O grande negócio no fim de feira de Requião | Fábio Campana

O grande negócio no fim de feira de Requião

Deu na Ruth Bolognese, no Paraná Online

Que Minha casa, minha vida, que nada! Os maiores negócios no último ano do governo Requião deverão acontecer na área das chamadas PCHs, as pequenas centrais hidrelétricas, que são para a iniciativa privada construir. Os recursos para o Paraná são de R$ 3,6 bilhões e o Ibama vai liberar geral na área ambiental, um dos principais entraves às obras. Tem gente boa no pedaço, pronta para abocanhar a “verbinha”.


8 comentários

  1. quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 10:39 hs

    IHH esse negócio já está tudo acertado. Os tucanos estão rindo a toa. Afinal prepararam um pacote de todos os rios do Paraná. E coitados do produtores rurais vão ficar olhando a banda passar, sem receber indenização e sem poder utilizar. O cartel está formado e tem gente dentro dele que vcs nem imaginam. Ex- diretores da Copel, Furnas, Eletrosul, Itaipu e outras menos cotadas.

  2. Ronaaaldo !
    quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 11:07 hs

    O Paraná é o mais nordestino dos estados do Sul.
    Aqui só se elegem coronéis , isto vem desde o tempo de Vicente Machado.
    Nossos índices de IDH são os piores do Sul. Nossos índices de violência são comparativamente maiores que os de S.Paulo.
    ACORDA POVO PARANAENSE TROUXA !
    VOTO FACULTATIVO JÁ , PRA PARAR DE SE FAZER NA URNA O QUE SE FAZ NO VASO SANITÀRIO !!!!!!!!!!!!

  3. Reducionista
    quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 11:43 hs

    A construção de PCH’s gera muitos empregos diretos e indiretos e gera efeito multiplicador de riqueza muito grande.

    É uma paulada na pobreza e no desemprego.

    Pra ser objetivo: É o exato oposto do que o Bob Réqui diz.

    PORÉM, essa turma que está avançando em cerca de 50 empreendimentos é do mal.

    Uma mosca me disse que trata-se de dinheiro sujo e podre sendo aplicado em projetos.

    Temos que torcer pela incompetência dos executivos que a gerem, que aliás nem a topografia de algumas usinas pagou….

    Eu acho que eles não dão conta, são muito fracos.

  4. UÉ????
    quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 12:09 hs

    mas o requião não era totalmente contra as PCH’S no Paraná? Tão contra que mandou o capacho do raska cassar todas as licenças ambientais exitentes para construção. O Paraná é o único estado que nõa construiu nenhuma PCH nos últimos 6 anos. Será que tem chuncho, agrado, maracutaia, $$$$, agora que o rei do nepotismo se concientizou que está em “fim de feira”? LIBEROU GERAL, VALE TUDO………….

  5. jango
    quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 12:36 hs

    No início do governo dizia requião aos quatro ventos que não liberaria PCH’s porque a energia tinha que ser aproveitada para o desenvovimento do Estado e não para terceiros ou para produção destinada ao exterior, coisa assim. Até cancelou licenças então expedidas. Decisão política, em defesa do supremos interesse público. Agora a história é outra, com esta dinheirama na bandeja, mudaram-se as vontades, como mudam os tempos, especialmente em véspera de elições …

  6. Vigilante do Portão
    quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 12:47 hs

    Dinheiro para a campanha ao Senado, não vai faltar. KKK

  7. Freitas
    quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 13:20 hs

    É a velha prática que o Requião usa mais uma vez:
    CRIAR DIFICULDADE PARA AGORA VENDER FACILIDADE!

  8. Jose Carlos
    quinta-feira, 14 de maio de 2009 – 14:51 hs

    Desde que Cabral aportou nestas plagas esquecidas e Pero Vaz de Caminha – Patrono do Nepotismo Nacional -, aproveitando a missiva da descoberta, pediu uma sinecura para seu sobrinho ou cunhado a El-Rei Dom Manuel, o Venturoso, o Estado sempre foi o grande provedor das riquezas aos particulares… capitanias hereditárias, cargos públicos, sesmarias, etc e tal… da Colônia ao Império, e deste à República bananeira atual pouco mudou…. se analisarmos as revistas de fortunas, veremos que QUASE todas as fortunas de hoje e de ontem no Bronnnziiiilllll formaram-se direta ou indiretamente à custa do Estado federal, estadual ou municipal…. empreiteiros de obras públicas, concessionários de serviços públicos, donatários de monopólios e oligopólios, como o cimento, a mineração (e mesmo a rebarba privada do monopólio do petróleo, garantida por Dom Getúlio Vargas I aos conterrâneos gaúchos), bancos, etc, etc, etc… a riqueza privada tem origem pública, na permissão ou na concessão, no monopólio, no oligopólio e no cartório… mesmo grandes varejistas de hoje são herdeiros das maravilhosas “cotas de importação” do tempo da política de substituição de importações, que o Estado todo-poderoso dava a apaniguados e protegidos… como dizem que dizia o ex-ministro Mário Andreazza, “é melhor pagar as comissões e não fazer a obra pública… é muito mais econômico para o governo”….

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