No Paraná, José Serra tem 46% e Dilma 18%, diz Vox Populi | Fábio Campana

No Paraná, José Serra tem 46% e Dilma 18%,
diz Vox Populi

dilma-serra

Ainda em São Paulo, hoje, o governador Requião recebeu de Orestes Quércia os dados da pesquisa Vox Populi publicada na coluna Painel da Folha de São Paulo. Ela mostra o tucano José Serra em enorme vantagem sobre Dilma Rousseff, do PT, no Paraná.

No cenário com Ciro Gomes, do PSB, Serra tem 41%, Dilma, 17%, e Ciro, 13%. Excluído Ciro Gomes, José Serra sobe para 46% e Dilma faz 18%.

Quando Serra é substituído por Aécio Neves, Ciro Gomes vai a 21%, contra 20% de Dilma e 16% de Aécio. Excluído Ciro, Dilma tem 23% e Aécio, 20%.

Orestes Quércia trabalha para que o PMDB apóie José Serra e se afaste do PT.

O campo foi feito com 850 pessoas em 49 municípios, entre os dias 12 e 18.


20 comentários

  1. Julio
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 11:14 hs

    Pesquisa valida é aquela formada apos as alianças……. estas ai agora não valem nada…..

  2. ehe
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 11:27 hs

    Quero ver divulgar as pesquisas do Nordeste.
    ehehe
    Aindam acham que o serra vai emplacar.
    80% do população quer a continuidade….

  3. Povo Decente
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 11:29 hs

    Esta pesquisa não vale de balizamento!

  4. Jaferrer
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 11:37 hs

    É certo que pesquisa agora não reflete muita coisa, mas é importante na medida em que mostra a paupérrima influência da militância do PT aqui no Paraná. Isto é fruto do péssimo desempenho do partido que a muito tempo se conforma em ser subserviente das vontades do Duce.

  5. Betina
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 11:41 hs

    ehe só pode ser piada né?!

    De ponde você tirou essa?

    Essa terroristinha de m, vai ser um fiasco pior que a martaxa e a gleisi!!!

  6. Mutuka
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 11:57 hs

    De novo uma pesquisa feita só no Clube Curitibano e no Country.
    Fala sério Sr. Quércia.
    Aliás, quem é o responsável pela reencarnação desse Sr.????
    Por mim ele estava mortinho da silva.
    E Bob Requi ainda fica ouvindo??
    E o tal Incor? Como ficou???

  7. Simpática
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 12:39 hs

    hehehehe que simpática a Dilma hein
    fala sério
    kekekekekekekeke

  8. encostacerca
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 13:27 hs

    Pô Campana, podia por uma foto normal, assim nao vale, vc busca as piores fotos desse pessoal do PT. Sacanagem

  9. Ita
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 13:48 hs

    Totalmente furada.
    Ele já saiu na frente em oura ocasião.
    O Povo não quer a volta do PSDB.
    Chega de Privatizações e de Empréstimos junto ao FMI.
    O Brasil nunca esteve tão bem como esta hoje, não podemos regredir.
    Vamos de Dilma, Pessuti e Greicy.
    Fora PSDB.
    Fora Serra
    Fora Álvaro.
    Fora Dias.

  10. Ita
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 14:05 hs

    Em alguns lugares do interior do PR, é o contrario.
    Dilma tem 60% e Serra 10%

  11. ESTA É DILMA - NO PARANÁ NÃO.
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 14:31 hs

    O cérebro do roubo ao cofre
    Com passado pouco conhecido,
    a ministra envolveu-se em ações
    espetaculares da guerrilha

    A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra das Minas e Energia: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro

    No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado.

    Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica no rosto para despistar a polícia.

    O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem.

    Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares.

    O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora “o maior golpe da história do terrorismo mundial”, segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada.

    Naquela tarde, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio.

    Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre.

    Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo, que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma.

    O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, não teve participação física na ação. “Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir”, diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.

    “A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização. Era o cérebro da ação”, diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome “Leo” e, em outra ação espetacular, ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo.

    “Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela.” O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado.

    Só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: “Joana D’Arc da guerrilha” e “papisa da subversão”. Dilma passou três anos encarcerada em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura.

