"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão", de Eça de Queiróz | Fábio Campana

“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão”, de Eça de Queiróz


29 comentários

  1. ofaxineiro
    sábado, 9 de maio de 2009 – 13:26 hs

    Concordo plenamente…….

  2. Orgasmo de Rotterdam
    sábado, 9 de maio de 2009 – 13:39 hs

    Eça, este é dos meus … Mas isto tem mais de cem anos, nunca foi posto em prática na América Portuguesa

  3. Jose Carlos
    sábado, 9 de maio de 2009 – 13:43 hs

    Sem dúvida é uma expressão digna do gênio de Eça de Queiroz… a diferença é que, no passado, você higienizava as fraldas em água fervente… hoje são descartáveis, devem ir mesmo p’ro lixo que é o seu lugar…

  4. maristela
    sábado, 9 de maio de 2009 – 16:33 hs

    O Poder Judiciario Tbem!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. maristela
    sábado, 9 de maio de 2009 – 16:35 hs

    O Poder Judiciario tbem deveria!!!!!

  6. sábado, 9 de maio de 2009 – 16:45 hs

    BALA E AGULHA . UMA É PARA CHUPAR E A OUTRA PARA COSTURAR, POREM DIZEM QUE SE MISTURAR UMA COM A OUTRA DA KAKA.

  7. Gois
    sábado, 9 de maio de 2009 – 17:56 hs

    qtos jornalistas nao se enquadram nessa tb?!!

  8. Eduardo S
    sábado, 9 de maio de 2009 – 18:03 hs

    Eça de Queiroz era português e socialista. Deixou-nos romances que Fabio deve conhecer bem e muito apreciar.Pelo menos, a julgar pelos posts que escolheu hoje, Ao lembrar-nos Eça e seu estimulo a trocarmos os políticos como fraldas, estará o nosso Eça, esse das Araucárias, sugerindo-nos ler “O Crime do Padre Amaro” para lembrar a Santa Madre de tomar providências quanto ao padre pedofilo de Fazenda Rio Grande? Mas as semelhanças entre Eça e Esse param aí. Se é que existem.Apologia de candidatos que ainda não sujaram as fraldas não consta do curriculo do nosso grande escritor. O português, é lógico. Será que funciona aqui nesse blog Fábio? O pessoal aqui já não é meio carta-marcada? Bom, o que interessa não é isso, não é mesmo? O que interessa é que nosso Beto seja mostrado como ele é: um candidato jovem e empreendedor, honesto, sem vícios. Um técnico.Sem aqueles compromissos políticos que depois das eleições ficam pesando nas consciencias de nossos eleitos, tal como pesam outros pesos nas fraldas cheias de nossas crianças, não é mesmo! Ah, nada como sermos eleitores do Beto. É o voto fralda-limpa. UMa tranquilidade, uma certeza de não se estar fazendo aquilo que já fizemos tantas vezes aqui no nosso Paraná: mer as trocas de fraldas, sem trocar a mesmice que essas trocas contem. Avante Fabio! Vamos continuar falando bem do Beto, que ele merece. A propósito: voce já converson com ele sobre a rampa de lançamento de automóveis da rua Ivo Zanlorenzi? Ficou muito boa mesmo! A mais de 100 por hora qualquer carro sai com as quatro rodas do chão…O pessoal da RPC já colocou um “especialista” no jornal do meio dia, dizendo, acertadamente que a culpa do acidente é do engenheiro que projetou a rampa de lançamento, ou melhor a rua. Voce já foi no local? Vá, mas depois das 23 horas e fique no Posto Petrobrás que tem ali na arquibancada, ou melhor na calçada e veja os filhos do PIB e do Judiciário, Executivo, Legislativo Municiapl e Estadual competindo para ver quem pula mais longe, com mais velocidade, sem furar o sinal vermelho da Pedro Gorski. Um tesão. E não se preocupe.No posto tem umas 10 marcas de cerveja gelada. Saúde!

  9. ROSE
    sábado, 9 de maio de 2009 – 18:03 hs

    Tendo sido proferida ou não por Eça de Queirós, a frase não deixa de nos fazer pensar. Se de autoria do escritor português, é surpreendente a gente observar que essa “razão” a que o autor se refere, vem de longa data, já que Eça viveu no século 19. Nasceu em 1845, em Portugal, e morreu em 1900, em Paris.
    Obviamente que fraldas ou qualquer outro tipo de pano protetor, ficam cheios de bosta desde que surgiram os primeiros bebês no mundo. E claro que a troca sempre teve que ser imediata, pois senão ninguém agüentaria ficar com o nenem por perto.
    Já os políticos, chega a dar tristeza a constatação, ao que tudo indica, que a produção fecal vem de séculos atrás. Provavelmente de muito antes de Eça de Queirós ter nascido. E o pior é que políticos não são trocados assim frequentemente. No Brasil, geralmente são os mesmos por anos e anos. A troca só é feita quando eles baixam o cemitério. E assim mesmo são trocados por um filho ou um neto. Ou seja, a historinha sempre continua. Do mesmo modo que os emails vão continuar circulando pela internet.

