Perdidos na crise, segundo FHC | Fábio Campana

Perdidos na crise, segundo FHC

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Artigo de Fernando Henrique Cardoso publicado hoje no jornal O Estado de São Paulo:

“A crise financeira estourou nos Estados Unidos em agosto de 2007. Subitamente o mundo tomou conhecimento de que havia um problema: hipotecas sobre a compra de imóveis dadas com garantias precárias. De início os bancos americanos diziam não ter nada com o assunto.

Logo depois foram obrigados a reconhecer que os “veículos especiais” que eles criaram eram, sim, de sua responsabilidade. Reconheceram para o banco central americano, o Federal Reserve (Fed), poder dar-lhes dinheiro para cobrir os buracos, posto que os financiadores de hipotecas, não sendo bancos, não teriam acesso ao socorro federal. O susto não serviu de lição.

De degrau abaixo a degrau abaixo, desfez-se o castelo de cartas. Hoje todo mundo reconhece que o sistema financeiro estava muito “alavancado”, quer dizer, emprestava com uma base de capital próprio muito pequena, com o dinheiro dos outros. Os depositantes, quando descobriram a ligação dos bancos com as hipotecas, correram para retirar depósitos de bancos com poucos fundos próprios. De novo veio o socorro do Fed, desta vez trilionário. O mundo, que ainda não se acostumara ao “bilhão de dólares”, teve de ver “trilhão” no horizonte, mas de dívidas…

Para ler a íntegra do artigo de FHC, clique no “Leia Mais”.

Daí em diante, houve mil “soluções criativas” para sair da crise. A “laborista”, do primeiro-ministro Gordon Brown, saudada por todos, foi a de dar dinheiro aos bancos, comprando ações, em vez de, como fez o Fed, absorver títulos podres e conceder empréstimos a juros baixos e com prazo de devolução infinito. Tesouro e bancos ingleses ficaram associados e não se sabe até que ponto estes foram “nacionalizados”. O governo americano continuou “inovando”: deu créditos com dinheiro do contribuinte, não só aos bancos, mas às empresas, e considera a possibilidade de dar recursos diretamente aos cidadãos pendurados em hipotecas impagáveis. O próprio Fed concedeu empréstimos a outros bancos centrais e, mais espantoso ainda, absorveu títulos “tóxicos” de empresas não-financeiras. Os demais países europeus garantiram depósitos, enquanto os do mundo em desenvolvimento se puseram às pressas a distribuir dinheiro público aos magotes para resolver problemas financeiros ou para ajudar empresas que se enrolaram na crise especulando com o valor das moedas.

Enfim, a velha e boa “socialização das perdas”. Essa foi a breve história financeira do ano 2008.

O pior é que, com catadupas de dinheiro público, a crise não cede. Ela deixou de ser “financeira” para ser “econômica”: as empresas não investem, os bancos não emprestam e, quando o fazem, é com muito cuidado. Os empresários olham em volta e têm medo de expandir seus negócios: mais do que crédito, faltam compradores solventes. Os mercados estão encolhendo e encolherão ainda mais porque, com ou sem socialização das perdas, houve perda substancial de riqueza ou, como Marx diria, está havendo queima de mais-valia. A riqueza financeira virou pó, porque ela é pó quando falta a confiança. Pulvis est et in pulverem revertitur, como acontece com o corpo quando a alma some dele. Nestas situações “o mercado”, isto é, os empresários e investidores, só acredita no governo. Mais grave ainda, os governos acreditam que podem resolver a crise. Como? Dando dinheiro ao mercado e investindo. Só que para fazê-lo se endividam e não resolvem de imediato as aflições de todos porque o medo pauta o consumo e a economia contemporânea fez o casamento entre mercados voláteis e consumidores ávidos, movidos a propaganda. Sem consumidores não há salvação e o principal consumidor para a saída da crise não são as pessoas, mas as empresas. Isto é, o investimento.

