Osmar diz que sua candidatura ao governo é irreversível | Fábio Campana

Osmar diz que sua candidatura ao governo é irreversível

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Enquanto os outros partidos ainda estudam a melhor opção de cada qual para a sucessão estadual, o senador Osmar Dias do PDT, trabalha como candidato. Em entrevista ao jornalista Roger Pereira, publicada no jornal O Estado do Paraná, ele disse que sua candidatura é irreversível e que se dedica a preparar o seu plano de governo.

Ainda sem saber com quais partidos poderá contar em sua campanha, o segundo colocado nas eleições estaduais de 2006 disse que conta com a manutenção da aliança que reelegeu Beto Richa (PSDB) em Curitiba, mas não descarta uma possível composição com o PT de Lula. O presidente está com 84% de aprovação, lembra Osmar.

O Estado – O senhor já anunciou que é candidato e tem uma aliança com PSDB, DEM e PPS. Agora, o PT do presidente Lula indicou que gostaria de ter o senhor como candidato do grupo. Qual sua preferência, manter a aliança atual ou ser candidato pelo grupo ligado ao presidente Lula?

Osmar Dias – Não é uma questão de preferência, mas de observar a realidade. Temos no Paraná uma aliança construída desde 2004 que sofreu algumas baixas em 2006. Pois quando se fala que o PSDB me apoiou em 2006, tem que rever. O PSDB não me apoiou no primeiro turno e, no segundo turno, apenas uma parte me apoiou, outra parte apoiou o governador.

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No ano passado, o PDT inteiro apoiou a candidatura do Beto Richa e nós fizemos alianças em muitas cidades no interior, ora o PSDB como cabeça de chapa, ora com o PDT e tentamos reproduzir a aliança de Curitiba com os outros partidos também, DEM, PPS, PSB. E onde deu, conseguimos repetir. Então não é uma questão de preferir essa ou aquela aliança. É de primeiro saber se os aliados pretendem continuar com esse grupo. De minha parte, eu tenho feito todo o esforço para que a aliança permaneça viva. E de outro lado, acho que o ponto principal de discussão neste momento não é nem a aliança. É quem está preocupado em apresentar um bom projeto para o Paraná. Eu estou elaborando um projeto e vou apresentar. As alianças devem ser confirmadas ou não em cima desse projeto. De outro lado, o presidente Lula está com 84% de aprovação. É um presidente que tem programas sociais importantes, que atingem as necessidades dos que mais precisam de governo e, para mim, é, hoje, o brasileiro que mais entende de povo. E sendo ele o homem que mais entende de povo, dizendo que me que ver como governador do Paraná, só tenho motivo de orgulho. Não sei porque houve tanto alvoroço com a declaração do presidente Lula. Por várias vezes ele já tinha manifestado essa simpatia pelo meu nome, que é reconhecimento da minha atuação em Brasília.

OE – E como o senhor está trabalhando para, ao mesmo tempo, manter essa aliança sem fechar a outra porta?

OD – Eu estou, nesse momento, dando prioridade à construção de um projeto de governo. A conversa sobre alianças está sendo muito adiantada.

OE – Quando o senhor acha que haverá a decisão sobre as coligações e quando o senhor apresentará seu plano de governo?

OD – Houve um jornalista que deu uma notícia de que eu divulgaria um plano de governo em março. Estão querendo me transformar em burro, coisa que não sou. O que disse é que a partir de março vou começar a discutir em cada região o que a população espera do próximo governo e compatibilizar isso com nossa equipe de trabalho. Apresentação de projeto de governo vai ocorrer durante a campanha eleitoral em 2010. Acho que até o final deste ano teríamos que ter uma definição de como vão estar os partidos e quais os cenários que nós vamos ter de disputa. Até porque vamos elaborar um projeto que pode receber, dos partidos que integrarem a aliança, novas ideias e propostas. Temos de ter tempo de elaborar o projeto de governo, em cima desse projeto, constituir as alianças e dar tempo para que os aliados façam suas sugestões ao projeto.

OE – Nacionalmente, é mais interessante dividir palanque com qual candidato à presidência, a ministra Dilma Roussef (PT), que vem crescendo junto com a popularidade de Lula, ou o governador José Serra (PSDB), que hoje lidera as pesquisas?

OD – Na eleição de 2006, meu adversário não ficou com ninguém. Não tenho que pensar no que é melhor para mim, e sim no que é melhor para o Estado. E o melhor para o Estado é trabalhar para construir este projeto junto com a população.

OE – Pela manutenção da atual aliança, o senhor abriria mão da candidatura?