  10. Jaferrer
    sábado, 9 de maio de 2009 – 18:28 hs

    Avisem o Duce!

  11. Xi!!!
    sábado, 9 de maio de 2009 – 18:54 hs

    Falou Eça . Essa rapaziada que pensa que sabe tudo e resolve todos os problemas da sociedade na verdade não sabe nada. Vejamos: Derosso sabe alguma coisa de Curitiba? Mario Celso sabe algo de Curitiba? Ducci sabe algo da Mãe Curitibana? Requião sabe de algo da Carta de Puebla? Bueno sabe de algo de Voto Limpo? Osmar sabe de algo de agronegócio? Greca sabe de algo de moradia? Álvaro Dias sabe de algo de governança estadual? Enfim, quem não usou de passagens aéreas e mordomias do governo federal? Será o Cesar Silvestri, Rosinha, Balbinoti, Vanhoni, e outros? Que Paranazinho fraco de política, hein!? E nós, que somos a maior população que veio de fora do Paraná temos que aguentar essas merdas locais que pensam que podem mandar em nossas vidas. Não podem. E êles sabem que não podem pois nós que viemos de fora não queremos que êles mandem em nossas vidas. Mesmo sendo Curitiba e o Paraná. Sabem por que? Porque aqui nós pagamos nossos impostos , criamos nossos filhos, netos, pagamos Estar para a Urbs do Marcos Isfer, enfrentamos esse trânsito comandado por um engenheiro fraco de trânsito de merda, , pagamos altos IPTU, um
    ISS der merda e um prefeito que acha que tudo está bem. Não está, e o tal prefeitinho sabe que não está bem. Mas porque pensa que tudo está bem? Acorda Betinho. Além do mais temos que aguentar essa violencia de merda que nos acomete. E ainda falam que a violencia é só em Rio, São Paulo, Belo |Horizonte, e etc. Qual o quê. Tá tudo igual e só esses politicos curitibanos e ´paranaenses pensam que não é. É sim. Esse é o desabafo de um cidadão que aqui veio morar e já percebe que se algo não mudar estas terras vai ficar igualzinho as terrinhas cariocas, paulistas, mineiras e o escambau à quatro.

  12. Dom Quixote
    sábado, 9 de maio de 2009 – 20:36 hs

    Esta frase de Eça, deveria ser aplicada também nas licitações de “certas” empresas contratadas pela Prefeitura de Curitiba.

  13. Tonga da Mironga
    sábado, 9 de maio de 2009 – 21:48 hs

    de que adianta saber disso se ninguem freia o que vem nas fraldas, é todo mundo vendido…

  14. JUCA
    sábado, 9 de maio de 2009 – 23:33 hs

    Talvez fosse uma boa campanha a ser utilizada para o TSE, assim talvez o povo pudesse refletir sobre Eça de Queiróz.
    Principalmente para a Assembléia Legislativa.

  15. Eduardo S
    domingo, 10 de maio de 2009 – 0:21 hs

    Eça escreveu “O Salva-Vidas da Foz”em Julho de 1872.
    Um texto irônico sobre um fato triste: o naufrágio desassistido de um barco que matou dez homens na Figueira da Foz, região litorânea da Cidade do Porto, onde embarcaram para o Brasil a maioria dos imigrantes.
    Uma cronica irada contra aqueles que embora responsáveis e encarregados por seus postos publicos, preferem esconder-se atrás dos mais covardes e desarticulados expedientes e desculpas.

