Mário Celso Petraglia quebra o silêncio e fala com exclusividade para a Revista Ideias | Fábio Campana

Mário Celso Petraglia quebra o silêncio e fala com exclusividade para a Revista Ideias

capa

Mário Celso Petraglia já não é dirigente do Atlético, mas não esconde os sonhos que tem para o futebol e para o clube do coração. Sonhos pra lá de polêmicos. No bate-papo com Fábio Campana, Nêgo Pessôa e Denise Mello, o ex-presidente do Atlético sugere:

– Prisão dos dirigentes que não respeitam o orçamento
– Fim dos campeonatos estaduais
– Fim das torcidas organizadas

E a mais polêmica das propostas:

“Uma só Arena para Atlético e Coritiba”.

Acha loucura ou uma ideia brilhante? Ouça da boca do próprio Petraglia:

Ou clique aqui para baixar o arquivo em formato mp3.

Clique em Leia Mais e veja a entrevista que estará nas bancas no final da semana:

Mário Celso Petraglia rompe o silêncio

POR DENISE MELO

Em uma mesa de bar, solte o nome Mário Celso Petraglia e a discussão está armada. Há quem o defenda incondicionalmente como um dos presidentes mais importantes da história do Atlético, senão o mais importante. Para esses, ele é “São Petraglia”. Na mesma mesa, o mesmo homem é odiado por outros e apontado como arrogante que se achava o dono do clube. Mas mesmo os que não simpatizam com Mário Celso Petraglia têm que tirar o chapéu para este homem. Assumiu a gestão do clube em 1995 e em menos de dez anos obteve feitos que não podem ser desprezados por nenhum torcedor. Com Petraglia no comando, o Atlético conquistou títulos brasileiros das Séries A e B, quatro títulos estaduais, classificação para duas Libertadores, incluindo o vice-campeonato, e o clube, finalmente, viu a Arena da Baixada e o Centro de Treinamento (CT) do Caju se transformarem em realidade. Petraglia também foi o primeiro a levantar a bandeira de trazer a Copa do Mundo para Curitiba e quando o fez chegou a ouvir o que os incréus costumam dizer de quem enxerga mais longe do que a maioria dos políticos.

Petraglia não é mais dirigente do Atlético, mas, nesta entrevista, não esconde os sonhos que tem para o clube do coração. Fala sobre os rumos do futebol brasileiro, as dificuldades dos dirigentes e os salários milionários. “O melhor legado de um clube seria fazer o torcedor responsável pela sua paixão”, defende ele. No bate-papo com Fábio Campana, Nêgo Pessôa e Denise Mello, o ex-presidente do Atlético alerta ainda sobre os riscos de não haver dinheiro para a conclusão da Arena dentro das rigorosas normas da Fifa. Petraglia aponta o problema e traz uma polêmica solução: “Uma só Arena para Atlético e Coritiba”. Acha loucura ou uma ideia brilhante?

Leia a entrevista a seguir e entenda como pensa Mário Celso Petraglia.

Qual o maior entrave para que o futebol no Brasil seja um negócio lucrativo, sem perder o ingrediente da paixão que motiva o torcedor?

Há um conflito grande, porque futebol é um entretenimento, uma paixão, que no Brasil abrange quase 90% da população. Dificilmente a reforma feita na Europa, que transformou a maioria dos clubes em empresas conduzidas de forma profissional, acontecerá no Brasil, em função de uma cultura que o torcedor se sente dono da marca. O torcedor corintiano se sente dono do Corinthians.
As tentativas no Brasil, como as do Bahia, Corinthians e Vitória foram todas frustradas. O modelo brasileiro deve seguir com essa situação jurídica, dos clubes de futebol sem uma finalidade lucrativa e consequentemente isento de impostos. É um negócio privado na legislação, mas é público na cultura. Aí está uma das incoerências. Por ser uma atividade protegida e isenta de impostos, o Estado se sente no poder de legislar sobre ela.

Na época em que você estava no comando do Atlético, de que forma essa mistura de público e privado acabou provocando problemas?

Provoca alguns problemas, mas eu acho que há mais benefícios que prejuízos. A carga tributária no nosso país é altíssima, os clubes sendo isentos é uma grande ajuda. Por outro lado, temos o estado legislando sobre meia-entrada para estudantes, professores, etc. Eu não acredito que o Brasil caminhe para um modelo de clubes-empresas que paguem todos os impostos e tenham a liberdade de amanhã abrir o capital, ir para a Bolsa, pegar investidor. Porque também tem o conflito dos objetivos da satisfação do seu acionista.