OD – Minha candidatura não é uma decisão pessoal. Não tenho direito de abrir mão de algo que não me pertence.

OE – O senador Alvaro Dias se anunciou pré-candidato ao governo no início da semana. Pode haver disputa entre irmãos?

OD – Não há nenhuma hipótese de disputa entre irmãos. Não é nem porque a população possa não gostar, mas porque nós dois não aceitamos.

OE – E como estão as conversas com seu irmão sobre a sucessão?

OD – Almocei com o Alvaro ontem (quinta-feira) e ele pagou o almoço.

OE – Se o candidato do PSDB não for o Alvaro, o senhor vai para a disputa contra os tucanos?

OD – O PSDB é aliado e espero que continue sendo.

OE – E com o prefeito Beto Richa, como está a relação?

OD – Com o Beto conversei quarta-feira. Continua no mesmo nível de entendimento. O Beto nunca me disse que é candidato e nem que não é. É um direito que ele tem de manter a sua decisão em seu íntimo, mas chegará o momento que teremos que conhecer qual é essa decisão.

OE – Como o senhor interpretou o “preferencialmente” anunciado pelo PSDB sobre a candidatura própria ao governo?

OD – É uma decisão tucana. Preferencialmente vai daqui até a China. É o pode ser como o pode não ser. Preferencialmente significa que há a possibilidade de aliança com o PDT, sendo o candidato do PDT, por exemplo.

OE – A declaração do presidente Lula é de que ele queria ver juntos PT, PDT e PMDB. O senhor aceitaria disputar uma eleição ao lado do governador Roberto Requião (PMDB)?

OD – Não tenho pensado nisso.

OE – O senhor e o PT têm uma trajetória de ideias divergentes. Aceitaria o apoio de um partido que, por exemplo, apoia o MST?

OD – Faria campanha com todos os partidos que quisessem apoiar os projetos que vou apresentar.

OE – No início das atividades do Congresso, o senhor recusou convite ao PDT para fazer parte do bloco de apoio ao governo no Senado, por quê?

OD – Desde quando o senador Jefferson Perez era vivo, o PDT vinha adotando essa postura de independência. Dentro de um bloco de apoio ao governo, todas as decisões do bloco tem que ser seguidas por todos os partidos. E o PDT tem dentro de seu programa algumas prioridades que nós defendemos e que, às vezes, não coincidem com as prioridades do bloco. Então, essa independência é importante para que os senadores possam votar de acordo com a orientação do partido e não do bloco. Isso não significou, e aí outra notícia equivocada, uma ameaça de sair da base de apoio ao governo. Não houve isso. Um partido que tem um ministro não pode ameaçar sair. Tem que, primeiro, tirar o ministro. Mas o partido continua na base de apoio ao governo Lula.

OE – Como o senhor avalia a proposta de reforma política apresentada ao Congresso?

OD – O projeto, além de ter sido apresentado fatiado, o que significa que poderemos aprovar algumas propostas e outras não, é muito tímido. Ele apresenta cinco ou seis itens apenas. O primeiro é a fidelidade partidária. Sou de pleno acordo. Tem que haver, sem janela, que seria uma vergonha. O financiamento público de campanha tem de ser discutido junto com a criação de mecanismos de controle e fiscalização para que não seja um financiamento misto. A lista fechada, eu tenho muita preocupação com a possibilidade de isso se transformar numa ditadura de comandantes de partidos. Pode ocorrer injustiças. Não gosto dessa proposta. O fim das coligações nas proporcionais é importante, tem coerência com a fidelidade partidária. Em 2006, o PTB estava na minha aliança, mas deputados do PTB trabalharam para meu adversário, e foram eleitos com os votos para a minha coligação. Isso é uma coisa perversa. Se quiser falar em fidelidade, tem que pensar nisso também. Mas faltou ser colocado no debate a duração dos mandatos, o voto distrital misto, a questão da reeleição, tudo isso ficou fora de discussão.


25 comentários

  1. LINEU TOMASS
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 9:50 hs

    FABIO.

    O que estão fazendo com o Osnar Dias, é o conhecido ato polítco de “puxar o tapete”.

    Entretanto, é de se tomar cuidado com os fantamas que podem sair as carreiras do armário e assustar muita gente que estimula a ação do tapete.

    LINEU TOMASS.

    LINEU TOMASS.

