs

    Caro Nelson:
    Respeito as tuas idéias. Porém discordo totalmente delas.
    O que impede um viciado de abster-se do vício num ambiente saudável?
    Alguém que não é capaz de dominar suas vontades será capaz de fazer um julgamento sem tendências?
    Pare de fumar por um bom tempo e depois dê a resposta…
    Tenho certeza de que você está agindo emocionalmente ao invés de racionalmente.

  9. Edgard
    terça-feira, 15 de setembro de 2009 – 10:03 hs

    “Então, é claro que os estabelecimentos que colocarem uma placa bem visivel na porta: ‘AMBIENTE PARA FUMANTES”… Entraria quem quer, não é? E o livre direito? E o livre arbítrio?”

    Perfeito… nessa parte eu concordo contigo, Nelson. A frase do Aristóteles e que a CF/88 segue à risca, vai de encontro com o que você disse acima.

    Em vários recintos temos isso. O empresário poderia ter o livre arbitrio de escolher se o ambiente dele seria para fumante ou não. É o mesmo princípio dos coffee shops da Holanda (só entra quem quer fumar maconha), da igreja (só entra quem quer rezar), da zona (só entra quem quer se “divertir”), dos ambientes GLS (só entra quem não é homofóbico),… e por aí vai!

    Ah… o argumento que poderia fazer mal para os funcionários do recinto fechado, cairia se a Lei impusesse a condição de obrigar a contratar fumantes, somente. Ou eles acreditam que no comércio noturno dos botecos da Cruz Machado os garçons são virgens???

  10. Chaminé
    terça-feira, 15 de setembro de 2009 – 14:55 hs

    Caro Conegundes,

    Proibir o fumo em bares, restaurantes e casas noturnas é uma questão de respeito com quem não fuma.

    Liberar, nestes mesmo lugares, um espaço para aqueles que queiram dar suas tragadas, sem que esta fumaça atrapalhe os demais frequentadores do local, é uma questão de respeito com os fumantes.

    É óbvio que vcs não estão preocupados com a saúde dos fumantes ao proibir fumódromos. Estão é querendo cortar o barato de quem fuma. Porque são absolutamente intolerantes. Sabemos os riscos do cigarro, somos lembrados disso o tempo todo.

    Se a intolerância dos anti-tabagistas segue nesse ritmo, imagino o que virá depois da proibição dos fiumódromos e da proibição completa da venda de cigarros e bebidas alcólicas, mesmo as de baixo teor: vão obrigar as pessoas a cuidarem do colesterol, a praticar exercícios, fechar churrascarias…

  11. THEMIS
    terça-feira, 15 de setembro de 2009 – 16:58 hs

    D. Zilda

    Se alguns Deputados não se importam com a saúde dos próprios filhos, não vão se importar com a Sra.

    Dinheiro compra tudo, que se dane se nossos filhos vão para a balada e voltam tossindo e espirrando, com suas roupas defumadas. Que se dane se nossas crianças vão tomar cortizona para bronquite e asma durante 12 meses por anos. Que se dane se seu companheiro vai viver dez anos a menos porque vc quer fumar ao seu lado…

  12. Davi Alves Cunha
    terça-feira, 16 de março de 2010 – 8:21 hs

    Ola gostoria de saber como alguem pode aprender eter capacidade de convencimento ? Existe alguma estudo sobre isso ? Obrigado.

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