Jaime Lerner fala sobre a síndrome do Requião | Fábio Campana

Jaime Lerner fala sobre a síndrome do Requião

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Em entrevista que a rádio Banda B apresenta neste sábado, às 12h15, o ex-prefeito e ex-governador Jaime Lerner fala sobre a sua experiência como governante, os projetos de hoje em 83 cidades do mundo, o encerramento da vida pública e sobre a insistência do governador Requião, o desafeto que não o esquece. Ouça um trecho:

Ou clique aqui para baixar o arquivo em formato mp3.


34 comentários

  1. tio didi
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 16:42 hs

    Nisso temos que admitir que o Requião tem razão. O Jaime arruinou o Estado do Paraná com a história do pedágio, da privatização do Banestado, pagamento em dobro de dívidas do DER, Jogos da Natureza, aluguel de veiculos, extinção do IPE e etc…

    É um grande homem, arquiteto e urbanista admirado em diversos países. Mas como gestor público foi um fiasco…

  2. Orquídea
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 16:51 hs

    ´Não sei se é o caso… mas dificilmente esquecerei do atual governador, afinal…quem bate não sente, e por isso esquece, mas pra quem apanha… é mais difícil esquecer!!!

  3. Barão de CruzMachado
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:01 hs

    Também não esqueço do Jãime governador. Entregou quase todo o estado para alguns oportunistas. É o famoso Jãime Pedágierner.

  4. Jose Carlos
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:07 hs

    Sem entrar no mérito da administração de Lerner – que não foi das mais capazes – não há como comparar este e Mello e Silva, em termos de resultados de governo e de marcas e realizações para o futuro… Lerner é um visionário, um homem que enxerga daqui há cinqüenta anos e planeja com os olhos no futuro… Mello e Silva não enxerga além da ponta do seu nariz e da sua pança, não cria, apenas destrói, não planeja, apenas improvisa… Mello e Silva colhe os frutos plantados por Lerner há dez anos: as montadoras, a matriz econômica transformada da roça do arado de muares para a indústria de ponta… Mello e Silva surfa (e muito mal) a onda de Lerner e esta é sua grande mágoa, seu ressentimento mais poderoso, mais profundo… jealousy and hate, os sentimentos mais destrutivos da humanidade, como na velha música de Casablanca… poderá escolher o epitáfio de Richelieu: aqui jaz um homem que só quis o bem, mas, que todo bem fez muito mal, e todo mal fez muito bem…

  5. Inveja
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:15 hs

    O governo requião é farsa, uma vergonha, governo sem obras. Tanto falou mal do “olho” que faz suas reuniões insanas todas as terças-feiras por lá. REquião medíocre, a INVEJA É UMA MERDA! Fora requião, abaixo o nepotismo! Vão trabalhar bando de vagabundos!

  6. Mano da Vila
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:16 hs

    Lerner, vai se danar!
    Requão, vai junto com o Lerner!
    Se merecem.

  7. ELOIZA
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:26 hs

    JAIME LERNER FOI UM DESTRUIDOR DO PARANA, ACABOU COM TUDO DE BOM, TENTOU PRIVATIZAR A COPEL , DEU O BANESTADO , O DINHEIRO DAS PRIVATIZAÇÕES SO DEUS SABE ONDE VAI PARAR, E AINDA NÃO QUER QUE REQUIÃO ESQUEÇA!!!! REQUIÃO ENCONTROU UM PARANA DESTRUIDO PELAS POLITICAS NEOLIBERAIS E PRIVATIZANTES DE LERNER, E SE A TURMA DO LERNER CONTINUASSE DUVIDO QUE HAVERIA LUZ FRATERNA, POIS EMPRESARIOS QUE COMPRASSEM A COPLE NÃO IRIAM QUERER DAR LUZ DE GRAÇA !!!!

  8. Sirlene
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:45 hs

    Estão ressucitando Lerner para reconstruir o projeto neoliberal no Paraná.

    Na verdade, estão “fora da casinha”. Foram as teses neoliberais que precipitaram esta gigantesca hecatombe do mundo financeiro.

    Estado mínimo e lucro máximo dá nisso. Deixem o lerner viver na paz dos cemitérios, que onde ele estava.

  9. gigi
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:55 hs

    Dá-lhe Jaime!

