PT quer tirar candidatura de Dilma do atoleiro | Fábio Campana

PT quer tirar candidatura de Dilma do atoleiro

DilmaLulaSLim

De Felipe Patury, na Veja

Os levantamentos eleitorais do Palácio do Planalto também preocupam os partidários da ministra Dilma Rousseff. Eles mostram que a campanha da petista está estagnada.

É essa a razão principal para que o presidente Lula insista na candidatura do cariri Ciro Gomes, do PSB, ao governo de São Paulo.

Suas pesquisas sinalizam que 60% do eleitorado de Ciro migraria para Dilma caso ele deixasse de lado a corrida presidencial para tentar o Palácio dos Bandeirantes.

Seria essa a forma mais fácil de elevar a petista à casa dos 30% das intenções de voto, aproximando-a, assim, do tucano José Serra, líder nas pesquisas.


11 comentários

  1. domingo, 2 de agosto de 2009 – 13:30 hs

    Se é que Deus é Brasileiro, ele vai nos livrar desse MAL…..

    FORA DILMA, ela só tem qualidades, Gerrilheira, mentirosa, semi-analfabeta….e vamos deixar por aqui.

  2. domingo, 2 de agosto de 2009 – 13:35 hs

    E vai afundar ainda mais. O povo está acordando. PT nunca mais.

  3. domingo, 2 de agosto de 2009 – 14:45 hs

    VALE A PENA REPETIR O COMENTÁRIO SOBRE A ESTABILIDADE ECONÔMICA E AS MENTIRAS DE DILMA

    Lula ‘rouba’ estabilidade econômica de FHC

    do Estadão

    Lula se apropriou quase por inteiro da conquista da estabilidade econômica, demonstrou a pesquisa Estado/Ipsos. Para 67% dos brasileiros, o atual presidente é o maior responsável por ela; o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo governo implantou o Plano Real e sustentou os primeiros oito anos estáveis, foi mencionado como responsável pela estabilidade por apenas 7%.

    E não é só quanto à estabilidade que Lula desbanca Fernando Henrique, segundo a avaliação do eleitorado. O atual presidente graças ao seu programa assistencialista (bolsa miséria), atinge atualmente 80% dos brasileiros. E os reflexos da estabilidade econômica de Fernando Henrique Cardoso dado ao plano real, herdada por lula, não param por ai.

    Lula favoreceu um melhor poder de compra do brasileiro; só para 16% Fernando Henrique foi melhor nesse quesito. Lula reduziu mais o custo da cesta básica para 73%; o ex-presidente, só para 15%. Lula controlou melhor a inflação para 66%; Fernando Henrique, só para 19%.

    Esses fenômenos têm explicações:

    A primeira é que o eleitorado brasileiro padece de ‘presentismo’, ou seja, tende a atribuir as coisas boas ao governo presente, mesmo que ele não tenha sido o autor delas comom é o caso de lula – desde que esse governo seja bem avaliado, tenha a simpatia da maioria da população e, naturalmente, possua um bom mecanismo comunicador.

    A segunda é que a conquista da estabilidade ao longo do governo FHC se esvaiu da memória popular, por duas razões:

    uma foi a repetição persistente do discurso petista da ‘herança maldita’, que teria diluído as realizações dos governos FHC; outra foi a falha continuada de comunicação do PSDB, que não soube defender, ao longo dos anos, a estabilidade conquistada em sua gestão e, principalmente, a ignorou nas disputas eleitorais de 2002 e 2006.

    Os mais pobres dizem com mais ênfase que Lula deu apoio aos despossuídos.

    Na faixa que junta os analfabetos e os que têm até a 4ª série do ensino fundamental, 82% acham que Lula foi melhor que Fernando Henrique na ajuda aos pobres.

    Entre os que têm curso superior o número não é muito diferente – 79% acham que, no tópico, Lula foi melhor. Os eleitores que têm curso superior atribuíram a estabilidade mais a Lula (55%) do que a Fernando Henrique (15%).

    No Nordeste, onde o prestígio de Lula é bem maior, 70% (graças a bolsa família) atribuíram a estabilidade a ele e só 2% a direcionaram ao antecessor, mesmo porcentual atribuído a Antonio Palocci, que foi ministro da Fazenda por três anos.

