Cresce violência contra imigrantes na Europa | Fábio Campana

Cresce violência contra imigrantes na Europa

De Andrei Netto, em Paris, n´O Estado de São Paulo

A crise econômica internacional é um elemento a mais de tensão contra os estrangeiros que vivem na Europa. Há um ano, as regiões mais afetadas pela crise, como Espanha e Irlanda, registram um aumento das hostilidades entre imigrantes e trabalhadores locais, inconformados com a perda de vagas para a mão-de-obra estrangeira. Há 10 dias, porém, uma série de manifestações realizadas na Grã-Bretanha chamou a atenção para o papel da crise no aumento da xenofobia.

O maior dos protestos ocorreu na refinaria de petróleo de Lindsey, do grupo francês Total, que contratou 200 operários italianos e portugueses. Em resposta, os trabalhadores da companhia decidiram entrar em greve, reclamando que as vagas fossem entregues a britânicos.

“É claro que poderemos ver mais manifestações desse tipo em outros países da Europa”, afirmou Karel Lannoo, presidente do Centro de Estudos de Política Europeia, de Bruxelas. Para ele, as greves partiram da Grã-Bretanha porque o país foi o mais afetado pela crise. “Fiquei surpreso de ver uma manifestação dessas em um lugar que sempre foi contrário a questões nacionalistas na União Europeia.”

A onda de xenofobia preocupa autoridades políticas e acadêmicos. Em entrevista ao jornal Le Monde, o historiador Nicolas Baverez alertou para o crescimento das paixões extremistas, nacionalistas e protecionistas que desembocam na xenofobia.

DEPRESSÃO

“A turbulência econômica agrava as tensões sociais e torna o cenário muito semelhante ao que vivemos na Europa nos anos 30”, disse o sociólogo Jérôme Valluy. “A Grande Depressão foi um catalisador dos eventos que resultaram na 2ª Guerra.”

COLABOROU DANIELA MILANESE

Xenofobia aumenta na UE, indicam relatórios

Andrei Netto, Paris

Denúncias de violência racial cresceram em pelo menos 8 países do bloco desde os atentados do 11/9 e do início da guerra ao terror
O número de denúncias de violência racial teve um elevado aumento em pelo menos oito países da União Europeia desde os atentados do 11 de Setembro e o início da guerra ao terror. A constatação foi feita por duas juntas de Direitos Humanos, em Viena e Estrasburgo, que analisaram 11 países. De acordo com os relatórios, os crimes antissemitas cresceram na Grã-Bretanha e na França; outras manifestações de violência de extrema direita são cada vez mais frequentes na Alemanha.

Os documentos confirmam que casos como o da advogada brasileira Paula Oliveira, agredida na segunda-feira, na Suíça, não são uma exceção, mas parte de uma avalanche de denúncias de xenofobia na Europa após 2000.

O documento mais importante foi produzido pela Agência de Direitos Fundamentais da UE, com sede em Viena. Segundo o levantamento, com dados atualizados até 2006, o número de denúncias, investigações ou crimes raciais confirmados aumentou na Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Áustria, Irlanda, Grã-Bretanha, França e Eslováquia. Dentre os países que forneceram estatísticas, as agressões só se mantiveram estáveis ou se tornaram menos frequentes na Suécia, Polônia e República Checa.

O campeão de casos é a Alemanha, com 18.100 crimes cometidos em 2006 – uma alta de 5,3% na década. Mas, porcentualmente, quem enfrenta o maior aumento de atos de xenofobia é a Dinamarca – país que acolhe grande número de novos imigrantes. Os incidentes tornaram-se 59,1% mais comuns entre 2000 e 2006.

Entre as nações mais populosas do bloco, a França – com 27,7% de aumento de incidentes – e a Grã-Bretanha, com 27,3%, também foram destaques negativos. A agência esclarece que a comparação entre os países não é apropriada, pois os métodos de contabilização são diferentes.