  2. Zé do Coco
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 10:11 hs

    Não simpatizo, e nisso sou renitente, com partido que se alia ao que aí está no cenário nacional. Quem se alia ao governo Lula é porque aprova as barbaridades que vêm ocorrendo. Por isso, Osmar Dias não terá chance com minha família de ser eleito a coisa alguma. E minha família tem número suficiente de eleitores para fazer a diferença em alguns bairros de Curitiba. O fato de estar aliado ao PT é caminho sem volta para Osmar, não votamos nele. Álvaro Dias já demonstrou por todas as formas possíveis que não se lançará candidato se Osmar estiver no páreo, não quer estragar o projeto pessoal do irmão. Já Osmar não parece ter o mesmo jeito de encarar as coisas. Quer só para ele. Tenho um palpite de que ele vai perder essa eleição para governador e não vai acrescentar nada para melhorar as coisas, em função disso.

  3. Realista
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 10:29 hs

    Vai lá garotinho…que essa ja é tua !!!

  4. SYLVIO SEBASTIANI
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 10:43 hs

    O Senador Osmar Dias, acho que é o único pretendente candidato à Governador do Paraná, que pode conceder uma entrevista, com essa declaração:”Minha candidatura é irreversivel”.Ele é Presidente do PDT do Paraná, partido de fato pequeno mas ele comanda a Convenção, que também é pequena, em número de convencionais.Existe nisso somente um problema, que é a direção nacional, cujo Presidente é aliado, participe do Governo Lula e a pedido deste, pode querer interferir.Mas isso não acontecendo, ele será candidato do PDT e começa a angariar adeptos, ou seja, outros partidos para formar uma forte coligação. A sorte está lançada,quem acreditar, pode somar.Existe no Paraná na verdade duas correntes politicas, do Governador Requião e contra o Governador.O Senador Osmar Dias, se apresentando candidato, pode receber apoio de uma dessas correntes, perfeitamente, é só articular e esperar, correndo o risco de não receber apoio nenhum, assim terá que retroceder e ser candidato à Senador, mas nesse ínterim, pode cair as possibilidades de reeleição para o cargo. Tem que estudar bastante esse fator e decisão politica.

  5. devaneios/loucuras
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 11:48 hs

    O Osmar entre os que pleiteiam, postulam ser governo do Paraná, de longe é o que está mais próximo de atingir este objetivo.
    A democracia possibilita o pluripartidarismo e infelizmente, nesta “pleiade” partidária estão os que sem chances de uma possível eleição, alugarem suas siglas, em troca de cargos e indicações, fomentando apenas o interesse pessoal.
    Essa promiscuidade é o principal fator da dos desvio de contudo, visto que não há comprometimento. Em outro quadro, essa situação e bem retratada, um empreiteiro desqualificado tecnica, e pelo fato do diretor fazer parte da sigla partidária PP, que apóia o prefeito, recebe um tratamento diferenciado.
    Instaura sindicância, afasta a empreiteira, outra empreiteira ocupa o espaço vazio, e tudo segue, como se nada, absolutamente, nada delituoso, doloso tivesse acontecido. ISSO É BRASIL, IMPUNIDADE.

    Por isso, vivemos todos ao descaso, e ignoramos o principal causador das violências, da miséria.
    Ainda por cima, irão receber tratamento 05 estrelas. Se fosse um prefeito de uma cidadezinha do interior, onde o ministério público marca cerrado, nos casos de nepotismo, sem dúvida já estaria afastado. Mas, Curitiba a blindagem resiste todos os calibres.

  6. CLOVIS PENA
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 12:48 hs

    Osmar e Samek + Requião e Gleisi ou Fruet.
    Vale. Beto fica. Por uma grande causa.

  7. MANASSÉS DA RUBLA
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 14:33 hs

    Pés em duas canoas. Assim é entendida popularmente essa declaração. O Osmar está atirando para todos os lados e não vai acertar em nada.

  8. Zé Ninguém
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 15:15 hs

    Para que serevem as convenções partidaias ?
    E os filiados só servem para enche lingüiça.

  9. OBAMA -
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 16:13 hs

    Os analistas da Boca. ‘Só esquecem de perguntar ao povo. Até esse Sebatiani está dizendo bobagem. O Osmar sem o irmão é zero a esquerda.

  10. Jandir
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 16:16 hs

    O Osmar teve a maior chance da vida. Perdeu para ele mesmo. O Requião fez apenas 38% dos votos e foi eleito., Quer dizer o Osmar não consegui fazer 38%. Não ganha o governo mais, Desista.

  11. CLOVIS PENA
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 18:06 hs

    É simples.
    O comando do PT, por seu lider maior, manifestou apoio a candidatura de Osmar.
    É só perguntar se o PSDB faz o mesmo manifesto de apoio.
    Se não fizer é porque não assume o Osmar.
    Ponto final.