Em uma atividade econômica a satisfação do seu acionista é o lucro, o desenvolvimento para trazer aquele resultado econômico. Na atividade recreativa e de entretenimento a satisfação do nosso sócio é a vitória, o título. Você vender um jogador faltando algumas partidas por um grande valor econômico, ou perder o negócio e ele permanecer para você ganhar o título é uma situação extremamente conflitante. É possível conciliar, mas em uma estrutura que o Brasil precisa alcançar, que permita você ter as clássicas receitas de bilheteria, merchandising e televisão dos custos do futebol. Você tem que vender o espetáculo e não seus palhaços, e essa frase não é minha, acho que é do Sócrates, o jogador. Somos obrigados a vender o nosso artista, porque a venda do espetáculo não está organizada ainda no Brasil.

Mas para quem é este espetáculo? Existiria aí um conflito do governo entender que esse é um espetáculo para o povão?

É um espetáculo para o povão, não muda. Veja, temos um país de 190 milhões de habitantes, vinte clubes na primeira divisão e vinte na segunda. Como é que você vai dar esse espetáculo ao vivo para a população como um todo? Não dará nunca. A oferta será sempre para uma camada privilegiada. Não há outro jeito. Se for para oferecer de forma massificada, você usa a televisão. Eu fui ver os três tenores nas Termas de Caracala, em 1990, o preço era absurdo. O povão não pode pagar, mas vê no pay per view. O Cirque du Soleil, ao vivo é para privilegiados. Agora, não é por isso que o povo não vai ver na televisão.

Por mais que você massifique, você vai estar sempre injustiçando alguém, porque não cabem todos. Mas o conflito a meu ver não está aí, mas no custo deste espetáculo. Um treinador se acha no direito de ganhar R$ 600 mil/mês. Como é que você tem receita para pagar esse custo? O modelo econométrico da atividade lúdica, mágica do entretenimento futebol está falido. As receitas são insuficientes para os custos de mercado. Os que sobrevivem é porque venderam seus palhaços.

E como elevar a receita dos clubes para bancar o espetáculo?

Faltam ainda duas vertentes no Brasil: bilheteria, a preços compatíveis, e merchandising, pouco explorado pela falta de credibilidade. As marcas não se vinculam aos clubes mal dirigidos, falidos. O futebol é uma atividade extremamente elitizada, com fundamento econômico, ou seja, quem tiver dinheiro, estrutura, faturamento, faz um espetáculo de alto nível porque contrata os melhores artistas. Mas eu tenho certeza de que o futebol vai se manter cada vez mais forte no mundo e no Brasil. E agora com a vinda da Copa do Mundo de 2014 vai ser possível uma revitalização no modelo brasileiro.

E o futebol paranaense terá espaço nessa revitalização?

Temos 12 clubes considerados grandes, respeitados no Brasil. Temos quatro do Rio de Janeiro, quatro de São Paulo, dois de Minas Gerais e dois do Rio Grande do Sul, que se desenvolveram graças à economia e política desses estados. O resto não existe.
Eu vejo o futebol paranaense com viabilidade, principalmente o da capital. O resto esqueça. Não acredito mais nessas competições estaduais, estão falidas. Alguns clubes já participam da terceira e quarta divisão, e porque não criar a quinta e a sexta? Esse é o caminho. Com a disputa de torneios regionalizados, restritos ao território próximo, ligados a um todo.

O que você acha da interferência de empresas públicas como a Petrobras que colocou dinheiro no Flamengo ou a Eletrobrás que patrocinou o Vasco?

Vou falar do Vasco. Um time que, pela gestão que teve, caiu para a segunda divisão, com sérios problemas financeiros, sem infraestrutura, o São Januário necessitando reformas, uma readequação. Mas tem uma função social determinante e fundamental. Então o governador ligou para o presidente da Eletrobrás e conseguiu um patrocínio para a camisa do Vasco, de vários milhões de reais por ano, fala-se em duas dezenas. E eu acho que está certo. Não podemos deixar o Vasco quebrar, uma coisa é a instituição outra coisa é a competição no campo. São cem anos. Não se cria outro Vasco da noite para o dia. Mas não dá para esquecer que esse dinheiro de estatais é a eterna solução paliativa. O Estado tem que intervir e obrigar que os clubes se organizem. Não é possível apenas aplicar dinheiro público para salvar os times em alguns momentos. Tem que cobrar e punir os dirigentes incompetentes.

Enquanto isso, os salários de jogadores e técnicos estão nas alturas. Esse descompasso financeiro não prejudica a gestão dos times no Brasil?