Itália e Espanha não foram incluídos no levantamento, mas ambos os países vêm tornando mais rígidas suas política anti-imigrantes. Em Roma, o Senado aprovou um pacote que, entre outras medidas, estimula médicos a delatar pacientes que estejam ilegalmente no país. Na Espanha, o governo se oferece para pagar a passagem de quem quiser retornar a seu país de origem.

O segundo documento sobre a escalada da xenofobia, publicado pela Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância, indica que há um “clima de hostilidade” em relação às minorias. “O conjunto das formas contemporâneas de racismo e de discriminação racial é complexo e inquietante”, diz o relatório. “Fenômenos virulentos de racismo e de intolerância podem ser observados em todos os países membros.”

A Comissão Europeia alerta que a “falta de vontade política” dos governos vem prejudicando a condenação dos acusados. Imigrantes como Paula Oliveira, refugiados e asilados são “particularmente atingidos”, afirma o texto. O relatório conclui que o agravamento da violência racial na Europa tem relação com a luta contra o terrorismo, que “estigmatiza comunidades, em especial de estrangeiros”.
Segundo o cientista político Jean-Yves Camus, do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas e estudioso do movimento skinhead, as regiões de fronteira entre Alemanha, Áustria e a Suíça alemã – onde se localiza Zurique – reúnem a maior concentração de militantes extremistas violentos da Europa Ocidental. “Na parte alemã da Suíça atuam grupos de violência xenófoba com até 800 pessoas”, afirma. “Ainda são casos isolados, mas recorrentes.”


15 comentários

  1. Dr. Caetano
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 – 10:01 hs

    É inaceitável ver uma cidadã brasileira tratada desse forma, o estado brasileiro não aceitar essa arbitrariedade, fica minha indagação, acho que já está hora de mudar a politica para estrangeiros no nosso pais, eles pensam que somo primitivos, e nos veem como pessoa exoticas, que nojento, horrendo, fica minha repudia a essa barbaridade.

  2. Carlos Molina
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 – 11:54 hs

    Neos “Freikorps” e Milícias
    O que aconteceu com a brasileira não é um fato isolado, já que é a constante contra os imigrantes por todo o continente europeu!

    Enquanto a intelectualidade humanista de esquerda acreditava que a aproximação do novo milênio coincidiria com a consolidação da rejeição a valores como racismo e xenofobia, vemos partidos com plataformas nacional fascistas colhendo resultados eleitorais expressivos e colocando as suas tropas nas ruas.

    O PSV a sigla que foi riscada a faca no corpo da nossa brasileira, representa o nome do
    “Partido do Povo Suíço”, agremiação política de extrema direita e a ação deste partido não difere em nada da “Liga Norte” italiana ou do austríaco “Partido da Liberdade”, como também do DVU (União do Povo Alemão)
    Tal qual aconteceu com a crise de que atingiu a Europa no pós-Primeira Guerra Mundial, quando se desenvolveram movimentos políticos de extrema-direita por toda a Europa, hoje com a nova crise global voltam a cena e as “milícias populares” são seus braços armados.

    Como no período histórico que possibilitou o surgimento do nazifascismo hoje as milícias fascistas e os neo-Freikorps ressurgem com toda força.

    A designação de Freikorps (“Corpos Livres”) foi utilizada pelos nazistas para designar as milícias paramilitares que impuseram o clima de terror que foi o facilitador da ascensão de Hitler ao poder, pois este exército irregular foi o aglutinador armado dos milhares que eram induzidos pela propaganda do nazismo.

    Com a ascensão dos governos de extrema direita pelo fortalecimento de seus partidos fica claro que as mesmas condições subjetivas que impulsionaram o surgimento do fascismo começam novamente a serem colocadas como objetivas do ponto de vista de tomada de poder pelos xenófobos.

