Cinco empresas classificadas para tratar o lixo | Fábio Campana

Cinco empresas classificadas para
tratar o lixo

Da Gazeta do Povo

A prefeitura de Curitiba anunciou ontem que cinco empresas estão na etapa final do processo de licitação do lixo. As classificadas devem apresentar até a próxima quinta-feira o preço que irão cobrar para implantar o novo Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos de Curitiba (Sipar) e de outros 16 municípios. O valor não pode ser superior a R$ 73 por tonelada. O vencedor será aquele que tiver a melhor pontuação, ou seja, a soma dos pontos da análise técnica (concluída ontem) e a do menor preço. O resultado deve sair na próxima semana. A previsão é que até dezembro o Sipar entre em funcionamento, fechando em definitivo o aterro da Caximba.Foram selecionadas as empresas que apresentaram as melhores tecnologias para aproveitamento de resíduos e prazos de implantação do consórcio do lixo. “Nos preocupamos em eleger quem tivesse propostas de menor dependência do aterro sanitário e com boas tecnologias para a reutilização do lixo”, explica a coordenadora de Resíduos Sólidos da Secretaria de Meio Ambiente de Curitiba, Marilza Oliveira Dias.

Colocação prévia

Confira as empresas que continuam na disputa para gerenciar o lixo:

1º) Consórcio Recipar – Soluções Ambientais

2º) Consórcio Paraná Ambiental

3º) Tibagi e Construções Ltda

4º) Consórcio Gralha Azul

5º) Consórcio Pró-Ambiente

Desclassificados: Consórcio Vida Solar e empresa Qualix.

A empresa que vencer a licitação terá de enfrentar um problema: o local onde a usina de lixo e o novo aterro serão instalados. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) liberou a licença prévia para duas áreas: uma na Caximba, em Curitiba, e outra em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana. “Existe até agora apenas uma licença prévia para os dois lugares, mas não há autorização para que a empresa se estabeleça em um deles. Quem vencer a licitação poderá escolher o local e depois terá de entrar com um pedido de licença de instalação”, explica o presidente do IAP, Vitor Hugo Burko. Entre as condicionantes para a instalação, está a proibição da empresa de lançar qualquer efluente em rios. O chorume, neste caso, terá de ser evaporado.

A usina do lixo terá de recuperar materiais para reciclagem, fazer a compostagem de produtos orgânicos e transformar em combustível o que não for reciclado. Apenas 15% do total do lixo deverá ir para o aterro.


6 comentários

  1. Dom Quixote
    terça-feira, 5 de maio de 2009 – 8:24 hs

    Dicas aos vereadores, a Femoclam e a Femotiba e outras ongs ativas (?).

    Primeiro é ficar de olho para ver se as empresas desclassificada não vão entrar na Justiça, só para melar (sob encomenda) a licitação.

    Daí vem a Prefeitura, e prorroga o contrato atual com a CAVO, sob a alegação de serviço excencial e de nhapa dá um reajuste de preço,tudo acerrtado previamente.

    Este é o esquemão que foi montado na Prefeitura, para prorrogar contratos e inclusive com reajustes.

    Leva-se a licitação nova para a Justça e pronto. Prorroga-se o contrato do “esquema” antigo, com o aval legal da Lei 8666/93 e outras paralelas.

    A PGM da Prefeitura dá um laudo técnico de “alto calibre”, para justificar o respaldo legal a pedido de prorrogação do contrato.

    Outra dica.
    É só comparar os preços destas empresas brasileiras, com os preços praticados na Europa e outros Países, com administradores públicos honestos, justos e mais sérios que os daqui. Onde? via internet.

    Se a diferença for na base dos preços dos pedágios do Paraná, de CR$1,20 para CR$ 12,00,- bingo ! bingo ! Tem corrupção grossa nessa licitação.

    Com certeza os vereadores rebeldes do Beto Richa, a Renatinha (arrependida), do PPS do voto limpinho e o tal Caique, somados com os vereadores de pouca oposição, PT, PMDB, PSC, vão ler este comentário e vão conferir em detalhes, destas dicas, desta
    licitação, e se constatarem os desvios vão denunciar a licitação publicamente até no Ministério Público.

    Nos enganem que nós curitibanos tongos adoramos. Somos eleitores oba! oba!

  2. juarez carlos makako
    terça-feira, 5 de maio de 2009 – 14:27 hs

    Dom Quixote, nas outras licitações funciona assim como você está dizendo. Nesta é diferente: eles já sabem quem será o vencedor. Pegue a lista de classificados e veja quem ficou em primeiro lugar. Daqui a algum tempo veremos se não foi essa a vencedora. Já está tudo arranjado, a “licitação” é só pra inglês ver e trouxa acreditar.

  3. Londrina não merece
    terça-feira, 5 de maio de 2009 – 17:13 hs

    A Qualix está fazendo o lixo em Londrina trazida pelo PT do Nerdson Micholetti Vale para Londrina e não vale em Curitiba?

  4. Xi!!!
    terça-feira, 5 de maio de 2009 – 17:42 hs

    Será que o Ministério Público não deveria estar atento à essa Licitação? Pô gente, a coisa é muita estranha entra ano sai ano. Isso que o Quixote escreveu é do conhecimento de muitos e ninguém toma uma atitude. Vamos acompanhar para ver quem ganha ao mesmo tempo que esperamos uma manifestação do MP. Até quando?

  5. Rafael Filippin
    quarta-feira, 6 de maio de 2009 – 1:09 hs

    A licitação é apenas o ponta do iceberg. A coleta de resíduos de Curitiba e região é pensada em função de quem presta o serviço e não do consumidor/contribuinte/cidadão. Este deveria pagar tarifa por quilo de resíduo entregue ao serviço e não taxa calculada pela testada do seu imóvel.

  6. quarta-feira, 21 de julho de 2010 – 7:18 hs

    plan nacional de resíduos sólidos Brasil: http://www.redsolenergy.com/pnrs.pdf
    Plantas Tratamento BASURA_CERO ”
    Uma alternativa para os problemas ambientais dos resíduos sólidos urbanos é a construção de estações de tratamento, os resíduos sólidos para produzir electricidade.
    Em http://www.redsolenergy.com nós concepção e construção dos resíduos sólidos, eliminando assim o principal problema dos resíduos e na produção simultânea de eletricidade limpa e renovável. Nossas instalações e projetos para evitar que o ambiente emitem grandes quantidades de CO2, evitar problemas de resíduos, para eliminar focos da doença, a produção de electricidade limpa, renovável e criar empregos sustentáveis.
    Nós trabalhamos na construção de fábricas na Europa e América.

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