Você encontra técnicos ganhando salários absurdos. Eu nunca aceitei isso. O grande problema é você contratar um técnico não qualificado pagando o que o qualificado ganha. Pagar R$ 200 mil para o Geninho, por exemplo, é um grande erro. Mas é o mercado… Então eu prefiro não ter, do que pagar para quem não merece. Felizmente, conseguimos nesses anos conduzir o Atlético Paranaense de maneira que o nível de endividamento foi decrescente, praticamente zerou. Agora nos outros clubes que continuaram as suas loucuras essa curva foi absurda, com crescimento das dívidas, fiscais, trabalhistas… E eu não vejo solução, nem com Timemanias, que resolva isso aí. O caminho será uma falência, um trambique geral, uma anistia irrestrita imposta pelos credores e esta marca será conduzida por outro grupo, criando um novo clube utilizando aquela paixão da torcida, então cria-se um novo Botafogo. Começa tudo de novo, com a mesma marca. A razão social não importa, o que o torcedor quer são as cores, o nome e o escudo. E começar um novo ciclo, daí de uma forma mais responsável. Então quebra, acaba e começa uma coisa nova dentro de uma outra regra. É assim que vejo.

Mas daqui para frente meu amigo, vai ter que ser aprovado orçamento pela Liga, você não pode contratar nem prometer aquilo que você não tem dinheiro para pagar. Um clube como o Atlético é isento de todos os impostos, então o Estado está no seu direito de intervir, determinando regras. Ou a própria Liga, como acontece na Europa. Se você chega ao final do ano e está insolvente, cai de divisão.

Para transformar o futebol paranaense em um negócio viável, você chegou a defender, lá atrás, uma possível fusão entre os rivais Atlético e Coritiba. Essa ideia ainda lhe parece viável?

A ideia da fusão não, ficou para trás. Mas temos que ter a sensibilidade, a visão, a consciência e a clareza do nosso tamanho. Curitiba, Paraná, em nível nacional, na atividade futebol, não existe. Não temos torcida, não temos marca, não temos mercado, absolutamente nada. Ou a gente continua crescendo nesse mesmo ritmo, de 15% a 20% ao ano, ou amargaremos o ostracismo para o resto da vida. Mais cem anos pelo menos. Temos, portanto, que fazer algumas coisas que nos tire do atraso, como qualquer outra atividade econômica.

Se, no Paraná, eliminarmos os campeonatos estaduais, fizermos uma grande campanha do paranismo para que os filhos desse estado torçam para clubes daqui, eliminarmos absurdos como esse do Corinthians Paranaense, que é a entrega do nosso mercado para marcas paulistas, e unirmos as forças maiores do estado, teremos melhores condições de buscar esse crescimento e desenvolvimento. Se continuar a autofagia, autodestruição, e um querendo trucidar o outro, continuaremos pequenos.

De que forma a inclusão de Curitiba como uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014, poderá beneficiar a cidade e o futebol paranaense?

Todos sabem as dificuldades, a briga com a Federação, com o Pinheirão, tudo isso para que a Copa do Mundo viesse para Curitiba. O envolvimento do poder político para trazer a Copa foi muito pequeno, não foi no mesmo nível que em outros estados. O trabalho e a existência da Arena, do Atlético Paranaense, possibilitaram a vinda da Copa para Curitiba.

Agora começa para valer. Em agosto, as cidades escolhidas terão que apresentar ao governo e à Fifa as suas viabilidades econômicas. Fontes e origens dos recursos, garantias, tomadores, investidores, quem vai pagar a conta. Ou seja, até agora, passamos no vestibular, estamos na universidade, mas precisamos comprar os livros, pagar a matrícula, precisamos fazer a lição de casa do segundo momento.

Adequar Curitiba em alguns pontos, como a ampliação do aeroporto, uma rodoferroviária nova, a logística da cidade, melhor segurança, melhorias na parte hoteleira… e a conclusão da Arena. O que nos possibilitou ser escolhidos é que a Arena é uma iniciativa privada, que é o que a Fifa prega. A grande preocupação da Fifa é o legado, é o depois que a Fifa for embora, em julho de 2014, terminada a Copa, o que sobrou? Manaus ficou com um estádio de 60 mil pessoas, fará o que com aquilo? Virou elefante branco. Na Coreia, temos estádios construídos para 2002 que já foram demolidos, porque não serviam para nada. Quando é privado o dono tem o compromisso da solução e como é de um clube de primeira, terminada a Copa o Atlético continuará jogando e a população se servindo, ou seja, tem o depois.

E você acha que haverá dinheiro para a conclusão da Arena, dentro das exigências da Fifa?

