Comitê Árabe promove passeata contra ataques de Israel à Palestina | Fábio Campana

Comitê Árabe promove passeata contra ataques de Israel à Palestina

Na sexta-feira, dia 9 de janeiro, o Comitê Árabe-Brasileiro de Solidariedade promove uma passeata contra os ataques de Israel à Gaza e à Palestina. A passeata começa na praça Santos Andrade a partir das 11h.

Fazem parte do comitê o FEPAL (Federação Árabe Palestina do Brasil), o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), o CEBRAPAZ (Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz), a Nação Hip-Hop, o PH, o Tortura Nunca Mais, PCB (Partido Comunista Brasileiro), a UPES (União Paranaense dos Estudantes Secundaristas), o IBEI-PR (Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos) e o PCdoB (Partido Comunista do Brasil ).


32 comentários

  1. Leonardo Rocha
    quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 – 18:11 hs

    Parabéns a comunidade àrabe e aos partidos de esquerda por efetuarem este protesto contra o Estado terrorista-genocida de Israel. Lembrando que nosso país faz algo semelhante, claro que em proporções um pouco menores, com o povo haitiano.

  2. HAVENGAR
    quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 – 18:41 hs

    TODO APOIO A PASSEATA.

  3. Centro
    quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 – 19:36 hs

    Nao sei porque o apoio da esquerdinha contra o ïmpério”não me espanta… chega de defender terroristas esquerdinha.

  4. Centro
    quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 – 19:44 hs

    Guerra de propaganda! Estado terrorista, genocidio ou holocausto de palestinos? Dá um tempo. Covardia de se esconder entre crianças e mulheres é que deve ser o correto para alguns, se for pela “causa”.

  5. Francisco
    quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 – 23:55 hs

    O tal do “Centro” está todo descentrado, por fora mesmo, ou, por outro lado, pode-se dizer que está centralizado pela linha política da grande mídia, principalmente pela linha do panfletão do Departamento de Estado dos EUA publicado em português – a revista “Veja”.
    O pai de família palestino, cansado de anos de bloqueio israelense, vendo os filhos e compatriotas sendo ferrados pelo cerco NEONAZIsraelense desde há muito tempo, vai fazer o que? Vai lutar. E vai se alimentar e dormir sob qual teto? Na rua? Não, na sua própria casa, com sua família. Aí, como ele resolveu ir à luta contra a opressão sionista, passou a ser rotulado de “terrorista” e sua casa tornou-se um perigoso esconderijo, que tem toda razão de ser bombardeada, levando pelo ar suas crianças… Vê se acorda, ô, mané “Centro” !!

  6. Francisco
    quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 – 23:58 hs

    E o senhor Leonardo Rocha viajou na maionese bonito, ao querer comparar a presença de soldados brasileiros numa missão sob auspícios da ONU no Haiti com o massacre fascista do Estado Sionista invadindo a terra palestina…
    Pegou no ar uma “doutrinação” de orelha de página em alguma palestrinha da ultra-esquerda, e resolveu fazer “tese” com a comparação esdrúxula entre Haiti e Palestina…

  7. Eugenio Luiz
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 7:19 hs

    Francisco vc é brilhante:

  8. só jesus
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 9:24 hs

    Complexo, desumano, incompreensível a luta armada por espaço, nesse processo histórico de guerra “santa”, quantas vidas e bilhões de dolares foram consumidos daria para comprar um país inteiro, mas as crenças, obstinação e a força suplantou a diplomacia, lamentavelmente, pelas circunstâncias, diferenças tribais de crenças, não permitirá convivência pacífica, isso somente ocorrerá com a volta do messias.

  9. Centro
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 9:27 hs

    Chega de antisemitismo! Ignorância sem tamanho.
    É bonito ser contra o EUA né? Essas universidades dominadas pela esquerdinha criam esses seres cegos, que acham que vale a pena tudo, tudo mesmo.
    A esquerda que matou tanta gente na Uniao soviética, em Cuba,etc e que apoiava o nazismo até Hitler atacar a URSS.
    AntiSemitismo é ignorância pura. O que o PT vai defender na próxima nota? Expulsão dos judeus? Expropriação dos bens?