  10. Hamilton Goes
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:56 hs

    O Requião realmente tem uma dor de cotovelo impressionante do Jaime Lerner. Ele não o esquece jamais, poderão passar 40 anos que ele ainda estará falando mal de Lerner, ao meu ver a questão é explicável psicologicamente: “Quem nasceu Requião jamais chegará a ser um Jaime Lerner”, por isso sua frustração permanente.

  11. Rodrigo
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 17:59 hs

    É lamentável saber que há pessoas que ainda cultuam o Maluf do Paraná!

    Será que um dia teremos um jornalismo imparcial? Creio que não, de Paulo Henrique Amorim, esquerdista de última hora, que não vê quaisquer benefícios no governo do PSDB à grande imprensa do Paraná que não vê êxitos do governo do PMDB local.

    Há que se ter humildade em reconhecer os avanços dos governos sejam eles, PSDB, PMDB, PT, DEM, bem como pulso firme para apurar e criticar quando necessário.

    A gasolina aumentou? muito bom nos informar e os medicamentos e alimentação abaixaram, pq omitir tal informação?

  12. Leite Quente
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 18:47 hs

    Jaime Lerner, continua governando até hoje o estado. Como? Pois bem, desde que o Jaime deixou o governo, todo dia o Bob Req lembra no Jaime. Me orgulho de ser Curitibano, e quem não gostar que vai morar em outro estado.

  13. Professor
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 19:11 hs

    Querem saber de verdade a diferença entre Lerner eRequião? Eu não vou escrever nada só conversem com qualquer funcionário ou Professor de Escola Pública que tenha Passado pela Gestão dos DOIS.

  14. ernesto
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 19:21 hs

    Jayme Lerner foi um pessímo governador. Requião que o ama seguiu o mesmo caminho, e conseguiu ainda o superar.

    Com esses dois o estado do Paraná só perdeu.

    Um é falastrão e cínico. O outro é um liberal também cínico, mas que sabe fazer o dinheiro brotar em pedra… mesmo que tenha saído do bolso do povo. O outro gosta de dar cargos para parentes.

    O mundo seria bem melhor sem Lerner e sem Requião.

  15. lapeano
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 19:31 hs

    Heloisa, vá babar os ovos do bob req, puxa-saco sem vergonha. Pergunte antes ao parente do requião( ex-presidente), ao próprio requião, ao pessuti e ao nivaldo kriger(achacadores do banestado) quem quebrou o banco. O resto é trolóló…..

  16. sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 19:36 hs

    Diferenças gritantes entre Jaime e o desqualifcado Requião: Jaime construiu Curitiba, Requião, ninguém lembra que um dia foi prefeito; Jaime atraiu industrias e serviços ao Paraná, Requião os expulsou; Jaime criou o ParanaPrevidencia, Requião a destruiu; Jaime trouxe inumeras ativivdades esportivas ( Rexona no volei, Paraná basquete, Seleção brasileira de ciclismo) Requião as expulsou; Jaime resolveu problemas crônicos no estado – estradas- da mesma forma que se resolve em todo o mundo, Requião só mentiras 8.0000 KM recuperados???isso é piada; Com Jaime o Paraná pulsava. com Requião ele está morto. Não adianta chorar, Curitiba está aí pra qualquer um ver e lembrar de Jaime, agora Requião…nem os seus amigos do MST vão lembrar daqui uns 2 anos.

  17. Teodoro Bonin
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 19:41 hs

    Quem trouxe as grandes indústrias para o Paraná, que geram hoje ICMS e impostos para o crescimento do Estado?
    Jaime Lerner é um referencial de Curitiba e do Paraná para o Brasil e dezenas de outros paízes!
    Já Requião é um exemplo de………..???????

  18. jango
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 20:22 hs

    O Jaime não realizou nem um terço do que apresentou em campanha. Fora as montadoras, o pedágio (feito a toque de caixa e mal estruturado, resultando encargo demais oneroso à população), veio o fiasco dos Jogos da Natureza, os nunca realizados projetos da Costa Leste e Oeste, etc. Esperava-se que com o seu prestígio “ecológico” (lembram a folhinha verde, sua marca de governo) a questão ambiental no Estado tomasse outros rumos – este foi o chabu maior ! Reeleições dão nisto, quando muito, mais do mesmo, muitas vezes requentado. E neste aspecto, o Requião é imbatível.