    Décio Bar

    O capitão Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda armada no Brasil, e Iara Iavelberg, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Com Lamarca, Dilma Rousseff polemizou sobre os rumos da guerrilha, numa famosa reunião realizada em Teresópolis. Com Iara, ia à praia, falava de cinema, e tornaram-se confidentes

    A atual ministra era tão temida que o Exército chegou a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro.

    Durante o famoso encontro da cúpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural, e Dilma achava que as operações armadas deveriam ser abrandadas, priorizando a mobilização de massas nas grandes cidades.

    Do encontro, produziu-se um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff.

    A divergência com Carlos Lamarca não impediu Dilma de manter uma sólida amizade com a guerrilheira Iara Iavelberg, musa da esquerda nos anos 60, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Dilma chegou a hospedá-la em seu apartamento, no Rio. Juntas, iam à praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes. Nos três anos que passou na cadeia, seu nome chegou a aparecer em listas de guerrilheiros a ser soltos em troca da libertação de autoridades seqüestradas — mas a ação que renderia sua liberdade foi malsucedida. Aos 55 anos, recentemente separada de Carlos Franklin de Araújo, Dilma Rousseff não lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrás, embora exiba a mesma firmeza.

    “Ela é uma mulher suave e determinada”, diz a jornalista Judith Patarra, autora do livro Iara, que conta a trajetória de Iara Iavelberg (1944-1971). “Quando a vi na televisão, percebi que Dilma continua a mesma. É uma mulher espetacular e será uma sargentona no governo. Ela não é mulher de meio-tom”, resume o ex-companheiro de guerrilha Darcy Rodrigues.

    E TEM MAIS:

    DILMA E O PAC DA MENTIRA.

    Dilma, mestra e doutoranda de mentira

    Dilma Rousseff: a falsa doutora que quer governar o Brasil
    Sônia van Dijck

    Só mesmo sendo brasileiro para ter certeza de que tal fato é verdadeiro. Só no Brasil uma ministra de Estado (Ministra Chefe da Casa Civil) tem a cara de pau de se dizer doutora de mentirinha. Só os brasileiros clientes das tais Bolsas-votem-no-PT podem aplaudir uma falsária apresentada como “mãe do PAC”, que vai ser (ou já é?) a nova “Compadecida” (secessora do “messias salvífico” Lula), vinda para continuar a explorar quem paga impostos altíssimos em troca de ZERO serviços públicos, em nome do socialismo salafrário dos petistas.

    Pois é. Dilma Rousseff é uma grande 171 – além de estar fora da Lei nos artigos 297 e 299 do Código Penal.

    Essa criatura sem escrúpulo acadêmico deve ter sido designada por seu partido PT para desmoralizar a universidade brasileira por completo, dizendo-se doutora de araque. O governo petista, à luz de Gramsci, tem, sistematicamente, desenvolvido seu projeto de desmoralização e de desgaste das instituições democráticas republicanas (isso até parece até pleonasmo; mas como o governo Lula não entende nem de Democracia e pouco respeito tem pela República, vale a pena o pleonasmo); mas, era preciso desmoralizar a universidade, o mais alto título acadêmico, a competência dos professores-pesquisadores doutores, o mérito de quem produz conhecimento e o repassa às novas gerações, criando uma doutora fajuta.

    A Plataforma Lattes foi criada para ser um banco de dados acadêmico e científico por um dos nomes mais respeitáveis desse Brasil entregue aos desmandos petistas: Dr. Cesar Lattes (Dilma nem sabe de quem se trata…). Implantada no CNPq, a Plataforma Lattes tem sido a fonte de referência para quem precisa buscar nomes respeitáveis nas muitas áreas de conhecimento.

    Pois não é que, em sua megalomania, sua notória falta de honestidade, sua incorrigível propensão para a fraude, a corrupção, a mentira, a dissimulação, o governo petista conseguiu ter uma Ministra Chefe da Casa Civil, “mãe do PAC”, inscrita na Plataforma Lattes como mestra e doutoranda de invenção?

    O PT precisa desmoralizar a titulação acadêmica e Dilma Rousseff apresentou-se como perfeita candidata cara de pau para a função. Na prática da dissimulação, rapidamente (desde que a fraude foi denunciada pela revista Piauí), a dona moça retirou seu cadastro da Plataforma Lattes – agora, a versão oficial passará a ser “calúnia”, “campanha difamatória de fins eleitoreiros”, “intriga da oposição” e outras abobrinhas mais, tão usadas por Lula e seu seguidores, cada vez que explode um escândalo.