Como convém dispor de uma autoridade intelectual insuspeita justificando abrir o cofre, o pobre lorde Keynes é usado como se fosse o pai da socialização das perdas e da gastança pública indiscriminada. E como também é sempre bom ter um culpado, a “globalização” é indigitada como responsável pelo que é inerente ao capitalismo, a especulação, e pela falta de controle numa economia, a principal, a americana, por cujos desmandos, aí, sim, pagaremos todos. Como o diagnóstico é precário, as barreiras protecionistas somadas à gastança pública seriam o antídoto aos malefícios da “globalização”. E com isso, em vez de se resolver a crise (a solução virá com dor e lágrimas, sobretudo dos desempregados, vítimas inocentes dos desmandos, pela continuada queima de mais-valia até que, atingido o fundo do poço, a “alma” dos capitalistas tenha novo sopro de vida), espicha-se o sofrimento e se sonha com um mundo não-globalizado, como se isso fosse possível com o desenvolvimento tecnológico e a inter-relação comunicativa existente.

Isso não quer dizer que não haja nada a fazer, que basta esperar que o próprio mercado purgue seus pecados. Os governos precisam, sim, atuar. Mas olhando para o futuro, ajudando o investimento produtivo, seja ele público ou privado. E não endividando o povo (que pouco sabe que pagará as custas…) para salvar quem é insalvável. Sem esquecer que a poupança pública (em nosso caso ela é negativa) é insuficiente para dinamizar um sistema que é capitalista e que a ajuda à custa de endividamento futuro resultará em mais aperto ou em inflação. Em qualquer caso haverá redução das chances de uma retomada saudável do crescimento econômico.

Por fim é bom dizer que a redução da riqueza global oferece a todos, inclusive e principalmente aos governos, a chance de repensar o futuro. Ou se aumentam as regulações financeiras globalmente (sem sufocar a capacidade de inovação, mãe do desenvolvimento) e se repensa o modelo cultural de consumismo desenfreado e de dilapidação da natureza, ou a retomada de amanhã pode ser ainda mais danosa do que foi a etapa que se está esgotando.

Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, foi presidente da República.


22 comentários

  1. LINEU TOMASS
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 13:38 hs

    FABIO.

    ESTE COMENTÁRIO DO FHC É “FUMAÇA NOS OLHOS”, É CONTRADITÓRIO AO MODELO ECONÔMICO QUE ELE ADOTOU AO LONGO DE OITO ANOS NA PRESIDÊNCIA DO PAÍS, QUANDO ABSORVEU A “POLÍTICA ECONÔMICA MONETARISTA”, DOS NEOS-LEBERAIS, PRIVATIZOU TUDO (DEU DE GRAÇA), CUJO MODELO ERA PRODUTO DO “CONSENSO DE WASHINGTON.”

    FHC, CHEGOU A DECLARAR:

    “ESQUEÇAM OS LIVROS QUE ESCREVI”,

    DISSE ISTO, NUMA ALUSÃO DE QUE ANTES QUANDO SE DIZIA DE “ESQUERDA” E DEFENDIA A LINHA ECONÕMICA “ESTRUTURALISTA”, ONDE O ESTADO TEM PODER DE INTERVENÇÃO NA ECONOMIA, NUMA CLARA MUDANÇA DE RUMO, COLOCANDO O GOVERNO DELE NA LINHA PREGADA PELOS NEO-LIBERAIS, DE LIBERDADE TOTAL PARA A ATIVIDADE ECONÔMICA, SEM NENHUMA INTERFERÊNCIA DO ESTADO NO PROCESSO ECONÔMICO.

    O JAREGÃO ERA: “ESTADO MÍNIMO”.

    E FOI ISTO QUE AOCNTECEU NOS ESTADOS UNIDOS E EUROPA E NO BRASIL DO FAHC.

    COLOCARAM A RAPOSA PARA CUIDAR DO GALINHEIRO E O MACACO PARA CUIDAR DO DEPÓSITO DE BANANAS, (REPITO EU), E DEU NO QUE DEU.

    ASSIM, CONSUMIRAM TODO O ESTOQUE DE BANANAS E DE GALINHAS, E AINDA FICARAM DEVENDO 30 VEZES MAIS O VALOR DESTE ESTOQUE. SÓ DEIXARAM UM “VALE BANANAS” E UM “VALE GALINHAS”, FOI UMA FESTANÇA DO HORROR ECONÔMICO, MAIOR DO QUE A CRISE DE 1929.