    Já Pedro Malan, que foi ministro de Fernando Henrique de 1995 a 2002, na fase de consolidação da estabilidade, não chegou a completar 1% de citações.

    Na sessão do Senado em comemoração dos 15 anos do Plano real, o próprio senador Aloizio Mercadante (PT-SP) apesar de defender o governo lula disse que, apesar de o processo de estabilidade do Brasil ter começado há 15 anos, o atual governo ajudou em sua consolidação.

    ASSIM, LULA COM SEU ASSISTENCIALISMO, tenta fazer seu sucessor em 2010, porém vejamos:

    Dilma e o PAC: a matemática da mentira.

    MENTIRA:

    Sete ministros do Governo do PT presentes. A ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, no centro do palco e das atenções do país anuncia: “O PAC já tem 15,1% de obras concluídas”.

    A VERDADE:

    Dilma, a ministra do Governo do PT, falseia a matemática, desrespeita a inteligência dos brasileiros, e “mexe” na contabilidade do PAC para apresentar um resultado irreal.
    O site Contas Abertas , especialista no assunto, soma apenas 3% de obras do PAC concluídas – e ele utiliza números do próprio governo para fazer as suas contas. Só que ele usa a matemática honestamente.

    Para anunciar o tamanho dos investimentos do PAC, Dilma INCLUI as obras de saneamento e habitação. Assim o volume de recursos fica maior e melhor para a propaganda do Governo do PT.
    Para calcular o que já foi feito de fato, Dilma EXCLUI habitação e saneamento. Assim a porcentagem de obras concluídas fica maior e melhor para a propaganda do Governo do PT.

    Dois pesos e duas medidas: é assim que o Governo do PT tenta enganar a população.

    O FRACASSO DE LULA E DILMADomingo, 2 de Agosto de 2009 – 11:00 hs
    O ÚLTIMO SUSPIRO DE DILMA

    A candidatura Dilma naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, Dilma está quase convencida, mas naufragou. Política, economia (mestres e doutores sabem disso) e ética têm pontos em comum. Por mais que algumas forças determinem o “rumo do processo”, há hecatombes em curso que revertem definitivamente o curso de tudo, dada a grandiosidade dos escândalos.

    O Início da Derrocada

    Daí, “inventaram” que a Casa-Civil seria não um órgão político, de indicação de servidores – como o ‘chief of staff’ dos EUA -, mas sim um cargo de “gestão”. Não por mudança de perfil da pasta, mas pela falta de habilidade política da nova ocupante (coisa que atualmente salta à vista diante dos inúmeros casos de truculência que os próprios partidários relatam).

    Não sobram atributos de gestora, mas sim faltam habilidades políticas. É fabricação por cima de fabricação, maquiagem por cima de maquiagem. Vamos adiante. E por pontos:

    1. Não é gestora – falta de mínimas qualidades para gestão sem qualquer experiência como mandatária;

    2. Não é gestora 2 – empurraram-lhe o PAC e, até agora, apenas 3% foi pra frente (vergonha…);

    3. Tropa de choque – impossível esquecer o caso do dossiê surgido em sua pasta. De duas uma: ou ela sabia, ou não sabia e é incompetente para cuidar de um mísero ministério, que dirá do país;

    4. Escândalos – não bastasse tudo isso, houve ainda casos como a ingerência no leilão da Varig, conforme relatado por Denise Abreu – ou o caso BrTOi;

    5. Mestre/Doutora de Mentirinha – a última descoberta foi a de que se anunciava como mestre e doutora sem nunca ter sido nada disso, segundo consta de vídeos, textos e até relatos de petistas.

    O PT já sabe que há vários candidatos capazes de surpreender na campanha usando Lula como muleta, já que A ÚNICA COISA COM QUE DILMA CONTA É A POPULARIDADE DE LULA. Qualquer sacripanta, quando a defende, usa Lula como escudo. Já que é assim, há tempo de sobra para lançar qualquer outro nome, de preferência um mestre que seja mestre, um doutor que seja doutor, ou alguém que não tenha se metido em tantos escândalos.