  10. Jandira
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 9:41 hs

    Apoio sempre o povo palestino pela sua busca de um estado. Eles não merecem esse sofrimento.
    Mas existe uma realidade: O Hamas quer (diz isso no seu documento – esqueci como chama isso) que tem como objetivo destruir Israel. E questiona o direito de existir. Poxa vida… Como Israel vai negociar com alguem que diz isso?
    O povo palestino merece todo nosso apoio!!!
    Mas o Hamas não! O Hamas é que está tirando a chance dos palestinos terem sua independencia.
    Aqui no brasil vivem bem todos os povos. Nao vamos fazer essa passeata uma coisa contra Israel. Tem que ser contra o Hamas. Contra o terror.
    È um absurdo morrer estas crianças! Chega!
    Que o povo palestino viva em paz, no seu merecido estado independente, lado a lado com Israel.

  11. Zé Niguém
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 10:06 hs

    Eu tenho grandes amigos em ambos lados, judeus e árabes, como brasileiro apenas posso tentar acalmar e dar soluções pacificas para ambos, acho de uma tremenda irresponsabilidade quando partidos políticos daqui querem opinar em causa tão sensível quanto esta.
    Irresponsabilidade desses dirigentes de esquerda pois parecem que não moram aqui em Curitiba onde árabes e judeus convivem pacificamente e se respeitam , uma atitude burra, insensível e politiqueira pode gerar conflitos aqui .
    Previsão para o futuro o MST vai para faixa junto com esse pessoal da esquerda PSol , PCdoB.PCB,PH , acho sinceramente que essa gente deve ir mesmo a P que os pariu (P=partido)e ficar com o Bin.

  12. Centro
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 11:31 hs

    Faço minhas palavras o que a Jandira escreveu. O povo palestino não merece o Hamas nem bombas por tabela devido a sua insistência em destruir Israel.

  13. Zé do Coco
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 12:02 hs

    Jandira, para quem analisar os fatos históricos, quando foi criado o Estado de Israel, foi dado aos palestinos escolher onde e como instalar o seu próprio país. Por sinal, muito maior o pedaço de terra. Não quiseram na época. Foi dado outro local, não quiseram, foi sugerido a Israel o pedaço menor e os israelenses aceitaram. Sacramentado tudo, tanto Egito, como Siria e os palestinos que escolheram ficar sem território começaram a atacar Israel. O fato é: FOI dado chance aos dois lados. Com uma diferença: Israel aceitou.
    Sobre o genocídio de que falam alguns aqui, nunca estiveram por lá, nunca viajaram, não sabem nem do que estão falando. Eu pensava a mesma coisa: “Israel está trucidando os coitados dos palestinos”, isto é o que me diziam aqui no Brasil, principalmente gente que nunca esteve no Oriente Médio.
    Fui lá e por sinal que não fui incomodado por nenhum israelense. Viajei por todo o país e estive perto de ser colocado nas estatísticas quando o Hizbollah lançou um míssil sobre a estrada onde íamos passar.
    Vi também vítimas de foguetes de terroristas ferindo crianças, velhos, mulheres e homens palestinos e que receberam atendimento médico das tropas israelenses.
    Eu fui lá, eu vi. Esse tipo de papo de atacar Israel nada mais é do que o estertor de uma idéia defunta que só valoriza o terrorista, mesmo que ele não valha um vintém furado. Lamentável.