Ninguém sabe. O Atlético Paranaense não tem condições nem o direito de que nenhum dirigente proponha terminar a Arena ao seu prejuízo, ao seu sacrifício. O nível de exigência do caderno de encargos da Fifa é leonino. Tínhamos um caderno de 1995, em que o Atlético Paranaense se baseou para fazer o projeto em 1997, que teve a primeira fase inaugurada em 1999. Estávamos dentro do caderno de exigências. Em 2000, na visita da Fifa, o Brasil postulou ser sede da Copa de 2006, depois acabamos perdendo para a Alemanha. Naquele momento, estávamos plenamente adequados, prontos. Era concluir aquele lado do colégio e fim de papo. Então tivemos a Copa de 2002 na Ásia que já foi um desbunde. Construíram 20 novos estádios. Depois tivemos a Copa de 2006 na Alemanha que foi a Copa das Copas. Em setembro de 2007, depois de todas as brigas para que Curitiba participasse, defendemos que a sede fosse a Arena e não o Pinheirão. Nosso estádio estava quase pronto e não precisaríamos de dinheiro público – e isso tem que ficar muito claro, porque esse é o meu grande argumento. Eu não tinha conhecimento que em setembro de 2007 a Fifa viria com um caderno novo, o que surpreendeu a todos. O nosso projeto e as nossas afirmações eram baseadas no caderno de 1995.

Eu tenho feito a seguinte analogia, é um Stock Car e uma Fórmula 1. O campeonato do mundo e os estádios eram uma corrida de carros reformados, velhos, adequados e hoje, com as novas exigências da Fifa, são uma Fórmula 1, uma Ferrari. Quem vai pagar essa Ferrari? Quem é o beneficiado deste espetáculo? É o estado, é a cidade, não é o clube. Porque o Atlético não precisa de uma Ferrari para depois da Copa disputar o campeonato estadual. Dentro dessa comparação, nossa realidade é a Stock Car. E aí? O que fazemos com a Ferrari? O Atlético já decidiu: não põe um tostão para a satisfação das exigências da Fifa. Para quê? Não tem nem razão, nem motivo.

E como resolver isso se a Copa de 2014 será no Brasil e é preciso atender às exigências da Fifa?

Temos defendido que Minas Gerais tenha um estádio para Atlético e Cruzeiro. São Paulo deveria ser uma só arena para os três, e assim por diante. Uma só Arena para Atlético e Coritiba.
Por um lado, a adequação para os jogos da Copa, na Arena do Atlético, está estimada em mais ou menos R$ 100 milhões. Por outro, o Coritiba precisa revitalizar a praça dele, tentou algumas alternativas, mas não se viabilizou. Porque não unirmos os interesses dos dois em uma só praça esportiva? Cada um fica com seu centro de treinamento, com a sua administração do futebol, e o nome seria Arena Atletiba. Eles vendem o Couto Pereira, pegam esse dinheiro e a gente termina a arena. Aí o estádio fica exclusivamente privado. Quando um joga fora o outro joga dentro, quando um joga sábado o outro joga domingo. Teremos 70 datas por ano para viabilizar. É uma equação geométrica, dois mais dois nesse caso serão cinco ou seis. Quando você tem massa, quantidade, você tem 70 jogos por ano, se tivermos os dois clubes. Senão teremos 35 no nosso e 35 no deles. Terão dois investimentos para serem amortizados e para dividir o uso pela metade.
Lá em Munique eles construíram a Allianz Arena, a mais bela de toda Copa do Mundo da Alemanha. É o estádio oficial dos times TSV 1860 Munique e Bayern de Munique. Com uma cobertura de resina inflável, que recebe luz por dentro, ela fica ela fica azul quando joga o TSV 1860, e vermelha quando joga o Bayern.


A proposta de uma Arena Atletiba é bastante polêmica. A rivalidade entre os times não poderia inviabilizar esta ideia?

Precisamos jogar fora a pobreza da aldeia e deixarmos de lado a emoção e a paixão, o fanatismo e a inveja. É preciso trabalhar o futebol, neste momento, como negócio, até para depois aumentarmos tanto o faturamento quanto a paixão.

Você deixou de ser dirigente do Atlético no ano passado. Como torcedor você está sofrendo diante da péssima campanha na Série A?

Muito. Porque com o sacrifício para deixar uma estrutura sem dívidas não era para estarmos sofrendo tanto. O futebol mudou muito nestes últimos cinco anos, tem uma podridão. E as pessoas não estão se dando conta. É diferente você ser dirigente, você tem sobre a cabeça uma pressão. Eu já não me lembrava mais como não era ser dirigente, depois de 14 anos no comando do Atlético. É muito bom não ser dirigente.

E o que você responderia para os torcedores que pedem: “Volta Petraglia”?

Isso não existe, não tem a menor possibilidade.


Por quê?

Porque eu não quero. Eu acho que já passou, já virou a página. O que eu tinha que contribuir já contribuí. Já está aí o legado, nos 14 anos de trabalho: a vinda da Copa, a construção e conclusão da Arena, o campeonato brasileiro, o vice-campeonato da Libertadores, um clube sem dívidas, uma marca reconhecida, um case nacional e mundial. Já fiz a minha parte.