    A CONTA?

    ORA A CONTA COMO SEMPRE FICA PARA OS TROUXAS QUE ACREDITARAM NESSA GENTE E NO EX-FAMOSO PROFESSOR FHC.

    FABIO, O FHC, AOS POUCOS E SUTILMENTE ESTÁ TENTANDO LEVANTAR O SEU BAIXO IBOPE, E COM ESTE ARTIGO QUER DEMONSTRAR QUE ESTÁ SE DESATRELANDO DO MODELO QUE DEFENDEU, NEO-LIBERAL, QUE NÃO DEU CERTO. É UM CAMALEÃO. QUER SE ADAPTAR AS CORES DA NOVA ECONOMIA QUE ESTÁ SENDO FORMATADA COM MAIS PODER AO ESTADO, PELOS PRÓPRIOS “REIS DO LIBERALISMO”, NESTA REUNIÃO DE DAVOS NA SUIÇA, NESTE ENCONTRO DA NATA DOS “MACACOS” QUE COMERAM TODO O ESTOQUE DE BANANAS (“OS” BANANAS SOMOS NÓS), E A NATA DOS “RAPOSAS” QUE GARFEARAM TODO O ESTOQUE DE GALINHAS (QUE SOMOS NÓS TERCEIROS MUNDISTAS DE CARTEIRINHA).

    O FHC DO PSDB, QUE ME PERDOE, MAS ESTA DELE, EU NÃO ENGULO.

    LINEU TOMASS.

  2. CLOVIS PENA
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 13:58 hs

    O ilustre FH está ficando muito parecido com o Delfin. Acerta tudo. Depois do ocorrido.

  3. LINEU TOMASS
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 15:27 hs

    ALÔ LEITORES. ERRATA.

    LEIA-SE:

    “NEOLIBERAIS”, “JARGÃO”,
    “ACONTECEU”, e “DO FHC”.

    LINEU TOMASS.

  4. JoãoMariaDeAgostinho
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 15:29 hs

    O socialismo é muito bom para os grandes empresários. Quando é para dividir o revés, é claro.

  5. Pessôa
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 16:48 hs

    FHC???? Rsrsrsrs
    Esse é o Rei da Crise!
    Só para os Pobres é lógico! Ele e seus Tucaninhos nunca sentiram a Crise econômica. Todos estão milionáriso!
    Fala Sciarra! Democratas também!

  6. Barão
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 18:25 hs

    Falou aí o excelentíssimo senhor que quebrou o país duas vezes!

  7. jortega
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 19:55 hs

    Lineu, vc parece igualzinho ao bob carta de puebla requião… Quer a economia fechada, com as empresas tirando o couro dos consumidores com qualidade ruim e preços caros? Mude-se para a bolivia..

  8. Lelo
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 20:57 hs

    É isso aí Clovis Pena!

  9. dOIDÃO
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 23:06 hs

    Alguém ainda acredita neste vendido?

  10. luis
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 23:47 hs

    FHC falando de crise,disso ele entende!!!
    Parece que alem de esquecer o que escreveu e falou temos tb que esquecer os 8 anos de governo dele.
    O problema esta em repercutir este tipo noticia

  11. LINEU TOMASS
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 – 23:53 hs

    ALÔ, ALÔ, JORTEGA.

    NÃO TEIME, SE “ENTREGA” JORTEGA.

    NÃO EXAGERE MEU RAPAZ. CALMA.
    MUITA CALMA NESTA HORA DE SE FAZER ANÁLISE INTELIGENTE. CALMA RAPAZ, CALMA!

    NÃO QUERO ECONOMIA FECHADA NO ESTILO STALINISTA E TAMPOUCO DA ERA MAO-TSÉ-TUNG, MAS….MAS…
    TAMBÉM NÃO QUERO ECONOMIA “LADRONADA”, ONDE OS GLUTÕES DO NEO-LIBERALISMO CONSOMEM TODO O PIB DO MUNDO “N” VEZES.

    SE VOCÊ É FAVOR DESTES MEGATONS DE LOUCURAS ECONÔMICAS, FIQUE COM ESTA GENTE QUE NÃO TEM NENHUM SENTIMENTO DE SOLIDARIEDADE PELO PRÓXIMO.

