CCJ do Senado está ouvindo Lina Vieira | Fábio Campana

CCJ do Senado está ouvindo Lina Vieira

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Neste momento, em sessão da CCJ, Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, deve falar sobre o suposto encontro com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no qual a ministra teria pedido para “agilizar” as investigações contra a família Sarney.

Em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, Lina afirmou que entendeu a solicitação como um recado para “encerrar” a investigação.

“Falamos sobre amenidades e, então, ela me perguntou se eu podia agilizar a fiscalização do filho do Sarney”, disse ao jornal. Dilma nega que o encontro tenha ocorrido, mas Lina mantém a versão e diz que existem testemunhas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou na polêmica para defender a ministra da Casa Civil. Ontem, ele disse que a ex-secretária da Receita Federal tem de apresentar a agenda onde constaria a reunião.

“Seria tão mais simples e fácil [provar] o que a secretária diz, que encontrou com a Dilma. Não precisaria nem gastar dinheiro, comprar passagem, ir ao Congresso. Era só pegar as duas agendas [da ministra e da ex-secretária] e ver o que aconteceu”, disse Lula.


8 comentários

  1. bimbo
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 11:51 hs

    Só o lula “não sabe” que esse encontro não foi agendado, foi pedido pela dilma “por baixo dos panos”.

  2. Ita
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 12:26 hs

    Lina entendeu que a solicitação era um recado para “encerrar” a investigação, porque é burra.
    Agilizar não quer dizer encerar.
    Acho que se a Dilma pediu para agilizar é porque queria que fosse apurado os fatos com mais rapidez, para punir os culpados.
    Se a Dilma pediu para agilizar as investigações fez o certo.

  3. Alessandro
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 12:58 hs

    O “presimente” já mostrou (pela enésima vez) de que lado está: da corrupção, da ilegalidade, da mentira. Em suma: do mal.
    A Dilma determinou que o encontro não constasse em qualquer agenda e, agora, quer alegar que o encontro não existiu por que não foi agendado.
    Cinismo pouco é bobagem.

  4. terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 13:01 hs

    Engraçado como tudo é simples para o lula, quem sabe se não exisitsse o Senado as coisas seriam mais faceis, bom pelo menos para o lula.. Lógico confrontação das agendas por que não, elas não falam mesmo, e outra toda proval é refrutavel mesmo, ainda mais quando so atingidos são os bem aventurados palacianos, curruptos e enfadonhos algozes do povão… “viva o virus da gripe suina”, que infectem logo os lulas e PT’s da vida…

  5. bimbo
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 13:58 hs

    Ita, vc. não entendeu o “espírito da coisa” !

  6. oblongo
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 14:10 hs

    Sinceramente Ita, a burra dessa história toda não pode ser a Lina… Diz o dito popular: o pior cego é aquele que não quer ver… Se a Lina disse o que disse é porque ela participou do contexto da situação e a Dilma deve ter deixado bem claro o que ela queria dizer com o “agilizar” a investigação…
    Com toda franqueza, sempre votei no Lula e tenho uma simpatia pelo PT, simpatia esta que a cada dia fica mais abalada, mas vc vir chamar a Lina de burra, francamente… Por mais que tenhamos nossos vínculos partidários, devemos nos pautar pela ética, só com ela o povo brasileiro poderá sair dessa situação constrangedora em que nos vemos envolvidos com todos esses escândalos no governo e no senado. Tudo em prol da governabilidade não me parece ser o caminho certo para um projeto de nação que almejamos.
    Francamente Ita, todos os seus comentários são carregados de parcialidade e falta de bom senso.

  7. Alessandro
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 14:15 hs

    Ita, nos diga então porquê Dilma mente que não teve o tal encontro, se suas pretensões eram tão nobres como você acredita.

  8. terça-feira, 18 de agosto de 2009 – 17:31 hs

    PARABÉNS PARA A SENHORA LINA E PARA OS SENADORES DA OPOSIÇÃO.

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