Congresso quer trocar impostos por crédito | Fábio Campana

Congresso quer trocar impostos por crédito

05-06-13_02

Agência Estado

O governo federal enfrentará em breve novas pressões para reduzir tributos e liberar recursos que atualmente são recolhidos compulsoriamente ao Banco Central (BC) pelas instituições financeiras, em mais uma tentativa de reduzir custos e aumentar o volume de dinheiro em circulação, fundamental para a retomada do ritmo de crescimento do País.

Dois dos cinco relatórios que estão sendo preparados pelas comissões especiais da Câmara dos Deputados com propostas para atenuar os efeitos da crise financeira internacional sobre a economia propõem a eliminação da alíquota fixa do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e alterações dos chamados depósitos compulsórios, mecanismo que obriga os bancos a recolherem ao BC parte dos recursos captados por meio de depósitos para equilibrar o volume de dinheiro disponível para as instituições.

Um dos relatórios, assinado pelo deputado e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci (PT-SP), será votado nesta semana pelos integrantes da comissão que trata dos efeitos da crise sobre o sistema financeiro e o mercado de capitais brasileiro.

No documento, o ex-ministro defende a eliminação da alíquota fixa de 0,38% do IOF, que passou a vigorar no início do ano passado como forma de compensar, ao menos em parte, o buraco no caixa deixado pelo fim da cobrança da CPMF, o imposto do cheque. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Renato Andrade)


2 comentários

  1. Jorge Ventura
    domingo, 12 de julho de 2009 – 19:05 hs

    Tenho certas dúvidas se a matéria acima é para se achar engraçada ou ridícula, pois num País com esta alta carga tributária, eu ainda não sei como não houve algumas revoluções pelo território nacional, pois no passado e por muito menos, as pessoas se rebelavam contra os governos que ludibriavam a população, como no caso da Guerra dos Farrapos.
    Hoje vemos um povo bondoso e uma classe média omissa, que paga mais de 35% dos seus recursos em impostos para não ter serviço algum, sendo que o restante de suas receitas vai para os planos de saúde, seguros de carros, escolas particulares, itens de segurança privada e para as mordomias de alguns funcionários públicos corruptos, os quais ficam impunes, devido à maioria dos representantes, eleitos por esta mesma sociedade, não se preocuparem com estas coisas e estarem buscando este mesmo tipo de tratamento.
    Até quando veremos isso?

  2. domingo, 12 de julho de 2009 – 21:19 hs

    Ou Fazem uma reforma tributária Séria (séria?) já estamos esperando fazem 23 anos ou pelo menos 21, ou por promissórias vai continuar não funcionando.

    ACREDITEM É A ÚNICA SOLUÇÃO.

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