  14. Omar
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 12:10 hs

    Ao “Centro”: Vc está certo ao condenar a ignorância, pois parece que neste campo vc é doutor. É chegada a hora de sionistas como vc pararem de se esconder, covardemente, sob o escudo do “anti-semitismo” e perpetrarem crimes cruéis como este que o estado sionista comete contra crianças e mulheres indefesas em Gaza. O estado de Israel é uma terrível e diabólica obra de engenharia social, que deslocou milhares de palestinos ao longo dos últimos 60 anos. Isso mesmo, são 6 décadas de opressão em sua própria terra. Chega de sionistas como vc usarem o “terrorismo” como desculpa para praticar a mais sórdida política de limpeza étnica que o mundo já assistiu. Talvez vc não saiba, mas o teu “Israel” foi construído por meio do terrorismo de organizações como Palmach, Lohamei Herut Israel, Hagannah, Irgun, Gangue Stern, que invadiam aldeias palestinas nas décadas de 1930 e 40 e passavam na metralha e na baioneta mulheres, homens, crianças e idosos. Quem sobrava, explodia na granada. Sabia disso? Vc considera este terrorismo condenável? Ou a tua revolta contra o terrorismo é de fachada, discurso fascista prá justificar os crimes bárbardos cometidos pelo “estado de Israel”?
    O que os sionistas – como vc – fazem na Palestina, repito, é a mais sórdia campanha de limpeza étnica, assassinato sistemático e morticínio contra civis. É crime de guerra, digam Olmer, Tzipi Livni, Obama, Bush, Sarkozy e Merkel o que quizerem. Israel comete, há 60 anos, atos inomináveis de escarrada barbárie!
    E, Jandira: o Hamas é um movimento de resistência contra a ocupação sionista da Palestina, não existia até que os sionistas iniciassem a perpetração de crimes contra a humanidade, constituiu-se em partido que venceu democraticamente as eleições parlamentares da Palestina em 2006, eleições estas que foram acompanhadas por observadores internacionais. As potências ocidentais – Israel no meio – solenemente ignorou a vontade majoritária nascida das urnas palestinas e disse que o resultado não valia. Que democracia é esta que o Ocidente quer impor aos árabes? É uma democracia de fancaria, em que valem dois pesos e duas medidas: se vc votar em quem eu quero, tudo bem. Se vc votar em quem eu não gosto, não vale. Francamente…

  15. Omar
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 12:22 hs

    Jandira, outro detalhe que eu ía esquecendo:
    Ao resultado das urnas da primeira eleição democrática da Palestina, seguiu-se um feroz bloqueio de Israel, condenando 1,5 milhão de almas a restrições seriíssimas no fornecimento de alimentos, combustíveis e medicamentos. De acordo com a ONU, os índices de desnutrição entre crianças na Faixa de Gaza é altíssimo. O atendimento nos hospitais, deficiente; os barcos de pesca palestinos não podem navegar em alto-mar, para obter uma das poucas fontes de proteína a que teriam acesso, pois são alvejados pela marinha de guerra sionista; os colonos judeus em território palestino andam ostensivamente armados, desfilando suas sub-metralhadores e pistolas aos olhos da população palestina, que anda desarmada. E, eventualmente, atiram nos palestinos para praticar tiro ao alvo. Aí, Jandira, eu te pergunto: numa situação destas, o que vc faria? Cruzaria os braços e diria: tudo bem, sois o “Povo Escolhido”, podeis fazer o que quiserdes, vou embora? OU resistiria, com o que tivesse às mãos, pela tua sobrevivência, dos teus filhos, da tua família? O que a grande mídia faz hoje é uma terrível inversão de valores: as vítimas são transformadas em algozes, os lobos em carneiro e se exige do oprimido complacência com sua situação. O que os palestinos, secundados por suas organizações políticas, fazem é exercer o mais legítimo direito à auto-defesa, seja com pedras, seja com Qassam.

  16. Francisco
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 14:27 hs

    To sem saco pra responder ao tal do Zé do Coco. Então, reitero o que indiquei em mensagem passado: com ou sem reforma dos acentos, o acento circunflexo vai pra última sílaba do seu apelido, Zé.

  17. Jandira
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 15:21 hs

    Omar, agradeço tuas explicações. Muita coisa eu realmente ainda tenho que estudar e pequisar. Mas como parte nao envolvida no conflito, sem a “paixao” com que alguns aqui escrevem, sem familia em qualquer um dos lados, vejo com medo a transferencia deste conflito aqui para o Brasil. Sempre achei que aqui árabes e judeus viviam em harmonia, mas pelo que vejo existe muito rancor.