    Suplicy? Patrus Ananias? Zé Eduardo Cardozo? O PT tem quadros melhores e mais competentes do que Dilma Rousseff, todos com experiência administrativa e/ou eleitoral, e muito mais longevidade no partido (vale lembrar: ela entrou no PT em 1999, oriunda do PDT, apenas para ficar num cargo público.).

    O candidato do Governo será bem sucedido? Se usar como base eleitoral apenas Lula, provavelmente, não. É preciso ter um mínimo de luz própria e capacidade administrativa. Além disso, quanto à política econômica, é sabido que Lula se valeu de um tucano para presidir o Banco Central nos seus oito anos, prevalencendo o chamado “financismo”. Seu sucessor, por questões óbvias, manteria a mesma política.

    Acontece que as opções renovadoras do PT encontram obstáculo pelo fato de que Dilma conta com três trunfos que amarram o PT à sua candidatura, um verdadeiro “abraço de afogado”:

    a) Caixa fornida para bancar campanhas de aliados;

    b) Controle da executiva do partido;

    c) Apoio da tal “mídia petista” (publicações vinculadas a sindicatos, empresas estatais e demais veículos dependentes de anúncios oficiais.);

    A desistência, agora, é algo complexo (mas ainda dá tempo!), e então ficam nessa de apelar para a defesa sistemática de figuras como José Sarney, Collor, Maluf e tantos outros, como último recurso capaz de inverter a dinâmica descendente de sua candidatura, sobressaindo o pior de Dilma (como se fosse possível sair algo de pior aí).

    Lunus: 2002 a 2008 e a Polícia Federal
    Em 2002, Roseana Sarney perdeu a chance de ser candidata depois de um escândalo conhecido como “Caso Lunus”. Há, hoje, quem critique o fato de tudo ser descoberto, inclusive pondo culpa em fulano ou sicrano, como se não passasse de invenção. Mas, sim, os fatos aconteceram.

    Coincidentemente, personagens daqueles tempos ressurgem agora. E quis o destino que estejam abraçados a Lula, ao Planalto, e também a Dilma.

    Claro que a Polícia Federal não tem esse poder todo de fazer chover, em que pese o relato até folclórico que se lê nos espaços menos críveis da nossa pouco gloriosa blogosfera, mas na atual gestão alguns episódios foram de lascar a mamona. Fiquemos com dois:

    a) afastamento do delegado que deteve Duda Mendonça numa rinha de Galo [o mesmo Duda que, anos depois, entregou o esquema de contas no exterior para depósitos do Valerioduto];

    b) afastamento de Protógenes [bem antes de qualquer ação judicial, e o mesmo Protógenes que mandou a tal carta ao Obama dizendo que Lula compactuava com a corrupção no Brasil].

    A descida da ladeira, por Dilma, ocorre antes mesmo dela ser candidata. Como sabemos, ela não foi escolhida, mas sim “sobrou”. Era para ser um, depois outro, daí outro, mas todos ficaram para trás por conta dos escândalos. Mensalão, caseiro, dólar na cueca, aloprados, e assim por diante. Sobrou Dilma.

    Ela nunca “geriu” nada, nunca foi eleita a cargo algum, sempre ocupou secretarias de pouca importância e, de repente, correu para tapar o buraco deixado por Zé Dirceu após o escândalo do Mensalão (importante: com aval do ministro demissionário).

    Fica parecendo uma imagem de chefia de KGB.

    Daí, não adianta dizer que se trata do presidente “mais popular”, pois até então quem tinha esse título era Garrastazu. E dizer que dilma é “boa gestora” é uma piada engraçada, mas de mau gosto, pois ela NUNCA GERIU NADA, e o PAC é uma anedota (3% de conclusão?).

    Bom, de fato Dilma cresce sobre bases empresariais, em especial grupos como Varig, Gol, Brasil Telecom, Oi etc. A empresa do Lulinha também tem muito a agradecer, bem como as beneficiadas por convênios da Petrobras. Definitivamente, há setores do empresariado que não tem do que reclamar.

    Quanto ao “comportamento pacífico”, de Lula, poderíamos perguntar ao pessoal que sai chorando depois de reuniões com a ministra. Vai ser difícil pegar a fama de “Dilminha Paz e Amor”. Jogo de cintura? Não, não. Nunca.