    E a tal mestra e doutoranda farsesca vai dar uma de vítima caluniada, para consumo dos incautos, para inspiração de discursos petistas que minimizarão a importância do diploma de doutorada (pois Lula chegou a ser presidente sem ter lido um livro sequer, apesar de fazer de conta que sabe tudo…), para a fé dos clientes do Bolsa-não-faça-nada, dos analfabetos que votam nos falsos salvadores da miséria, redentores do povão, que enchem as burras com a dinheirama retirada dos cofres públicos.

    E a tal mestra e doutoranda pensa nos cimos (vem das hostes do socialismo petista, mas fita o Planalto), quando se trata de estar fora da Lei: escolheu a UNICAMP para se nomear mestra e fazer de conta que é doutoranda – a moça, pelo menos, sabe que a UNICAMP é uma das mais respeitadas universidades brasileiras – claro que ela não iria escolher um desses cursos de pós-graduação de universidade particular de esquina, que mama nas verbas do ProUni… A falsa mestra e falsa doutoranda queria fazer de conta que está entre os melhores…

    Pela mãe do guarda!!!!! Vá ser cara de pau na casa da mãe de Gramsci!

    Essa criatura palanqueira não faz nem ideia do que é cursar uma pós-graduação, submeter-se à disciplina de estudo e pesquisa, às exigências do orientador, formular e desenvolver um projeto de pesquisa, submeter-se à arguição dos examinadores acadêmicos, e, depois de diplomada na pós-graduação, manter uma produção científica, através de publicações ou atuações no Brasil e no estrangeiro, de modo regular e sistemático.

    Gostaria de dizer a essa moça que é bem mais difícil do que subir no palanque e bradar falsas promessas, posar de socialista fajuta, defender senadores corruptos, bradar contra as elites, participar do governo petista e prometer um socialismo superado pela marcha da História.

    Mas, tenho certeza de que ela sabe que fazer um curso de pós-graduação é bem mais difícil do que sua prática politiqueira cotidiana. Por isso mesmo é que ela escolheu ser petista, Ministra da Casa Civil do governo Lula e candidata a ser Presidente da República.

    Corremos o risco de que a falsa mestra e falsa doutoranda chegue a presidir o Brasil. Que outras mentiras contará a presidente? quais as próximas instituições serão corrompidas? sobrará alguma pedra da universidade brasileira? que validade terá um curso de pós-graduação? merecemos que, de um apedeuta, passemos a ser governados por uma falsa mestra e falsa doutoranda? que outros dados Dilma tem forjado como ministra e poderá forjar como presidente?

    De qualquer modo, fica esclarecido que Dilma Rousseff não faz parte da comunidade acadêmica e que não é um de meus pares na universidade. Não passa de mais uma petista encarregada de solapar as instituições, conforme a lição de Gramsci.

    Dilma Rousseff tem tudo para fazer sucesso sem medo de ser feliz: a clientela do petismo nem sabe qual a importância de um título acadêmico e ela já deve ser chamada de “Dra. Dilma” por esses sertões esquecidos por Deus – nessas horas, seu ego deve ficar inflado de espírito acadêmico e de vocação universitária, na pose de dona da verdade e do saber do destino desse pobre povo brasileiro…

    PS: peço que repassem amplamente, mantendo o conjunto desses textos

  12. Tatuquara
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 14:37 hs

    Ita vc esta no Estado errado vai pro nordeste retirante da seca incomPeTentes aqui nao se criam.No nosso Parana incomPeTente não fora GERRILHEIRA,TERRORISTA E LADRA DE BANCO.

    FORA PT PARTIDO CORRUPTO.

  13. Yo
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 14:49 hs

    Ita, por alguns lugares você quer dizer as várias salas de 100 m² que servem de diretorio ao pt né?

    hj é a dilma pra presidente, amanha vai ser o beira mar pra governador e assim vai… vamos votar nos delinquentes de plantao mesmo…

  14. Vlad Tsepesh
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 16:05 hs

    Se for verdade, é um grande risco para o velhinho aceitar o apoio dos bolivarianos; pode haver transferência de rejeição. Que dilema, hein?!
    Maior dilema que o dele só o nosso: escolher a tresloucada que de guerrilheira comunista virou fã incondicional do Sarney ou o debilóide que voltou do exílio mais fascista que os seus algozes.

