A esbórnia, o acordo, o Senado e o fundo do poço | Fábio Campana

A esbórnia, o acordo, o Senado e o fundo do poço

A semana da UOL


2 comentários

  1. sábado, 15 de agosto de 2009 – 22:41 hs

    A mentirosa já tem o Mentiroso Mor como Aliado, aliás a única coisa que não me lembro de ter Visto é o Sr. Lula da Silva apoiando nada decente ou louvável, Mentira, escândalo. omissão, acordos históricos, onde até o sócio alerta: “isso, não passa no senado”, isso para não esticar demais.

    Que é uma Vergonha Inominável É. Que o Collor devia simplesmente esquecer o nome de Jesus, isso é outra verdade, pensei que já tinham usado Seu Santo nome em Vão, vezes suficientes. Pelos vistos ainda não.

    Quem sabe vc volta para o Havaí. de férias e Honra o Brasil com a sua ausência Sr Collor de M…

  2. SARNEY PRA SE COÇAR
    sábado, 15 de agosto de 2009 – 23:44 hs

    Eu apenas quero dizer que isso tudo é reflexo do nosso comodismo. Precisamos mudar esse quadro. Que essas raposas velhas, fedidas, endinheiradas e sedentos pelo poder vão cantar em outra freguesia e deixe a coisa pública para pessoas sérias que se contentem apenas com seu salário e se preocupem mais com o nosso Brasil e essa gente que na sua grande maioria, ou está totalmente endividada ou sofre com a miséria, fome e vioLência. Tenho dó sim dos empresários “sérios” que pagam impostos pesados, assim como nós trabalhadores pagamos também e assistimos em horário nobre nosso dinheiro sendo gasto com farra, viagens para amantes, surubâncias, jantares, carrões de luxo a 190 km por hora, vinhos caríssimos e risadas sarcàsticas do além. Isso é apenas um desabafo de alguém que todos os dias procura algo positivo para motivação e procura acreditar num futuro melhor, mas volto a dizer; acho que está mais que na hora de passarmos tudo isto a limpo e essa coluna vêm corroborar para isso. Espero ver menos reclamação, menos asponismo (termo inventado agora), menas compactuação por carguinhos políticos válido por 4 anosem troca dos seus verdadeiros ideais, comprometimento do caráter e ocultação da honestidade. Me perdoem o desabafo.

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