50 comentários

  1. quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 19:27 hs

    O Home tá loco!
    Interna, juntar atlético e Coritiba é querer cruzar gato com cahorro.

    js

  2. paulo oliveira
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 19:39 hs

    Sou coxa-branca gostei da ideia da ARENA ATLETIBA…

  3. Marcelo Ribas
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 19:41 hs

    Apoio incondicionalmente essa idéia. Só ela salva a copa em Curitiba

  4. quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 19:45 hs

    Sensacional a idéia de uma Arena única para Atlético e Coritiba, sou coxa branca mas o que é bom tem de ser defendido, se é para melhorar a performance dos times da LindaCap que se faça apenas um Estádio.

  5. quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 20:05 hs

    Só concordo com o fim da TROSIda DESORGANIZADA, q só prejudica seus Clubes perdendo mando de jogos e com isso deixa de arrecadar, os torcedores não acompanha seus Times. Qto a fuzão de um só Estadio só se fosse unificado aquele lá no ALTO DE TANTAS GLÓRIAS.

  6. quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 20:36 hs

    Antigamente nunca apoiaria essa idéia, mas hoje, tendo como exemplos vários lugares no mundo, dou a mão a palmatória..Um único estádio, grande, pras duas grandes torcidas….apóio essa idéia….

  7. mauricio
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 20:44 hs

    Concordo com o fim das organizadas.
    Bem que ele poderia explicar como conseguiu construir a Arena em 4 anos (1995-1999).
    E não me venha com este papo da venda do Oséas e Paulo Rink…

  8. Claudia Wasilewski
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 21:00 hs

    Socorro!!!! Fábio e Nêgo (meu conterrâneo) vcs não riram? Conseguiram ficar sérios?
    O que é isto? Água e azeite não se misturam. Cada um no seu quadrado.

  9. Astrogildo
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 21:06 hs

    Mas tem que ser um novo estadio num local neutro, dai eu apóio essa idéia.

  10. Rock
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 21:16 hs

    Eu como Atleticano concordo, mas os jogos do ATLETICO devem ser nas Quartas com TV e dos coxinhas na quinta sem TV. No final de semana os coxinhas jogam no sabado e o ATLETICO,no domingo com TV. Se quiserem assim tudo bem se não eles que joguem no chiqueiro deles o dia que quiserem.

  11. Joana D'arc
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 22:30 hs

    o “cosa nostra” pirõ!!!!!!!!!!!!!!!!!! eu até gosto dele, mas o almoço não fez bem e ele hoje.
    claro que os xoxa gostaram, é o único jeito de terem um estádio….
    sabem por que o HC é refer~encia na gripe suína????? porque fica perto do couto….(esgouto)

  12. aldo
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 22:32 hs

    Como atleticano quero dizer que a idéia é ridícula.

    Jamais daremos 50% do nosso estádio por tres jogos na Copa Mundo.

    A idéia para um atleticano é Burra. Para o coxinha é ótima.
    O coxinha e paranico que façam juntos uma arena no Pinheirão.
    Petraglia, dinheiro não é tudo, vai com calma.
    Petraglia, que decepção com voce.

    Furacão ho ho, furacão ho oh…..

  13. Cap. Nascimento
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 22:43 hs

    A arrogância e a prepotência dos poodles (basta ler o comentário do rock), verdadeiros forasteiros e framenguistas frustrados sem identidade com a cidade de Curitiba, jamais irão permitir tamanho absurdo. Ainda bem e graças a todos os Deuses, pois como Coxa-Branca e Curitibano me recuso a usar o mesmo espaço deles.
    Quanto a ideias do metralia (outro forasteiro), é sempre bom ficar com os dois pés atrás.
    Sai fora reiquejão, ningué te aguenta mais.

  14. Coração alvi-verde
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 22:54 hs

    Como coxa branca achei a ideia excelente.
    Petráglia presidente do Coritiba em 2010

  15. Durval
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 22:55 hs

    Como coxa branca achei a ideia excelente.
    Petráglia presidente do Coritiba em 2010

  16. Diego
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 23:00 hs

    Gostei da idéia Petraglia
    vamos ser donos de metade do estadio dos porquinho

  17. Carlos Lima
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 23:12 hs

    Digo a todos q ele é visionário. Sou Coxa e vejo que ele é o único dirigente que não é medíocre. Eu sou Coxa dos tempos que disputavamos titulo sempre, várias vezes semifinalista de brasileiros, e campeão. Hoje vcs dos comentários acima, são atleticanos q ficam felizes em não cair, e nós Coxas lutamos para não cair. Torcemos pra que uma campanha boa caia do céu. O q o Metráglia quer para o cap, quero eu pro Coxa. Um time vencedor a nível nacional. Uma fusão é impossível??? Mas seria o ideal pra nos orgulharmos do futebol paranaense. Somos uma vergonha, e nos contentamos com a possibilidade de não cair e de que o outro caia. Ridiculo. Talvez o Petráglia seja daqueles ecos q só daqui a um século se reconheça. Não o conheço e como Coxa não gosto dele, mas o admiro por estas posturas acima da mediocridade. Como ele, eu sou vencedor. Pena q não sejamos ouvidos. Um estádio só, pra 100 mil espectadores, pq não. Pq em Minas, em Milão, em… pode??? Aqui ficam dando risada. É, o mundo é dos medíocres.

