Centrais sindicais se dividem na comemoração do 1º de maio | Fábio Campana

Centrais sindicais se dividem na comemoração do 1º de maio

As centrais sindicais de trabalhadores vão comemorar o 1º de maio separadas mais uma vez. A Força Sindical foi agraciada pelo governador Requião com o espaço em frente do Palácio Iguaçu para armar o palanque do anúncio do novo mínimo regional.

A UGT vai comemorar em Paranaguá do prefeito José Baka, do PDT. A CUT, CGTB, Intersindical, Conlutas, Pastoral Operária e CTB farão a sua manifestação na Vila Torres. As Federações, a CFT e a Nova Central terão eventos próprios em suas sedes.


9 comentários

  1. Mandala
    domingo, 26 de abril de 2009 – 20:08 hs

    Mais uma vez o Governador Requião reconhece a força das centrais no Paraná é apenas a Força Sindical, afinal foi bnem educado na velha e bela quaraqueçaba…
    As demais centrais que cumporam suas agenmdas e quando houver necessidade estarão no palácio com a gente.

  2. Carla Romanelli
    domingo, 26 de abril de 2009 – 21:18 hs

    Fábio acabou o tempo em que comemorar o Primeiro de Maio era fazr uma reflexão do mundo do trabalho e dia de crítica, quando muitos sindicalistas se dirigiam ao largo da ordem colam alguns cartazes e soltavam foguetes e saiam correndo, para não serem preços e hoje com a Democracia Capitalizaram o Primeiro de Maio e nos discusos ficam criticando as empresas Transacionais.

    A Farça sindical vai estar em frente ao Palacio Iguaçú e por levar o nome da Santa Nossa senhora da salete Levam o Padre e todos com lencinhos na mão mas Saem de lá nem sabendo porque exise o Primeiro de Maio

    Eles fazem um projeto e que o Treizz Ottis assessor da central fica mostrando pra todo mundo o grande projeto com apoio das grande empresas do Bingo que fazem com Carros Doados por grande empresas, que Demitem trabalhadores e deixam centenas deles doentes pelas más condições de trabalho.

    E Quando os sindicalistas falam ficam só agradecendo o governador que ajuda a pagar com nosso dinheiro o Show de artistas.

    E padre vira o leiloeiro o chefe do Bingo de Carros acho que este padre nem conhece a Inciclica papal Rerum Novarum de Leão 13.

    Em Parangua é quase a mesma coisa o Primeiro de maio da UGT União Geral dos Trabalhadores, todos tem que elogiar o Prefeito Beka baka é tudo e mesma coisa, aliás desafeto de Requião, todos que usam a Fala tem que elogiar o Prefeito e com apoio das rádio que deve ser tudo do prefeito, e tem sorteio tambem de coisas menores, geladeira
    ,fogão etodas estas coisa de eltro.

    Mas Um coisa todas Elas Tem Igual, a força o NELSÃO não larga o Microfone e Na UGT o PAULO ROSSI não dá o Microfone pra Ninguem só pro Prefeito, ja até me falou um amigo Sindicalista que foi ano passado a Paranaguá e que até preparou um Discurso foi ler sobre a historia do Primeiro de Maio
    O Paulo rossi nem falou o Nome dele e voltou revoltado.

    Este pessoal tem parar para pensar em formação Politica dos Trabalhadores.

    E CUT parece que este ano a Turma não vai pr Foz fazer o Primeiro de Maio do Mercosul e claro acho que o Samek este ano não está ajudando.$$$$$$$$$$$

    O Outros não fazem nada mesmo o ano Inteiro as centrais agora tem Grana deveriam ter movimento toda Semana de protesto, mas falta politica na cabeça esta pelegada

  3. Nuncio Apostólico
    segunda-feira, 27 de abril de 2009 – 0:10 hs

    A CGTB, o Presidente no Paraná e Juvenal Pedro Cim e esta central é de uma tendência ligado ao MR-8, mas este senho não em nada ver com ideologia, e na corrida para ter Filiados algumas centrais para conseguirem legalizar-se junto ao ministerio do TRabalho pra pode pegas a Grana do imposto sindical, filiaram quem pudesse.