    Estes marginais se sentem parte das “Freikorps” e as suas práticas em nada se diferenciam do que estas um dia fizeram.

    O método de ação de massas desenvolvido pelo Hitler e seus seguidores foram sempre o de negar a suas bases qualquer participação concreta nas decisões, dando-lhes somente liberdade de ação, e neste caso quase infinita para as atividades marcadas pelo ímpeto, o que incluía o uso da violência. Tal quais os Freicorps os neonazistas enquanto usam de violência acreditam se fazer passar por “defensores da ordem ariana” contra os “inimigos de sangue impuro”.

    Hitler foi colocado no poder pelo terror sistematizado, pois com estes grupos paramilitares agindo nas ruas ninguém queria correr o risco de não fazer parte dos mesmos, o que em conjunto com a forte campanha midática nacional populista levou a total militarização da sociedade alemã!

    Os Freikorps foram os embriões da SS criadas por Himmler!

    Hitler encarava a S.S. como sua guarda pretoriana e lhe deu tarefas especiais. Ela foi encarregada do Ministério da Raça e Colonização, responsável pela elaboração das leis raciais e pelas aplicações práticas da teoria racial nazista e manutenção de livros sobre procedências genealógicas dos membros do partido. A S.S., assim, tornou-se o instrumento natural para levar adiante, por parte de Hitler, o gigantesco extermínio do Leste e a política de colonização, quando chegasse a hora.

    Está militarização da sociedade européia que um dia gerou os monstros do fascismo, franquismo, salazarismo e do nazismo começa a novamente a acontecer por toda a Europa.

    Na Itália do fascista Berlusconi o velho chauvinismo europeu ressurge com força. Lega Nord, que faz parte do governo italiano, propôs recentemente a legalização dos grupos de vigilantes para defenderem os cidadãos contra a criminalidade violenta nos bairros proletários.

    Estas patrulhas populares compostas por fascistas têm circulado pelas ruas há um ano, enquanto a polícia faz vista grossa e se a Lega Nord conseguir aprovar o projeto, que foi barrado, mas será reapresentado com grandes chances de vitória, as rondas das milícias neofascistas vão poder agir com total liberdade e terão o apoio das polícias locais.

    O deputado da Lega Nord Mario Borghezio afirmou:

    “Graças às iniciativas da Liga Norte, estas patrulhas irão em breve estar a trabalhar com as forças da lei e da ordem. Agora, todos os cidadãos honestos não mais irão ter de ceder aos criminosos às áreas em que vivem. É um dia muito orgulhoso.”

    As áreas mais violentas por causa da miséria reinante são geralmente as habitadas por imigrantes legais e ilegais, sendo que em grande parte eles são mulçumanos ou latinos americanos!

    A Lega Nord lançou uma campanha contra a construção de mesquitas e um dos deputados deste partido até sugeriu aos seus camaradas o absurdo de que se instituísse o “dia do porco” e sempre que houvesse planos para construir uma nova mesquita, ir-se-ia passear um porco no terreno onde a mesquita estaria prestes a ser erigida; sendo o porco um animal especialmente impuro para os muçulmanos, provável era que os muçulmanos abandonassem a idéia de aí estabelecer um local de culto.

    A Liga opõe-se também a que sejam edificados minaretes em solo italiano, dado o simbolismo de poder que lhes está associado; e quer também que os sermões nas mesquitas sejam ministrados em Italiano, não em Árabe.

    Outra das campanhas é contra a imigração em geral e um dos seus cartazes mais expressivos mostra um chefe índio norte americano e tem como legenda:

    “Eles sofreram a imigração e agora vivem em reservas.”

    http://4.bp.blogspot.com/_suD1pzsRnwE/SR2gbYnXaYI/AAAAAAAACE0/rjavUuQ1KzY/s400/Leganord.jpg

    É importante relembrar que tal como a Lega Nord do Berlusconi quer hoje em janeiro de 1923 as milícias fascistas (“camisas pretas” do Mussolini), foram transformadas na “Milícia Voluntária de Segurança Nacional”.