  18. Omar
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 16:07 hs

    Zé do Coco,

    Faço-te uma pergunta: o que vc diria se te sugerissem o deslocamento da população das Ilhas Maldivas, um país do Oceâno Índico que está desaparecendo por causa da elevação do nível do mar, para o teu bairro? Vc simplesmente diria: entrem, a casa é sua, ou lutaria como pudesse para manter teu lar?
    O que os palestinos fazem há mais de 60 anos é lutar pelo direito, não de conquistar, mas de manter o seu território. Se vc analisar o conflito na região com a visão curta dos últimos dez, 20 anos, terá a – falsa – impressão de que os árabes são fanáticos, o Hamas é terrorista, os judeus são coitados que foram atacados pelos barbudos do Islã. Isso é preconceito e, em última instância, ignorância.
    O que vcs, defensores das ações criminosas de Israel têm de entender, é que a luta dos palestinos não começou semana passada. Há mais de 60 anos eles querem ser ouvidos pelo mundo: ELES foram invadidos; ELES foram vítimas do terrorismo, praticado primeiramente pelas organizações sionistas supra-citadas; ELES foram ocupados; ELES tiveram de fugir, para dar lugar à formação do que hoje se chama “estado de Israel”. Há mais de 60 anos, Sr. Zé do Coco, eles reagem contra uma ação da qual foram vítimas, e não o contrário. O sionismo, ideologia que serviu de base á invasão e ocupação da Palestina por imigrantes do mundo inteiro, desde o seu nascimento, ignorou – ou fingiu ignorar – a existências dos árabes na Palestina. A Palestina não era um vazio demográfico. Já era habitada. O próprio David Ben Gurion reconheceu isso: “Nós somos os invasores”. Hora, se há um invasor, há um invadido. E este tem o direito sagrado de defender sua casa, sua rua, seu bairro, seu chão, seu país. Não é ele o agressor, ele é o agredido. Se ele tem tanques, aviões de última geração, rifles dos mais sofisticados, isso é o que ele usa para defender a si e ao seu país. Infelizmente, não é o que ocorre com os Palestinos. Estão largados a sua sorte, vítimas do terrorismo de estado perpetrado por “Israel”, da insensibilidade das grandes potências, da hipocrisia do ocidente, e da ignorância de certos palpiteiros.

  19. Jandira
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 16:11 hs

    Mais uma coisa: Eu queria muito demonstrar meu apoio ao povo palestino e inconformismo com este massacre, e pensei em ir à passeata. Mas vejo que o teor é mais de “anti-Israel” do que pró-Palestinos, e isso me incomoda. Acho que Israel tem o direito e até o dever de defender seu povo dos ataques do Hamas. Fico com medo da passeata trazer para o Brasil uma guerra que os arabes e judeus daqui nao tem. O povo palestino está sofrendo e a passeata tem que ser para que a RAZAO DO SOFRIMENTO acabe. E a meu ver a razao é o Hamas nao aceitar Israel. Por que nao aceitam viver lado-a-lado? Por que o Hamas utiliza estas crianças com roupa bomba? Chega disso!
    Nao vou na passeata pois nao sou contra Israel. Sou contra a guerra, a morte e o sofrimento. DE TODOS!

  20. Guardalupe
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 16:13 hs

    Voto com a Jandira!

  21. Kico CEBRAPAZ-PR
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 18:11 hs

    Contra o Genocídio dos Palestinos pelo governo de Israel.
    Passeata 9/01, UFPR Santos Andrade,11 horas.
    Leve um par de sapato, que mostra a indignação contra a opressão. Estes sapatos serão doados à campanha dos desabrigados de SC.