    Um texto muito bom para ler nesses dias em que as autoridades “responsáveis” parecem ter ficado todas loucas ao mesmo tempo, lutando e lutando para retirarem suas respectivas caudas do caminho e colocarem a culpa em inocentes.
    Leia com atenção, Fabio. Você que é um irônico inveterado, mas não invertebrado, irá adorar.
    Saboreie, mas cuidado que aqui a Foz não é a do Iguaçu, mas a do Douro, Fabio ( a Foz, mais um ponto de convergência entre o Eça e o Esse? ).
    Na Foz há pouco, voltou-se um barco de pescadores.
    Os socorros foram dados por uma lancha de pilotos, que se apressou corajosamente, e por outro barco, que veio, num risco agudo, da praia do Cabedelo. Conseguiram salvar 10 homens: 14 morreram.
    A 10 passos do mar, repousava placidamente o salva-vidas. O salva-vidas não desceu ao mar. Fez como o Palácio da Torre da Marca, ou como a estátua de D. Pedro
    IV – deixou tranquilamente os pescadores na agonia das vagas. Entendeu que não era com ele. Eram apenas 14 homens que iam morrer afogados. Quem tinha obrigação de vir era a bomba dos incêndios. O salva-vidas, não. O salva-vidas só se moveria para algum caso especial, em que ele pudesse dar os seus serviços especiais – como, por exemplo, se tivesse desabado um muro.
    Então correria. Assim, como era um naufrágio, o salva-vidas conservou-se imóvel, aboborando.
    O salva-vidas da Foz tem um fiscal remunerado e tem a Comissão do Salva-vidas.
    Esta comissão, cujas atribuições ignoramos, revela às vezes a sua existência na prosa das gazetas. Lê-se: “Ontem reuniu-se a Comissão do Salva-vidas, em assembleia geral, para deliberar”; ou “Foi mandada louvar pelo governo civil a Comissão do Salva-vidas”.
    Destas deliberações e destes louvores resulta que, quando se volta uma lancha com 24 homens, morrem 14; resulta que tem de se aprestar, rapidamente, na aflição, um barco casual, com homens voluntários e compassivos, que às vezes se volta numa violência de mar, e complica o desastre; e resulta que o salva-vidas, nem sequer finge.
    Podia descer, molhar-se, navegar um instante: não; conserva-se agasalhado na sua habitação onde, dizem rumores gloriosos, ele está embrulhado em algodão, num cofre.
    No entanto a opinião interroga o senhor fiscal. O senhor fiscal explica:
    — Não saiu o salva-vidas, porque não há tripulação.
    Assim foi muito tempo.
    O salva-vidas não tinha tripulação. O Porto confiou sempre que o salva-vidas se tripulasse a si mesmo. Porque, enfim, um barco que tinha a forma, a construção aparente, o tamanho dos outros a que se chamava salva-vidas, devia ter qualidades originais, exclusivas, de excepção -e que naturalmente possuía o poder de se dirigir e de se tripular. E esperou-se sempre que, se houvesse um naufrágio, o salva-vidas se desamarraria, se meteria cordas e cabos, se desceria ao mar, se remaria, se iria ao leme, e ele mesmo estenderia a proa, como mão salvadora e firme, aos náufragos desolados.
    Esperava-se isto do brio do salva-vidas. Vem um naufrágio. Bom! Abrem-se-lhe as portas e a comissão fica esperando que ele se espreguiçasse e corresse febrilmente ao desastre.
    O salva-vidas não se moveu. – Está a dormir, disseram entre si, e sacudiram-no robustamente. – Agora, agora! murmuravam. Mas com um espanto aterrado, viu-se que o barco estava imóvel, como num alicerce. Gritava-se na praia, e o grosso mar bramia.
    A comissão suava, pedia-lhe, increpava-o, cuspia-lhe: – o barco, inabalável, estendia a sua sombra bojuda sobre a quente amarelidão da areia. Então a inteligência da comissão deu um grito e compreendeu – que para fazer navegar um barco é necessária uma
    Na Foz, há pouco, voltou-se uma lancha. Morreram 14 homens. tripulação.
    Quando a comissão, em assembleia geral, afirmou definitivamente esta ideia – foi que o governador civil, surpreendido justamente por tanta agudeza e engenho – os mandou louvar, em portaria. – E começou-se a procurar uma tripulação…
    Mas aí foi a crise temida. Cada marinheiro, cada remador, convidado a comparecer, acercava-se do salva-vidas, apalpava-o, olhava-o, e recusava resolutamente. Foram chamados os afoitos, os destemidos, os heróicos. Torciam o barrete entre os dedos, e diziam secamente: – Menos eu!
    A comissão tinha os cabelos brancos. A cada recusa afastava-se melancolicamente, e ia deliberar. Os naufrágios seguiam o seu curso trágico. O salva-vidas dormia.
    Enfim um dia a comissão, exasperada, veio, em grupo, interrogar o segredo estranho. Aproximou-se do salva-vidas. Olhou e levou violentamente a mão ao nariz. O salva-vidas, o jovem salva-vidas estava podre!
    Se descesse à água desfazia-se – foi a opinião dos peritos. E a comissão com o olfacto resguardado, saiu e continuou a deliberar. Sempre que uma lancha se volta a comissão reúne-se, e grave, delibera. E o senhor fiscal, concentrado e pontual, recebe o seu ordenado. A areia do Cabedelo reluz ao sol, as senhoras passeiam na Cantareira, as gaivotas voam, e os que naufragam morrem.
    E de vez em quando o senhor governador civil, despertando do seu cismar, manda louvar a comissão.