  15. Ricardo
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 19:27 hs

    Esse papo furado de empréstimo do FMI e privatização é papo furado. Lula fez um monte de privatizações! Olhem as BRs como estão. Engraçado que emprestar dinheiro pro FMI é bom agora, não era ele o Diabo?

    E o Lula ainda quer relançar o PAC, ve se pode.
    Essa mãe do PAC não ta com nada, ou alguém sabe de alguma obra aqui em Curitiba e no Paraná do PAC de grande relevância?

    http://noticias.uol.com.br/especiais/pac/ultnot/2009/07/28/ult6028u159.jhtm

  16. jango
    quinta-feira, 30 de julho de 2009 – 20:54 hs

    Se pesquisarem aqui no bairro Serra terá 100 % de votos a seu favor.

  17. CAÇADOR DE PETISTAS
    sexta-feira, 31 de julho de 2009 – 9:16 hs

    Sarney não é uma “pessoa comum”: Uma das maiores gafes de Lula

    Mais incentivo à impunidade: Lula defende Sarney novamente
    Defesa que Lula faz de Sarney repercute cada vez pior
    Este blogueiro comentou, aqui, a declaração infeliz de Lula a respeito das denúncias que giram em torno da pessoa do Senador José Sarney, Presidente do Senado.

    Perguntado, durante uma viagem ao Cazaquistão, a respeito de sua opinião sobre a crise no Senado, Lula disse que não podemos cair no denuncismo, que no fim as denúncias não dão em nada, e que não se pode tratar Sarney, devido ao fato dele ter uma longa história política, como uma “pessoa comum”.

    O comentário deste blogueiro, citado acima, foi obviamente crítico. Como pode Lula achar que críticas mais do que devidas constituem denuncismo? Como pode Lula aprovar expressamente o tratamento privilegiado para Sarney? Como pode Lula pregar tacitamente o conformismo com as pizzas?

    Pois bem. Na mesma linha do blogueiro, Ruth de Aquino, diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro, escreveu texto falando sobre o tema e também sobre as diversas gafes cometidas por Lula durante sua gestão.

    Ruth resume bem o porquê de ser devida a inconformidade minha, e de mais alguns, com a declaração do Presidente. Além disso, faz uma coisa que prezo muito e que aplico aqui no blog: Respeita os acertos e os méritos, criticando apenas o que é devido.

    Sendo assim, reproduzo:

    “Foi a maior gafe de Lula desde que caiu nos braços do povo, em 1º de janeiro de 2003. Mesmo quem não votou nele se emocionou quando um homem comum chegou à Presidência pelo voto democrático e limpo. Na semana passada, Lula disse que o senador José Sarney ‘não pode ser tratado como se fosse uma pessoa comum’. Lula foi sincero. Amaciado pelo poder, envaidecido pelas lisonjas e pela popularidade, ele acredita que uns são mais iguais que outros. E leva o pragmatismo político às últimas consequências.

    Lula nasceu em Pernambuco de uma família de oito filhos. Morou com a mãe, Eurídice, e irmãos num cômodo atrás de um bar em São Paulo. Trabalhou como engraxate e office-boy. Fez curso técnico de torneiro mecânico, perdeu um dedo numa prensa hidráulica. Em São Bernardo, tornou-se diretor do sindicato dos metalúrgicos. Testava seu carisma. Tentou cinco vezes a eleição para presidente. Uma história impressionante de persistência e sucesso.

    Sempre disse o que pensava. Em 1986, chamou Sarney de ‘grileiro do Maranhão’. Em 1987, chamou Sarney de ‘ladrão’ – perto dele, Maluf não passaria de ‘um trombadinha’. Em 1993, disse que, ‘de todos os deputados no Congresso, pelo menos 300 são picaretas’. Agora, Lula depende da bancada do PMDB, a maior do Senado. Em terras remotas, no Cazaquistão, defendeu Sarney e o colocou num pedestal.

    O que seria hoje, em 2009, um homem comum para Lula? De que princípios, de que vísceras ele seria constituído? Um dos fundamentos da democracia é que os governantes sejam vistos e cobrados como homens comuns. Qual seria o tratamento ideal para os poderosos no Brasil de Lula? Espera-se de um presidente do Senado a mesma dignidade e retidão de caráter de um chefe de família comum? Como é punido o homem comum que cai no desvio? Como deve ser punido o político ‘com história suficiente para não ser tratado como uma pessoa comum’? Que valores o líder transmite para o povo, com um discurso que trai sua própria história?