  22. jamel
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 18:13 hs

    viva o omar abaixo ze cocu

  23. omar
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 18:44 hs

    Jandira/Guardalupe:

    A manifestação em apoio ao povo massacrado da Palestina e contra os crimes do “estado de Israel” diz respeito ao senso de humanidade que todos temos dentro de nós. O que nos move nesta passeata é a solidariedade aos oprimidos, àqueles que são massacrados e violados no seu direito, estejam eles na Palestina, no Iraque, nos Balcãs ou na Vila Pinto. Omitir-se neste momento é cerrar fileiras com o agressor, é sentar no sofá confortavelmente à frente da televisão enquanto crianças e mulheres são massacradas em Gaza pela máquina de guerra sionista. No mínimo, vcs, com sua posição omissa, fazem o papel de inocentes úteis – talvez não tão “inocentes” – do terrorismo de estado sionista. Para vcs duas, que apóiam Israel neste massacre, leiam a nota abaixo, que saiu há pouco na imprensa mundial. “Ai de ti, Israel, por teus crimes!”:

    Agência da ONU suspende ajuda humanitária a Gaza

    A agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA) anunciou nesta quinta-feira (8) que vai suspender todas as suas operações na Faixa de Gaza por conta do “risco” causado pela presença de tropas no território palestino sob ataque.
    Um ataque de um tanque israelense nesta quinta-feira matou dois motoristas palestinos de um comboio de ajuda humanitário coordenado pela agência, segundo o porta-voz da entidade em Gaza, Adnan Abu Hasna.
    Ele não disse quanto tempo a suspensão vai durar.
    Richard Miron, porta-voz da ONU, disse que o Exército de Israel havia sido notificado sobre a passagem do comboio, atingido próximo à passagem de Erez, no norte de Gaza. Segundo Hasna, os caminhões estavam identificados pelo símbolo da ONU.
    Depois do incidente, todos os comboios da agência pelas passagens de Erez e Kerem Shalon foram suspensos.
    O Exército de Israel disse que está investigando o caso. (G1/GLOBO.COM)

  24. Centro
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 19:23 hs

    Típico, destruir a democracia pela democracia: “eles foram eleitos democraticamente”, assim como Hugo Chavez, Lugo, e turminha. A diferença é
    que quando chegam ao poder não o largam mais. O Hamas executou vários integrantes do FATAH quando teve chance. Quer montar mais uma ditadura teocrática, mas segundo os gênios da história acima, tudo vale se for contra os EUA. Deixa pra lá Mr. Torquemada, usar sionista como insulto mostra o caráter antisemita,pena que não sou sionista ou judeu ou o que mais imaginar, so não defendo o “desalinhamento automático” aos EUA(muito menos o contrário). Não irei insultar ninguém, espero que os palestinos formem logo um estado(como tiveram chance em 1948) soberano, democrático e livre da interferência religiosa , a exemplo da Turquia que é um estado predominantemente muçulmano e laico.
    É infantil defender automaticamente um dos lados, por pura ideologia. Pense nisso.

  25. Centro
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 19:34 hs

    Só falta o Isaac agora. Se não chamaremos isso de reação desproporcional :)

  26. omar
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 20:08 hs

    Centro,

    Vc simplesmente não merece consideração.

  27. Centro
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 20:41 hs

    “do terrorismo de estado sionista” quáquáquá!!!

  28. quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 21:20 hs

    Sabemos do sofrimento dos Judeus na 2ª Grande Guerra. Mas tomar um pais soberano para si não da pra aceitar tivemos no passado um erro administrativo internacional enorme e hoje, um outro povo sofre pelos desmandos do grande capital falido. chega de remendar temos que enfrentar este problema de frente, ao povo da palestina a palestina, e pronto.
    Não foram estes que perseguiram os judeus por que estes tem que pagar pela ganancia do império, O Instituti Bolivariano do Saber Abreu e Lima, conclama a todos os companheiros da liberdade que estejam conosco nesta marcha estarei lá ao lado da justiça da verdade palestina livre.

  29. gelô
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 – 22:11 hs

    Putz!!!

    Nem no blog a galera se entende. Imaginem lá no deserto!!

    Calma Pessoal !!!!

    O Requião e o Roberto Carlos Delazari vão resolver o problema, logo após resolverem a crise no mundo!!