    No resto da Europa está onda de xenofobia chauvinista também se fortalece a cada dia e os partidos de extrema direita ganham espaço no meio da população e este se expressa em votos e na organização paramilitar destas sociedades.

    Deter o avanço da extrema direita na Europa não será possível apenas por meio da guerra ideológica eleitoral nos países onde haja eleição, já que a ação da extrema direita é diária. Afinal, os extremistas, de qualquer tipo, costumam beber da fonte dos medos e das incertezas vividas pelo eleitor comum em seus dia a dia, que vão desde o desemprego a falta de cultura, o que torna estes europeus alvos fáceis para este tipo de propaganda.

    As velhas elites só conhecem um caminho para superar as grandes crises e este não é o do estabelecimento de uma nova ordem mais justa e sim o da violência e que leva a guerra e a uma nova repartição política militar geográfica e econômica do mundo.

    Como principal arma para desviar do povo a visão real do principal foco dos problemas sociais que atinge a população eles necessitam de criar pela ação midiática ideológica os “demônios” e estes são os oriundos das outras etnias, os imigrantes!
    Com o novo “inimigo” criado a população não enxerga que quem realmente é o “demônio”, que são eles os donos do sistema!

  3. Carlos Molina
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 – 13:52 hs

    FATOS:
    “Nos últimos meses, ataques xenófobos têm ganhado força na Europa diante de um discurso cada vez mais racista dos partidos de extrema direita. Na Suíça, a crise financeira internacional e o aumento do desemprego deram popularidade aos partidos políticos que defendem medidas contra a imigração. Casos de ataques contra estrangeiros aumentaram, mas, até agora, os brasileiros não eram os alvos preferidos – as principais vítimas são imigrantes turcos, ex-iugoslavos e africanos.”
    http://brasil.indymedia.org/pt/red/2009/02/440715.shtml
    “A tendência ao aumento desses casos parece continuar neste ano. Os números de março são os maiores em vários anos. Em toda a Alemanha a polícia documentou um total de 1.311 crimes cometidos por extremistas de direita e racistas, o que significa um aumento de 458 casos em relação ao mesmo mês do ano passado. Os incidentes incluem 72 atos violentos, revelou o governo em resposta a um questionamento feito por Petra Pau, a vice-presidente do Bundestag, que pertence ao Partido Esquerda.”
    http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2008/06/04/ult2682u817.jhtm
    “Pesquisa realizada em novembro de 2005 pelo Institut CSA revelou que um terço dos franceses se declara racista. Ainda segundo a mesma enquete, divulgada pelo diário Le Monde, 63% dos cerca de mil entrevistados consideram que “certos comportamentos podem justificar reações racistas”. Já uma pesquisa realizada pelo governo da Grã-Bretanha mostrou-se reveladora: 56% dos entrevistados acreditam haver mais preconceito racial hoje do que cinco anos atrás. De acordo com o mais recente relatório do Eurobarômetro, há discriminação nos 27 países da União Européia.”
    http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=9&i=2809

  4. Ricardo
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 – 14:03 hs

    Em Curitiba cresce um movimento xenófobo, promovido por uma onda modista chamada primariamente de “Orgulho Curitibano”. Essa bobagem agrega pessoas comuns, que repudiam veementemente críticas aos modo de vida dos curitibanos, além de jovens skinheads, que se dizem não racistas, mas defendem valores tradicionais e ódio aos costumes de outros estados. Aqui, também, os movimentos fascistas da extrema direita tomam forma, incentivados por grupos neonazistas que atuam na Região Sul desde os anos 80.