    ESTÃO DESTRUINDO O PLANETA NA ÂNSIA MEGALOMANÍACADE GANHAR MAIS E MAIS, SÓ PELO PRAZER DE TER MAIS.

    PELO MEU DIREITO CONSTITUCIONAL DE DISCORDAR, FICO OPOSTO AO SEU, COM MUITO ORGULHO.

    LIONEU TOMASS.

  12. LINEU TOMASS
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 0:01 hs

    AINDA, ALÔ, ALÔ, JORTEGA.

    VOCÊ É DO PSDB?
    É FILHOTE DO FHC?

    SE VOCÊ É SEGUIDOR DO FHC, E DO PSDB, ENTÃO VENHA PARA O MODELO DE ECONOMIA ESTRUTURALISTA, ONDE O ESTADO DIRIGE AS AÇÕES DOS CAPITALISTAS, REGULANDO OS INVESTIMENTOS PARA SE EVITAR ESTAS CATÁSTROFES QUE OS NEO-LIBERAIS PROVOCARAM RECENTEMENTE.

    VENHA LOGO, POIS O TEU ÍDOLO FHC, JÁ ESTA VINDO FARISAICAMENTE.. AINDA É TEMPO. VENHA…..VENHA…..VENHA……

    OBS: JORTEGA, NÃO REBATA ESTE CONTRADITÓRIO, E SÓ O FAÇA SEM PSEUDÔNIMO, POIS SE CONTINUAR COMO “JORTEGA”, NÃO LHE DOU RESPOSTA.

    DÊ UMA DE VALENTÃO COMO APARENTA E APAREÇA….APAREÇA…..

    LINEU TOMASS.

  13. Zé do Coco
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 3:08 hs

    FHC foi talvez um dos melhores presidentes que tivemos nos últimos 40 anos. As privatizações quebraram um paradigma de que o Estado tem de ser provedor de recursos a fundo perdido para as estatais manterem as mordomias para os amigos do rei. Curiosamente, as proporcionamente poucas estatais que sobraram das privatizações são hoje as tetas mais cobiçadas e desfrutadas no governo do cara que mais deve obrigações a FHC, o Lula.
    O que FHC disse em seu artigo não é novidade nenhuma, ele praticava como presidente o que disse no artigo. E ele não fez aí nenhum prognóstico, apenas relatou as causas e os efeitos da crise mundial
    Em tempo: por conta da marolinha, Lula está gastando as preciosas reservas que FHC deixou quando terminou seu mandato.

  14. jose
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 11:03 hs

    Lineu: vc não pode falar de camaleão…vc pula de galho em galho também….

    E mais: ninguém pode discordar de vc? Não concordo com o Jortega, mas que chega de personagens como vc em nossa política, isso chega!!!

    Já votei, mas hoje não voto, nem votarei em qualquer político que tenha mudado de partido, que apóie reeleição, que pregue o inchaço do Estado, que ache que o governo deve controlar alguma coisa além de sua incompetência…se estamos nesta situação devemos sim há quem está há trinta, quarenta, cinquenta anos falando e fazendo a mesma coisa!!!

    Se o Estado, que vc tanto defende, tivesse um pouco de competência, teríamos no mínimo uma segurança decente, educação de qualidade e infraestrura para nossos negócios…é só isto que o Estado tem que fazer, chega de achar que precisamos ser tutelados!!!

    Chega de “grande irmão”, chega desta retórica socialista de araque, de comunistas de boteco, de “esquerda” e “direita” de cargos e comissões…políticos são todos iguais, e vc não é exceção!!!

    Ah, respeito a sua idade, mas caixa alta em internet é falta de educação…vê se aprende!!!

  15. tENHO DITO
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 13:33 hs

    NUNCA NA HISTÒRIA DESTE PAÌS TIVEMOS UM PRESIDENTE MAIS PATRIOTA DA VENEZUELA, COLÔMBIA CUBA, E OUTRAS DEMOCRACIAS DE ARAQUE. TEMOS O COMBUSTÌVEL MAIS CARO DO MUNDO, A PETROBRÀS UM ANTRO DE INCOMPETÊNCIA E CORRUPÇÃO,sE FHC TIVESSE DADO DE PRESENTE ELA (A PETROBRÀS) EU IA ABASTECER NA ARGENTINA , GASOLINA PURA POR R 1,50 esta empresa è do povo p/ roubar do povo.

