Deputado Marcelo Rangel denuncia grampo em seu telefone | Fábio Campana

Deputado Marcelo Rangel denuncia grampo em seu telefone

marcelo-rangelO deputado Marcelo Rangel usou o horário das explicações pessoais para denunciar que seu telefone foi grampeado. Ele quer saber se isso aconteceu com ordem judicial e quem determinou a escuta. está convencido de que é iniciativa de seus adversários políticos.

Marcelo rangel é do PPS e um dos críticos mais constantes do governo Requião.


9 comentários

  1. Pessoa
    terça-feira, 17 de março de 2009 – 20:00 hs

    Fala Sério Véio!
    Outra Piada do Marcelo Rangel.
    Até parece o programa da Mundi.
    Quem e pq iria grampear seu Fone?
    Para ouvir suas balelas?
    Fala Sério Véio!

  2. Londrina Urgente
    terça-feira, 17 de março de 2009 – 20:08 hs

    CARTA DO ENGENHEIRO NÉLSON BRANDÃO,
    EX-SECRETÁRIO DO PREFEITO WILSON MOREIRA,
    AO EDITOR DO CORREIO BRAZILIENSE
    DESMASCARANDO FARSA MONTADA CONTRA BARBOSA NETO

    —– Original Message —–
    From: brandao@sercomtel.com.br
    To: josemar.gimenez@uai.com.br
    Sent: Tuesday, March 17, 2009 4:54 PM
    Subject: A lamentável matéria eleitoral de Ricardo Brito

    Sr. Editor,

    Lamentável a matéria hoje publicada, da lavra do repórter Ricardo Brito, acerca de suposto processo contra o deputado federal Barbosa Neto, candidato do PDT à prefeitura de Londrina.

    Faz tempo que não lia uma matéria assim, cheia de vírgulas, baseada no condenável “consta”, no inacreditável “pode”, no sibilino “poderá”.

    Gostaria de informá-lo que, já no primeiro turno das eleições, o mesmo Ricardo Brito foi o autor de várias matérias contra Barbosa Neto. Não errei na digitação nem na escolha da palavra: CONTRA. O Correio Braziliense publicava e, no mesmo dia, já pela madrugada, milhares de panfletos com a íntegra dos destampatórios eram distribuídos pelos carros e cabos-eleitorais da campanha tucana.

    De noite, de dia, nas inserções nas emissoras de TV e de rádio, eram as piéces-de-resistence do programa eleitoral gratuito do PSDB: “deu no Correio Braziliense”… Os marqueteiros do candidato Luiz Carlos Hauly economizaram neurônios e criatividade com a providencial ajuda do eobsequioso Ricardo Brito.

    Agora, a treze dias da eleição, com a evidente desvantagem de Hauly (que conseguiu a censura de blogs, impediu na Justiça a divulgação dos resultados das pesquisas do IBOPE, do Vox Populi e da Paraná Pesquisas), por obra de geração espontânea e conhecida e pública camaradagem de Brito para com o também jornalista Amauri Escudeiro, assessor e alter-ego do candidato Hauly, a velha, surrada e aética tática volta a dar as caras subvertendo o processo eleitoral.

    Ontem, as 9:03 da manhã, o bloqueiro José Pedriali, ex-militante da TFP e porta-voz oficioso de Hauly, já adiantava a matéria do Correio, em texto impressionantemente parecido, com o vezo até dos cacoetes vernaculares dos advogados que auxiliam Hauly em sua cruzada patológica para ser prefeito de Londrina (em sua quinta tentativa, ufa!), pelo voto popular que lhe é sempre negado ou, agora também, no tapetão. Que tal a leitura do blog do ex-tefepista? Ei-lo:

    “Juíza pede que STF investigue Barbosa Neto
    A juíza Oneide Negrão, da 3ª. Vara Criminal de Londrina, pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) que investigue o deputado federal Homero Barbosa Neto (PDT) por causa da prisão do seu ex-chefe de gabinete Luciano Lopes.