    Ah, que bom que isso só acontece na Cidade do Porto. Aqui em Curitiba da Gentchi…tudo é diferente e a Diretran e o Ippuc já estão verificando o que aconteceu e irão dar-nos um parecer na proxima semana, não é?
    R: Belo texto, obrigado.

  16. chato da água verde
    domingo, 10 de maio de 2009 – 11:02 hs

    Pouca gente ainda entende o Português aqui no Brasil – ou melhor, “os portugueses”, ambos, o Eça e aquele que ainda insistem em manter como matéria obrigatória nas escolas

  17. domingo, 10 de maio de 2009 – 14:58 hs

    ninguem quer trocar as fraldas dos nossos politico porque fede demais, vamos deixando por la para, para ver o quanto fazem de cagada

  18. segunda-feira, 11 de maio de 2009 – 13:35 hs

    É MUITA CAGADA PRA POUCA FRALDA.

  19. daniel dos pneus
    segunda-feira, 11 de maio de 2009 – 14:15 hs

    o atual governador, o ex-governador, os dois senadores, o vice-governador e o prefeito, devem ir para casa, pois os mesmos já cansaram as pessoas e os seus nomes, pelo tempo que estão expostos na mídia e governando esse “POBRE PARANÁ”, tornaram-se inaudíveis, pois somando tudo, ou seja, a idade, dará mais ou menos uns 400 anos; temos que trabalhar para lançar pessoas como o ex-secretário BELMIRO CASTOR, pela sua inteligência, capacidade e postura no trato da coisa pública, quando secretário.

  20. Raissa Lomonte
    quarta-feira, 5 de agosto de 2009 – 15:56 hs

    com certeza, nao precisa de muito tempo para estragarem tudo

  21. sexta-feira, 30 de abril de 2010 – 21:03 hs

    Ando seriamente preocupado com a capacidade olfativa do povo brasileiro.

  22. Maria Irene Bernardo cardoso
    quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 – 20:52 hs

    Ex.mo Senhor:
    «Os políticos e as fraldas…» – agradecia o favor de me dizer em que obra de Eça de Queirós podemos encontrar esta frase. É que há quem pense que ela é de Bernard Shaw.
    Com os meus agradecimentos, os meus cumprimentos.
    Maria Irene Cardoso

  23. Maria Irene Bernardo cardoso
    domingo, 19 de fevereiro de 2012 – 12:10 hs

    Ex.mo Senhor:
    Agradeço a V. Ex.ª o favor de me dizer em que obra ou texto se encontra esta citação de Eça de Queirós. É que já vi a mesma frase atribuída a Bernard Shaw…
    Os meus cumprimentos.
    Maria Irene Bernardo Cardoso
    myriam.pax@gmail.com

  24. Cleber Dea
    segunda-feira, 14 de maio de 2012 – 16:36 hs

    essa frase foi dita por Mark Twain, e nao por eca de queiroz…

    Politicians & Diapers should be changed often and for the same reason “Mark Twain” (1835-1910).

  25. Carla Mathias
    terça-feira, 19 de junho de 2012 – 18:51 hs

    OI,

    eu também gostaria de saber se os que ja leram as obras do Eça de Queiroz podem esclarecer de onde vem esta frase. Se a gente pesquisa no google em inglês sai que a phrase é do Mark Twain ou Benjamin Franklin. Nas paginas em francês a frase é atribuida à Bernard Shaw… assumo que naos parece facil, pois em nenhum lugar tem a referencia da obra literaria de onde teria saido esta phrase, seja ela do Eça de Queiroz, do Mark Twain ou do Bernard Shaw….

  26. janice
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 8:39 hs

    Boa frase para ser divulgada em todos os meios de comunicação

  27. Angie Teles
    segunda-feira, 29 de setembro de 2014 – 7:09 hs

    O “The Observer”, do grupo The Guardian, publicou essa frase como sendo de Eça de Queiróz ;-)
    http://www.revistabula.com/324-50-frases-classicas-de-escritores-celebres/

  28. luca
    quinta-feira, 3 de março de 2016 – 17:05 hs

    Seus burros! Isso é um apócrifo.

    Att

  29. Rafael
    quarta-feira, 13 de abril de 2016 – 15:31 hs

    É do Mark Twain.

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