    Eu quero ver o Juvenal na Vila das torres e ainda de Terno ele não vai lá nem a pau Juvenal………

  4. LEANDRO
    segunda-feira, 27 de abril de 2009 – 8:31 hs

    Acho que essa turma deveriam comemorar o dia 1º de maio lá na Assembléia Legislativa…é lá que aprova as barbaridades…o governador só sanciona! Esse povo desaprendeu até comemorar…O que adianta ficar fazendo manifestações se no dia 1º de maio não tem ninguém pra ver…Vão pra Assembléia…lá pelo menos ,Imprensa, TV Sinal, os deputados, o povo e tudo que eles precisam pra fazer sua voz soar mais alto! Acorda gente!

  5. Mario Fonseca
    segunda-feira, 27 de abril de 2009 – 8:36 hs

    E o Padre Manzotti vai cantar pedra de bingo dos carros doados pelas montadoras a custa dos reajustezinhos e dos acertos por fora?

  6. Toinho Namalla
    segunda-feira, 27 de abril de 2009 – 9:11 hs

    Essas centrais sindicais são tudoi pelegas. O Butka tá pegando um dinheirão do Requião pra fazer o primeiro de maio na praça salete. O Marcelo Urbaneja, laranja do Paulo Rossi da UGT tá também gastando com shows e motos pra puxar o saco do Baka em Paranaguá, terra do paulo rossi. Em São Paulo as três principais centrais: CUT, Força e UGT pegaram em patrocínio do Lula mais de 5 milhões pra promoverem shows e fazer circo com os trabalhadores. É só acessar o site dessas centrais. A UGT que é a pelega mais nova contratou um show exclusivo do Victor & Léo (coisa de 300 mil reais). A custa de quem??? De nós que pagamos nossos impostos. Reforma SIndical JÁ!!!

  7. segunda-feira, 27 de abril de 2009 – 13:12 hs

    O TRABALHADOR NÃO TEM O QUE COMEMORAR, MAS ELES DIRIGENTES PELEGOS DESTAS MÁFIAS CHAMADAS SINDICATOS,TEM MUITO.É SO CONFERIR O DESCONTO DE UM DIA TRABALHO ANUAL,NO CONTRA CHEQUE DE MARÇO.SENDO VOCÊ ASSOCIADO OU NÃO.DINHEIRO ESTE QUE ESTA CORJA ESTA ISENTA DE PRESTAR CONTAS DO SEU DESTINO.

  8. José Carlos de Souza
    segunda-feira, 27 de abril de 2009 – 14:04 hs

    Sou Professor e fico indignado com o SINDICATO DOS PROFESSORES – SINPROPAR, pois o Presidente deste Sindicato além de nunca participar das atividades voltadas ao trabalhador da educação, se esconde atrás das mordomias que o SINPROPAR ofereçe aos diretores, como carrões, noitadas, festas e muito mais.
    Fazem festa o ano todo com dinheiro do trabalhador, e na hora de reivindicar melhorias aos trabalhadores fazem discursos demagógicos. DÁ-LHE PELEGADA !!!!!

