Deputados do PT não sabem se vão ou se ficam quando o assunto é Requião | Fábio Campana

Deputados do PT não sabem se vão ou se ficam quando o assunto é Requião

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Os deputados do PT na Assembléia não sabem que lado ocupar. Depois da discussão de Tadeu Veneri com o líder do governo Requião, Luiz Cláudio Romanelli, o deputado petista anunciou aos quatro cantos que a bancada iria votar contra o governo na questão do piso regional; ou seja, iria votar a favor das emendas da oposição e de Mauro Moraes (PMDB) que estendiam o reajuste de 14,9% para os servidores e policiais civis e militares.

Pois bem. Na hora da votação, dos seis deputados do partido, apenas Tadeu Veneri (foto) e o professor Lemos votaram a favor das emendas, enquanto Péricles de Mello, Luciana Rafagnin, Elton Welter, e Pedro Ivo votaram contra.

O PT não sabe se vai ou se fica e, enquanto isso, não sai do lugar.


5 comentários

  1. Fernando
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 – 15:41 hs

    É a velha história : quando eram oposição, enchiam a boca para falar que eram diferentes de todos. Agora, dizem que o PT não é diferente dos demais. Fica a pergunta : quem vale menos? Mentiroso por mentiroso, fico com os outros, pois odeio hipocrisia…

  2. Orquídea
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 – 16:22 hs

    O PT ao se aliar a este partido, que sequer merece comentários, perdeu a referência, se é que já teve alguma!!!
    É uma lástima!

  3. quarta-feira, 8 de abril de 2009 – 17:32 hs

    Quem dá mais ? Quem dá mais ? Vamos ao balcão de negócios…. Quem dá mais ?

  4. Jaferrer
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 – 9:56 hs

    Minha posição é a mesma do Fernando. Militei no movimento estudantil na década de 80 sempre apoiando o PT. Hoje não voto mais neles pelo mesmo motivo: odeio hipócritas.

  5. Braga
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 – 12:35 hs

    Percebo que a atual bancada do PT na Assembléia está dispersa. Falta comando no grupo. Na legislatura anterior havia o Vargas batendo todo dia no governo e o Stica todo dia defendendo o governo na liderança. Eram opostos que se debatiam em plenário mas que se uniam em votações, ao menos é o que me recordo. Hoje o discurso é de defesa do governo ,as quando a votação fere os interesses pessoais, como o caso do reajuste dos professores e do funcionalismo, a base é derretida. Como dizem os mais próximos do governo:
    Companheiro é companheiro, filho da…. é filho da…

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