  18. Coxa
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 23:13 hs

    Nunca… esses dois comentarios de quem apoiou essa idiotice só pode ser de poodles se passando por COXA, pq não acredito que um tocedor COXA apoie isso.

    Aos demais que esteja bem claro que isso é idéia do Petraglia, nao de nenum COXA para comentar que estamos querendo isso.

  19. Thiago Borba
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 – 23:19 hs

    Na minha opinião ele esta com uma ampla visão do que esta acontecendo
    no nosso futebol paranaense…e acho que nenhum presidente a nível do que eramos em 1995 faria uma Arena da baixada.
    O que ele fez pelo atlético é um fato incontestável, mas nao concordo com algumas atitudes que ele vinha fazendo nos ultimos anos, foram meio arrogantes!
    Mas quanto a arena ser do Coritiba também até entendo, mas nao iria proceder, nao iria dar certo!

  20. CLOVIS PENA -
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 4:04 hs

    A gente nunca fica sabendo de todas as intenções.
    Tem GIGI nesta ???

  21. Carlinhos
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 8:00 hs

    Vamos por partes:
    1 – A idéia é que o Coxa venda o Couto e ajudo na conclusão da Arena. Por que não o contrario? O Atlético vender a Arena e um novo estádio no Alto da Glória.
    2 – Concordo se os dois estádios forem vendidos e o novo estádio fosse no Pinheirão, mas também fosse do Paraná Clube.

  22. quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 8:11 hs

    Eu concordo/////// desde de que pintem o estádio de verde e branco , tudo bem……….

  23. Ricardo
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 8:52 hs

    Ficou malucão! Como ficaria? Coxarão? Fuxacão? Furaxa?

  24. Ita...
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 8:55 hs

    Acredito…!!!!!!. Era so oque faltava……………………….!!

  25. O bom
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 9:10 hs

    O Petraglia, deveria vender a Arena e ficar sócio do pastor Edir Macedo. Dois Trampas

  26. jpires
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 9:10 hs

    Petraglia presidente do Coxa! Juliaõ da Caveira presidente da império!

  27. Marco
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 9:52 hs

    Isso é impossível!!
    Com o baixo nivel de educação; com a falta de senso humano e falta de respeito com o próximo, e com marginais infiltrados em ambas as torcidas… essa idéia é patética, pra não dizer irresponsável!!!
    “Em outros lugares do mundo”!!! É querer comparar Ferrari com Fusca!!
    Enquanto não INVESTIREM em EDUCAÇÃO FORTE para os cidadãos… não adianta LEVANTAR A BANDEIRA DA COPA 2014!!
    Demagogia pura… é querer se aproveitar da pobreza (economica e espiritual) das pessoas!!!
    Desperdício total de dispêndio financeiros querendo trazer a Copa para o Brasil!!!
    Deixará sim, sequelas inimagináveis…
    Só trará “benefícios” a quem já não precisa… haja vista a desproporcionalidade da distribuição de renda!!!
    Só está sendo ‘viável’ do ponto de vista das altas classes predominantes existentes em nosso País, mísero e capenga!!!

  28. Foiad
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 9:52 hs

    Petraglia é um homem a frente de seu tempo. A ideia é extraordinaria, não ha a menor necessidade de termos dois estadios em Curitiba.

  29. TO LIGADO!
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 10:05 hs

    Fabio, voce joga na do Coronel?

  30. O Povo
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 10:28 hs

    Quem não te conhece, que te compre?
    Petralia é o típico Renan Calheiros (Coronel do Cangaço), só sabe trabalhar nos bastidores, “os meios justificam os fins” para ele!
    Acha-se acima do bem , só esqueceram de avisar a ele que seu tempo passou! Seu pijama está sempre dobrado e que a Democracia apesar de tudo, é ainda o melhor sistema que existe, apesar que ele não acha isso!

  31. Onderléia Spena
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 11:33 hs

    Arena dividida???IMPOSSIVEL!!!
    agora é FATO qe se não fosse o PETRAGLIA o CAP não estaria com um CT e um estadio moderno como tem…
    Ele eh otimo nas finanças mas apenas nisso!

  32. Marco aurélio
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 11:56 hs

    Apoiado!