    Um exemplo claro são as pichações em muros próximos ao Centro Cívico, com inscrições de suásticas em vermelho e a assinatura WP (White Power), de uma turma de adolescentes auto intitulada “Skinheads Elite”. Essa agremiação, formada por adolescentes com idade média de 17 anos, se reúne todas as tardes no Estação Shopping e nos arredores do Shopping Mueller. Um dos membros foi assassinado em 2008 por “vileiros”, garotos de gangue da periferia e Região Metropolitana, um dos alvos preferidos dos grupos extremistas.

    A Elite é um grupo de classe média alta, bastante numeroso e apoiado por grupos maiores e mais antigos. As agressões a homossexuais, punks, imigrantes sulamericanos e judeus são frequentes, mas as investigações parecem ser poucas.

    As manchetes dos jornais curitibanos nunca deram atenção ou promoveram a discussão do que está se tornando, claramente, uma ameaça. Talvez ainda não exista articulação ou desenvolvimento suficiente para classificar esses delinquentes como um movimento organizado. Mas que ele é potencielmente perigoso, isso é.

    Seria bastante saudável que a discussão das causas racistas na Europa caíse sobre Curitiba, para se começar a entender que a cidade sempre foi xenófoba. Não é a toa que aqui se formou uma das maiores forças de resistência nazista do Brasil no período da Segunda Guerra. Infelizmente estes traços ecoam em nossa sociedade até hoje.

  5. Almasor Abbas Adilah
    sábado, 14 de fevereiro de 2009 – 20:43 hs

    Neonazistas fazem manifestações na Alemanha e Hungria

    Grupos relembram batalhas da Segunda Guerra Mundial
    Cerca de oito mil pessoas participaram das passeatas.

    Cerca de 6.000 neonazistas desfilaram neste sábado (14) em Dresde, no leste da Alemanha, em memória às vítimas dos bombardeios aliados de 1945, na Segunda Guerra Mundial. Em Budapeste, capital da Hungria, cerca de 2000 neonazistas celebraram o chamado “Dia da honra”, quando as tropas alemãs e húngaras tentaram romper as linhas da capital húngara, sitiada pelo exército soviético.

    Na cidade alemã, um grupo de contramanifestantes, formado por representantes religiosos, partidos políticos, sindicalistas e cidadãos, conseguiu reunir 11.000 pessoas.

    A manifestação anual de 14 de fevereiro em Dresde é uma das que mais atrai militantes neonazistas alemães para sua tradicional “marcha fúnebre” em memória das 25.000 vítimas civis dos bombardeios aliados contra essa cidade, em 13 e 14 de fevereiro de 1945, no final da Segunda Guerra Mundial.

    Já em Budapeste, os neonazistas conseguiram reunir mais manifestantes do que de costume. Em geral, as manifestações em 14 de fevereiro costumam juntar centenas de pessoas, mas as idéias de extrema direita têm ganhado força na Hungria desde que a crise financeira global estourou.

  6. natalia demartine
    quarta-feira, 11 de março de 2009 – 20:35 hs

    eu acho que oque aconteceu com a basileira nao foi só um fato mais sim um a prova do que acontece todos os dias na europa!

  7. quarta-feira, 11 de março de 2009 – 20:39 hs

    eu acho que oque aconteceu com a basileira nao foi só um fato mais sim um a prova do que acontece todos os dias na europa! todos ficamos inconformados com esse acontecimento horrivel!fica minha aqui minha decepçao!1 se quiser saber mais va a o meu blog …
    natalia

  8. quarta-feira, 11 de março de 2009 – 20:41 hs

    eu acho que oque aconteceu com a basileira nao foi só um fato mais sim um a prova do que acontece todos os dias na europa! todos ficamos inconformados com esse acontecimento horrivel!fica minha aqui minha decepçao
    natalia

  9. Anônimo
    quinta-feira, 29 de abril de 2010 – 15:56 hs

    não!