  12. IL de France
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 18:06 hs

    O OSmar será Senador noutra vez com grande votação. Fará aliança informal com o PSDB, pois no plano nacional seu partido apoiará a Dilma. Osmar não pode mudar de lado,.Es´tará aliado ao PSDB, com Alvaro para o Governo provavelmente,. Com o apoio do PMDB . É a previisão mais sensata

  13. Andre
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 19:41 hs

    Pode não ganhar, mas tem meu voto e meu apoio, sem custos, ao contrário da turma do Beto e sua nova turma: PMDB e menininho Curi mais a da turma da licitação.

  14. Sensato
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 19:43 hs

    É só falta o OSmar ficar aguardando de pinico na mão a turma do PSDB concluir suas pesquisas…por favor, se ficar esperando de novo vai rodar.

  15. telescópio
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 21:00 hs

    Zé do Côco, tenha dó.
    “eu e minha familia”, que coisa mais antiga, mais de cabestro.
    Tenho três filhos eleitores e nunca convenci nenhum deles a votar em ninguem. Já houve casos na casa de cada um ter seu candidato. Democracia, meu. Não mercado de votos.

  16. Almasor Abbas Adilah
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 23:10 hs

    Sabe quem apóia este projeto do Osmar?

    O Requião, o Ricardo Barros, o Lupion, ….

  17. ajax minor
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 23:28 hs

    qualquer coisa é melhor que Beto Richa e sua turma de picaretas que usam a prefeitura de Curitiba pra fazem politicagem e beneficiar grandes grupos privados. FORA BETO

  18. BÚSSULA
    domingo, 15 de fevereiro de 2009 – 23:41 hs

    Que beleza de família deve sua casa deve ser que nem aquele samba do crioulo doido , todo mundo tem opiniões contrarias e nunca se chega a lugar algum .Até que não ia falar que parece mais uma reunião dos partidos de esquerda que vivem em assembléias e nada fazem de concreto .
    Fico imaginando a cena telescópio falando para o binóculo, o fulano e melhor !de longe vêem o monóculo não melhor e Cicrano já rebatendo diz da cozinha o microscópio não melhor são os nanicos da esquerda !, Deve ser daí que surgiu a historia da Torre de Babel?

  19. Andre
    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 – 0:12 hs

    Se o Alvaro quer a todo custo voltar ao Governo do Paraná, não deveria ter pedido arrego no mesmo PSDB que expulsou ele e seu irmão Osmar. O PDT pode ser partido pequeno, mas o Osmar manda sozinho, já o Alvaro no PSDB… mero coadjuvante.

  20. segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 – 2:45 hs

    NAO TERA MEU VOTO JAMAIS, SIMPLESMENTE POR TER TIDO A POSSIBILIDADE DE SE UNIR AO LULA…
    DA-LHE BETO RICHA.. CAMPANHA EM PROL DO BETO RICHA GOVERNADOR..

  21. telescópio
    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 – 8:55 hs

    Há discussão de nível, sim, entre os meus, Sr,Bússula. Apenas não falo por eles. Acredito que tenham base moral o suficiente para avaliar seu candidato.
    Temos harmonia e somos civis, Sr. Bússula. Sem precisar fechar acordos com qualquer candidato que seja, em nome da familia. Isso é por demais arcaico e clientelista. Por favor!

  22. José Russomanno
    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 – 9:41 hs

    É muito cedo pra se discutir essa questão, porém, democracia é isso.!
    Saibam, ainda vai rolar àgua nesse rio e ficaremos surpresos na formação do lago!

  23. filo
    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 – 9:54 hs

    O difícil é ver que não importa com quem (PSDB, PPS, PP, PT, PMDB, EMPREITEIRAS, PEDAGIEIRAS, INFORMATIQUEIRAS), o que vale é ser candidato e ganhar.
    Tadinho do povo, no final é o que vai pagar as contas.

  24. SYLVIO SEBASTIANI
    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 – 10:17 hs

    OBAMA, VOCÊ É QUE ESTÁ DIZENDO BOBAGENS, POR NÃO ENTENDER NADA QUE EU DISSE, APRENDA PRIMEIRO, PARA FALAR DEPOIS, E TENHA CORAGEM DE DAR SEU NOME COMPLETO, QUANDO QUISER OFENDER ALGUÉM, NÃO OFENDA NO ANONIMATO QUE É COVARDIA E NÃO FICA BEM PARA VOCÊ , SEUS AMIGOS E FAMILIARES.

  25. Rei da Selva
    segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 – 11:12 hs

    Tem gente que não se conforma de um ex-operario ser o maior Presidente de todos os tempos, com apenas 84% de aprovação.

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