  19. Cap. Nascimento
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 20:35 hs

    Esta pergunta é para a tigrada com cargos comissionados no desgoverno do nepotão de mello e silva; respondam bem rápido: aonde foi parar o dinheiro da Paranaprevidência que sumiu nesta gestão?
    Mais uma, para responder bem rapidinho: qual é o grande feito da administração do nepotão de mello e silva, qual é a sua marca?
    Vocês tem 3 dias para pensar bem!
    Ei reiquejão pede prá sair, mas devolve o nosso dinheiro da Paranaprevidência.

  20. Vigilante do Portão
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 20:52 hs

    José Carlos, faço minhas as suas palavras.

  21. sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 22:05 hs

    Não estou defendendo nenhum dos dois, mas o estado tem que administrar o minimo possível de interesses da sociedade. Tem que privatizar o que for possível, O banestado só servia para emprestar dinheiro aos grandes e que nunca devolveraram, vê-se banco particular faz isso. A Copel cobra a energia mais cara do país e não tem concorrência. A telefonia depois que privatizaram tudo melhorou. Os municípios onde a água é municipalizada o preço da tarifa é a meteda da sanepar.

  22. Memória curta?
    sexta-feira, 3 de abril de 2009 – 23:13 hs

    Lerner foi o governador do anel de integração, da rede de telemática, do protegendo a vida, das vilas ruais, do baía limpa, da rua para a escola… tanta coisa que faltaria espaço pra relatar… não sou assessora dele nem amiga pessoal… só sou paranaense, com um grande sentimento de que o Requião nos violentou em todos os sentidos e direitos…

  23. Vigilante do Portão
    sábado, 4 de abril de 2009 – 10:05 hs

    Povinho que pensa pequeno, Leiam o lamento da Eloiza. Grande obra do Requião: Luz Fraterna, ou seja “de graça. Cobrando 31,5% de ICMS dos demais consumidores, daria para ser muito mais generoso com os pobres. A Copel deu mais de 1 Bilhão de LUcro, sabem qual foi o motivo? Energia cara. De quem tiraram essa bagatela? Dos consumidores. A fórmula é simples, cobro caro de quem paga, cobro imposto elevadíssimo e dou uma migalha para os pobres. KKK
    Banestado, dos bancos estaduais, sobraram poucos, lembro apenas do Banrisul. Sou daqueles que acham que o estado de ve intervir na economia apenas para suprir a falta da iniciativa privada. Ter banco comercial, quando já temos dezenas de bancos privados, é bobagem. Serve de cabide de empregos – nosso Banestado tinha 7 vice-presidentes e dezenas de diretores -, não praticava taxas de juros menores do que os demais bancos e fazia empréstimos sem as devidas garantias. Falcatruas, como a compra dos títulos podres de Alagoas, esses que até agora geram multas para o Paraná, são algumas das “benfeitorias” patrocinadas pelo Banco. Contas CC% e o escandalo dos mais de US30 bilhões mandados para fora ilegalmente, via Banestado foi outra benfeitoria.
    Estados devem ter Bancos de Fomento, bancos para vender seguro e ter conta corrente, definitivamente NÃO.
    Quanto à Copel, tenho lá minhas dúvidas, se bem que a idéia de capitalizar o ParanaPrevidência com o dinheiro da venda, solucionaria um velho prolema do governo estadual, deixaria mais verba do orçamento para obras.
    Quem viver verá, ao final do governo Requião nosso ParanaPrevidencia vai estar quebrado, o estado não repassa a parte dele para o fundo, aliás, vários governos não repassaram. A próxima geração de aposentados do Estado que se prepare, não vai ter dinheiro para pagar as aposentadorias e o atendimento do SAS vai ficar cada vez pior.

  24. William
    sábado, 4 de abril de 2009 – 10:34 hs

    Concordo do Josias, o Banestado tinha que ser privatizado mesmo, servia como empréstimo para os marajás, principalmente para políticos safados que nunca devolviam dinheiro e além disso serviu por muitos anos com cabide de emprego, pois quando eu era estagiário dessa instituição no começo dos anos de 1991 a 1993, via-se muitas falcatruas que ocorria lá dentro quando era primeiro governo de Requião.