  10. CA.
    domingo, 1 de agosto de 2010 – 19:51 hs

    Importam-se mesmo com isso?Coitadinhos destes “imigrantes”, recebem ajuda social dos governos europeus às custas dos altos impostos que os europeus pagam, recebem a maioria dos empregos que acabam sendo retirados de europeus que trabalhavam neles e até recebem moradia e tudo dos governos europeus, sem falar aida que os imigrantes que são criminosos chegam à não ser punidos por seus delitos, ou então as autoridades são consideradas “xenófobas”.Engraçado é que gentinha como voces nada falam, nenhum pouco, do que anda à acontecer com as minorias étnicas e religiosas que são perseguidas em vários outros paises, estrangeiros que muitas vezes são refugiados que são massacrados ou expulsos pelos governos dos paises que os acolheram, do genocídio racista que está sendo realizado em Darfur e várias outras coisas.Nada disto voces falam, engraçado não?Poderiam largar de serem hipócritas, pois só se vê a tendenciosidade de voces, cujo objetivo é somente falar mal dos europeus e dos ameicanos, pregando que são xenófoboa e racistas, nada mais, mas do resto que é mil vezes pior nada!Seus hipócritas e cafagestes!

  11. cigana
    sábado, 12 de fevereiro de 2011 – 18:42 hs

    infelizmente nao é só com os brasileiros, é com os ciganos tb, há que dar um basta nisto, é nos unirmos todos e dar cabo de uma vez por todas, com esses malditos racistas, que se axam a raça pura da merda-

  12. Maria Tereza Penna
    terça-feira, 20 de março de 2012 – 8:41 hs

    Hipocrisia é justificar injustiça com outra injustiça! Não importa se é em Darfur ou na Conchinchina . XENOFOBIA É TERRORISMO Aqui ou acolá! HIPOCRITA é quem defende racismo facismo ou qualquer formabarbárie

  13. Victoria
    sexta-feira, 10 de maio de 2013 – 14:17 hs

    A atitude européia realmente nos assusta levando a reclamações e repugnância, sou contra a xenofobia porém temos que lembrar, também acontece no Brasil e é difícil de não acontecer em Países desenvolvidos ou em desenvolvimento o preconceito e o racismo esta presente em todo o mundo.
    Retornando ao assunto, discordo descaradamente com as atitudes européias pelo fato do Brasil estarem melhores condições do que alguns países da UE como exemplo Portugal e ainda se acham no direito de reclamar ou excluir pessoas que de certa forma ajudam na economia.
    O Brasil é visto por estrangeiros como “carnaval,macaco,samba e prostituição” isso realmente é falta de consideração, o nosso país é sim digno de assumir o samba e o carnaval como característica e alegria porém a atitude preconceituosa chamada racismo de se referir ao público negro de macaco ou qualquer coisa do tipo passa dos limites éticos e morais desrespeitando os negros que são tão importantes quanto quais quer outras pessoas afinal somos todos iguais. Quanto a prostituição realmente existe essa realidade no Brasil, mas isso não significa que toda Brasileira é prostituta discordo como todos os outros com essa atitude xenofobica, como exemplo tenho uma amiga emigrante que esta na França de intercâmbio e perguntaram para ela se no Brasil trabalhava com prostituição… Isso mostra o preconceito contra mulheres brasileiras.
    Meu comentário foi iniciante pelo fato de eu estar no 9°. Obrigada Victoria

  14. Nicolau
    sexta-feira, 24 de julho de 2015 – 15:09 hs

    Abas o árabe, chama os alemães de “neonazistas” e o é burro ou não sabe que em Dresden morreram mais de 350.000 mil pessoas bombardeadas pelos criminosos bandidos democratas anglo-americanos!

  15. jonas mainardi
    segunda-feira, 7 de setembro de 2015 – 6:27 hs

    O próprio Brasileiro, deveria ter amor ao seu País, mais quando o pobre melhora um pouco a primeira coisa que faz é correr para os parques da Disney, coisa que Americano nenhum faz!

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