    Lopes foi preso em 25 de agosto passado ao deixar a residência do deputado federal Alex Canziani (PTB), em poder de R$ 23 mil, depois de se encontrar lá com Barbosa.

    A prisão de Lopes foi feita pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, e solicitada por Barbosa Neto, que alegou estar sendo vítima de extorsão praticada pelo ex-assessor.O encontro de ambos foi filmado por uma microcâmara em poder de Barbosa, cedida pelo Gaeco.

    Lopes alegou que o dinheiro em seu poder lhe fora dado por Barbosa como pagamento antecipado por “serviços de consultoria” durante a campanha eleitoral. Barbosa disputava o primeiro turno para a Prefeitura de Londrina (foi derrotado e, com a cassação do registro de Antônio Belinati (PP), o mais votado, volta ao páreo enfrentando o tucano Luiz Carlos Hauly).

    O ex-chefe de gabinete havia denunciado Barbosa, poucas semanas antes, à Procuradoria Geral da República. Imputava a ele – e apresentou farta documentação e fitas de áudio e vídeo – a apropriação da parte do leão do salário de assessores, a existência de funcionários fantasmas em seu gabinete e o uso da verba indenizatória para cobrir despesas pessoais.

    A denúncia está sendo investigada pela Corregedoria da Câmara.

    A decisão da juíza foi tomada em 16 de dezembro e somente agora está vindo a público e é conseqüência do inquérito policial inconclusivo.

    A culpa de Lopes não pôde ser comprovada, abrindo, assim, a brecha para Barbosa ser investigado por denunciação caluniosa.

    A juíza baseia seu pedido em parecer do ministro Celso de Mello, de 17 de junho de 1999, que diz: “O membro do Congresso Nacional (…) pode ser submetido a investigação penal, mediante instauração de inquérito policial perante o Supremo Tribunal Federal, independentemente de prévia licença da respectiva Casa legislativa (…)”

    Se o pedido da juíza for acatado, Barbosa passará a responder a dois inquéritos junto ao STF.

    O primeiro trata da mesma prática ilegal atribuída a ele pelo ex-chefe de gabinete e teria ocorrido durante seu mandato de deputado estadual, que precedeu o atual. A denúncia foi feita pela Polícia Federal no âmbito da “Operação Gafanhoto”.”

    Postado por JOSE PEDRIALI às 09:02 3 comentários Links para esta postagem

    http://josepedriali.blogspot.com

    Compare-o, se tiver tempo e disposição, ao de Ricardo Brito, por favor. É o que lhe peço.
    Hoje, nem bem o dia nascia, e o site do candidato competente (compete, compete, compete…) já estampava o material do amigão Ricardo. Quer ver? Está lá no http://www.hauly45.com.br , no alto da página, cumprindo sua finalidade específica. E quem sabe da seriedade do Correio Braziliense, do profissionalismo de seus jornalistas e do rigor ético de sua direção, não há de gostar dessa “operação” mal-cheirosa de marqueteiros à beira de um ataque de nervos.
    Mas, para ser imparcial, esse problema não é de seu jornal, apenas. Na semana passada o colunista Cláudio Humberto, do Jornal de Brasília publicou nota informando que o delegado federal Fernando Francischini, atual secretário municipal anti-drogas de Curitiba, não acompanharia o prefeito Beto Richa em sua viagem à Londrina para apoiar Hauly pelo fato de ter, em 2006, pedido o indiciamento criminal do mesmo Luiz Carlos Hauly. Três dezenas de jornais em todo o país publicaram a coluna na íntegra, como o fazem diariamente, menos a Folha de Londrina, que censurou a nota. Depois, com a repercussão estrondosamente negativa, tentou consertar o erro incluindo a informação no site do jorna.
    A história é cabeluda e conhecida, talvez não para Ricardo Brito. Mas Francischini, um incorruptível delegado da Polícia Federal pediu o indiciamento criminal de Hauly e de Amauri Escudeiro por formação de quadrilha, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, e muito mais. Recordando o fato, de 09 de setembro de 2006:

    “PF quer processar deputado tucano
    O delegado Fernando Francischini, da Polícia Federal, que preside o inquérito da “Operação Castores”, pediu que a Procuradoria Geral da República requeira ao Supremo Tribunal Federal autorização para processar o deputado tucano Luiz Carlos Hauly (PR) e seu chefe de gabinete Amaury Escudero Martins, por “quebra de segredo de Justiça e violação de sigilo funcional”. A autorização do STF é necessária pois Hauly possui imunidade parlamentar. No relatório conclusivo do inquérito policial aberto para apurar os crimes de corrupção, tráfico de influência e formação de quadrilha, o delegado Francischini conclui: “Quanto ao inquérito principal, verifica-se que existem indícios consistentes de crimes de formação de quadrilha e tráfico de influência, ressaltando que, até o momento, pudemos identificar que o grupo conseguiu efetivamente, através de sua rede de influência, facilitar a liberação de aproximadamente R$ 46.000.000,00 da Eletronorte em um contrato com a empresa Alstom, mediante a solicitação de vantagem financeira consubstanciada em diversos documentos apreendidos e confirmados nas gravações telefônicas”.

    http://www.claudiohumberto.com.br/colunas_anteriores/index.php?dia=26&mes=9&ano=2006#this

    Uma matéria sobre isso seria tão bem-vinda, Senhor Diretor, até para reafirmar a reconhecida isenção do Correio Braziliense.
    Lamento tomar o seu tempo. Perdoe-me, mas é imperativo e necessário. Cumprimento-o pela atitude correta do Correio Braziliense, ao retirar de seu site a matéria-encomenda do cabo-eleitoral Ricardo Brito.
    Respeitosamente,

    Nelson Ricardo Rossi Brandão
    Engenheiro Civil
    RG 547.585-6

    Londrina – PR

  3. Barão
    terça-feira, 17 de março de 2009 – 21:01 hs

    Um belo factóide do Néscio dos Campos Gerais!

  4. TERMÓPILAS
    terça-feira, 17 de março de 2009 – 21:27 hs

    Tudo como dantes.A GRAMPOLANDIA DEVE SER COMBATIDA!!!!

  5. MAURICIO
    terça-feira, 17 de março de 2009 – 23:22 hs

    grampear telefone de radialista?
    É o fim da rosca….

  6. Luis Kutax- Ctda
    quarta-feira, 18 de março de 2009 – 8:19 hs

    UM SIMPLES GRAMPINHO, PIOR QUANDO O FERREIRINHA COMEÇAR A AGIR.

  7. Porvinha
    quarta-feira, 18 de março de 2009 – 9:16 hs

    Fala para o Marcelo Rangel trabalhar mais pelos municipios que ele representa e parar de querer aparecer a qualquer preço na mídia, fala menos e trabalha mais.

  8. Teodoro
    quarta-feira, 18 de março de 2009 – 10:28 hs

    Por onde anda o Razera do Requião?

  9. quarta-feira, 18 de março de 2009 – 13:37 hs

    O telefone dele, os telefones dos deputados da situação (para conferir o que andam fazendo) e os telefones dos deputados da oposição (para chantagem futura), todos devem estar grampeados, ordens são ordens. O guardião-mor “fiscalizando” a todos, é o “grande irmão” de olho em todos…. é mais uma evidência do estado policialesco ilegal que estamos vivendo no Paraná, ninguém escapa. Se a CPI (nacional) do Grampos passasse por aqui ficaria escandalizada com a quantidade de policiais “trabalhando” de fone de ouvido, ilegalmente…..Polícia Federal neles!

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