  9. sábado, 2 de maio de 2009 – 9:46 hs

    Em tempos de globalização há um credo que liberais de todo mundo repetem: as contradições entre capital e trabalho desapareceram. Nessa mesma lógica, afirmam que a luta de classes é um lembrança remota de séculos passados. No entanto, diversas contradições fundamentais entre produção coletiva e apropriação privada não esvaneceram nas últimas décadas. A concentração de riqueza continua acentuada.
    Em um mundo de tecnologias só imagináveis em filmes de ficção, o drama da fome continua a assolar o mundo. O capitalismo alimenta-se da morte de milhões e milhões de pessoas, seja através do incentivo e fabricação de guerras, a destruição de alimentos (em nome da manutenção de preços competitivos), a destruição de economias nacionais.
    Durante séculos, o capitalismo explorou livremente a força de trabalho. Apenas em meados do século XIX os/as trabalhadores/as começaram a exigir de forma organizada, através de sindicatos, a regulamentação da relação capital e trabalho pelo Estado. Foi nesse contexto que trabalhadores/as de Chicago foram às ruas pela redução da jornada de trabalho. A proposta das oito horas de jornada máxima, tornou-se um dos objetivos centrais das lutas operárias, e se tornou o eixo principal de reivindicação dos/as trabalhadores/as.
    Apesar da pressão do governo e dos patrões, foi criada nos Estados Unidos, em 1885, a Federação dos Grêmios e Sindicatos Operários, comandada por lideranças operárias inspiradas por idéias anarquistas ou socialistas. Sua primeira resolução foi convocar uma greve geral em todo o país para o dia 1º de maio de 1886, tendo como eixo a redução da jornada de trabalho para oito horas diárias e quatro horas aos domingos, e o fim do trabalho infantil.
    Em diversas cidades dos EUA a paralisação reuniu milhares de trabalhadores e foi acompanhada por comícios, sendo alvo da repressão policial. Em Chicago a adesão à proposta da Federação foi massiva e cerca de 400 mil operários das fábricas cruzaram os braços. Aparentemente surpreendidos patrões e governo deixaram que o movimento transcorresse pacificamente. A repressão se iniciou no dia seguinte e a partir de então foi marcada por fortes conflitos. No dia 2 de maio, a polícia entrou em choque com os grevistas numa pequena cidade vizinha de Chicago, deixando um saldo de nove mortos.
    Um dos líderes da greve, o anarquista August Spies, convocou para o dia seguinte, dia 4 de maio, um ato público contra a repressão policial no centro de Chicago, que reuniu cerca de 15 mil pessoas e foi cercada pela polícia fortemente armada. Uma nova tragédia aconteceria. A polícia abriu fogo contra os manifestantes e provocou a morte de 80 operários e mais de uma centena ficou ferida.
    Vários manifestantes, em especial os líderes da greve e organizadores do comício foram presos. O processo, reconhecido posteriormente como uma grande farsa pela própria justiça norte-americana, voltou-se contra os líderes do movimento que foram condenados à morte.
    Em 1889 foi criado o Dia Mundial do Trabalho no Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago
    No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes. Ao longo dos anos, a data foi se legitimando como um momento de luta e reflexão sobre as condições de vida dos/as trabalhadores/as no Brasil.
    Está na ordem do dia recuperar o sentido histórico do 1º de Maio. Vivemos conflitos entre capital e trabalho característicos do período da chamada acumulação primitiva. O Brasil ainda convive com o trabalho escravo de homens, mulheres e crianças. O trabalho infantil, embora proibido pela Constituição e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente até os 16 anos, atinge 2,2 milhões de crianças de 5 a 14 anos de idade, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-IBGE/2001). Ou seja, até o mínimo do capitalismo, a regulamentação da relação entre capital e trabalho, ainda não foi implementada no Brasil.
    Por outro lado, as conquistas dos/as trabalhadores/as, como a carteira assinada, sofrem ameaças e ataques por todos os lados. Governo e patrões continuam unidos na precarização do trabalho. A Medida Provisória que possibilita ao patrão não assinar a carteira dos/as trabalhadores/as rurais é um exemplo dessa política. Mais do que nunca é necessário fazermos sindicalismo combativo e autônomo. Mais do que nunca, a luta de classes deve ser explicitada em todas as esferas sociais, e também no âmbito parlamentar, espaço do dissenso civilizado, mas real.

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