  33. Lingua de Krocodilo®
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 12:19 hs

    Uma proposta como essa não seria feita se somente Atlético e Coritiba ganhassem…”Deus é mais!”

    Ele, como empresário, poderia levar essa proposta para Cruzeiro e Atlético ou quem sabe para os gauchos, seria uma condição maravilhosa para Inter e Grêmio, acho que eles compram a idéia.

    Duvido que venha nascer em Curitiba um ATLETICANO ou um COXA que faça uma proposta de fusão. Ele foi o unico.

    Esses “visionários torcedores” ficam por ái e depois dizem que amam o clube.

  34. Marcus
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 13:09 hs

    Não sei se é por ai. Mas alguma coisa tem de ser feita. Na entrevista ele disse uma coisa que deve ser respeitada. Na copa, tudo bem. Por pior que sejam as seleções que virão para cá, haverá um público, embora o valor do ingresso gira em torno de U$ 100, s isto não nos melhores lugares. Mas e depois. Quando o jogo for entre, por exemplo, sem desmerecer o clube, Maringá x Atlético, ás 19h30 ou 20h00, quando sera necessário abrir toda a estrutura do estádio, para receber quantos torcedores?

  35. Rock
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 13:28 hs

    Cap. Nascimento coxinha, eu simplesmente me antecipei, o que voce queria que os coxas pegassem os jogos de Quarta Feira e Domingo e o glorioso ficassem com os de Quintas e Sabado. Essa sera a primeira desavença entre os dois clubes, principalmente quando disputarem o camp. Paranaense. Quanto a ser curitibano eu não sou já que sou nascido e resido no Sudoeste do nosso Paranazão. Quanto a ser Urubu da Globo, Deus me livre dessa praga, antes até optaria pelas Paquitas, já que tem a vantagem de ser paranaense, ruim mas do Paraná.

  36. carlos richa
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 13:34 hs

    ué se o Beto pode fazer aliança com o Requiao se o fazendeiro pode fazer aliança com o sem terras por que nao pdoe juntar o perna de pau com o dedo destroncado de polaco. Unir poooode

  37. quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 13:38 hs

    Ele é campeão. Algumas de suas idéias num primeiro momento parecem meio utópicas, mas se bem analizadas veremos grandes verdades. E quem assume clube de futebol deve trabalhar sem querer agradar ninguem. Simplesmente c foco naquilo q deve ser feito p o bem do clube e o desenvolvimento profissional do futebol q é administrado p amadores. Fui presidente de um clube pequeno aqui do RS e sei oq é conviver c gente q ñ se prepara, q só opina e tem soluções magicas, mas q nada fazem. Então admiro o Petraglia pela sua postura e atitude firme. O futebol necessita de homens como ele. Abraços….

  38. quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 13:44 hs

    A única idéia realmente brilhante é esta: ” Prisão dos dirigentes que não respeitam o orçamento”.
    Mas não devia ser só para os dirigentes de clubes não devia ser principalmente para políticos e não só por estourarem o orçamento, como por alguns tipos de abuso de autoridade, Apadrinhamentos e contratações ilícitas, e qualquer ato que custasse dinheiro do contribuinte sem especificação prévia. Aqui entram diretores de estatais Ministros, Senadores Deputados e toda essa Corja Impune que Assola o País – UMA VERGONHA,

  39. Isaias Rocha
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 – 15:22 hs

    Fiquei feliz ao ouvir uma notícia dessa essa manhã.O futebol paranaense está uma vergolha Nacional.

    Parabéns Petraglia pela coragem e determinação em se tratar um assnto como esse.

    Tenho certeza se algo não for feito logo todos os times do Parana estaram condenados a não existirem mais.

  40. Vandão
    domingo, 16 de agosto de 2009 – 22:10 hs

    Como torcedor atleticano, atualmente morando no estado de SP, fico p.da vida com o menosprezo para com o futebol do nosso estado… Para o restante do país os clubes paranaenses são medíocres. Gostei da idéia do Petraglia. Vamos fortalecer futebol paranaense… que prevaleça a razão sobre a emoção. Chega de colonianismo no nosso futebol. Defendo que paranaense deve torcer apenas para times do nosso estado. O momento é de consciência e união ! ARENA ATLETIBA JÁ !!!!!

  41. drumond
    domingo, 27 de dezembro de 2009 – 19:57 hs

    O Petraglia é um dirigente nato. As idéias comentadas nessa entrevista são arrojadas e interessantes. É uma pena não tê-lo na direção do Furacão. Aquela parte em que comenta sobre a interferência do Governo é muito preocupante e triste. É uma outra vergonha nacional.
    Parabéns, Petraglia pelo seu dinamismo.