    FHC FOI O PRESIDENTE QUE RESOLVEU O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL QUE È A INFLAÇÃO, o LULA QUER FALAR DE CRIAR EMPREGOS, MAS ELE NUNCA VAI SABER FAZER ISSO ,POIS ELE NÃO TRABALHA , E O QUE ELE SABE FAZER È ORGANIZAR BADERNA, RETROCESSOS(MST, GREVES MENSALÃO), O LULA APENAS FATUROU AS COISAS BOAS QUE FHC E DONA RUTH IMPLANTARAM, XÔ PT Xô LULA xÔ SATANÀS BARBUDO

  16. segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 13:43 hs

    Esse é outro demagogo, safado.

  17. Fernando
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 16:25 hs

    Paixões à parte, quem critica FHC se esquece de que o País herdado por ele encontrava-se sob inflação, com uma máquina estatatal geradora de enormes cabides de emprego e ineficiente, bancos estaduais quebrados e criadores de déficits públicos, e vindo de uma grave crise política interna.
    Em seu governo pudemos ver a criação de programas sociais, a expansão dos serviços de telecomunicações, além da consolidação da democracia, garantida, inclusive pela transição madura e republicana, para o governo atual.
    Muitos que criticaram o PROER, lá atrás, convivem hoje com o discurso de economistas internacionais, pregando a mesma medida para outras nações.
    A solidez da economia brasileira de hoje deve muito a tudo que se fez e foi reformulado por FHC, na economia e na área tributária.
    Além do mais FHC nunca pediu para esquecerem o que havia escrito.

  18. darines sofia ricard
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 16:37 hs

    Quem ouve F.H.C. falando sobre modelos de economia até acredita que sua gestão foi impecável… Então pergunto, O Sr. Ex.Presidente acha que é quem para tal assunto…afundou o Brasil, e agora quer dar palpites… Com tudo o que está acontecendo no mundo, o Brasil ainda é privilegiado e está bem administrado…Obrigado Sr. F.H.C. mas não precisamos do seu palpite..

  19. Não tem moral...
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 17:16 hs

    Esse aí não tem moral pra falar de solução pra crise. Afundou o país e privatizou empresas que até hoje a gente está procurando saber pra onde foi o dinheiro… que vá catar coquinho.

  20. tENHO DITO
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 – 21:11 hs

    quem não tem moral deve ser o otàrio que escreveu esta aberração ,FHC o melhor presidente das ùltimas dècadas. Falhou em algumas coisas mas moral ele tem e muita.Falhou em não privatizar a PETROBRÀS E OUTRAS ARAPUCAS.SE LIGA CARA, VEJA O PATRIMÔNIO DO FILHO DO LULA ADQUIRIDO FRAUDULENTAMENTE, E VEJA SE O DESGOVERNO QUE AÌ ESTÀ TEM ALGUMA COISA DE MORAL.

  21. Sonia Montenegro
    quarta-feira, 1 de abril de 2009 – 18:47 hs

    Se o FHC fosse inteligente, ficava caladinho, pra não dar bandeira. Em seu (des)governo, a cada falência de países menores, o Brasil falia junto e lá íamos nós de joelhos ao FMI. Mesmo tendo vendido 76% do parimônio do país, ter sido o presidente da história contemporânea mundial que mais impostos aumentou, ter congelado o salário dos funcionários públicos, aposentados e a taela do imposto de renda, não investiu em infra-estrutura e nos legou o famoso apagão. Minha grande curiosidade é saber o que fez FHC com o nosso dinheiro?

  22. Sonia Montenegro
    quarta-feira, 1 de abril de 2009 – 18:50 hs

    Em resposta ao “tenho dito”, que tal o GRANDE EXEMPLO da filha marajá do FHC, Luciana Cardoso, que ganha salário do Senado sem trabalhar. Dá um tempo, pô!!!!!

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