    E Dilma é tão desconhecida, mas tão desconhecida, que todos falamos dela quase que abstratamente. Ninguém a conhece, essa é a verdade. Nunca tínhamos ouvido falar até 2003, e ficamos também sem muita notícia até 2005.

    Petrobras
    A grande aposta do Governo contra os opositores é a retaliação, já veiculada por aí na base do “se contar uma coisa nossa, contaremos uma de vocês”. Mais do que uma confissão das podreiras, é a cartada final de quem definitivamente perdeu qualquer noção.

    Pro eleitorado, contudo, não significa nada.

    O importante é investigar e sempre se queima quem está no poder. Sobretudo quem lutou com unhas e dentes para evitar uma CPI usando o argumento de que NÃO HAVIA NADA DE ERRADO. Então, como assim, agora há? Então tem mutreta? Tanto tem que “se soltar uma nossa, soltamos uma de vocês”? E houve até “acordo”?

    Tarde demais.

    A depender da bagunça descoberta na Petrobras, de cujo Conselho Dilma é Presidente, não é difícil que muitos petistas passem a apostar as fichas em outros nomes. Suplicy? Patrus Ananias? José Eduardo Cardozo?

    Não sei. Mas se o ÚNICO trunfo de Dilma Rousseff é contar com a popularidade de Lula, não faz o menor sentido o PT defender uma candidatura que está podre antes de nascer.

    Qualquer petista sabe que o partido tem quadros melhores, e todos eles defendem Dilma porque, por enquanto, foi o nome escolhido. Se aparecer algum outro, é tudo que basta para passarem a defendê-lo.

    E nem adianta dizer que ela “vai bem” nas pesquisas, pois o índice histórico e regular do partido é o de 30%. Ela não chegou nisso. Mudem para Suplicy, por exemplo, e vejam o que acontece em lugares como São Paulo, onde Dilma nem sonha com tal índice.

    ps. viram como é fácil fazer uma “análise” política usando apenas nossa vontade? Mas o pior (ou melhor?) é que não menti em um único fato…

  4. domingo, 2 de agosto de 2009 – 14:59 hs

    O teto do Jose Serragio e 44%, dai para baixo ele so cai; a dilma, hoje tem 18% e 60% dos brasileiros não sabem que ela e candidata. A hora em que o Cara beijar a testa dela e dizer, “esta e a pessoa que vai levar meu governo adiante”, Dilma ganha no primeiro turno!

    js

  5. domingo, 2 de agosto de 2009 – 15:09 hs

    REVOLUÇÃO SILENCIOSA

    Dilma Rosseuf, a possível sucessora de Lula da Silva, foi guerrilheira, esteve em prisão e foi torturada pela ditadura militar brasileira.

    Na América Latina a virada para a esquerda no continente tem permitido que uma geração de ex-guerrilheiros chegue até o governo.

    Se os brasileiros elegem Dilma Roussef nas próximas eleições presidenciais, sua pose terá dimensões épicas. Elegida como sua sucessora pelo atual governante, Luiz Inácio Lula da Silva, a atual ministra da Casa Civil acaba de ser operada de câncer linfático e terá que se submeter a quatro meses de quimioterapia.

    No entanto sua ascensão não seria uma façanha só pela sua doença, mas também pela sua apaixonante biografia.

    Como lembrou o popular Lula, quem manteve seu respaldo quando soube da notícia, Brasil precisa de uma mulher como ela, que soube superar as torturas durante a ditadura militar e que agora superará o câncer.

    Foi um jeito elegante de relembrar que sua candidata tem um passado como guerrilheira.

    Roussef formou parte da Vanguarda Armada Revolucionaria Palmares e, na clandestinidade, foi conhecida como Estela, Wanda e Patrícia, mas então a apelidaram de ‘Joana de Arc da guerrilha’.

    Esteve presa durante três anos, de 1970 até 1973, nos quais a submeteram a todo tipo de vexames, e o dia que empossou como ministra da Casa Civil chorou em público ao lembrar seus companheiros de luta assassinados pela ditadura. Inclusive, há umas semanas, a Folha de São Paulo assegurou numa matéria que naqueles tempos chegou a planejar o seqüestro do ministro da Fazenda.