  42. Ronaldo Oliveira
    quinta-feira, 27 de Maio de 2010 – 9:54 hs

    Bastou o Governo do Paraná anunciar a destinação de recursos através de fundos específicos para situações específicas como no caso, a conclusão das obras na baixada. Para que a mídia Paratiba tetracor (Vermelho, azul, branco e verde) e autofagista, manifestasse prontamente o seu repúdio.
    No entanto, eles esquecem que o Atlético vai sediar uma Copa do Mundo, é uma situação totalmente diferente da deles. E mesmo assim o Governo concederá recursos ao casal enamorado da dupla invejosa.
    Há um abismo muito grande que separa a insignificancia da segunda divisão e os clubes de ponta que disputam o futebol de elite. As necessidades são absurdamente maiores.
    Ainda assim, os recursos são destinados a viabilizar as obras de conclusão do estádio que sediará os jogos.
    Já para a dupla de invejososos os recursos seriam para aplicação na contratação de jogadores. Pois seus respectivos estádios de futebol estão tão mal acabados que sequer suportariam obras de revitalização.
    Hoje no programa matinal ‘No mundo da Bola’ numa das rádios de Curitiba, alguns comentaristas deitaram falação contra o critério estabelecido pelo Governo quanto ao percentual de distribuição das verbas. Esquecem-se eles, que este mesmo critério é adotado pelo clube dos treze, em relação aos clubes rebaixados para a segundona. O pior é que esse espírito de inveja e autofagia da grande mídia paranaense é que tem mantido o futebol do Estado do Paraná a margem dos maiores centros futebolísticos do Brasil. Lamentável.

  43. Ronaldo Oliveira
    domingo, 30 de Maio de 2010 – 22:14 hs

    A dimensão de cada Clube: HOJE OS CLUBES PEQUENOS JÁ NÃO SÃO TÃO PEQUENOS, E OS CLUBES GRANDES JÁ NÃO SÃO TÃO GRANDES. NA VERDADE, OS TIMES TEM A GRANDEZA PROPORCIONAL À AMBIÇÃO DE SEUS DIRIGENTES. O ATLÉTICO PARANAENSE, TEM UMA ESTRUTURA DE TIME GRANDE, NO ENTANTO, TEM SIDO ADMINISTRADO COMO UM TIME PEQUENO. E ISSO EXPLICA AS PÍFIAS CAMPANHAS DOS ÚLTIMOS CINCO ANOS NO BRASILEIRÃO.

  44. Ronaldo Oliveira
    domingo, 6 de junho de 2010 – 13:03 hs

    Porque cairemos para a segunda divisão:

    Porque o Atlético é um time sem criatividade, tornou-se muito previsível, diferentemente do Coritiba e do Paraná Clube, que nos surpreende a cada rodada. Porque as nossas duas únicas estrelas, Paulo Bayer e Alex Mineiro, estão em declínio final, já não dispõem de vigor físico suficiênte para fazer a diferença. Quanto aos demais, são apenas esforçados, mas com nível de talento duvidoso. O potencial produtivo do time, alcançou o ápice contra o Botafogo, mas nenhum time consegue se superar indefinidamente, estes espasmos ocorrem eventualmente. Para manter-se na primeira divisão o Atlético necessita urgentemente de pelo menos tres jogadores criativos com capacidade acima da média e lamentavelmente não vejo isso em nenhum jogador no atual elenco. O destino do Atlético está nas mãos dos Senhores Diretores, se querem o Atlético competitivo e vencedor contratem jogadores criativos, caso contrário, se querem apostar nas limitações do elenco atual, optarão pela segunda divisão e estarão definitivamente apequenando esse Clube que pela estrutura que tem deveria estar entre os maiores desse país.

  45. italo rasetto
    domingo, 30 de janeiro de 2011 – 11:56 hs

    por favor, necessito falar con Mario Celso Petraglia.
    Italo de Genova Italia

  46. PAULO ROBERTO DE SOUZA
    quarta-feira, 23 de março de 2011 – 9:58 hs

    POR FAVOR VOLTE PETRALIA E SALVE A NAÇÃO RUBRO NEGRA DE VEXAMES

  47. Anônimo
    domingo, 3 de julho de 2011 – 12:50 hs

    Já dividimos estadio antes, na décda de 70 e 80, não é péssima idéia.

  48. Daniel Muller Palhano
    segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 – 18:04 hs

    PETRAGLIA, VC FALOU …ENTÃO TÁ FALADO E FIM DE PAPO!

  49. Vanderlei Carlos de Assis Juni
    segunda-feira, 15 de abril de 2013 – 16:10 hs

    Sem nenhuma possibilidade?!?! Vai ser campeao de tudo com o atlético…. podem me cobrar….abraço.

  50. Raphael
    sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 – 17:03 hs

    E volta à tona a ideia desse canalha mentecapto…

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