Vendedora tem de provar que está viva em Joinville | Fábio Campana

Vendedora tem de provar que está viva em Joinville

vendedora Foto: Rogério da Silva/ A Notícia

A vendedora Juliana Gonçalves Amaral, 31 anos, tenta provar, desde 3 de julho deste ano, que está viva, em Joinville (SC). Ela descobriu que era dada como morta quando tentou sacar a primeira parcela do seguro-desemprego. O pedido do benefício estava cancelado pelo motivo de “morte”, como aparece no extrato da Caixa.

Desempregada e sem poder sacar o valor do seguro-desemprego, Juliana disse que está tendo dificuldade de pagar suas contas, informou o site G1.

A gerente do Ministério do Trabalho e Emprego em Joinville, Eliane Mendes, disse que o problema pode ter sido um erro de digitação que só poderá ser resolvido com um recurso junto ao INSS. O processo burocrático demora de 30 a 120 dias para ser concluído.


4 comentários

  1. Jaferrer
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 15:32 hs

    “Um erro de digitação”, mas para resolver só em 120 dias e mediante recurso! Somente num país de quinta categoria se pode entender uma burrocracia desse quilate. É pessoal, este país esta muito longe de ser considerado um país sério.

  2. HARE BABA!!!
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 16:14 hs

    Nossas autoridades só nos considera como vivos em períodos eleitotais….

  3. terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 16:50 hs

    Punida por + um dos erros do sistema emperrado e inoperante, até lá vive de ar.

    VERGONHOSA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA.

    Luiz Henrique, se fosse com o Senhor ou com uma filha sua, demoraria tudo isso?

    Só para saber.

  4. jango
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 22:04 hs

    Ei, querem mais uma ?
    Para requerer pensão de funcionário falecido do governo faderal – morreu hoje, até ontem o governo depositava-lhe a aposentadoria no banco sem problema – a interessada viúva tem, como primeiro documento a acostar ao requerimento, a prova de que o falecido seu marido era aposentado, vale dizer, tem que justar a portaria ou decreto de aposentadoria… de fora parte outros documentos.
    Aí começa um calvário. Uma conhecida foi receber a pensão oito meses depois, por intervenção de um parlamentar (porque pessoa em tratamento médido e necessitada da parca pensão), pasmem, quando recebeu, não lhe pagaram os oito meses atrasados. Começando aí mais um calvário para recebê-lo meses após.
    Esse é o governo Lula.
    Aposentado e pensionista está fadado a morrer como mosca, inclusive, nas filas de revisão de aposentadorias e pensões, defasadas de 14 anos. Vergonhoso, se não for criminoso. E o Ministério Público federal nem aí para o direito indisponível deste contingente, grande maioria idosos, para os quais nem sequer existe o profalado Estatuto do Idoso. Mentira nacional.

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