Semana de porcos, pererecas, farra das passagens, gripe suína e Carla Bruni | Fábio Campana

Semana de porcos, pererecas, farra das passagens, gripe suína e Carla Bruni

Da Uol Notícias


3 comentários

  1. o faxineiro
    sábado, 2 de maio de 2009 – 13:46 hs

    Problema da semana são as pererecas do Lula, acho fundamental alguma autoridade tome providencia.

  2. jango
    sábado, 2 de maio de 2009 – 15:59 hs

    Le Toi du Moi de Carla Bruni é extremamente romântico, uma declaração de amor (leia abaixo); já no Brasil o Você de Mim pode ser a farra das passagens, quer dizer, você paga a conta e mim viaja a Miami, a Paris, a Buenos Aires …

    Le Toi Du Moi (tradução)
    Carla Bruni
    Composição: Carla Bruni

    O Você de Mim

    Eu sou a sua coroa
    Você é o meu rosto
    Você, o meu umbigo
    E eu, o seu gelo
    Você é a vontade, e eu, o gesto
    Você é o limão, e eu, o sabor
    Eu sou o chá, você é a xícara
    Você, a guitarra, e eu, o baixo

    Eu sou a chuva, e você é minhas gotas
    Você é o sim, e eu, a dúvida
    Você é o bouquet, e eu sou as flores
    Você é a aorta, e eu, o coração
    Você, você é o instante, e eu, a felicidade
    Você é o copo, eu sou o vinho
    Você, você é a grama, e eu, o baseado
    Você é o vento, eu sou o vendaval
    Você, a raquete, e eu, a bola
    Você é o brinquedo, e eu, a criança
    Você é o velhote, e eu, o tempo
    Eu sou a íris, você é a pupila
    Eu sou o tempero, você, a papila
    Você, a água que vem, e eu, a boca
    Você, o nascer do sol, e eu, o céu que adormece
    Você é o padre, e eu, a embriaguez
    Você é a mentira, e eu, a preguiça
    Você é o leopardo, e eu, a velocidade
    Você é a mão, e eu, a carícia
    Eu sou o inferno da sua pecadora
    Você é o céu, e eu, a terra, hum
    Eu sou a orelha da sua música
    Eu sou o sol de seus trópicos
    Eu sou o tabaco do seu charuto
    Você é o prazer, e eu, o raio
    Você é a escala, e eu, a nota
    Você é a chama, e eu, o fósforo
    Você é o calor, eu sou a preguiça
    Você é o entorpecimento, e eu, o cochilo
    Você é o frescor, e eu, o aguaceiro
    Você é as nádegas, eu sou a cadeira
    Você é bemol, e eu sou sustenido

    Você é o Laurel do meu Hardy
    Você é o prazer do meu suspiro
    Você é o bigode do meu Trotsky
    Você é todos os estalos da minha risada
    Você é a melodia da minha sirene
    Você é o sangue, e eu, a veia
    Você é o jamais do meu sempre
    Você é o meu amor, você é o meu amor

    Eu sou a sua coroa
    Você, o meu rosto
    Você, o meu umbigo
    E eu, o seu gelo
    Você é a vontade, e eu, o gesto
    Você é o limão, e eu, o sabor
    Eu sou o chá, você é a xícara
    Você, a prostituta, e eu, o bordel
    Você é o túmulo, e eu, o epitáfio
    E você o texto, eu sou o parágrafo
    Você é o erro, e eu, a gafe
    Você é a elegância, e eu, a graça
    Você é o efeito, e eu, a causa
    Você é o divã, e eu, a neurose
    Você é o espinho, eu sou a rosa
    Você é a tristeza, eu sou o poeta
    Você é a bela, eu sou a fera
    Você é o corpo, eu sou a cabeça
    Você é o corpo, hum
    Você é a seriedade, eu sou a despreocupação
    Você, o guarda, e eu, a balança
    Você, o mau-caráter, e eu, a forca
    Você é o tédio, e eu, o transe
    Você, o muito pouco, e eu, o bastante
    Eu, o sábio, e você, o idiota
    Você é o raio, e eu, a pólvora
    Você é a palha, e eu, a viga
    Você é meu superego
    Você é Charybde, e eu, Scylla
    Você é a mãe, e eu, a dúvida
    Você é o nada, e eu, o tudo
    Você é a melodia da minha sirene
    Você, você é o sangue da minha veia
    Você é o jamais do meu sempre
    Você é o meu amor, você é o meu amor.

  3. domingo, 3 de maio de 2009 – 18:38 hs

    Eu ja to preparado! Comprei um 38, dois facoes de 50 cm bem afiados e um porrete de anjico!
    Se a gripe suina vier aqui eu mato a pau!

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