    Já integrada na democracia, a Dilma se forjou uma reputação de competência técnica, escalou posições e, já com o Lula como Presidente, foi ministra de Minas e Energia antes de substituir como chefa de gabinete a José Dirceu, outro ex-guerrilheiro com uma história particular.

    Dirceu foi detido em 1968 pela ditadura e depois trocado como preso político pelo embaixador estadunidense Charles Elbrick (seqüestrado pela guerrilha brasileira).

    O regime militar o deportou, treinou-se como guerrilheiro em Cuba, fez uma plástica para mudar seu rosto e voltou clandestinamente ao país para participar do Movimento de Libertação Popular. Desde 1975 viveu com uma identidade falsa até quando o governo decretou uma anistia em 1979.

    Depois foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), mão direita de Lula e figura chave da política brasileira até cair em desgraça ao ser envolvido nos escândalos de corrupção que sacudiram o partido em 2005.

    Os casos brasileiros são apenas dois exemplos de um fenômeno que está acontecendo no meio do famoso giro para a esquerda, pois os governos latino-americanos têm incluído ex-guerrilheiros em posições chave.

    Roussef não é a única que poderia chegar até a Presidência. No Uruguai, o favorito para as eleições de final de ano é José Mujica, mais conhecido como o ‘Pepe’, quem pertenceu ao Movimento de Libertação Nacional – Tupamaros (MLN-T), anistiados em 1985.
    Apesar de serem muitos os sectores que compõem o Frente Amplo, a amplia coligação de esquerda que permitiu Tabaré Vázquez chegar até o poder, os Tupamaros conseguiram 30 por cento dos votos.

    Seu líder mais visível, ex-ministro de Pecuária, Agricultura e Pesca, e cabeça da lista mais votada para o Congresso, é o ‘Pepe’. Em 1970 o regime conseguiu o deter num bar de Montevidéu, depois de um intenso tiroteio.

    Durante os 14 anos que passou na prisão de Punta Carretas (tempo durante o qual fugiu e foi recapturado por diversas vezes) foi um dos prisioneiros que converteram o Uruguai no lugar com maior quantidade de presos políticos em relação com o número de habitantes no mundo.

    Logo de sair anistiado, seu estilo franco e bonachão o converteu num carismático líder famoso pelo desabrochado de suas entrevistas.

    Quando lhe perguntaram se em seus tempos de rebelião se imaginava ele próprio na frente das instituições, respondeu que “nem bêbado”. E em outra entrevista disse que “à burguesia eu a queria ordenhar, não a quero esmagar.

    O esperto pega a vaca leiteira, a mata, a vende em cortes para o açougueiro e ainda por cima se prepara um bom bife. O cara inteligente a leva para pastar e a ordenha todos os dias. Mas a deixa se alimentar”.

    As aspirações presidenciais da Dilma e Mujica se acrescentam à vitória de Mauricio Funes em Salvador. Apesar que o recém eleito presidente é jornalista e nunca empunhou um fuzil, ganhou como candidato do Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN), a antiga guerrilha convertida em partido político, e seu vice-presidente, Salvador Sánchez Cerén, foi combatente sim.

    O paradoxal cenário político salvadorenho mistura um partido extremista, próximo do venezuelano Hugo Chávez, com um presidente moderado, que se declara admirador de Lula. Muitos observadores antecipam um choque.

    Nas palavras de Joaquin Villalobos, ex-chefe da guerrilha salvadorenha e atualmente pesquisador em Oxford, Funes chegou até o governo montado num potro selvagem. “A pergunta é se vai domar o cavalo ou se o cavalo vai jogar o Presidente”, disse para esta revista.

    Acontece que, para os movimentos guerrilheiros, evolucionar com a democracia é um desafio. Uma guerrilha se organiza como um exército e por definição tem estruturas de mando verticais com hierarquias definidas.

    “O assunto é se depois, na medida que se inserem no jogo democrático, começam a fazer coligações que se regem por regras de jogo participativas”, disse para a SEMANA César Rodríguez, professor da Universidade dos Andes e compilador da Nova Esquerda Latino-Americana. Uruguai e Brasil são exemplos de coligações de esquerda multicolores, que incluem diversos movimentos sociais e têm umas regras de participação claras.