  30. Centro
    sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 – 10:55 hs

    Do blog do reinaldo azevedo. Discordo da desqualificação do Arafat:
    Leiam este trecho (em azul) de um evento muito importante da história de Israel, narrado pelo jornalista Zevi Ghivelder. É fundamental para o que vou dizer a seguir:

    (…)O terceiro momento crucial vivido por Ben-Gurion corresponde ao episódio do navio “Altalena”. No dia 12 de junho, Menachem Begin, líder da organização Irgun, que havia cometido ações armadas contra militares ingleses, anunciou que dali a cinco dias chegaria a Israel um navio com mil imigrantes e armas e munições que dariam para abastecer dez batalhões. Begin queria que seus homens, lutando em Jerusalém, ficassem com vinte por cento da preciosa carga. Ben-Gurion respondeu que tudo deveria ser entregue aos combatentes da nova nação, inclusive as armas que a Irgun ainda mantinha em seu poder. Era imprescindível, naquela quadra dos acontecimentos, a união nacional. Begin não se conformou e ameaçou ficar com tudo.
    “O Altalena” (foto no alto) deitou âncora em frente a Kfar Vitkin e os caixotes começaram a ser descarregados. Um oficial da Haganá (ainda não havia o exército regular israelense) entregou a Begin um ultimato: ou as armas eram entregues, ou tudo seria confiscado. Diante da recusa, Ben-Gurion decidiu usar a força. O navio deslocou-se até a costa de Tel Aviv e encalhou sobre os destroços de um velho navio afundado pelos ingleses. Na manhã do dia 22, Ben-Gurion reuniu o gabinete. Seus olhos flamejavam enquanto dizia: “O que está acontecendo coloca em perigo nosso esforço de guerra e, mais importante ainda, ameaça a existência do país. Um estado não pode sobreviver sem que o seu exército seja controlado pelo próprio estado”.
    E enquanto Ben-Gurion se dirigia ao gabinete, Menachem Begin falava de um alto-falante no navio: “Povo de Tel Aviv! Nós, da Irgun, trouxemos armas para combater o inimigo, mas o governo está negando o acesso a elas. Ajude-nos a descarregar. Se há diferenças entre nós, vamos resolvê-las depois”. Ao mesmo tempo, no quartel-general da Palmach, corporação ligada à Haganá de Ben-Gurion, seus comandantes, Ygal Allon e Itzhak Rabin, começaram a distribuir granadas a seus homens. Uma lancha passou a trazer a carga para a praia e Ben-Gurion estava perfeitamente calmo quando disse: “Não há jeito. Vamos ter que bombardear o navio”.
    Em seguida, o “Altalena” foi atingido (foto) por um petardo e pegou fogo. Mais de cem pessoas morreram. Outras se jogaram ao mar e foram recolhidas por botes, inclusive Begin que, naquela noite, voltou a falar através de sua estação de rádio secreta: “Os soldados da Irgun não vão entrar numa guerra fratricida, mas também não vão aceitar a disciplina de Ben-Gurion”. Mas a história demonstrou que a disciplina de Ben-Gurion acabou mesmo prevalecendo. A rigor, ele não conferia ao Exército de Defesa de Israel apenas um valor militar, mas encarava-o como um poderoso centro de integração social, como uma instituição que traria homogeneidade nacional aos jovens judeus que tinham chegado ao país provenientes de todos os cantos do mundo.

    Voltei
    Sabem por que Israel é um Estado — democrático! —, e os palestinos foram divididos pela guerra civil? Porque um país precisa ter a coragem de afundar o navio de seus terroristas, de fato e em espírito, se quiser existir como tal. Vejam o desastre a que o corrupto Yasser Arafat (repatriaram os US$ 40 milhões que ele tinha no exterior ou não?) conduziu o seu povo. Por quê? Quando podia combater o terrorismo, resolveu usá-lo como aliado. Quando achou que era o caso de contê-lo, já não havia mais o que fazer. Os terroristas haviam vencido a guerra interna.

  31. Sayyed Hassan
    sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 – 12:25 hs

    voces nao sabem como e la, o povo judeu e covarde!

  32. Centro
    sábado, 10 de janeiro de 2009 – 14:15 hs

    Ficar atrás de criancinhas jogando foguetes que é coragem…

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