  25. Rodrigo
    sábado, 4 de abril de 2009 – 11:24 hs

    Maluf foi o governador do leve leite, do PAS, do Cingapura, construiu inúmeros hospitais e escolas, fez a faria lima, a roberto marinho, os piscinões, o viaduto airton senna, enfim, construiu São Paulo. Agora a que preço tudo isso foi feito, enfim, isso não importa! O mesmo diga-se de dom Jayme Lerner. A Copel no último ano de governo do Jayme registrava prejuízos estratosféricos, motivo pelo qual chegou-se a cogitar a sua privatização e hoje? A Copel tem lucro acima de 1 bilhão de reais. O Lerneu doou o Estado à iniciativa privada, quando sabemos que é dever do Estado garantir a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Requião pode não ser até um grande governador, mas está anos-luz a frente do Lerner. É o mesmo que comparar o saudoso Mário Covas com Maluf!

  26. Cap. Nascimento
    sábado, 4 de abril de 2009 – 12:20 hs

    Os comissionados do desgoverno do nepotão de mello e silva não vão se manifestar? Só faltam 2 dias para vocês responderem as perguntas que eu fiz ontem!
    Ei reiquejão, pede prá sair mas antes devolve o nosso dinheiro da Paranaprevidência.

  27. Vigilante do Portão
    sábado, 4 de abril de 2009 – 13:06 hs

    O Rodrigo é da geração que não conheceu as estradas do Paraná antes dos pedágios. Trabalhei um bom tempo no litoral nos anos 80/90, quando chovia ou sob neblina, era esperar passar um ônibus da Garciosa e colar na trazeira dele, não havia sinalização e a estrada era cheia de buracos. A mesma situação era comum nas demais estradas do estado. A União, responsável pelos trechos, não liberava dinheiro para manutenção. O Estado não tinha condições de assumir as despesas.
    Estradas pedagiadas, pouparam vidas e deram muito mais segurança para os motoristas.

  28. Rodrigo
    sábado, 4 de abril de 2009 – 19:59 hs

    Vigilante do Portão,

    Respeito a sua posição, contudo, compreendo que o Estado não pode abrir mão de suas funções! A minha crítica é com relação aos comentários que se fazem a respeito do Lerner, dizendo que ele construiu Curitiba e o Paraná, mas pergunto, a que preço? A BR-116, recém concedida à iniciativa privada é uma demonstração de que as parcerias com o setor privado são interessantes quando não oneram por demais o contribuinte. Isso não ocorre nas estradas do Paraná! Preços absurdos são cobrados pelos concessionários. Não se trata de defender cegamente este ou aquele governo, precisamos ser críticos. A Copel e a Sanepar possuem hoje programas socias destinadas às pessoas que mais necessitam do Estado e a Brasil Telecom, possui algum? Todos estão satisfeitos com suas operadoras de telefonia? Há universalização efetiva desses serviços públicos? Não sejamos ingênuos o bastante para não desconfiar da classe política! Esse é um dos poucos espaços que temos para divulgar nossas idéias, sempre com respeito às opiniões divergentes. Portanto Vigilante do Portão agradeço a sua menção ao meu comentário

  29. Alvaro Campri
    sábado, 4 de abril de 2009 – 22:24 hs

    Algumas realizações do Jaime Lerner como prefeito. criou a cidade industrial de Curitiba gerando milhares de empregos, o transporte coletivo com canaletas exclusivas que é referencia mundial, o calçadão da XV, jardim botanico, parque barigui, opera de arame, lixo que não é lixo, varios outros parques e transformou Curitiba em cidade modelo que nos enche de orgulho. E como governador mudou o perfil economico do estado com a industrialização, graças a ele não somos dependentes somente da agricultura. eo Requião o que fezs como prefeito? e como governador?