    Mas não sempre é assim.
    Na Nicarágua, o Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) alcançou o poder após ganhar uma guerra civil, em 1979, e depois o entregou ao perder nas urnas, mas sempre manteve essa organização vertical e personalista sob o controle de Daniel Ortega, quem esteve na prisão por sua luta contra a tirania de Anastasio Somoza.

    E apesar de Ortega ter voltado para a Presidência em 2007, seu desprestigio é evidente. Aliou-se com os sectores más inapresentáveis da direita e é acusado de corrupção, de ter estuprado a sua enteada e, nas últimas eleições, de fraude eleitoral.

    “O que tem feito o núcleo de Ortega é reforçar essa cerração interna, inclusive a costa da coerência ideológica”, explica Rodríguez, porém esclarece que o sandinismo como movimento é muito mais plural que o Ortega.

    Com maior ou menor visibilidade, a participação política de ex-guerrilheiros acontece em quase todos os países do continente. Na Venezuela, alguns estão no governo, como Alí Rodríguez, ministro da Economia e Finanças, e outros na oposição, como Teodoro Petkoff, diretor do jornal Tal Cual.

    Algo parecido ocorre na Argentina, onde os Kirchner têm incorporado a alguns montoneros. Na Bolívia, o vice-presidente, Álvaro García Linera, foi membro do Exército Guerrilheiro Tupac Kataren. E no Peru, o atual primeiro-ministro com aspirações presidenciais, Yehude Simon Munaro, foi condenado a 20 anos de prisão por fazer propaganda em favor do Movimento Revolucionário Túpac Amaru em tempos de Alberto Fujimori, mas depois de oito anos na prisão foi indultado em 2000.

    Além das evidentes diferencias de país para país, o sonho de todo guerrilheiro é chegar ao poder. E até que é saudável que vários políticos latino-americanos pareçam destinados a cumprir-o. Mas é claro, não mediante os fuzis, mas sim dos votos.

    Publicado em 09.05.09 na seção MUNDO da revista colombiana SEMANA
    Tradução Livre de Walter Casas

    CUIDADO ESTA É A CANDIDATA DO PICARETA DO LULA

  6. domingo, 2 de agosto de 2009 – 16:13 hs

    DILMA A GUERRILHEIRA IA SEGUESTRAR DELFIM NETO

    LULA DA SILVA, ISSA COISA É QUE VOCÊ QUER EMPURRAR GOELA ABAIXO DO POVO BRASILEIRO PARA SER PRESIDENTE DO BRASIL?

    ME RESPEITE LULA POIS, SOU HONESTO, TRABALHADOR, ESTUDEI E JAMAIS RECEBI SUA BOLSA MISÉRIA.

    A ficha da Guerrilheira Dilma, como terrorista e assaltante, não estava completa

    Fontes: Folha de São Paulo

    Estavam enganados os militares que sempre acharam que a Ministra Dilma Rousseff era só terrorista e assaltante de bancos, ela também tinha uma vocação para seqüestradora, e pretendia seqüestrar o então poderoso Ministro da Fazenda do Governo do General Médici, o economista Antônio Delfim Neto (foto).

    A repórter Fernanda Odilla ouviu numa entrevista ao ex-guerrilheiro militante da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e da VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares), Antonio Roberto Espinosa, 63 anos, um companheiro de armas de Dilma Rousseff, então clandestina, que se escondia sob as falsas identidades dos codinomes: Luíza, Estella, Wanda, Marina e Patrícia.

    O seqüestro ocorreria em dezembro de 1969, num sítio assentado no interior de São Paulo. Segundo Espinosa, cinco pessoas estavam informadas sobre o plano de levar Delfim ao cativeiro. Ele próprio, Dilma e outros três dirigentes da guerrilha.

    Delfim seria um troféu vistoso. Era ministro da Fazenda. O civil mais poderoso do regime dos militares e naquele ano em especial desfrutava de muito prestígio, por ter ajudado o país a um crescimento econômico de 9,5%.

    Pega de surpresa pela jornalista a Ministra hoje encarregada de ser mãe do PAC não foi inicialmente veemente na negativa de que o fato seria ou não verdade.

    “Disse duvidar “que alguém se lembre”, disse a princípio.