    Lula é hoje parte da elite que sempre criticou com ferocidade. Natural. A elite não é má por definição, já descobriu o presidente. Mas, por isso, ele se solidariza com figuras como Renan Calheiros, Severino Cavalcanti, Jader Barbalho? De vez em quando, Lula incorpora o sindicalista (lá fora) e critica os ricos e poderosos, em surtos de demagogia atabalhoada. Diante do premiê britânico, Gordon Brown, disse que ‘a crise foi causada por gente branca com olhos azuis’. Pegou mal. Amaciado pelo poder, ele acredita que uns são mais iguais que os outros. E, pragmático, defende Sarney.

    Foram mudanças profundas em seis anos. É saudável mudar com o aprendizado. Ao assumir a Presidência, Lula deixou a economia do país a cargo de quem entendia do assunto. Seu pragmatismo econômico manteve o Brasil nos trilhos.

    Mas, e os valores essenciais? Direitos humanos, por exemplo. Como explicar sua insistência em dizer que há democracia de sobra na Venezuela censora de Chávez? Como aceitar a omissão do Brasil em relação a uma ditadura como a da Coreia do Norte? Toma lá dá cá?

    O outro deslize da semana foi a reação primária e açodada de Lula aos protestos nas eleições no Irã. Além de defender o embaraçoso presidente Mahmoud Ahmadinejad, Lula minimizou a revolta contra a teocracia dos aiatolás chamando os manifestantes de ‘vascaínos contra flamenguistas’, uma turma que não sabe perder.

    Lula aproveitou para atacar a imprensa brasileira, por, a cada dia, ‘arrumar uma vírgula a mais’ no ‘denuncismo’ contra o Congresso. Como se fosse um vírus denunciar malversação de verba pública, nepotismo, favorecimento ilícito, farra de passagens aéreas e atos secretos no Congresso. ‘Não tem fim, e depois não acontece nada’, disse Lula, como se o problema fossem as denúncias, e não a impunidade. ‘Vai desmoralizando todo mundo, e a imprensa corre o risco de ser desacreditada.’

    Senhor presidente, a imprensa só fica desacreditada se as denúncias forem mentirosas. Ou se ela se omitir e fizer o jogo do poder. Uma imprensa medrosa e submissa ao governo – não importa o partido dominante – é uma imprensa sem credibilidade. Não faz jus a uma democracia madura como a brasileira. Ou a transparência só vale para o homem comum?”

  18. ehe
    sexta-feira, 31 de julho de 2009 – 11:03 hs

    O Jango Mora no Batel.
    ahahahaha

    É realmente a tucanalha está com medo
    vejo isso pelos comentários.

    LULA ENTRA PRA HISTÓRIA, ASSIM COMO VARGAS E JK.
    E NÃO ADIANTA, O POVO QUER A CONTINUIDADE
    O BRASIL NÃO PODE PARAR.
    CHEGA DE FHC- ESTADO MINIMO
    ALCKMIM- OPUS DAY
    SERRA- AFUNDOU SP

    PT DE NOVO, COM A FORÇA DO POVO.

  19. Julio
    domingo, 2 de agosto de 2009 – 22:57 hs

    Para quem nunca fez campanha a Dilma vai ser osso duro de roer .. isso que o nosso estado sempre apoiou os tucanos em sua maioria .. Vai dar Dilma ! 13 13 13 13

  20. Neli
    quinta-feira, 2 de setembro de 2010 – 0:13 hs

    Olha no meu entender o governo do Lula foi bom, mas precisamos ter cautela pois o Lula é um ser e a Dilma coitadda ja pensou ao fazer um discurso vai ter que usar fones de ouvido e dizer ao povo o que mandarem pois é dado a ela dois minutos para falar ela não consegue se pronunciar. somente pessoas sem opinião formada e e que não acompanham os espaços politicos irão votar nela. isso me da muito medo ja pensou? Deus abençoe q isso não ocorra, pois não voto por partido e sim pelas pessoas e seu historico politico. pelo que foi feito e não pelo q não foi posivel fazer… precisamos ser inteligentes ao ouvirmos os discusos com formaremos uma opinião madura enbasada em coisas concretas não em sonhosssssssssss

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