  30. Vigilante do Portão
    domingo, 5 de abril de 2009 – 2:49 hs

    Não é bem verdade que o pedágio da BR 116 seja baratinho, vou demonstrar:
    Na BR277 Ctba/litoral, são 135 KM de rodovia sob responsabilidade da concessionária, incluindo Alexandra/Matinhos, Morretes e o trecho para Prais de Leste.
    Na 116 são 6 praças, uma para cada 78KM, como se pode notar é o dobro, então a tarifa não é 1,80 e sim 3,60.
    Mais, o número de rodados (paga-se por rodado) na 116 é 4 vezes maior do que na 277 (todo fluxo de carretas do sul do Brasil, com destino à SP, RJ e outros estados, passa pela BR 116 e o movimento é o ano inteiro. Note-se que o fluxo é de ida e volta, os caminhos voltam do sudeste carregados. Faça a conta, R3,60X4= 14,40. Percebeu a diferença.
    Além disso, o novo modelo de pedágio não obrigou as empresas a desembolsarem altos valores pelo direito de exploração e os contratos não tem penduricalhos, como por exemplo, pagar pela compra de viaturas para a polícia.
    Quando o Lerner criou o Pedágio, o Paraná recebeu milhões de Reais das empresas, esse dinheiro serviu para manter as outras estradas não pedagiadas. O Requião, quando assumiu, tinha R$100milhões em caixa, provenientes da privatização das rodovias, essa grana ajudou duplicar Cascavel/Toledo e a pavimentar a estrada para Cerro Azul.
    Então não dá para fazer avaliação apressada, não é tão barato assim, nem o Lerner um canalha que só fez coisa errada.
    Quanto ao custo das obras do Lerner, pense melhor. Quantas empresas vieram para Curitiba e região, exatamente pela qualidade de vida. Quando não era moda ter área verde, Curitiba já tinha a maior área por habitante da A. do Sul, coisa do Lerner, nossas praças, nossos parques, trânsito melhor do que Rio/SP, transporte barato e eficiente. Somando tudo, dá muito mais coisas boas do que ruins.

  31. Cap. Nascimento
    domingo, 5 de abril de 2009 – 8:27 hs

    Acabou o prazo e a tigrada de cargos comissionados do nepotão de mello e silva não respondeu às perguntas que eu fiz antes de ontem.
    Ei reiquejão, pede prá sair e devolve o nosso dinheiro da Paranaprevidência.

  32. Leite Quente
    domingo, 5 de abril de 2009 – 8:36 hs

    Quero aqui parabenizar o Rodrigo e o Vigilante do Portão, pelo nível da conversa e da inteligência. Ninguem esta criticando aqui por exemplo o pedagio e sim o abuso do alto preço. Parabens.

  33. Vigilante deo Portão
    domingo, 5 de abril de 2009 – 11:04 hs

    Gente, não existe serviço de graça, para isentar alguns, outros pagam mais caro. Dar energia ou água/saneamento de graça, significa que nós, os pagantes, teremos que arcar com tarifas mais altas. É assim, sendo particular ou pública a prestadora.
    Quanto ao pedágio ser caro, também acho, mas não é bem como o governo pinta. Vou exemplificar:
    Na BR 277, trecho Curitiba/Litoral, são 135 KM para a concessionária cuidar;
    Na Br 116 c/ 6 praças em 400 KM. são 75 KM, já duplica o valor da tarifa R$1,50X2=R$3,00;
    Os dados técnicos apontam que o número de eixos que trafegam na 116 é 3 vezes maior do que na 277, já são R$9,00;
    Nos novos contratos não tem penduricalhos, como, por exemplo a obrigação das empresas equiparem a Polícia Rodoviária, nos antigos há essa previsão – lembram dos carros da polícia, aqueles que o Requião fez propaganda que estava adquirindo, pois é, foram comprados com essa verba – ;
    As concessões antigas foram “compradas”, A grana serviu para o governo, inclusive o atual, fazer a manutenção de trechos não pedagiados das rodovias estaduais. No modelo novo, não há pagamento pelo direito de explorar, vence a concorrencia aquele que apresentar o menor preço da tarifa.
    Claro que caberia uma reavaliação dos contratos antigos, baseados na nova realidade brasileira, pois as condições mudaram bastante, somos um país bem mais confiável, com taxas de juros menores, fatores de encarecimento das tarifas, entretanto o Requião não sabe fazer isso, prefere sempre o confronto e perde todas, quem se ferra é o usuário

  34. Litoral do Pr
    domingo, 5 de abril de 2009 – 13:06 hs

    Acho que o Jaime Lerner não deve se preocupar com o Requión. O Jaime reconhecido mundialmente como grande Urbanista, requisitado e dono de um curriculum invejável. E o Requión ? Débil mental, enganador, mesquinho. Tchau prá ele!
    Aguardem 2010….. É pau puro. O Litoral do Pr está só esperando. Nem venham com o Pessutão. Tbém vai prás cucuias….Ahahahah

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