    Informada sobre o depoimento que Espinosa dera à repórter, a ministra afirmou que o ex-companheiro “fantasiou”.

    Em seguida, Dilma encareceu à repórter que registrasse sua “negativa peremptória”, pois viu que não ficava bem a uma pré-candidata a presidente da republica aparecer com esse titulo de seqüestradora.

    Antonio Roberto Espinosa não falou por gabolice, a repórter obteve um mapa do local onde o Ministro seria seqüestrado, com a localização do sítio, próximo às cidades de Itu e Jundiaí, que pertencia a Mario Nicoli, cunhado e amigo de Delfim.

    O mapa foi apreendido por agentes do governo numa batida ao esconderijo da facção do grupo de Dilma, em Lins de Vasconcelos, no Rio, onde se encontrou além de papéis, armas, munição e explosivos.

    Enviou-se uma cópia do mapa para Delfim. O ex-ministro confirmou que era freqüentador de sítio na região indicada em vermelho na folha de papel.

    Delfim disse que recebera recomendações do governo na época para redobrar o cuidado com a segurança. Mas desconhecia o plano de seqüestro que se armara contra ele.

    Um plano que só não foi adiante, segundo a versão de Espinosa, porque seus idealizadores foram presos antes, o que se ajusta com a história do seqüestro em dezembro, pois, o Espinosa foi capturado em 21 de novembro de 1969.

    Hoje, farinha do mesmo saco, Delfim e Dilma trocam figurinhas e são muito próximos de Lula, dizem até que ele é entusiasta da candidatura a presidente da republica de sua ex-pretensa quase seqüestradora.

  7. domingo, 2 de agosto de 2009 – 18:06 hs

    Sonha, Veja. Sonha Campana.

    Bye, bye, Serra. Bye, bye, Aécio.

    Agora é DILMA.

  8. Ita
    segunda-feira, 3 de agosto de 2009 – 0:17 hs

    O povo brasileiro ainda não conhece a Dilma e que ela é a condidata do Lula, assim que a campanha começar e ela ser conhecida vai disparar e ganhar no 1º Turno, o Serra já é conhecido e em Campanha e mesmo assim vem caindo.
    Embora eu não seja Petista reconheço o bom trabalho em prol do povo brasileiro que este governo vem fazendo.
    Dilma 2010. Presidente.
    Acima citam que o Lula se apoderou do plano econômico do PSDB, isto é um mérito do Lula, o PSDB também se apoderou do plano econômico do PMDB que na verdade este plano foi no governo do PMDB.
    Quem é inteligente mantem o que esta dando certo e melhora, e isto o Lula fez melhorou muito este plano.

  9. porrete de lapacho
    segunda-feira, 3 de agosto de 2009 – 8:06 hs

    realmente os brasileiros vagabundos da bolsa misèria merecem essa guerrilheira para PRESIDENTA,mas nòs os verdadeiros trabalhadores e pessoas de bem do brasil lutaremos p/ elegermos alguem que tenha mais respeito e historia limpa, p/ ser nosso governante. Ainda não acredito que o LULA entregarà a faixa presidencial democraticamente como fez FHC.o tombo do seu recente aliado RAPOSA SARNEY ESTÀ PERTO, E ENTAO O PRESIDENTE DO SENADO SERÀ MARCONI PERILLO DO PSDB, QUE IRÀ CHACOALHAR BRASILIA. QUEM VIVER VERÀ O TOMBO DO BARBUDO MENTIROSO CACHACEIRO MERDA MOR LULA

  10. Juliana
    segunda-feira, 3 de agosto de 2009 – 8:24 hs

    Sonha Lula, sonha!! mas em breve você vai acordar!!!!
    Como acordou do sonho da marta na prefeitura de São paulo e da odiosa gleise na prefeitura de Curitiba…
    BEM FEITO!!!
    FORA CORRUPTOS!!!!!

  11. Ita
    segunda-feira, 3 de agosto de 2009 – 15:02 hs

    Os 5% de poderosos empresários votam no PSDB mas 95% da população, que são os trabalhadores e menos favorecidos votam no PT.
    Não sou Petista mas reconheço o Lula é o melhor Presidente que o Brasil ja teve!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Só não ve quem não quer!
    Dilma 2010 sim.

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